Doolittle 'falou e disse' - 'não é árvore, é gramado'!

segunda-feira, novembro 27, 2006

W. F. Doolittle (um eminente e respeitável cientista neodarwinista) disse que "os filogenistas moleculares falharam em descobrir a 'verdadeira árvore' não porque os seus métodos sejam inadequados ou porque eles escolheram os genes errados, mas porque a história da vida não pode ser representada adequadamente como uma árvore".

Doolittle defende uma posição em que a 'Árvore da Vida' de Darwin parece mais uma gramado...

Atenção autores de livros-texto de Biologia, não dá mais para continuar engabelando os alunos do ensino médio com a 'velha Árvore da Vida' de Darwin. Continuar mantendo essa idéia nos seus livros é prova patente de desatualização na área e, caso saibam [eu acredito que todos vocês sabem] mas continuam mantendo esse conceito é desonestidade acadêmica. Alô MEC/SEMTEC e a nova equipe de especialistas que analisa os livros didáticos do ensino -- Nós estamos de olho em 2007 para ver se esse conceito vai para a lata do lixo da História da Ciência!

Fui, sorrindo mais uma vez!

O DNA ‘lixo’ que não é lixo

http://www.uncommondescent.com/archives/1802

Eu suspeito que a hipótese do “DNA lixo” foi feita originalmente em bases explicitamente darwinistas. Alguém poderia fornecer o capítulo e o versículo? Claramente, na ausência da interpretação darwinista, a suposição padrão teria sido a de que as seqüências repetitivas de nucleotídeos devem ter alguma função desconhecida.

Fonte: University of IowaData: 21 de novembro de 2006

Cientistas Exploram a Função do ‘DNA lixo’

Cientistas da Universidade de Iowa fizeram uma descoberta que amplia o entendimento de uma área de biologia que se desenvolve rapidamente conhecida como genômica e lança mais luz sobre o misterioso tão-chamado “DNA lixo” que constitui a maior parte do genoma humano.
A equipe, liderada por Beverly Davidson, Ph.D., professora da cadeira Roy J. Carver de Pesquisa Biomédica em Medicina Interna, e professora de medicina interna, fisiologia e biofísica, e neurologia da Universidade de Iowa, descobriram um novo mecanismo para a expressão dos microRNAs — pequenos segmentos de RNA que não dão origem a uma proteína, mas desempenham um papel na regulação da produção de proteína. Na pesquisa deles, Davidson e colegas não somente descobriram que os microRNAs podem ser expressos num modo diferente do que o previamente conhecido, eles também descobriram que parte do Dna lixo não é lixo de jeito nenhum, mas em vez disso se constitui de seqüências que podem gerar microRNAs...

Postado por William Dembski, 21 de novembro de 2006
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Numa perspectiva heurística sob a Teoria do Design Inteligente nós não afirmaríamos que esta porção de DNA é ‘lixo’, antes, nós iríamos fazer engenharia reversa e tentar descobrir a função do ‘DNA lixo’. Quem ‘batizou’ o DNA de lixo? Quem é realmente um ‘impedimento’ para o avanço da ciência? O pessoal do DI ou os darwinistas???

Pano rápido...

Manifesto para a plena liberdade acadêmica e de expressão nas universidades brasileiras públicas e privadas

domingo, novembro 26, 2006

Existe plena liberdade acadêmica e de expressão nas universidades públicas e privadas brasileiras? Se existe, onde estão os debates sobre as insuficiências epistêmicas fundamentais de determinadas teorias científicas? Onde estão os debates sobre novas idéias científicas? Infelizmente o que temos hoje é o 'beija-mão' e 'beija-pé' de idéias fossilizadas impostas pelo 'consenso acadêmico' impedindo a plena liberdade acadêmica e de expressão considerarem o status epistêmico de certas teorias como a do Big Bang e da origem e evolução da vida. E de pensarem o novo. Quando todos pensam a mesma coisa, então nós não estamos pensando em nada...

Isso me fez lembrar parte do texto On Liberty [Sobre a Liberdade] de John Stuart Mills, que publico aqui neste blog como um manifesto para que haja mais liberdade acadêmica e de expressão a ser divulgado e debatido em todos os campi das universidades brasileiras públicas e privadas:

O mal peculiar de silenciar a expressão de uma opinião é que ele está roubando a raça humana; a posteridade bem como a geração existente; aqueles que discordam da opinião, ainda mais aqueles que a defendem. Se a opinião estiver correta, eles são privados da oportunidade de trocar o erro pela verdade: se ela estiver errada, eles perdem, o que é quase tão grande quanto a um benefício, a percepção mais clara e a impressão mais vívida da verdade, produzida pela sua colisão com o erro. ...

Nós agora temos reconhecido a necessidade do bem-estar mental da humanidade (sobre a qual todos os seus outros estados de bem-estar dependem) de liberdade de opinião, de liberdade de expressão de opinião, em quatro bases distintas; as quais nós agora recapitularemos resumidamente.

Primeiro, se qualquer opinião for obrigada a silenciar-se, aquela opinião pode, alguma coisa que nós podemos saber com certeza, ser verdadeira. Negar isso é assumir a nossa própria infalibilidade.

Segundo, embora a opinião silenciada seja um erro, ela pode, e muito comumente pode, conter uma porção da verdade; e desde que a opinião geral ou predominante em qualquer assunto raramente é ou nunca é toda a verdade, é somente pela colisão de opiniões contrárias que o restante da verdade tem alguma chance de ser suprido.

Terceiro, mesmo se a opinião recebida seja não somente verdade, mas toda a verdade; a menos que seja permitida ser, e é na verdade, vigorosa e ardorosamente contestada, ela será, pela maioria que a recebe, ser defendida como uma opinião preconcebida, com pouca compreensão ou intuição de suas bases racionais.

E não somente isso, mas em quarto lugar, o significado da doutrina em si estará em perigo de ser perdido, ou debilitado, e privado de seu efeito vital no caráter e na conduta: o dogma tornando-se uma mera confissão formal, ineficiente para sempre, mas obstruindo a base, e impedindo o crescimento de qualquer convicção real e profunda, pela razão ou pela experiência pessoal. [1]

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Este blog pode ser reproduzido e publicado por qualquer meio. Divulgue-o no seu campus. Fazendo assim, nós podemos provocar o debate para mais liberdade acadêmica e de expressão em nossas universidades. A universidade é lugar de debates de idéias...


[1] But the peculiar evil of silencing the expression of an opinion is, that it is robbing the human race; posterity as well as the existing generation; those who dissent from the opinion, still more than those who hold it. If the opinion is right, they are deprived of the opportunity of exchanging error for truth: if wrong, they lose, what is almost as great a benefit, the clearer perception and livelier impression of truth, produced by its collision with error. …
We have now recognized the necessity to the mental well-being of mankind (on which all their other well-being depends) of freedom of opinion, and freedom of the expression of opinion, on four distinct grounds; which we will now briefly recapitulate.
First, if any opinion is compelled to silence, that opinion may, for aught we can certainly know, be true. To deny this is to assume our own infallibility.
Secondly, though the silenced opinion be an error, it may, and very commonly does, contain a portion of truth; and since the general or prevailing opinion on any subject is rarely or never the whole truth, it is only by the collision of adverse opinions that the remainder of the truth has any chance of being supplied.
Thirdly, even if the received opinion be not only true, but the whole truth; unless it is suffered to be, and actually is, vigorously and earnestly contested, it will, by most of those who receive it, be held in the manner of a prejudice, with little comprehension or feeling of its rational grounds.

And not only this, but fourthly, the meaning of the doctrine itself will be in danger of being lost, or enfeebled, and deprived of its vital effect on the character and conduct: the dogma becoming a mere formal profession, inefficacious for good, but encumbering the ground, and preventing the growth of any real and heartfelt conviction, from reason or personal experience.
MILLS, John Stuart. On Liberty

A TDI é uma posição filosófica equivocada...

quinta-feira, novembro 23, 2006

O Zarinha Centro de Cultura em João Pessoa, Paraíba vai mais uma vez apresentar uma palestra sobre a TDI. Desta vez por um filósofo, Prof. Dr. José Trindade Santos, que vai abordar a TDI como uma visão filosófica equivocada.

O dr. Trindade é um ilustre e renomado palestrante que sabe que a idéia de design e evolução já era considerada pelos filósofos gregos antigos. Não dá para entender por que 'pinçou' exclusivamente a TDI e apresentará como sendo uma idéia filosófica equivocada. Filósofo de mão cheia, o palestrante sabe que a filosofia lida com 'causas últimas'. A TDI não se aventura nisso, nem tampouco com a origem do Homem, muito menos com a origem e evolução da vida. Nós apenas afirmamos que certos eventos no universo são melhor explicados por causas inteligentes e que essas causas são empiricamente detectadas.



Nós seguimos a máxima de Francis Bacon -- perguntar à natureza e buscar as respostas pelas evidências. Nós afirmamos que as 'causas inteligentes' existem e são empiricamente detectadas na natureza. Isso não é filosofia, é ciência. Mesmo assim, é bom que a TDI continue sendo abordada. Muito mais agora, pois se a TDI for falseada pelo palestrante, segundo Popper, a TDI é uma teoria científica pois se sujeita ao crivo dos seus pares na Academia.

É notável o interesse dos filósofos em quererem 'desbancar' a TDI como teoria científica quando isso é papel para os biólogos que até agora não se aventuraram nesta empreitada porque sabem que estão dando status científico a uma idéia até aqui considerada absurda pela Academia.

Mesmo assim, o Zarinha Centro de Cultura está de parabéns -- lá existe muito mais liberdade acadêmica de se discutir livremente quaisquer assuntos do que nas universidade públicas e privadas do Brasil. Um exemplo a ser seguido pelos mandarins da Nomenklatura científica tupiniquim.

Literatura com revisão por pares apoiando a TDI

quarta-feira, novembro 22, 2006

Da próxima que a KGB da Nomenklatura científica afirmar falsamente que os teóricos da Teoria do Design Inteligente não publicam artigos com revisão por pares, passe para eles esta pequena lista de artigos que os 'radares' do naturalismo filosófico não conseguiu detectar e impedir a publicação. Chamam isso de 'peer review'. Eu chamo de 'camisa-de-força' de uma ortodoxia paradigmática que está cada vez mais se revelando inadequada epistemicamente.

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- Stephen Meyer, "The Origin of Biological Information and the Higher Taxonomic Categories" Proceedings of the Biological Society of Washington 117(2004):213-239.

- Lönnig, W.-E. Dynamic genomes, morphological stasis and the origin of irreducible complexity, Dynamical Genetics, Pp. 101-119.

- Jonathan Wells, "Do Centrioles Generate a Polar Ejection Force? Rivista di Biologia/Biology Forum 98 (2005): 37-62.

- Scott Minnich and Stephen C. Meyer, "Genetic Analysis of Coordinate Flagellar and Type III Regulatory Circuits," Proceedings of the Second International Conference on Design & Nature, Rhodes Greece, edited by M.W. Collins and C.A. Brebbia (WIT Press, 2004).

- William A. Dembski, The Design Inference: Eliminating Chance through Small Probabilities (Cambridge: Cambridge University Press, 1998).

- M.J. Behe and D.W. Snoke, "Simulating Evolution by Gene Duplication of Protein Features That Require Multiple Amino Acid Residues," Protein Science, 13 (2004): 2651-2664.

- W.-E. Lönnig & H. Saedler, "Chromosome Rearrangements and Transposable Elements," Annual Review of Genetics, 36 (2002): 389-410.

- D.K.Y. Chiu & T.H. Lui, "Integrated Use of Multiple Interdependent Patterns for Biomolecular Sequence Analysis," International Journal of Fuzzy Systems, 4(3) (September 2002): 766-775.

- Ø. A. Voie, "Biological function and the genetic code are interdependent," Chaos, Solitons and Fractals, 2006, Vol 28(4), 1000-1004.

- John A. Davison, "A Prescribed Evolutionary Hypothesis," Rivista di Biologia/Biology Forum 98 (2005): 155-166.

- Granville Sewell, "A Mathematician's View of Evolution," The Mathematical Intelligencer, Vol 22 (4) (2000).

O consenso científico impede o avanço da ciência

Geralmente os oponentes da Teoria do Design Inteligente afirmam que a teoria é um impedimento para o avanço da ciência ao propor a existência de causas inteligentes detectáveis na natureza. Nada mais falso. Tendo isso em mente que tal olharmos para o consenso científico com um olhar cético saudável e dar uma chacoalhada nesse marasmo acadêmico de idéias fossilizadas? Que tal considerarmos duas frases interessantes sobre a questão? Quem é o verdadeiro 'inimigo da ciência'? O consenso acadêmico ou as idéias novas e intrigantes???

"Há algumas idéias tão erradas que somente uma pessoa muito inteligente poderia acreditar nelas" —George Orwell

"O consenso desencoraja a dissensão... É o inimigo da ciência, bem como é o triunfo da política. Uma teoria aceita por 99 % dos cientistas pode estar errada. Os comitês... que decidem quais projetos deverão receber financiamentos são dirigidos inevitavelmente por cientistas que estão em paz com a teoria dominante. Mudar o consenso em ... [preencher as opções] será uma tarefa árdua, como virar um supertanque com uma pá quebrada.

...a competição de teorias tem sido a força motriz por trás do progresso científico. Indivíduos isolados e companhias privadas têm sido as fontes mais frutíferas desse avanço” - Tom Bethell, in The Politically Incorrect Guide to Science

O bebê de Lucy ou de Lúcio???

terça-feira, novembro 21, 2006

Não dá para acreditar a falta de exatidão de uma revista de divulgação científica popular como a Ciência Hoje com o texto publicado sobre o bebê de Lucy:

JC e-mail 3145, de 20 de Novembro de 2006.

Ciência Hoje: O bebê de Lucy

Há cerca de 30 anos foi encontrado na Etiópia, África, um esqueleto muito bem preservado de uma fêmea de Australopithecus afarensis, o primeiro representante da linhagem evolutiva que originou o homem moderno

Batizado de Lucy, o fóssil tinha algumas características que o aproximavam dos chimpanzés e outras que o aproximavam dos seres humanos. Entre estas, a capacidade de andar ereta.

Agora no mesmo local ‘nasce’ o bebê de Lucy. Mark Hubbe, biólogo da Universidad Católica del Norte, no Chile, comenta a descoberta do novo fóssil, e seu impacto na paleontologia, na revista Ciência Hoje de novembro.

Para assinar a revista Ciência Hoje ou adquirir números avulsos ligue para 0800-7278999 ou (21) 2109-8999

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O fóssil de Australopithecus afarensis encontrado há cerca de 30 anos não era de uma fêmea, mas de macho. Então por que continuar com essa 'estória da carochinha' de bebê de Lucy quando o fóssil encontrado era de LÚCIO?

HÄUSLER, M. e P. Schmidt. “Comparison of the pelvis of Sts 14 and AL 288288-1: implications for birth and sexual dimorphism in australopithecines”, Journal of Human Evolution 29:363-83, 1995.

SHREEVE, J. “Sexing fossils: a boy named Lucy”. Science 270:1297-1298, 1995.

Nada como distorcer as evidências científicas para provar o fato, Fato, FATO da origem e evolução humana, mesmo que isso seja demonstrado falso na literatura especializada.

A revista Ciência Hoje deve uma explicação aos seus leitores.

A vida interna de uma célula: 100% design inteligente

sexta-feira, novembro 17, 2006

Disponível no site da Universidade Harvard, uma das mais importantes universidades do mundo, um vídeo sobre as atividades de uma célula: 100% design inteligente!

Infelizmente requer banda larga ou internet mais rápida.

Mais arbustos na Árvore da Vida

Artigo interessante sobre os atuais problemas em filogenética você encontra neste artigo intitulado "Bushes in the Tree of Life". Como se encontra no PLOS,pode baixar que é de graça. Para desespero da Nomenklatura científica,o artigo é assinado por Sean B. Carroll...

Vou destacar aqui algumas citações interessantes deste artigo:

Rokas A, Carroll SB (2006) Bushes in the tree of life. PLoS Biol 4(11): e352. DOI: 10.1371/journal.pbio.0040352

Quotes of note:
"Here we discuss how and why certain critical parts of the TOL [Tree of Life] may be difficult to resolve, regardless of the quantity of conventional data available. We do not mean this essay to be a comprehensive review of molecular systematics. Rather, we have focused on the emerging evidence from genome-scale studies on several branches of the TOL that sharply contrasts with viewpoints—such as that in the opening quotation [a quote by Dawkins that implies we'll get the TOL correct eventually]—which imply that the assembly of all branches of the TOL will simply be a matter of data collection. We view this difficulty in obtaining full resolution of particular clades—when given substantial data—as both biologically informative and a pressing methodological challenge. The recurring discovery of persistently unresolved clades (bushes) should force a re-evaluation of several widely held assumptions of molecular systematics. Now, as the field is transformed from a data-limited to an analysis-limited discipline, it is an opportune time to do so."

Three observations generally hold true across metazoan datasets that indicate the pervasive influence of homoplasy at these evolutionary depths. First, a large fraction of single genes produce phylogenies of poor quality. For example, Wolf and colleagues [9] omitted 35% of single genes from their data matrix, because those genes produced phylogenies at odds with conventional wisdom (Figure 2D). Second, in all studies, a large fraction of characters—genes, PICs or RGCs—disagree with the optimal phylogeny, indicating the existence of serious conflict in the DNA record. For example, the majority of PICs conflict with the optimal topology in the Dopazo and Dopazo study [10]. Third, the conflict among these and other studies in metazoan phylogenetics [11,12] is occurring at very “high” taxonomic levels—above or at the phylum level.

For instance, theory [34] and simulation analyses [8] predict that a small fraction of substitutions will be homoplastic by chance (about 2–5%, depending upon model assumptions and evolutionary distances). However, analysis of the elephant/sirenian/hyrax dataset and the coelacanth/lungfish/ tetrapod dataset indicates that the actual level of homoplasy is ~10% of amino acid substitutions in the first case (178 homoplastic/1,743 total substitutions) and ~15% in the second case (588 homoplastic/3,800 total substitutions), several times greater than expected [8,34]. Similar high levels of homoplasy exist in datasets from other bushy clades [35] (unpublished data) and hold irrespective of analytical methodology [8].

"Although it may be heresy to say so, it could be argued that knowing that strikingly different groups form a clade and that the time spans between the branching of these groups must have been very short, makes the knowledge of the branching order among groups potentially a secondary concern."

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E agora como é que fica a especulação transformista da ancestralidade comum? A teoria geral da evolução não é um fato, Fato, FATO,assim como a Terra gira em torno do Sol?

Coitadinhos dos ateus perseguidos

quinta-feira, novembro 16, 2006

A revista ÉPOCA publicou reportagem de capa (13/11/2006)com uma pergunta intrigante e defensora dos ateus que se julgam perseguidos: "A ciência vai matar Deus?"

Onde, como e por quem essa espécie que se julga em extinção está sendo perseguida eles não disseram. Quem são os formadores de opinião na Grande Mídia Internacional e Tupiniquim? Quem são os detentores de departamentos e cargos nas universidades e outras instituições acadêmicas? Não são os ateus como Dawkins, Dennett et al?

Como são tratados os cientistas e alunos 'diferentes' não ganha as páginas da mídia porque esta vive uma relação incestuosa com a Nomenklatura científica no cativeiro do materialismo filosófico. Quem não reza por esta cartilha, que não recita os dogmas desse materialismo absurdo dificilmente conclui o curso, nem progride nas carreiras acadêmicas. Essas pessoas sim vivem dentro dos 'armários' por temerem os 'rotweillers' de Darwin et al...

Eu não ia postar sobre isso porque entendo que a questão é científica e não esta mal explicada 'conspiração' de fundamentalistas perseguindo os pobres coitadinhos dos ateus. Eu já fui ateu e sei muito bem de onde vem essa turma: Deus é uma questão que eles não conseguem se livrar subjetivamente, e tentam por todos os meios combater Aquilo que não vêem e nem sentem. São verdadeiros Don Quixotes de la Mancha... e pior do que isso, são os neo-inquisidores querendo colocar em quarentena os de concepções religiosas (não é mesmo Dennett???).

Os atuais detentores do poder acadêmico não querem o NOMA de Gould. Eu também tenho dificuldades com esta demarcação epistemológica. O que os atuais Voltaires querem é o TOMA: TOTAL MAGISTÉRIO.

Como disse acima, eu não ia postar este blog, mas o meu comentário postado hoje cedo de manhã no blog da revista ÉPOCA não pode ser acolhido. Não sei explicar as razões, porque segui todas as instruções e o limite de 1024 caracteres. Segue abaixo entre aspas:

"A questão hoje em dia não é se as especulações científicas contrariam relatos de criação das concepções religiosas, mas se as evidências substanciam essas especulações.

O que vemos em Dawkins, Dennett et al. não é naturalismo metodológico, mas materialismo filosófico posando como ciência. Aliás, a ciência nada diz, quem diz são os cientistas, e isso vale para ateus e crentes.

Denuncio esta confusão entre naturalismo metodológico e materialismo filosófico desde 1998 na Grande Mídia e entre acadêmicos, e mais recentemente no meu blog http://pos-darwinista.blogspot.com.

As grandes descobertas na ciência demonstram cada vez mais: os atuais referenciais teóricos não respondem às anomalias e os cientistas ficam emitindo 'notas promissórias epistemológicas' nunca empiricamente resgatadas, além de criarem teorias 'ad hoc' tentando salvar o paradigma. Falam como os 'criacionistas'...

A reportagem ideal seria sobre as insuficiências epistêmicas e os limites da ciência. Falta coragem para a mídia abordá-la".

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Tentei várias vezes hoje de manhã e sempre obtive a mesma resposta: houve um erro em acolher o seu comentário, mas os outros comentários foram sendo postados... Nem Darwin explica...

Preconceito contra o Design Inteligente no Journal of the History of Biology

segunda-feira, novembro 13, 2006

Preconceito contra o Design Inteligente no Journal of the History of Biology

A recente resenha de literatura de David Sepkoski (“Worldviews in Collision: Recent Literature on the Creation*Evolution Divide” – Cosmovisões em colisão: literatura recente na divisão Criação*Evolução) no Journal of the History of Biology dá outra ilustração do fato de que muitos journals científicos têm preconceitos contra o design inteligente. Ele usa de linguagem pejorativa contra o DI, afirmando que seus proponentes se envolvem numa "campanha de guerrilha", chamando a complexidade especificada "a idéia fixa de Dembski", e afirmando que o artigo de Stephen Meyer contém uma "interpretação confusa da explosão cambriana", (embora Sepkoski não dê detalhes específicos para apoiar a sua opinião). Considerando-se a linguagem pejorativa, poderia o preconceito contra o DI na comunidade científica ser mais claro do que isso?

As omissões de Sepkoski são mais interessantes do que o que ele inclui. Ele não fez resenha nenhuma de livro por proponentes científicos do design inteligente, como o The Privileged Planet [O Planeta Privilegiado], que foi publicado no mesmo período que Sepkoski resenhou. Mas há uma boa razão por que Sepkoski não faz resenha de livros sobre o DI. Ele crê que até mencioná-los adicionará legitimidade ao DI. Sepkoski explica que muitos na comunidade científica têm praguejado Michael Ruse simplesmente por co-editar um livro acadêmico sobre o DI junto com William Dembski:
"Alguns críticos têm notado que Ruse ultimamente tem ficado um pouco amigo demais de certos criacionistas, especificamente com Dembski, com quem ele editou uma seleta de ensaios Debating Design: From Darwin to DNA [Debatendo o Design: de Darwin ao DNA]. Outros têm se mostrado preocupados publicamente que, ao concordar em participar em tal empreendimento, Ruse intencionalmente ou não intencionalmente ajudou aos proponentes do DI afirmarem legitimidade para a posição deles".

Sepkoski está expondo claramente o dilema darwinista: os proponentes do DI têm feito argumentos potentes. Se você ignorá-los, parece que você não tem respostas. Se você considerá-los, você admite a existência de uma controvérsia. Ou você pode saracotear em torno da questão, como fez Christoph na revista Science, citando imensamente evidência insuficiente para afirmar que a complexidade irredutível fora explicada, e depois proclamar que a disputa era uma controvérsia "política". De qualquer modo, o tom desrespeitoso de Sepkoski ilustra claramente a intolerância contra o DI na comunidade científica. Isto mostra quão certo estava Thomas Kuhn em dizer que os cientistas são "freqüentemente intolerantes das teorias inventadas por outros".

Finalmente, Sepkoski chama a resposta do Discovery Institute para a decisão do juiz Jones como um "esforço desesperado", mas as suas diversas resenhas nada mencionam sobre o nosso livro Traipsing Into Evolution [Vagueando na evolução], que dá razões extensivas porque o juiz decidiu errado. Parece que Sepkoski quer manter os cientistas no escuro sobre o design inteligente através da ridiculização, linguagem pejorativa, e a censura da menção da literatura do DI e muitos dos argumentos ali contidos.

Postado por Casey Luskin em 9 de novembro de 2006 7:18 AM

Especulações em biologia, informação e complexidade

Dado a complexidade do tema abordado neste artigo de Gregory Chaitin, pesquisador da IBM, vou deixá-lo em inglês para os biólogos e matemáticos considerarem cum granum salis.

Tenho aqui em mente especialmente dois professores com quem troquei emails amistosos e respeitosos – Dr. Décio Krause (Introdução aos fundamentos axiomáticos da ciência, São Paulo, Editora Pedagógica e Universitária, 2002), Departamento de Filosofia da UFSC, e J. C. M. Magalhães, Fundamentos lógicos da teoria sintética da evolução, tese de doutoramento em Genética, UFPR.

Chaitin não defende o design inteligente. Há vários links de artigos dele em um site de importante universidade americana.

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Speculations on biology, information and complexity
Gregory Chaitin, IBM Research, New York


Abstract: It would be nice to have a mathematical understanding of basic biological concepts and to be able to prove that life must evolve in very general circumstances. At present we are far from being able to do this. But I'll discuss some partial steps in this direction plus what I regard as a possible future line of attack.

Can Darwinian evolution be made into a mathematical theory?
Is there a fundamental mathematical theory for biology?
Darwin = math ?!

In 1960 the physicist Eugene Wigner published a paper with a wonderful title, "The unreasonable effectiveness of mathematics in the natural sciences.'' In this paper he marveled at the miracle that pure mathematics is so often extremely useful in theoretical physics.

To me this does not seem so marvelous, since mathematics and physics co-evolved. That however does not diminish the miracle that at a fundamental level Nature is ruled by simple, beautiful mathematical laws, that is, the miracle that Nature is comprehensible.

I personally am much more disturbed by another phenomenon, pointed out by I.M. Gel'fand and propagated by Vladimir Arnold in a lecture of his that is available on the web, which is the stunning contrast between the relevance of mathematics to physics, and its amazing lack of relevance to biology!

Indeed, unlike physics, biology is not ruled by simple laws. There is no equation for your spouse, or for a human society or a natural ecology. Biology is the domain of the complex. It takes 3 × 109 bases = 6 × 109 bits of information to specify the DNA that determines a human being.

Darwinian evolution has acquired the status of a dogma, but to me as a mathematician seems woefully vague and unsatisfactory. What is evolution? What is evolving? How can we measure that? And can we prove, mathematically prove, that with high probability life must arise and evolve?

In my opinion, if Darwin's theory is as simple, fundamental and basic as its adherents believe, then there ought to be an equally fundamental mathematical theory about this, that expresses these ideas with the generality, precision and degree of abstractness that we are accustomed to demand in pure mathematics.

Look around you. We are surrounded by evolving organisms, they're everywhere, and their ubiquity is a challenge to the mathematical way of thinking. Evolution is not just a story for children fascinated by dinosaurs. In my own lifetime I have seen the ease with which microbes evolve immunity to antibiotics. We may well live in a future in which people will again die of simple infections that we were once briefly able to control.

Evolution seems to work remarkably well all around us, but not as a mathematical theory!

In the next section of this paper I will speculate about possible directions for modeling evolution mathematically. I do not know how to solve this difficult problem; new ideas are needed. But later in the paper I will have the pleasure of describing a minor triumph. The program-size complexity viewpoint that I will now describe to you does have some successes to its credit, even though they only take us an infinitesimal distance in the direction we must travel to fully understand evolution.

A software view of biology:
Can we model evolution via evolving software?
I'd like to start by explaining my overall point of view. It is summarized here:
Life = Software ?

program >>> COMPUTER >>> OUTPUT
DNA >>> DEVELOPMENT/PRGENANCY >>> organism

(Size of program in bits) ≈ (Amount of DNA in bases) × 2

So the idea is firstly that I regard life as software, biochemical software. In particular, I focus on the digital information contained in DNA. In my opinion, DNA is essentially a programming language for building an organism and then running that organism.

More precisely, my central metaphor is that DNA is a computer program, and its output is the organism. And how can we measure the complexity of an organism? How can we measure the amount of information that is contained in DNA? Well, each of the successive bases in a DNA strand is just 2 bits of digital software, since there are four possible bases. The alphabet for computer software is 0 and 1. The alphabet of life is A, G, C, and T, standing for adenine, cytosine, guanine, and thymine. A program is just a string of bits, and the human genome is just a string of bases. So in both cases we are looking at digital information.

My basic approach is to measure the complexity of a digital object by the size in bits of the smallest program for calculating it. I think this is more or less analogous to measuring the complexity of a biological organism by 2 times the number of bases in its DNA.

Of course, this is a tremendous oversimplification. But I am only searching for a toy model of biology that is simple enough that I can prove some theorems, not for a detailed theory describing the actual biological organisms that we have here on earth. I am searching for the Platonic essence of biology; I am only interested in the actual creatures we know and love to the extent that they are clues for finding ideal Platonic forms of life.

How to go about doing this, I am not sure. But I have some suggestions.
It might be interesting, I think, to attempt to discover a toy model for evolution consisting of evolving, competing, interacting programs. Each organism would consist of a single program, and we would measure its complexity in bits of software. The only problem is how to make the programs interact! This kind of model has no geometry, it leaves out the physical universe in which the organisms live. In fact, it omits bodies and retains only their DNA. This hopefully helps to make the mathematics more tractable. But at present this model has no interaction between organisms, no notion of time, no dynamics, and no reason for things to evolve. The question is how to add that to the model.

Hopeless, you may say. Perhaps not! Let's consider some other models that people have proposed. In von Neumann's original model creatures are embedded in a cellular automata world and are largely immobile. Not so good! There is also the problem of dissecting out the individual organisms that are embedded in a toy universe, which must be done before their individual complexities can be measured. My suggestion in one of my early papers that it might be possible to use the concept of mutual information---the extent to which the complexity of two things taken together is smaller than the sum of their individual complexities---in order to accomplish this, is not, in my current opinion, particularly fruitful.

In von Neumann's original model we have the complete physics for a toy cellular automata universe. Walter Fontana's ALChemy = algorithmic chemistry project went to a slightly higher level of abstraction. It used LISP S-expressions to model biochemistry. LISP is a functional programming language in which everything---programs as well as data---is kept in identical symbolic form, namely as what are called LISP S-expressions. Such programs can easily operate on each other and produce other programs, much in the way that molecules can react and produce other molecules.

I have a feeling that both von Neumann's cellular automata world and Fontana's algorithmic chemistry are too low-level to model biological evolution. (A model with perhaps the opposite problem of being at too high a level, is Douglas Lenat's AM = Automated Mathematician project, which dealt with the evolution of new mathematical concepts.) So instead I am proposing a model in which individual creatures are programs. As I said, the only problem is how to model the ecology in which these creatures compete. In other words, the problem is how to insert a dynamics into this static software world.

(Thomas Ray's Tierra project did in fact create an ecology with software parasites and hyperparasites. The software creatures he considered were sequences of machine language instructions coexisting in the memory of a single computer and competing for that machine's memory and execution time. Again, I feel this model was too low-level. I feel that too much micro-structure was included.)

Since I have not been able to come up with a suitable dynamics for the software model I am proposing, I must leave this as a challenge for the future and proceed to describe a few biologically relevant things that I can do by measuring the size of computer programs. Let me tell you what this viewpoint can buy us that is a tiny bit biologically relevant.

Pure mathematics has infinite complexity and is therefore like biology

Okay, program-size complexity can't help us very much with biological complexity and evolution, at least not yet. It's not much help in biology. But this viewpoint has been developed into a mathematical theory of complexity that I find beautiful and compelling---since I'm one of the people who created it---and that has important applications in another major field, namely metamathematics. I call my theory algorithmic information theory, and in it you measure the complexity of something X via the size in bits of the smallest program for calculating X, while completely ignoring the amount of effort which may be necessary to discover this program or to actually run it (time and storage space). In fact, we pay a severe price for ignoring the time a program takes to run and concentrating only on its size. We get a beautiful theory, but we can almost never be sure that we have found the smallest program for calculating something. We can almost never determine the complexity of anything, if we chose to measure that in terms of the size of the smallest program for calculating it!

This amazing fact, a modern example of the incompleteness phenomenon first discovered by Kurt Gödel in 1931, severely limits the practical utility of the concept of program-size complexity. However, from a philosophical point of view, this paradoxical limitation on what we can know is precisely the most interesting thing about algorithmic information theory, because that has profound epistemological implications.

The jewel in the crown of algorithmic information theory is the halting probability Ω, which provides a concentrated version of Alan Turing's 1936 halting problem. In 1936 Turing asked if there was a way to determine whether or not individual self-contained computer programs will eventually stop. And his answer, surprisingly enough, is that this cannot be done. Perhaps it can be done in individual cases, but Turing showed that there could be no general-purpose algorithm for doing this, one that would work for all possible programs.

The halting probability Ω is defined to be the probability that a program that is chosen at random, that is, one that is generated by coin tossing, will eventually halt. If no program ever halted, the value of Ω would be zero. If all programs were to halt, the value of Ω would be one. And since in actual fact some programs halt and some fail to halt, the value of Ω is greater than zero and less than one. Moreover, Ω has the remarkable property that its numerical value is maximally unknowable. More precisely, let's imagine writing the value of Ω out in binary, in base-two notation. That would consist of a binary point followed by an infinite stream of bits. It turns out that these bits are irreducible, both computationally and logically:

· You need an N-bit program in order to be able to calculate the first N bits of the numerical value of Ω.

· You need N bits of axioms in order to be able to prove what are the first N bits of Ω.

· In fact, you need N bits of axioms in order to be able to determine the positions and values of any N bits of Ω, not just the first N bits.
Thus the bits of Ω are, in a sense, mathematical facts that are true for no reason, more precisely, for no reason simpler than themselves. Essentially the only way to determine the values of some of these bits is to directly add that information as a new axiom.

And the only way to calculate individual bits of Ω is to separately add each bit you want to your program. The more bits you want, the larger your program must become, so the program doesn't really help you very much. You see, you can only calculate bits of Ω if you already know what these bits are, which is not terribly useful. Whereas with π = 3.1415926... we can get all the bits or all the digits from a single finite program, that's all you have to know. The algorithm for π compresses an infinite amount of information into a finite package. But with Ω there can be no compression, none at all, because there is absolutely no structure.

Furthermore, since the bits of Ω in their totality are infinitely complex, we see that pure mathematics contains infinite complexity. Each of the bits of Ω is, so to speak, a complete surprise, an individual atom of mathematical creativity. Pure mathematics is therefore, fundamentally, much more similar to biology, the domain of the complex, than it is to physics, where there is still hope of someday finding a theory of everything, a complete set of equations for the universe that might even fit on a T-shirt.

In my opinion, establishing this surprising fact has been the most important achievement of algorithmic information theory, even though it is actually a rather weak link between pure mathematics and biology. But I think it's an actual link, perhaps the first.

Computing Ω in the limit from below as a model for evolution

I should also point out that Ω provides an extremely abstract---much too abstract to be satisfying---model for evolution. Because even though Ω contains infinite complexity, it can be obtained in the limit of infinite time via a computational process. Since this extremely lengthy computational process generates something of infinite complexity, it may be regarded as an evolutionary process.

How can we do this? Well, it's actually quite simple. Even though, as I have said, Ω is maximally unknowable, there is a simple but very time-consuming way to obtain increasingly accurate lower bounds on Ω. To do this simply pick a cut-off t, and consider the finite set of all programs p up to t bits in size which halt within time t. Each such program p contributes 1/2|p|, 1 over 2 raised to p's size in bits, to Ω. In other words,

Ω = limt→∞ (∑|p|≤t & halts within time t 2−|p|).

This may be cute, and I feel compelled to tell you about it, but I certainly do not regard this as a satisfactory model for biological evolution, since there is no apparent connection with Darwin's theory.

References

The classical work on a theoretical mathematical underpinning for biology is von Neumann's posthumous book [2]. (An earlier account of von Neumann's thinking on this subject was published in [1], which I read as a child.) Interestingly enough, Francis Crick---who probably contributed more than any other individual to creating modern molecular biology---for many years shared an office with Sydney Brenner, who was aware of von Neumann's thoughts on theoretical biology and self-reproduction. This interesting fact is revealed in the splendid biography of Crick [3].
For a book-length presentation of my own work on information and complexity, see [4], where there is a substantial amount of material on molecular biology. This book is summarized in my recent article [5], which however does not discuss biology. A longer overview of [4] is my Alan Turing lecture [6], which does touch on biological questions.

For my complete train of thought on biology extending over nearly four decades, see also [7,8,9,10,11].

For information on Tierra, see Tom Ray's home page at http://www.his.atr.jp/~ray/.
For information on ALChemy, see
http://www.santafe.edu/~walter/AlChemy/papers.html

For information on Douglas Lenat's Automated Mathematician, see [12] and the Wikipedia entry.

For Vladimir Arnold's provocative lecture, the one in which Wigner and Gel'fand are mentioned, see.

Wigner's entire paper is itself on the web at.


1. J. Kemeny, "Man viewed as a machine,'' Scientific American, April 1955, pp. 58-67.

2. J. von Neumann, Theory of Self-Reproducing Automata, University of Illinois Press, Urbana, 1967.

3. M. Ridley, Francis Crick, Eminent Lives, New York, 2006.

4. G. Chaitin, Meta Math!, Pantheon Books, New York, 2005.

5. G. Chaitin, "The limits of reason,'' Scientific American, March 2006, pp. 74-81. (Spanish translation published in the May 2006 issue of Investigación y Ciencia.)

6. G. Chaitin, "Epistemology as information theory: from Leibniz to Ω,'' European Computing and Philosophy Conference, Västerås, Sweden, June 2005.

7. G. Chaitin, "To a mathematical definition of 'life','' ACM SICACT News, January 1970, pp. 12-18.

8. G. Chaitin, "Toward a mathematical definition of 'life','' R. Levine, M. Tribus, The Maximum Entropy Formalism, MIT Press, 1979, pp. 477-498.

9. G. Chaitin, "Algorithmic information and evolution,'' O. Solbrig, G. Nicolis, Perspectives on Biological Complexity, IUBS Press, 1991, pp. 51-60.

10. G. Chaitin, "Complexity and biology,'' New Scientist, 5 October 1991, p. 52.

11. G. Chaitin, "Meta-mathematics and the foundations of mathematics,'' Bulletin of the European Association for Theoretical Computer Science, June 2002, pp. 167-179.

12. D. Lenat, "Automated theory formation in mathematics,'' pp. 833-842 in volume 2 of R. Reddy, Proceedings of the 5th International Joint Conference on Artificial Intelligence, Cambridge, MA, August 1977, William Kaufmann, 1977.

Seleta de artigos sobre a evolução por John A. Davison

por Dave Scot em 8 de novembro de 2006

1984: Semi-Meiosis as an Evolutionary Mechanism

1993: The Blind Alley

1998: Evolution as a Self-Limiting Process

2000: An Evolutionary Manifesto

2000: Ontogeny, Phylogeny and the Origin of Biological Information

2003: Do We Have an Evolutionary Theory?2004: Julian Huxley’s Confession

2004: Is Evolution Finished?

2005: A Prescribed Evolutionary Hypothesis

2006: Darwinism as Delusion: A Response to Richard Dawkins

Os apocalípticos secularistas

quarta-feira, novembro 08, 2006

Não há um dia em que você não leia nos jornais e nas revistas, e veja na televisão e na internet o grande espaço que é dado aos apocalípticos secularistas e o evangelho do aquecimento global.

O que a mídia não destaca, e olha que tenho amigos na mídia, é que existem especialistas que são céticos sobre os alardes apocalípticos destes neo-Nostradamuses de plantão. Como eu já disse aqui que não irei me assentar no último banco dos ônibus e nem ser forçado a comprar sal, eis aqui um artigo sobre eminente especialista cético de todo este alarmismo catastrófico.

Como explicar as idades de gelo que já ocorreram em priscas eras geológicas? Leiam o artigo abaixo, e tirem as suas conclusões sobre o que acontece na Academia quando alguém discorda do 'consenso científico'. Alô Paul Feyerabend - nós estamos precisando muito de você e sua epistemologia. Êta cambada 'fundamentalista', sô!

Majority Press Release
Contact: MARC MORANO (202) 224-5762 (marc_morano@epw.senate.gov), MATT DEMPSEY (202) 224-9797 (matthew_dempsey@epw.senate.gov)

Renowned Scientist Defects From Belief in Global Warming – Caps Year of Vindication for Skeptics

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October 17, 2006
Washington DC - One of the most decorated French geophysicists has converted from a believer in manmade catastrophic global warming to a climate skeptic. This latest defector from the global warming camp caps a year in which numerous scientific studies have bolstered the claims of climate skeptics. Scientific studies that debunk the dire predictions of human-caused global warming have continued to accumulate and many believe the new science is shattering the media-promoted scientific “consensus” on climate alarmism.

Claude Allegre, a former government official and an active member of France’s Socialist Party, wrote an editorial on September 21, 2006 in the French newspaper L'Express titled “The Snows of Kilimanjaro” (For English Translation, click here: http://epw.senate.gov/fact.cfm?party=rep&id=264835 ) detailing his newfound skepticism about manmade global warming. See:

Allegre wrote that the “cause of climate change remains unknown” and pointed out that Kilimanjaro is not losing snow due to global warming, but to local land use and precipitation changes. Allegre also pointed out that studies show that Antarctic snowfall rate has been stable over the past 30 years and the continent is actually gaining ice.

“Following the month of August experienced by the northern half of France, the prophets of doom of global warming will have a lot on their plate in order to make our fellow countrymen swallow their certitudes,” Allegre wrote. He also accused proponents of manmade catastrophic global warming of being motivated by money, noting that “the ecology of helpless protesting has become a very lucrative business for some people!”

Allegre, a member of both the French and U.S. Academy of Sciences, had previously expressed concern about manmade global warming. "By burning fossil fuels, man enhanced the concentration of carbon dioxide in the atmosphere which has raised the global mean temperature by half a degree in the last century," Allegre wrote 20 years ago. In addition, Allegre was one of 1500 scientists who signed a November 18, 1992 letter titled “World Scientists' Warning to Humanity” in which the scientists warned that global warming’s “potential risks are very great.” See:

Allegre has authored more than 100 scientific articles, written 11 books and received numerous scientific awards including the Goldschmidt Medal from the Geochemical Society of the United States.

Allegre's conversion to a climate skeptic comes at a time when global warming alarmists have insisted that there is a “consensus” about manmade global warming. Proponents of global warming have ratcheted up the level of rhetoric on climate skeptics recently. An environmental magazine in September called for Nuremberg-style trials for global warming skeptics and CBS News “60 Minutes” correspondent Scott Pelley compared skeptics to “Holocaust deniers.” See: & In addition, former Vice President Al Gore has repeatedly referred to skeptics as "global warming deniers."

This increase in rhetorical flourish comes at a time when new climate science research continues to unravel the global warming alarmists’ computer model predictions of future climatic doom and vindicate skeptics.

60 Scientists Debunk Global Warming Fears

Earlier this year, a group of prominent scientists came forward to question the so-called “consensus” that the Earth faces a “climate emergency.” On April 6, 2006, 60 scientists wrote a letter to the Canadian Prime Minister asserting that the science is deteriorating from underneath global warming alarmists.

“Observational evidence does not support today's computer climate models, so there is little reason to trust model predictions of the future…Significant [scientific] advances have been made since the [Kyoto] protocol was created, many of which are taking us away from a concern about increasing greenhouse gases. If, back in the mid-1990s, we knew what we know today about climate, Kyoto would almost certainly not exist, because we would have concluded it was not necessary,” the 60 scientists wrote. See:

“It was only 30 years ago that many of today's global-warming alarmists were telling us that the world was in the midst of a global-cooling catastrophe. But the science continued to evolve, and still does, even though so many choose to ignore it when it does not fit with predetermined political agendas,” the 60 scientists concluded.

In addition, an October 16, 2006 Washington Post article titled “Climate Change is Nothing New” echoed the sentiments of the 60 scientists as it detailed a new study of the earth’s climate history. The Washington Post article by reporter Christopher Lee noted that Indiana University geologist Simon Brassell found climate change occurred during the age of dinosaurs and quoted Brassell questioning the accuracy of computer climate model predictions.

“If there are big, inherent fluctuations in the system, as paleoclimate studies are showing, it could make determining the Earth’s climatic future even harder than it is,” Brassell said. See:

Global Cooling on the Horizon?

In August, Khabibullo Abdusamatov, a scientist who heads the space research sector for the Russian Academy of Sciences, predicted long-term global cooling may be on the horizon due to a projected decrease in the sun’s output. See:

Sun’s Contribution to Warming

There have also been recent findings in peer-reviewed literature over the last few years showing that the Antarctic is getting colder and the ice is growing and a new 2006 study in Geophysical Research Letters found that the sun was responsible for up to 50% of 20th-century warming. See:

“Global Warming” Stopped in 1998

Paleoclimate scientist Bob Carter has noted that there is indeed a problem with global warming – it stopped in 1998. “According to official temperature records of the Climate Research Unit at the University of East Anglia in the UK, the global average temperature did not increase between 1998-2005. “…this eight-year period of temperature stasis did coincide with society's continued power station and SUV-inspired pumping of yet more carbon dioxide into the atmosphere,” noted paleoclimate researcher and geologist Bob Carter of James Cook University in Australia in an April 2006 article titled “There is a problem with global warming... it stopped in 1998.” See:

“Global?" Warming Misnamed - Southern Hemisphere Not Warming

In addition, new NASA satellite tropospheric temperature data reveals that the Southern Hemisphere has not warmed in the past 25 years contrary to “global warming theory” and modeling. This new Southern Hemisphere data raises the specter that the use of the word “global” in “global warming” may not be accurate. A more apt moniker for the past 25 years may be “Northern Hemisphere” warming. See:

Alaska Cooling

According to data released on July 14, 2006 from the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), the January through June Alaska statewide average temperature was “0.55F (0.30C) cooler than the 1971-2000 average.” See:

Oceans Cooling

Another bombshell to hit the global warming alarmists and their speculative climate modeling came in a September article in the Geophysical Research Letters which found that over 20% of the heat gained in the oceans since the mid-1950s was lost in just two years. The former climatologist for the state of Colorado, Roger Pielke, Sr., noted that the sudden cooling of the oceans “certainly indicates that the multi-decadal global climate models have serious issues with their ability to accurately simulate the response of the climate system to human- and natural-climate forcings.“ See:

Light Hurricane Season & Early Winter

Despite predictions that 2006 would bring numerous tropical storms, 2006’s surprisingly light hurricane season and the record early start of this year’s winter in many parts of the U.S. have further put a damper on the constant doomsaying of the global warming alarmists and their media allies.

Droughts Less Frequent

Other new studies have debunked many of the dubious claims made by the global warming alarmists. For example, the claim that droughts would be more frequent, severe and wide ranging during global warming, has now being exposed as fallacious. A new paper in Geophysical Research Letters authored by Konstantinos Andreadis and Dennis Lettenmaier finds droughts in the U.S. becoming “shorter, less frequent and cover a small portion of the country over the last century.”

Global Warming Will Not Lead to Next Ice Age

Furthermore, recent research has shown that fears that global warming could lead to the next ice age, as promoted in the 2004 Hollywood movie “The Day After Tomorrow” are also unsupportable. A 2005 media hyped study “claimed to have found a 30 percent slowdown in the thermohaline circulation, the results are published in the very prestigious Nature magazine, and the story was carried breathlessly by the media in outlets around the world…Less than a year later, two different research teams present convincing evidence [ in Geophysical Research Letters ] that no slowdown is occurring whatsoever,” according to Virginia State Climatologist Patrick Michaels, editor of the website World Climate Report. See:

‘Hockey Stick’ Broken in 2006

The “Hockey Stick” temperature graph’s claim that the 1990’s was the hottest decade of the last 1000 years was found to be unsupportable by the National Academy of Sciences and many independent experts in 2006. See:
Study Shows Greenland’s Ice Growing

A 2005 study by a scientist named Ola Johannessen and his colleagues showed that the interior of Greenland is gaining ice mass. See:

Also, according to the International Arctic Research Institute, despite all of the media hype, the Arctic was warmer in the 1930’s than today.

Polar Bears Not Going Extinct

Despite Time Magazine and the rest of the media’s unfounded hype, polar bears are not facing a crisis, according to biologist Dr. Mitchell Taylor from the Arctic government of Nunavut. “Of the 13 populations of polar bears in Canada, 11 are stable or increasing in number. They are not going extinct, or even appear to be affected at present,” Taylor wrote on May 1, 2006. See:

Media Darling James Hansen Hypes Alarmism

As all of this new data debunking climate alarmism mounts, the mainstream media chooses to ignore it and instead focus on the dire predictions of the number-one global warming media darling, NASA’s James Hansen. The increasingly alarmist Hansen is featured frequently in the media to bolster sky-is-falling climate scare reports. His recent claim that the Earth is nearing its hottest point in one million years has been challenged by many scientists. See:

Hansen’s increasingly frightening climate predictions follow his 2003 concession that the use of “extreme scenarios” was an appropriate tactic to drive the public’s attention to the urgency of global warming. See:

Hansen also received a $250,000 grant form Teresa Heinz’s Foundation and then subsequently endorsed her husband John Kerry for President and worked closely with Al Gore to promote his movie, “An Inconvenient Truth.” See: &

American People Rejecting Global Warming Alarmism

The global warming alarmists may have significantly overplayed their hand in the climate debate. A Los Angeles Times/Bloomberg poll this August found that most Americans do not attribute the cause of any recent severe weather events to global warming, and the portion of Americans who believe that climate change is due to natural variability has increased over 50% in the last five years.

Senator Inhofe Chastises Media For Unscientific & Unprincipled Climate Reporting

Senator James Inhofe (R-Okla.) Chairman of the Environment and Public Works Committee, commented last week on the media’s unfounded global warming hype and some of the recent scientific research that is shattering the so-called “consensus” that human greenhouse gas emissions have doomed the planet.

“The American people are fed up with media for promoting the idea that former Vice President Al Gore represents the scientific ‘consensus’ that SUV’s and the modern American way of life have somehow created a ‘climate emergency’ that only United Nations bureaucrats and wealthy Hollywood liberals can solve. It is the publicity and grant seeking global warming alarmists and their advocates in the media who have finally realized that the only “emergency” confronting them is their rapidly crumbling credibility, audience and bottom line. The global warming alarmists know their science is speculative at best and their desperation grows each day as it becomes more and more obvious that many of the nations that ratified the woeful Kyoto Protocol are failing to comply,” Senator Inhofe said last week. See:

“The mainstream media needs to follow the money: The further you get from scientists who conduct these alarmist global warming studies, and the further you get from the financial grants and the institutions that they serve the more the climate alarmism fades and the skepticism grows,” Senator Inhofe explained.

Eco-Doomsayers’ Failed Predictions

In a speech on the Senate floor on September 25, 2006, Senator Inhofe pointed out the abject failure of past predictions of ecological disaster made by environmental alarmists.

“The history of the modern environmental movement is chock-full of predictions of doom that never came true. We have all heard the dire predictions about the threat of overpopulation, resource scarcity, mass starvation, and the projected death of our oceans. None of these predictions came true, yet it never stopped the doomsayers from continuing to predict a dire environmental future. The more the eco-doomsayers’ predictions fail, the more the eco-doomsayers predict,” Senator Inhofe said on September 25th. See:

Related Links:

For a comprehensive review of the media’s embarrassing 100-year history of alternating between promoting fears of a coming ice age and global warming, see Environment & Public Works Chairman James Inhofe’s September 25, 2006 Senate floor speech debunking the media and climate alarmism. Go to: (epw.senate.gov/speechitem.cfm?party=rep&id=263759)

To read and watch Senator Inhofe on CNN discuss global warming go to: (http://www.epw.senate.gov/pressitem.cfm?party=rep&id=264308 )

To Read all of Senator Inhofe’s Speeches on global warming go to: (http://epw.senate.gov/speeches.cfm?party=rep)

“Inhofe Correct On Global Warming,” by David Deming geophysicist, an adjunct scholar with the Oklahoma Council of Public Affairs (ocpathink.org), and an associate professor of Arts and Sciences at the University of Oklahoma. (http://epw.senate.gov/fact.cfm?party=rep&id=264537)

A diferença entre Darwin e Einstein

segunda-feira, novembro 06, 2006

Em 2007 nós iremos assistir a uma onda internacional de 'culto à personalidade' de Darwin. Até na taba tupiniquim grandes festejos e até 'romarias' a exposições sobre Darwin estão programadas.

Eu não consigo entender a Lógica 101 da Nomenklatura científica. Aqui e ali nós encontramos artigos e pesquisas contrariando as teses darwinistas e as propostas audaciosas de revisão do neodarwinismo. Então por que este 'culto à personalidade' de Darwin-ídolo?

Qual é a diferença capital entre Darwin e Einstein? É que para a Nomenklatura científica (com raríssimas exceções) Darwin NUNCA PODE ESTAR COMPLETAMENTE ERRADO como Einstein muitas vezes o foi!
Entre Darwin e Einstein, eu fico com Einstein-cientista. Razão? É que diante da atual crise de insuficiência epistêmica das hipóteses transformistas, pergunte a qualquer darwinista de carteirinha - "Qual é a saída epistemológica?" Quer saber a verdade nua e crua? Os darwinistas não podem, não sabem e nem devem responder. O que interessa para a Nomenklatura científica não são as evidências, mas a prerrogativa da teoria. Mesmo que implausível...

Fui, na certeza de que os ídolos foram feitos para a destruição!

No planeta dos macacos, o homem ainda é superior!

Acelerando a evolução do cérebro
por MikeGene

A capacidade de 'grudar' dos neurônios humanos pode ter sido um fator importante porque o cérebro humano evoluiu além dos cérebros de nossos parentes primatas. Numa pesquisa comparando os genomas de humanos, chimpanzés, ratos e outros vertebrados, pesquisadores no U.S. Department of Energy’s Lawrence Berkeley National Laboratory (Berkeley Lab) e Joint Genome Institute (JGI) descobriram um alto grau de diferenças genéticas incomum nas seqüências de DNA que parecem regular os genes envolvidos nas moléculas de adesão de células nervosas. A adesão celular controla muitos aspectos do desenvolvimento do cérebro, inclusive o crescimento e a estrutura, e capacita os neurônios a se conectarem com outros neurônios e proteínas apoiadoras. As diferenças nas conexões moleculares de neurônios humanos comparadas aos neurônios dos chimpanzés, ratos e outros animais, poderia ajudar a explicar por que o cérebro humano é capaz de muito mais funções cognitivas complexas.

Num artigo publicado na edição de 3 de novembro de 2006 da revista científica Science, uma equipe de pesquisadores dirigidos por Edward Rubin, MD, diretor dos dois institutos – JGI e o Laboratório da Divisão de Genômica de Berkeley, relatam numa pesquisa de genômica comparativa de seqüências não-codificadoras conservadas [em inglês conserved noncoding sequences (CNSs)] – seqüências de DNA compartilhada por muitos organismos diferentes que não codificam para proteínas, mas que desempenham papel importante na regulação de expressão de gene. No artigo publicado na revista Science, os pesquisadores identificaram 992 CNSs cujas seqüências eram especificamente modificadas nos humanos e enriquecidas próximas dos genes envolvidos na adesão celular de neurônios.

Disse Noonan, "Embora as CNSs aceleradas dos chimpanzés também fossem significativamente enriquecidas próximas dos genes de adesão celular neuronal, não havia superposição entre eles e as seqüências humanas de DNA, o que sugere que a evolução acelerada da função de adesão celular ocorreu independentemente nos humanos e chimpanzés. Não conseguimos detectar nenhum enriquecimento de CNS perto dos genes de adesão celular nos ratos".

Mais detalhes aqui (em inglês)Postado domingo, 5 de novembro, 2006, 11:06 am
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"Uma das maiores questões em genética é quais são as seqüências de DNA nos humanos responsáveis pelas capacidades que nos distinguem do resto do reino animal", disse Rubin. Então, como é que fica a tal de 98% de semelhança entre os genomas humanos e de chimpanzés, quando o cérebro humano é capaz de capacidades cognitivas muito mais complexas? Muito propalada, mas muito mal explicada cientificamente para os leigos. A menos que uma ideologia esteja imbricada nos relatos das descobertas científicas. Se for assim, não temos mais ciência qua ciência, mas naturalismo filosófico travestido de ciência.
No planeta dos macacos, o homem ainda é superior! Afinal de contas, somos a única espécie a ponderar sobre a origem e evolução do universo e das espécies...

A síndrome do 'soldadinho-de-chumbo', oops, pensamento de grupo

A síndrome do pensamento de grupo por William Dembski 14 de outubro de 2006


Leia o seguinte e pergunte a si mesmo qual lado do debate Design Inteligente vs. Darwinismo exibe a síndrome do pensamento de grupo:

A síndrome do pensamento de grupo: Revisão dos principais sintomas
Fonte: http://www.swans.com/library/art9/xxx099.html

A fim de testar a generalização sobre as condições que aumentam as chances de pensamento de grupo,nós devemos operacionalizar o conceito de pensamento de grupo descrevendo os sintomas aos quais ele se refere. Oito principais sintomas perpassam os estudos de caso de fiascos históricos. Cada sintoma pode ser identificado por uma variedade de fatores, derivados de registros históricos, relatos de conversações de observador, e as lembranças dos participantes. Os oito sintomas de pensamento de grupo são:

1. Uma ilusão de invulnerabilidade, partilhada pela maioria ou por todos os membros, que cria otimismo excessivo e encoraja tomar riscos extremos;

2. Esforços coletivos para racionalizar a fim de rejeitar os avisos que podem levar os membros a reconsiderar suas pressuposições antes que eles possam se reconduzir a si mesmos às suas decisões políticas passadas;

3. Uma crença inquestionada na moralidade inerente do grupo, inclinando os membros a ignorarem as conseqüências éticas ou morais de suas decisões;

4. Visões estereotipadas de líderes inimigos como sendo más demais em garantir tentativas genuínas de negociar, ou como tão frágeis e estúpidas para conter quaisquer tentativas arriscadas que são feitas para derrotar seus propósitos;

5. Pressão direta sobre qualquer membro que expresse fortes argumentos contra quaisquer dos estereótipos do grupo, ilusões, ou compromissos, deixando claro que este tipo de dissenção é contrária ao que é esperado de todos os membros leais;

6. Autocensura de desvios do consenso aparente do grupo, refletindo na inclinação de cada membro de minimizar para si mesmo a importância de suas dúvidas e contrargumentos;

7. Uma ilusão partilhada de unanimidade sobre os juízos conformando-se à visão da maioria (parcialmente resultando de autocensura de desvios, e ampliada pela falsa premissa de que o silêncio significa consentimento);

8. A emergência de autodesignados guardas-cancelas do pensamento – membros que protegem o grupo de informação adversa que possa destruir a sua complacência partilhada sobre a eficácia e moralidade de suas decisões.

Quando um grupo que elabora políticas mostra a maioria ou todos esses sintomas, os membros realizam as suas tarefas coletivas ineficientemente e são propensos em falhar na obtenção de seus objetivos coletivos. Embora a busca por concordância possa contribuir na manutenção do moral após uma derrota e em coneguir um objetivo de qualquer maneira em meio a uma crise quando as probabilidades para um exitoso resultado parecem ruins, esses efeitos positivos são geralmente sobrepujados pela qualidade pobre da capacidade de decisão do grupo. A minha pressuposição é que quando mais freqüentemente um grupo mostra os sintomas, pior será a qualidade de suas decisões. Mesmo quando os sintomas estão ausentes, os outros podem ser tão pronunicados que nós podemos predizer todas as conseqüências infelizes do pensamento de grupo.
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É este o atual status de apoplexia epistemológica da Nomenklatura científica diante do desafio do Design Inteligente – esgotaram-se o explanandum materialista para certos eventos no universo que só podem explicados por meios de causas inteligentes, e o grupo não sabe mais como reagir, a não ser lançar mão de insultos pessoais e tentativas de desqualificar os oponentes do naturalismo filosófico [que posa de metodologia naturalista, e por tabela, ciência qua ciência].

Jonathan Wells, Ph. D., critica seu professor de doutorado e a evo-devo

domingo, novembro 05, 2006

Jonathan Wells, Ph. D. em biologia molecular [Universidade da Califórnia, Berkeley – dos radicais!!!] critica num pequeno artigo ao seu professor de doutorado e a evo-devo:

Two biologists claim to close a “major gap in Darwin’s theory” of evolution.[Dois biólogos afirmam fechar uma "lacuna importante" na teoria da evolução de Darwin]

"A evolução darwiniana é amplamente anunciada como sendo um fato tão firmemente estabelecido como o formato da Terra. Os defensores da teoria insistem de que não existe nenhuma controvérsia científica a respeito, e as pessoas que a questionam e criticam são tipicamente acusadas de serem ignorantes ou religiosamente motivadas. Mesmo assim, a quase cada ano saí um livro – escrito por cientistas – afirmando remediar alguma falha importante na teoria evolucionária.

O livro The Plausibility of Life [A plausibilidade da vida], por Marc W. Kirschner e John C. Gerhart, é um livro desses. Gerhart é um eminente biólogo celular e de desenvolvimento, agora aposentado após uma carreira bem sucedida na Universidade da Califórnia em Berkeley; Kirschner – que foi aluno de pós-graduação sob a orientação de Gerhart (como eu fui) – também é um eminente biólogo, agora chefe de departamento na Universidade Harvard. De acordo com a orelha do livro, os autores fecham "uma lacuna importante na teoria de Darwin" e assim fornecem "uma réplica científica oportuna aos críticos da evolução que defendem o 'design inteligente'.

Ao reconhecerem que Behe “vê o limite em designs particulares”, Kirschner e Gerhart implicitamente admitem o ponto principal de Behe, que diz respeito tão-somente à complexidade irredutível de processos essenciais conservados. O argumento de Behe fica intocável pelo fato de os componentes básicos podem ser ligados de maneiras variadas. Mesmo assim, Kirschner e Gerhart nem sequer tentam explicar a complexidade desses componentes; eles meramente afirmam que o design inteligente era desnecessário. “As grandes inovações dos processos essenciais não foram momentos mágicos de criação” eles escreveram, “mas períodos de modificação extensiva tanto da estrutura da proteína e da função”. Como Pai Tomás na Cabana do Tomás, os processos essenciais simplesmente 'crexeram'.

Kirschner e Gerhart também criticam a Phillip Johnson e a mim (sem mencionar-nos nominalmente, a não ser nas notas). Darwin pensou que “os embriões das espécies mais distintas pertencendo à mesma classe são bem semelhantes, mas se tornam, quando plenamente desenvolvidos, bem dessemelhantes”, e que isso fornecia “de longe" a evidência "mais forte" para a sua teoria de que todos os vertebrados descendem de um ancestral comum. Na edição revista de Darwin on Trial [Darwin no banco dos réus – a ser brevemente publicado no Brasil] de 1993, contudo, Johnson destacou que Darwin estava enganado: os embriões de vertebrados na verdade começam muito dessemelhantes, depois eles se tornam semelhantes no meio do caminho através do desenvolvimento antes de divergirem novamente. Os darwinistas tipicamente não desconsideram esta discrepância inconveniente argumentando que o desenvolvimento inicial pode evoluir facilmente. Em outras palavras, eles simplesmente admitem a verdade de sua teoria, depois usam-na para explicar por que os embriões na fase inicial são tão diferente. O que tinha sido a evidência mais forte a favor da teoria se mostrou falsa, mas a teoria é tida como verdade de qualquer maneira e a evidência anômala é deixada de lado. De acordo com Kirschner e Gerhart, isso de algum modo transforma as dessemelhanças iniciais dos embriões de vertebrados “de um paradoxo desconcertante da evolução num de seus argumentos mais fortes”.

No meu livro Icons of Evolution [Ícones da evolução – sendo traduzido para o português], eu destaquei que usando a semelhança estrutural ("homologia") como evidência para a evolução darwiniana é problemática. Sem um mecanismo natural não-guiado, é impossível estabelecer que as semelhanças são devidas à ancestralidade comum em vez de design comum. Kirschner e Gerhart argumentam que a teoria deles soluciona o problema. Talvez sim. Talvez não. Ela ajudaria se eles fornecessem bom evidência para a teoria deles, mas o melhor que eles podem fazer é prometer-nos que tal evidência está prestes a chegar. Enquanto isso, eles esperam que nós creiamos que “a evidência molecular moderna da homologia, o seu desenvolvimento, e a sua evolução, é inexpugnável”.
Bem, o que nós devemos fazer do livro The Plausibility of Life [A plausibilidade da vida]? Os seus autores afirmam completar a teoria de Darwin fechando a sua última e importante lacuna remanescente, mas ainda assim eles admitem que a teoria completada não tem explicação para a origem dos processos essenciais nas primeiras células, dos primeiros eucariotos, dos primeiros organismos multicelulares, dos planos corporais dos animais, ou dos membros dos vertebrados, cabeças e cérebros. Parece haver mais lacunas na teoria evolutiva agora do que havia antes de Kirschner e Gerhart terem começado a escrever.

Talvez fosse mais justo passar por cima da retórica inflada dos autores e julgá-los meramente na base de sua teoria limitada de variação facilitada. Mesmo que nós admitamos a existência de processos essenciais conservados, teriam Kirschner e Gerhart êxito em explicar como que os vertebrados terrestres se diversificaram em lagartos, aves, ratos, baleias, morcegos, e humanos? Embora eles nos garantam que a evidência estará a caminho, os mecanismos que eles propõem – comportamento exploratório, ligações fracas, e compartamentalização – eles nunca foram observados produzindo alguma coisa como as novidades necessárias para a evolução. Se um século de embriologia nos ensinou algo, é que nós podemos brincar com estes mecanismos o quanto nós quisermos num embrião de rato, e há somente três resultados possíveis: um rato normal, um rato deformado, ou um rato morto.

Apesar da natureza dúbia da proposta teórica deles, Kirschner e Gerhart dão a entender que quem quer que continue a ser cético da evolução darwiniana é uma pessoa de mente fechada. Em particular, as pessoas que acham que o design inteligente possa fornecer uma melhor explicação para algumas características de coisas vivas, elas são despachadas como sendo ignorantes, religiosamente motivadas, e dissimuladamente buscando meios para escaparem da lei. Com muitos dos seus colegas darwinistas, Kirschner e Gerhart finalmente recorrem para os insultos pessoais.

A teoria da variação facilitada torna a vida plausível? De jeito nenhum, uma vez que admite a existência da vida em primeiro lugar. A teoria da variação facilitada refuta a teoria do design inteligente? De jeito nenhum, uma vez que admite a existência de processos essenciais de complexidade irredutível em primeiro lugar. A primeira lição para casa do livro The Plausibility of Life [A plausibilidade da vida] é que a teoria evolucionária ainda sofre de fraquezas importantes, mas quem quer que diga isso sem reafirmar o darwinismo e condenando-o é uma pessoa de mente fechada, ignorante, que brande a Bíblia no púlpito e subverte a Constituição [americana]".
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O que me chamou a atenção foi o fato de que este artigo apareceu numa proeminente revista cristã evangélica liberal "Christianity Today" internacionalmente conhecida. Isso quer dizer que assuntos científicos como a biologia evolutiva e ciência das origens não interessam apenas aos 'fundamentalistas' do 'Bible Belt' (Cinturão da Bíblia) que não sabem o que é ciência, e otras cositas mais, mas assuntos de grande interesse de todos os círculos de tradições religiosas evangélicas. Mais interessante ainda é o fato de os proponentes do DI estarem enfrentando publicamente seus antigos professores de doutorado: Wells e Gerhart, Nelson e Wimsatt, Dembski e Shallit, entre outros.

O poder de questionar não tem amigos, mas a liberdade acadêmica depende disso!

sábado, novembro 04, 2006

Eu visito vários sites e blogs na internet. Teve um comentário interessante encontrado num deles em 9 de outubro que anotei e esquecei de postar aqui neste blog porque tem muito a ver com a atitude canhestra de muitos ultradarwinistas na academia e no ciberespaço cerceando a liberdade de outros questionarem a Darwin – o ídolo e dogma central da biologia evolutiva, mesmo que isso seja feito em bases científicas:

"Negocie a liberdade por segurança ou dinheiro e você acabará sem os dois. A liberdade, como um grão de sal, facilmente se dissolve. O poder de questionar – não simplesmente acreditar – não tem amigos. Mesmo assim a liberdade depende disso". [1]

Se este blog me arranjou muito inimigos nas hostes dos discípulos de Darwin, eu estou pouco me lixando para isso. As teorias passam, a rã fica (Carnets d'um biologiste, de Jean Rostand). Vou continuar questionando a Darwin-ídolo e defender a minha liberdade acadêmica e de outros professores e alunos em nossas universidades públicas e privadas de discutirmos e questionarmos quaisquer idéias sem sanções e nem inquisições sem fogueiras, porque a liberdade acadêmica depende disso.

Como Miguel Serveto, eu levo a minha liberdade comigo. Como o ranheta do Galileu Galilei (aquele que a Nomenklatura científica da época por ciúmes instou e conseguiu a sua condenação junto à igreja) – Eppur si muove!

Fui...

NOTA:
[1] "Trade liberty for safety or money and you'll end up with neither. Liberty, like a grain of salt, easily dissolves. The power of questioning -- not simply believing -- has no friends. Yet liberty depends on it". http://www.swans.com/main.shtml

Por que os evolucionistas não podem ser neutros

Por que os evolucionistas não podem ser neutros

Cornelius Hunter

René Descartes odiava a dúvida e queria saber que ele sabia com certeza. Descartes queria descobrir um método para provar as verdades universais, e ele tinha exatamente a coisa necessária: a geometria. Séculos antes os antigos geometras tinham construído provas elegantes baseadas em alguns axiomas fundamentais. Eles tinham descoberto um método—o raciocínio lógico baseado em algumas premissas sólidas como rochas— que produziram novas verdades.

Para Descartes, um dos grandes pensadores racionalistas dos tempos modernos, o método era crucial. A geometria euclidiana era a forma que Descartes usaria. Comece com alguns axiomas simples que todos pudessem concordar como sendo verdadeiros, e depois era só raciocinar o seu caminho para novas verdades. Após Descartes, os cartesianos continuaram a refinar e aplicar o racionalismo em filosofia e ciência.
Abordagens racionalistas dependem de seus axiomas. Axiomas ruins levam a conclusões ruins, por isso os racionalists precisam to caveat as suas conclusões. Em vez de afirmarem que uma conclusão é verdadeira, eles precisam deixar bem claro que a conclusão é verdadeira se o axioma em que se apóia for verdadeiro.

Na prática, contudo, as coisas não são tão simples. Assim que o racionalismo começa a rolar, ele assume uma vida própria. Os axiomas são aceitos como verdade e assumidos como sendo universais; as conclusões são aceitos como novas verdades, o método é crucial, e quem quer que discorde deve ser ingênuo ou muito mau.

Como um filósofo de ciência disse, "A distinção entre ciência e não-ciência é nítida para o racionalista. Somente aquelas teorias que são tais que elas podem ser claramente avaliadas em termos do critério universal e que sobrevivem ao teste é que são científicas". Além disso, "o racionlaista típico irá considerar como auto-evidente que um alto valor seja colocado no conhecimento desenvolvido de acordo com o critério universal. Isso será assim especialmente se o processo for entendido como conduzindo à verdade. A verdade, a racionalidade, e por isso a ciência, são vistas como intrinsicamente boas". [1]

Soa familiar? Quem quer que tenha debatido os evolucionistas irá reconhecer essas características. Tem sempre tido influências racionalistas na ciência, e hoje a evolução as tem trazido de uma forma apaixonada. É uma abordagem racionalista e os seus axiomas são religiosos. O livro de Darwin está cheio de afirmações de como que Deus poderia ter criado as espécies, e isso levou à conclusão de que Deus nunca teria criado o mundo biológico que nós observamos. Como disse Stephen Jay Gould, os arrranjos bizarros e as soluções engraçadas são provas da evolução – caminhos que um Deus sensível nunca teria trilhado. Darwin e os evolucionistas dos últimos dias supões que a visão deles de Deus é universal – um axioma que pode ser aceito como verdade.

Hoje Ken Miller pergunta retoricamente, um designer iria "realmente ganhar o crédito pelo mosquito?" [2]. Miller e os evolucionistas de hoje expõem como que a evolução deve ser verdade porque o design deve ser falso. Este mundo mau não encaixa nas visões religiosas deles sobre Deus. Como Hume observou há muito tempo atrás, o mal vence o design.

Verdade suficiente para os evolucionistas. Porque se alguém defender tais visões religiosas, então esse alguém não tem escolha – a evolução, de uma forma ou de outra, deve ser verdade. Não importa quão improvável a evolução seja ou quantas estórias da carochinha são contadas.

Assim, quando nós estivermos lendo os evolucionistas, nós devemos depreender o que estamos lendo. A literatura evolucionista é um gênero. As premissas e as idéias são semelhantes, não importa se vindo do século dezessete ou de hoje. Há temas metafísicos facilmente identificáveis permeando toda a literatura. Da perspectiva científica, a evolução não é uma boa teoria. Nós não temos boas razões para pensarmos que as águias americanas, as baleias azuis e, isso mesmo, os mosquitos surgiram através de mutações e o resto. Nós nem temos boa razão para pensarmos que um simples micróbio poderia ter surgido. Não é como se os cientistas olhassem a essas máquinas complexas e concluíssem, "Bah, isso parece com algo que teria surgido de um pequeno lago quente".
Mas tal evidência não significa nada para os racionalistas. Usar a ciência empírica para contesta a evolução é como usar bola de tênis para combater tanques [de guerra]. Um evolucionista poderia descobrir um código que transmita designs biológicos e isso não faria importância nenhuma. Os evolucionistas têm seus axiomas religiosos e as suas conclusões devem ser verdadeiras. A evidência científica deve se encaixar nos seus axiomas, e não ao contrário.

É por isso que os evolucionistas não são bons em fazer avaliações teóricas neutras da evidência empírica. Para os evolucionistas, a evolução não é algo que possa ser errado. Ela deve ser verdadeira.

NOTAS:
[1] A. F. Chalmers, What is this thing called science? 2d ed., (Indianapolis, IN.: Hackett Publishing Company, 1982) 102.

[2] Kenneth R. Miller, Finding Darwin’s God (New York: Cliff Street Books, 1999) 102.

Postado por Cornelius Hunter em 26 de junho de 2006 11:58 PM

Rosa Parks e Mahatma Gandhi: exemplos de coragem para desafiar o status quo da Nomenklatura

Marcelo Leite disse na V Sao Paulo Research Conference sobre evolução (18-20 de maio de 2006), Auditório da Faculdade de Medicina da USP, que no Brasil não havia oponentes expressivos do evolucionismo que pudesse receber a atenção da mídia. Há sim, Marcelo, você mesmo sabe disso, mas vocês da Folha de São Paulo e a Grande Mídia vivem uma relação incestuosa com a Nomenklatura científica tupiniquim.

Daquele dia em diante eu resolvi adotar a atitude de Rosa Parks e Mahatma Gandhi em relação à Nomenklatura científica e à Grande Mídia tupiniquins: Eu me cansei de me dizerem a ficar quieto com a boca fechada e ir sentar educadamente nos bancos traseiros do ônibus secular. Valeu Marcelo Leite pelo grande desafio. Valeu muito mais Rosa Parks por ter desafiado aos poderosos racistas americanos de sua época. Valeu Mahatma Gandhi por ter desafiado ao poderoso Império Britânico prepotente da sua época.

Tomem nota secularistas e naturalistas filosóficos tupiniquins – nós não temos medo de vocês no campo das idéias. Epistemológica e ideologicamente vocês são verdadeiros tigres de papel. Vincit omnia veritas.

É preciso que a atitude de Rosa Parks e Mahatma Gandhi inspire a muito mais pessoas no Brasil a não ficarem à mercê de formadores de opinião que, pelo seu poder de fogo na mídia forçam as pessoas comuns, especialmente os de concepções religiosas, a se exilarem nos seus guetos e catacumbas eclesiásticos, e não participarem do tecido multicultural e democrático de nossa sociedade. É preciso reagir, gente! Rosa Parks e Mahatma Gandhi enfrentaram sozinhos as forças totalitárias tenebrosas do seu tempo.

Não é diferente hoje em dia – o jornalismo científico da Grande Mídia tupiniquim não é democrático – é TOTALITÁRIO e apresenta uma visão UNILATERAL da realidade. Quem não se encaixa nesse molde, quem ousa discordar dessa visão soldadinhos-de-chumbo é logo tachado pejorativamente de 'fundamentalista'. Fundamentalistas são eles que impedem as visões extremas e diferentes da realidade ganhar espaço e vida na mídia.

Por que somente eles podem discordar de tudo e ter voz opinativa sobre a sociedade? Eles não sabem o poder que o proletariado tem – que tal se começarmos a não mais comprar a Folha de São Paulo, a VEJA, e quejandos? Que tal escrevermos e telefonarmos para seus anunciantes que não mais iremos comprar seus produtos e influenciarmos outras pessoas a fazer o mesmo? Efeito cascata imitando a atitude corajosa de Rosa Parks de sentar-se em qualquer banco de ônibus e de Mahatma Gandhi em não comprar sal do Império Britânico...

Como marxista-leninista que fui, aprendi que a lógica do capitalismo aborrece a perda de lucros...

Haldane 'falou e disse': o design inteligente é uma hipótese científica

terça-feira, outubro 31, 2006

John Burdon Sanderson Haldane (mais conhecido como J. B. S . Haldane), um dos gigantes do neodarwinismo (ateu e marxista) disse em 1963 (25 anos antes de o movimento do Design Inteligente entrar no cenário das idéias) que a inferência para “um organismo... produzido... por um agente natural ou sobrenatural, pelo menos tão inteligente quanto nós mesmos, e com muito mais conhecimento” somente pela evidência da natureza, mostra que o design inteligente é uma hipótese científica legítima:

“Se o organismo mínimo envolver não somente o código para uma ou mais proteínas, mas também vinte tipos de RNA solúveis, um para cada aminoácido, e o equivalente ao RNA ribossômico, nossos descendentes podem ser capazes de fazer um, mas nós devemos abandonar a idéia de que tal organismo poderia ter sido produzido no passado, exceto por um organismo semelhante preexistente ou por um agente, natural ou sobrenatural, pelo menos tão inteligente quanto nós mesmos, e com muito mais conhecimento”. [1]

NOTA:
[1] “If the minimal organism involves not only the code for its one or more proteins, but also twenty types of soluble RNA, one for each amino acid, and the equivalent of ribosomal RNA, our descendants may be able to make one, ut we must give up the idea that such an organism could have been produced in the past, except by a similar pre-existing organism or by an agent, natural or supernatural, at least as intelligent as ourselves, and with a good deal more knowledge.”
HALDANE, J.B.S., "Data Needed for a Blueprint of the First Organism," in Fox, S.W., ed., "The Origins of Prebiological Systems and of Their Molecular Matrices" Proceedings of a Conference Conducted at Wakulla Springs, Florida, Oct. 27-30, 1963, Academic Press: New York NY, 1965, p.12.

Pesquisar é preciso, viver não é preciso...

Aos meus leitores:

A elaboração de minha dissertação sobre as críticas de St. George Jackson Mivart à teoria da seleção natural de Darwin está demandando toda a minha atenção e tempo. Por esta razão, e tão somente por esta, este blogger se vê obrigado a postar aqui com menos freqüência. Peço a compreensão de todos, mas assim que algum fato novo, polêmico e interessante surja, eu tudo farei para postar aqui.

Para os que não conhecem Mivart, certa vez Darwin o nomeou como sendo 'o eminente biólogo', que obrigou a Darwin revisar o Origem das Espécies e escrever um capítulo rebatendo suas objeções científicas em 1871.

Será que Darwin respondeu cientificamente as críticas de Mivart? Será que as críticas de Mivart eram cientificamente embasadas? É o que eu tentarei demonstrar em minha dissertação.

Parodiando a Fernando Pessoa - "Pesquisar é preciso, viver não é preciso..."

Até breve, galera!

Origem da Vida: chega de engabelar os nossos alunos do ensino médio!

sexta-feira, outubro 27, 2006

Por mais de 50 anos os cientistas vêm pesquisando sobre a origem química da vida – a tão-chamada evolução química que a Nomenklatura científica, quando confrontada com o atual estado da pesquisa em origem da vida e o que isso implica para o transformismo darwiniano, diz que não é assim tão importante, mas se encontra em todos os nossos melhores livros-texto de Biologia do ensino médio fazendo uma espécie de 'introdução' ao tópico em seguida – a evolução biológica.

Eu não consigo acompanhar a Lógica 101 da Nomenklatura científica – se não é importante, e aqui bastante atenção MEC e seu grupo de especialistas que analisam o conteúdo dos livros didáticos – então por que as idéias mirabolantes, mas nunca substanciadas de Oparin/Haldane e mais a tão sabidamente desacreditada experiência de Urey-Miller ainda constam em nossos livros?



Nossos alunos do ensino médio estão sendo LESADOS na sua formação acadêmica porque estão sendo LUDIBRIADOS intencional e conscientemente pela Nomenklatura científica tupiniquim neste quesito. O pior de tudo, é que isso é feito com o AVAL do MEC/SEMTEC… Muito pior ainda – com o nosso dinheiro dos impostos que pagam os salários desses especialistas instalados em confortáveis salas com ar condicionado em Brasília.

Há mais de 50 anos os cientistas vêm pesquisando sobre a origem química da vida – uma explicação totalmente naturalista de como a vida surgiu. Somente causas naturais. E as causas inteligentes? Nem pensar! Segundo os cientistas inteligentes, causas inteligentes não existem...

Numa palestra dada na Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, o químico Edward Peltzer explicou que nós temos quatro opções a considerer e testar sobre a origem da vida:

1. A vida é o resultado de reações químicas não guiadas e processos aleatórios;

2. A vida é o resultado de leis físicas e condições iniciais com propósito;

3. As leis da natureza e o ajuste fino das condições iniciais são suficientes para explicar a origem da vida;

4. Os processos naturais sozinhos proíbem a origem da vida.


Após rever a evidência de cada opção, Peltzer concluiu que as reações químicas, inclusive a reação de Maillard, teria impedido uma origem da vida puramente naturalista. Assim, a pesquisa dele apóia a Lei da Biogênese, que a vida se origina somente de vida preexistente. Ele concluiu afirmando que a célula biológica é uma estrutura de complexidade irredutível, e que a abiogênese é um MITO da ciência moderna e um artigo de fé daqueles que afirmam que somente explicações naturalistas devem ser consideradas em explicar as nossas origens últimas.

Peltzer revela esmagadora evidência de que a vida não é o resultado de química cega e processos randômicos, mas ele teme que, como os alquimistas do passado, os pesquisadores influenciados pelo materialismo filosófico vão continuar tentando transformar coisas sem vida em vida apesar da evidência contrária. Para mim, eles vão continuar emitindo NOTAS PROMISSÓRIAS EPISTEMOLÓGICAS que nunca serão resgatadas pelas evidências.


Ninguém nada menos do que J. B. S. Haldane (cientista evolucionista, ateu e marxista) também levantou um problema bem sério para a origem da vida:

"Eu posso ser convertido no decorrer do encontro, mas quando escrevia este artigo, eu não sou de jeito nenhum atraído pela teoria de um período de muitos milhões de anos de evolução bioquímica precedendo a origem da vida. Para mim, parece que quaisquer sistemas de meia-vida – por exemplo, catalisadores liberando a energia de moléculas metastáveis como o pirofosfato ou açúcar – teria meramente tornado as condições menos favoráveis para os primeiros organismos vivos, com os quais eu quero dizer o primeiro sistema de reprodução. Uma proteína capaz de catalisar tais reações não multiplicaria em conseqüência, não mais do que catalisa uma enzima". [1]

O que me chamou a atenção nesta interessante citação de Haldane, é que ele converteu a origem dos sistemas vivos como sendo uma premissa auto-excludente.

Atenção alunos do ensino médio do Brasil, vocês estão sendo LESADOS na sua formação acadêmica e fica por isso mesmo. Eles chamam isso de EDUCAÇÃO, mas eu chamo de DOUTRINAÇÃO no materialismo filosófico que levou a CIÊNCIA para o cativeiro do NATURALISMO FILOSÓFICO que posa como EPISTEMOLOGIA…

Alunos do ensino médio do Brasil, UNI-VOS, vocês não têm nada a perder, a não ser as algemas de uma epistemologia contaminada pelo naturalismo filosófico. Rebelem-se academicamente contra seus professores, encostem-nos contra a parede e peçam uma razão para toda esta engabelação de várias décadas nos livros didáticos. A LDB 9394/96 e os PCN estão do lado de vocês: é preciso desenvolver um ESPÍRITO CRÍTICO e INDEPENDENTE do educando!

A rebelião proposta aqui neste blog não é 'contra a ciência', mas a favor da ciência qua ciência!


NOTA

[1] “I may be converted in the course of the meeting, but when writing this paper, I am by no means attracted by the theory of a period of many million years of biochemical evolution preceding the origin of life. It seems to me that any half-live systems - for example, catalysts releasing the energy of metastable molecules such as pyrophosphate or sugar - would merely have made conditions less favorable for the first living organisms, by which I mean the first system capable of reproduction. A protein capable of catalyzing such reactions would not multiply in consequence, any more than an enzyme does”. HALDANE, J. B. S., The Origins of Prebiological Systems, Sidney Fox, p. 15.