Substituto da ciência: o ídolo de um método universal para inferência científica

quinta-feira, abril 09, 2015

Surrogate Science: The Idol of a Universal Method for Scientific Inference

Gerd Gigerenzer
Max Planck Institute for Human Development

Julian N. Marewski
University of Lausanne

Gerd Gigerenzer, Max Planck Institute for Human Development, Center for Adaptive Behavior and Cognition, Lentzeallee 94, 14195 Berlin, Germany. E-mail: gigerenzer@mpib-berlin.mpg.de

Abstract

The application of statistics to science is not a neutral act. Statistical tools have shaped and were also shaped by its objects. In the social sciences, statistical methods fundamentally changed research practice, making statistical inference its centerpiece. At the same time, textbook writers in the social sciences have transformed rivaling statistical systems into an apparently monolithic method that could be used mechanically. The idol of a universal method for scientific inference has been worshipped since the “inference revolution” of the 1950s. Because no such method has ever been found, surrogates have been created, most notably the quest for significant p values. This form of surrogate science fosters delusions and borderline cheating and has done much harm, creating, for one, a flood of irreproducible results. Proponents of the “Bayesian revolution” should be wary of chasing yet another chimera: an apparently universal inference procedure. A better path would be to promote both an understanding of the various devices in the “statistical toolbox” and informed judgment to select among these.

research methods regression analysis psychometrics Bayesian methods

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DNA teria se formado espontaneamente

quarta-feira, abril 08, 2015

Abiotic ligation of DNA oligomers templated by their liquid crystal ordering

Tommaso P. Fraccia, Gregory P. Smith, Giuliano Zanchetta, Elvezia Paraboschi, Yougwooo Yi, David M. Walba, Giorgio Dieci, Noel A. Clark & Tommaso Bellini

Affiliations Contributions Corresponding author

Nature Communications 6, Article number: 6424 doi:10.1038/ncomms7424

Received 20 November 2014 Accepted 28 January 2015 Published 10 March 2015

Credit: Noel Clark, University of Colorado


Abstract

Abstract• Introduction• Results• Discussion• Methods• Additional information• References• Acknowledgements• Author information• Supplementary information

It has been observed that concentrated solutions of short DNA oligomers develop liquid crystal ordering as the result of a hierarchically structured supramolecular self-assembly. In mixtures of oligomers with various degree of complementarity, liquid crystal microdomains are formed via the selective aggregation of those oligomers that have a sufficient degree of duplexing and propensity for physical polymerization. Here we show that such domains act as fluid and permeable microreactors in which the order-stabilized molecular contacts between duplex terminals serve as physical templates for their chemical ligation. In the presence of abiotic condensing agents, liquid crystal ordering markedly enhances ligation efficacy, thereby enhancing its own phase stability. The coupling between order-templated ligation and selectivity provided by supramolecular ordering enables an autocatalytic cycle favouring the growth of DNA chains, up to biologically relevant lengths, from few-base long oligomers. This finding suggests a novel scenario for the abiotic origin of nucleic acids.

Subject terms: Biological sciences Biochemistry Biotechnology Materials science

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“A Fisiologia está detonando os fundamentos da Biologia Evolucionária”: outro artigo com revisão paritária critica o Neodarwinismo

quarta-feira, abril 01, 2015

“A Fisiologia está detonando os fundamentos da Biologia Evolucionária”: outro artigo com revisão paritária critica o Neodarwinismo

Casey Luskin 31 de março de 2015 4:38 AM | Permalink


Um artigo no periódico Experimental Physiology pelo distinto biólogo britânico Denis Noble tem o título provocador – “Physiology is rocking the foundations of evolutionary biology”. Ele argumenta que "a ‘Síntese Moderna’ (Neodarwinismo) é uma visão genecêntrica da evolução, da metade do século 20, baseada em mutações aleatórias se acumulando para produzir mudança gradual através da seleção natural", mas agora nós sabemos que esta visão está errada porque “a mudança genética está longe de ser aleatória e frequentemente não é gradual”. 

Quanto ao ponto de vista neodarwinista, Noble não mediu palavras:

“Não é somente os pontos de vista padrões da genética molecular do século 20 que estão em questão. A teoria evolucionária mesma está em um estado de fluxo (Jablonka & Lamb, 2005; Noble, 2006, 2011; Beurton et al. 2008; Pigliucci & Muller, 2010; Gissis & Jablonka, 2011; Shapiro, 2011). Neste artigo, eu demonstrarei que todas as premissas centrais da Síntese Moderna (frequentemente também chamada de neodarwinismo) foram refutadas”.

Então Noble relata essas premissas: (1) que “a mudança genética é aleatória”, (2) que “a mudança genética é gradual”, (3) que “após a mudança genética, a seleção natural resulta em variantes particulares de genes (alelos) aumentando em frequência dentro da população”, e (4) que “a herança de características adquiridas é impossível”. Então ele cita exemplos que refutam cada uma dessas premissas, focalizando especificamente em novos exemplos descobertos de herança de características adquiridas. Sobre esta última premissa, ele destaca:

  • Um complexo de interruptor endócrino pode “induzir estados de doenças transgeracionais ou anormalidades que são herdadas em pelo menos quatro gerações em ratos”. O mecanismo é provavelmente “a marcação do genoma ou a transmissão do RNA” na linhagem germinativa.
  • “Uma pesquisa feita na Escandinávia claramente mostra o efeito transgeracional da disponibilidade de alimentação nos avós influenciando a longevidade dos netos”.
  • Mudanças epigenéticas herdadas, induzidas pelo comportamento, tais como “em ninhadas de ratos, onde o comportamento de acariciar e lamber seus filhotes resulta em marcação epigenética de genes relevantes no hipocampo que predispõe os filhotes a demonstrar o mesmo comportamento quando se tornarem adultos”.
  • Em C. elegans, uma infecção induziu a formação de um silenciador de RNA que “é robusto por mais de gerações”.
  • Paramutações que são “a interação entre dois alelos em um só locus” podem “induzir mudanças epigenéticas permanentes em organismos desde o milho até ratos”.
Após rever esses e outros exemplos, Noble concluiu:

“O fluxo de artigos durante os últimos 5 anos mostrando a herença não mendeliana está, contudo, se tornando agora uma enxurrada de evidências. ... Esses exemplos de robusta herança de características adquiridas revelam uma vasta gama de mecanismos pelos quais tal herança pode ser atingida. A natureza parece trabalhar através das rachaduras, como se fosse, da visão genecêntrica. Essas rachaduras foram agora descobertas como sendo grandes fissuras, através das quais ocorrem mudanças hereditárias funcionalmente significantes. Tais mecanismos não podiam ter sido previstos por ocasião em que a Síntese Moderna fora formulada, ou até uma década atrás. Para o comentário de Maynard Smith ('é difícil conceber um mecanismo pelo qual isso pudesse ocorrer'), a resposta deve ser que alguns desses mecanismos foram agora encontrados e eles são robustos.

Depois ele propõe um novo modelo radical de biologia chamado de “Síntese Integrativa”, onde os genes não comandam o show e todas as partes de um organismo – o genoma, a célula, o plano corporal, tudo – é integrado. Ele explica:

“Uma característica central da Síntese Integrativa é a revisão radical do conceito de causalidade em biologia. A priori não há um nível privilegiado de causação. Este é o princípio que eu tenho chamado de teoria da relatividade biológica. Como bem disse Werner, ‘todos os níveis têm um valor igual de contribuição’. Portanto, o controle é distribuído, parte dele é herdado independentemente das sequências de DNA. A revisão do conceito também irá reconhecer as formas diferentes de causalidade. As sequências de DNA são melhor vistas como causas passivas, porque elas são usadas somente quando as sequências relevantes são ativadas. O DNA em si mesmo não faz nada. As causas ativas estão dentro das redes de controle das células, tecidos e órgãos do corpo”.

Isso, é claro, é uma abordagem de biologia de sistemas. E embora Noble provavelmente não defenda esta conclusão, isso é muito mais consistente com o design inteligente do que com um modelo baseado estritamente em mecanismos evolucionários não guiados.


Imagem: © sparky / Dollar Photo Club.

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NOTA DESTE BLOGGER:

A Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin sempre afirmaram: a teoria da evolução é a teoria científica mais corroborada de todas as teorias científicas, tão cientificamente comprovada como a lei da gravidade, foi a maior ideia que toda a humanidade já teve, e não há crise na teoria da evolução, e quem a critica faz apenas por razões de suas subjetividades religiosas, nunca por razões científicas, y otras cositas mais.

Desde 1998 este blogger vem expondo junto às editorias de ciência e com alguns jornalistas científicos de renome, sobre a fragorosa falência epistêmica da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z. vai que um falhe...), e isso verificado no contexto de justificação teórica. A Nomenklatura científica silenciou completamente após a reunião dos 16 de Altenberg. A Galera dos meninos e meninas de Darwin ficou sem pai nem mãe teóricos, pois vem aí uma nova teoria geral da evolução, a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA/ESTENDIDA, que não será selecionista, e deverá incorporar esses aspectos teóricos neolamarckistas. Ela somente será anunciada em 2020...

Pergunta causticante: A ciência não abomina o vácuo teórico assim como os aviões abominam o vácuo? Então como está sendo biologia evolucionária? Abracadabra? Entranhas de animais? Horóscopo? Cartas de Tarô? Mágica??? E isso continua sendo ensinado em nossas salas de aula de ciência como se nada tivesse ocorrido em detrimento à robustez epistemológica da teoria da evolução de Darwin? O nome disso, senhores é DESONESTIDADE ACADÊMICA! 171 EPISTÊMICO!!!

Fui, nem sei por que, mais uma vez vindicado por um cientista evolucionista HONESTO!!!

Darwin e Wallace estão certos? As seleções natural e sexual agem em diferentes eixos de variação na cor da plumagem das aves

terça-feira, março 31, 2015

Natural and sexual selection act on different axes of variation in avian plumage color

Peter O. Dunn, Jessica K. Armenta, Linda A. Whittingham

- Author Affiliations

Peter O. Dunn*, Jessica K. Armenta† and Linda A. Whittingham

Department of Biological Sciences, University of Wisconsin–Milwaukee, Milwaukee, WI 53201, USA.

↵*Corresponding author. E-mail: pdunn@uwm.edu

Science Advances 27 Mar 2015: Vol. 1 no. 2 e1400155 DOI: 10.1126/sciadv.1400155

Picture/Foto: Peter O. Dunn

Abstract

The bright colors of birds are often attributed to sexual selection on males, but in many species both sexes are colorful and it has been long debated whether sexual selection can also explain this variation. We show that most evolutionary transitions in color have been toward similar plumage in both sexes, and the color of both sexes (for example, bright or dull) was associated with indices of natural selection (for example, habitat type), whereas sexual differences in color were primarily associated with indices of sexual selection on males (for example, polygyny and large testes size). Debate about the evolution of bird coloration can be resolved by recognizing that both natural and sexual selection have been influential, but they have generally acted on two different axes: sexual selection on an axis of sexual differences and natural selection on both sexes for the type of color (for example, bright or dull).

FREE PDF GRATIS: Science Advances

Foundational Questions Institute: permitindo pesquisas não convencionais e não apoiadas financeiramente

segunda-feira, março 30, 2015


The Foundational Questions Institute (FQXi) 

Mission

To catalyze, support, and disseminate research on questions at the foundations of physics and cosmology, particularly new frontiers and innovative ideas integral to a deep understanding of reality but unlikely to be supported by conventional funding sources. 

Goals 

FQXi has five goals:
  • To expand the purview of scientific inquiry to include scientific disciplines fundamental to a deep understanding of reality, but which are currently largely unsupported by conventional grant sources
  • To redress incrementalism in research programming by establishing or expanding new "islands" of understanding via flexible funding of high-risk, high-reward research in these areas
  • To forge and maintain useful collaborations between researchers working on foundational questions in physics, cosmology, and related fields
  • To provide the public with a deeper understanding of known and future discoveries in these areas, and their potential implications for our worldview
  • To create a logistically, intellectually, and financially self-sustaining independent Institute to accomplish these goals during and beyond the initial four year program beginning in 2006, thereby pioneering a new model of philanthropically-funded scientific research
FQXi therefore aims to support research that is both foundational (with potentially significant and broad implications for our understanding of the deep or "ultimate" nature of reality) and unconventional (enabling research that, because of its speculative, non-mainstream, or high-risk nature, would otherwise go unperformed due to lack of funding). 

Get Involved! 

FQXi welcomes the participation of scientists, laypeople, and philanthropists. Find out more here

DNA Lixo ou funcional? ENCODE e a controvérsia de função

sexta-feira, março 27, 2015

Biology & Philosophy

November 2014, Volume 29, Issue 6, pp 807-831

Date: 21 Mar 2014

Junk or functional DNA? ENCODE and the function controversy

Pierre-Luc Germain, Emanuele Ratti, Federico Boem


Abstract

In its last round of publications in September 2012, the Encyclopedia Of DNA Elements (ENCODE) assigned a biochemical function to most of the human genome, which was taken up by the media as meaning the end of ‘Junk DNA’. This provoked a heated reaction from evolutionary biologists, who among other things claimed that ENCODE adopted a wrong and much too inclusive notion of function, making its dismissal of junk DNA merely rhetorical. We argue that this criticism rests on misunderstandings concerning the nature of the ENCODE project, the relevant notion of function and the claim that most of our genome is junk. We argue that evolutionary accounts of function presuppose functions as ‘causal roles’, and that selection is but a useful proxy for relevant functions, which might well be unsuitable to biomedical research. Taking a closer look at the discovery process in which ENCODE participates, we argue that ENCODE’s strategy of biochemical signatures successfully identified activities of DNA elements with an eye towards causal roles of interest to biomedical research. We argue that ENCODE’s controversial claim of functionality should be interpreted as saying that 80 % of the genome is engaging in relevant biochemical activities and is very likely to have a causal role in phenomena deemed relevant to biomedical research. Finally, we discuss ambiguities in the meaning of junk DNA and in one of the main arguments raised for its prevalence, and we evaluate the impact of ENCODE’s results on the claim that most of our genome is junk.

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Payment or subscription required/Requer pagamento ou assinatura: Biology & Philosophy

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DESTAQUE DESTE BLOGGER:

Uma inusitada postagem de P. Z. Meyers: A defense of ENCODE?


Design detectado na natureza inspira pesquisadores criar asas que evitam colisão

quinta-feira, março 26, 2015

Bioinspiration & Biomimetics Volume 10 Number 2

Amanda K Stowers and David Lentink 2015 Bioinspir. Biomim. 10 025001 doi:10.1088/1748-3190/10/2/025001

Folding in and out: passive morphing in flapping wings

Amanda K Stowers and David Lentink

astowers@stanford.edu 

Department of Mechanical Engineering, Stanford University, Stanford, CA 94305, USA 


Amanda Stowers of The Lentink Lab at Stanford University/Linda Cicero, Stanford University

ABSTRACT

PAPER

We present a new mechanism for passive wing morphing of flapping wings inspired by bat and bird wing morphology. The mechanism consists of an unactuated hand wing connected to the arm wing with a wrist joint. Flapping motion generates centrifugal accelerations in the hand wing, forcing it to unfold passively. Using a robotic model in hover, we made kinematic measurements of unfolding kinematics as functions of the non-dimensional wingspan fold ratio (2–2.5) and flapping frequency (5–17 Hz) using stereo high-speed cameras. We find that the wings unfold passively within one to two flaps and remain unfolded with only small amplitude oscillations. To better understand the passive dynamics, we constructed a computer model of the unfolding process based on rigid body dynamics, contact models, and aerodynamic correlations. This model predicts the measured passive unfolding within about one flap and shows that unfolding is driven by centrifugal acceleration induced by flapping. The simulations also predict that relative unfolding time only weakly depends on flapping frequency and can be reduced to less than half a wingbeat by increasing flapping amplitude. Subsequent dimensional analysis shows that the time required to unfold passively is of the same order of magnitude as the flapping period. This suggests that centrifugal acceleration can drive passive unfolding within approximately one wingbeat in small and large wings. Finally, we show experimentally that passive unfolding wings can withstand impact with a branch, by first folding and then unfolding passively. This mechanism enables flapping robots to squeeze through clutter without sophisticated control. Passive unfolding also provides a new avenue in morphing wing design that makes future flapping morphing wings possibly more energy efficient and light-weight. Simultaneously these results point to possible inertia driven, and therefore metabolically efficient, control strategies in bats and birds to morph or recover within a beat.

FREE PDF GRATIS: IOPSCIENCE

A espécie privilegiada - de Michael Denton

terça-feira, março 24, 2015



Are humans the accidental products of a blind and uncaring universe? Or are they the beneficiaries of a cosmic order that was planned beforehand to help them flourish? Privileged Species is a 33-minute documentary by Discovery Institute that explores growing evidence from physics, chemistry, biology, and related fields that our universe was designed for large multi-cellular beings like ourselves. Featuring geneticist and author Michael Denton, the documentary investigates the special properties of carbon, water, and oxygen that make human life and the life of other organisms possible, and it explores some of the unique features of humans that make us a truly privileged species.

A natureza da hipótese do passado, por David Wallace

sexta-feira, março 20, 2015



Palestra de David Wallace na Conferência sobre a Filosofia da Cosmologia de 2014, em Tenerife, Espanha. 52:36.

Wallace é um filósofo de Física, da Universidade de Oxford, na Faculdade Balliol. Ele faz parte do grupo de Filosofia de Física em Oxford, o maior grupo do mundo.

Universidade pública abriga o Primeiro Encontro Nacional entre Ateus e Agnósticos Universitários: Evolução x Criacionismo

quinta-feira, março 19, 2015


Pessoal, Um Evento Emblemático, para ser guardado em nossa memória.

Quando palestras ou eventos promovidos por acadêmicos, muita vezes qualificados, pesquisadores de renome nacional e/ou internacional, docentes de Universidades públicas, são promovidos em Universidades públicas, para discutir o Design Inteligente, uma teoria científica, ou o criacionismo científico, que busca na racionalidade da ciência razões para a sua fé, toda uma galera se levanta, majoritariamente de ateus e agnósticos, e faz uma forte campanha inquisitiva com ameaças e denúncias de uso de dinheiro público e de universidades LAICAS para a propagação de supostas "crenças religiosas". Sites e blogs notoriamente ateus divulgam opiniões de ateus que não raramente difamam os participantes acusando-os de "sem qualificação para falar de ciência" ou de desonestos e outros adjetivos pejorativos, e de não terem convidado o outro lado para o contra-ponto. E não se fartam até que o evento seja cancelado. Você certamente conhece alguns desses casos.

Emblemático portanto o evento anunciado nesse folder, um encontro de ateus (e agnósticos ateus) realizado em uma Universidade pública e com o apoio/patrocínio de uma Universidade pública, e com alguns palestrantes de reputação acadêmica difícil de averiguar mas certamente não superior aos de muitos das palestras e eventos censurados, e tendo como tema Evolução x Criacionismo. Ou seja, não queremos aqui promover nenhum tipo de censura, pois a TDI BRASIL defende o livre debate acadêmico de idéias e teorias, mas fica a pergunta:

Poderia então uma Universidade laica e pública apoiar/patrocinar e ceder seu auditório para a realização de um encontro de ateus que tem como parte de seu tema o Criacionismo enquanto esses mesmos ateus são vigorosamente contra eventos semelhantes quando promovidos por acadêmicos em Universidades públicas sobre o mesmo tema? Ateu criticar pode, Cientista teísta ou defensor da TDI apoiar não pode não? Seriam nossas Universidades públicas verdadeiramente laicas ou seriam elas na realidade ateias, e apoiariam -com recursos públicos recolhidos dos impostos de todos nós- só uma parte da sociedade restrita por uma posição filosófica e (a)teológica? Você responde.

Dr. Marcos Nogueira Eberlin

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COMENTÁRIO DESTE BLOGGER:

Leandro Russovski Tessler, (Instituto de Física Gleb Wataghin, Unicamp) embora você seja ateu, sei que é um grande defensor da laicidade da universidade, você vai ficar quieto ou vai fazer de tudo - protestos nos jornais, cartas e e-mails ao reitor da UFRRJ, execrando a realização deste evento onde ATEUS e AGNÓSTICOS irão debater CRIACIONISMO numa universidade pública?

Se você ficar em silêncio, Tessler, você perdeu o pouquinho de respeito que eu tenho por você como acadêmico! Aguardo sua combatividade laica!!!

A Scientific American diz: a visão é resultado de Design Inteligente!!!

The Purpose of Our Eyes' Strange Wiring Is Unveiled

The reverse-wiring of the eyeball has long been a mystery, but new research shows a remarkable structural purpose: increasing and sharpening our color vision

March 18, 2015 |By Erez Ribak and The Conversation UK

The following essay is reprinted with permission from The Conversation, an online publication covering the latest research.

The human eye is optimised to have good colour vision at day and high sensitivity at night. But until recently it seemed as if the cells in the retina were wired the wrong way round, with light travelling through a mass of neurons before it reaches the light-detecting rod and cone cells. New research presented at a meeting of the American Physical Society has uncovered a remarkable vision-enhancing function for this puzzling structure.


Before arriving at the cones and rods, light must traverse the full thickness of the retina, with its layers of neurons and cell nuclei. 

About a century ago, the fine structure of the retina was discovered. The retina is the light-sensitive part of the eye, lining the inside of the eyeball. The back of the retina contains cones to sense the colours red, green and blue. Spread among the cones are rods, which are much more light-sensitive than cones, but which are colour-blind.

Before arriving at the cones and rods, light must traverse the full thickness of the retina, with its layers of neurons and cell nuclei. These neurons process the image information and transmit it to the brain, but until recently it has not been clear why these cells lie in front of the cones and rods, not behind them. This is a long-standing puzzle, even more so since the same structure, of neurons before light detectors, exists in all vertebrates, showing evolutionary stability.

Researchers in Leipzig found that glial cells, which also span the retinal depth and connect to the cones, have an interesting attribute. These cells are essential for metabolism, but they are also denser than other cells in the retina. In the transparent retina, this higher density (and corresponding refractive index) means that glial cells can guide light, just like fibre-optic cables.

Read more here/Leia mais aqui: Scientific American

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Queria ver a cara do Dawkins ao ler esta notícia na Scientific American falando de teleologia encontrada na visão humana. A Galera dos meninos e meninas de Darwin ficou desprovida de vez do argumento - um engenheiro inteligente não faria a retina desse jeito - visão reversa!

Fui, nem sei por que, rindo feliz da vida por ter sido vindicado mais uma vez por evolucionistas honestos que se rendem às evidências e relatam o que essas evidências dizem: Design Inteligente!!! 

A evolução precisa de uma biblioteca de formas platônicas?

terça-feira, março 17, 2015



Detail from Echinus-Diadema 2009. ©Philip Taafe

17 de março de 2015 Postado por News sob Evolution, Intelligent Design, News
Bem, então certamente não é a “evolução” como entende a National Geographic.
Esta opinião acabou de ser publicada em um artigo de Andreas Wagner na revista Aeon:
"Como que mudanças aleatórias do DNA resultam em inovação? O conceito de seleção natural de Darwin, embora crucial para se entender a evolução, não ajuda muito. A questão é, a seleção somente pode espalhar as inovações já existentes. O botânico Hugo de Vries disse bem em 1905: ‘A seleção natural pode explicar a sobrevivência do mais apto, mas não pode explicar a chegada do mais apto’. (Meio século antes, Darwin já tinha admitido que chamar as variações de aleatórias é apenas outra maneira de admitir que nós não sabemos suas origens).
Uma metáfora pode ajudar a esclarecer o problema. Imagine uma biblioteca gigante de livros contendo todas as possíveis sequências de letras no alfabeto. Tal biblioteca seria muito grande além da imaginação, e a maioria dos seus textos seria, é claro, linguagem sem nenhum sentido. Mas alguns conteriam ilhas de inteligibilidade – uma palavra aqui, um Haiku ali – em um mar de letras aleatórias. Outros ainda contariam todas as histórias reais e imaginárias: não somente Oliver Twist de Dickens, ou Fausto de Goethe, mas todos os romances e dramas possíveis, a biografia de cada ser humano, histórias do mundo verdadeiras e falsas, de outros mundos ainda não vistos, e assim por diante. Alguns textos incluiriam as descrições de incontáveis inovações tecnológicas, da roda à máquina a vapor e ao transistor – incluindo incontáveis inovações ainda por ser imaginadas. Mas as chances de se escolher tal tomo valioso por acaso são minúsculas."
Pense nisso, mesmo no tempo do National Geographic, alguém está de verdade considerando os problemas seriamente.
Mas então, o Aeon também não publicou “Die, Selfish Gene, Die” [Morra, Gene egoísta, morra]?
Siga UD News no Twitter!
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NOTA DESTE BLOGGER:
Contando 1, 2, 3... e alguns evolucionistas da Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin, dirão: “Andreas Wagner não sabe o que é evolução...” “Não faz ciência, e nem sabe o que é ciência...” “Um pseudocientista...”

Fui, nem sei por que, feliz da vida vendo ruir o edifício epistemológico de Darwin, construído em areias movediças de hipóteses transmutacionistas, porque não é corroborado no contexto de justificação teórica com o avanço da ciência.
Darwin acertou no varejo, mas errou no atacado!

Darwin kaput! Viva Darwin!!! 

Respondendo às objeções da lista de dissensão ao Darwinismo

sexta-feira, março 13, 2015

Respondendo às objeções da lista de dissensão ao Darwinismo


Casey Luskin 13 de março de 2015 3:05 AM | Permalink




Ontem eu discuti a contenda pelos defensores da evolução darwinista que afirmam não existir problemas científicos legítimos com seu ponto de vista. Os defensores da teoria de Darwin procuram frequentemente retratar aqueles que duvidam da evolução como sendo movidos por motivações estritamente religiosas ou políticas. A Lista da Dissensão Científica do Darwinismo mostra que muitas objeções à evolução darwinista são baseadas cientificamente. Mas porque muitos ativistas pró-Darwin não podem admitir isso, eles desenvolveram uma variedade de estratégias para atacar a Lista de Dissensão Científica do Darwinismo.

Estratégia 1: Deturpam a Lista com o truque agora você, agora você não vê.

Uma tática comum entre os críticos da lista é definir a evolução como sendo microevolução (que eu chamei de Evolução #1) ou descendência comum universal (Evolução #2) e depois afirmar que os signatários da Lista de Dissensão aceitam um ou as duas daquelas definições, então eles realmente não duvidam da “evolução”, e não pertencem na lista. A tática do truque agora você vê, agora você não vê, redefine o termo “evolução” de um modo que não foi pretendido pela lista. Esta objeção falaciosa reivindica indevidamente que alguns signatários da lista não desafiam a definição de “evolução” que a lista nunca pretendeu usar.

A Lista de Dissensão foi sempre chamada de “Uma dissensão científica do Darwinismo” porque ela desafia o princípio mais básico da teoria darwinista moderna (também chamada de “neodarwinismo”) – o ponto de vista que a mutação aleatória e a seleção natural são as principais forças gerando a complexidade da vida. A lista não sobre ceticismo em descendência comum ou microevolução. É sobre o ceticismo concernente à suficiência dos mecanismos neodarwinistas de mutação e seleção.

Um artigo do grupo lobista pró-Darwin, o National Center for Science Education (NCSE), “Why Teach Evolution?”, emprega essa abordagem agora você vê, agora você não vê. Ele ataca a lista de Dissensão do Darwinismo ao remover o foco da mutação aleatória e da seleção natural e colocando, em vez disso, na ancestralidade comum ou outras forças menos importantes envolvidas no processo evolucionário.

Primeiro é afirmado no artigo: “A evolução biológica é uma teoria cientificamente estabelecida. Entre os cientistas, isso quer dizer que seu princípio fundamental – a ancestralidade compartilhada dos organismos vivos – já venceu todos os desafios científicos”. Esta afirmação promove o ponto de conversa padrão do NCSE – não existe dúvidas científicas sobre a teoria evolucionária moderna. Todavia, nós já temos visto que isso é uma afirmação falsa. Além disso, ao colocar o foco na ancestralidade comum, o NCSE puxou um argumento agora você vê, agora você não vê. Existem cientistas que aceitam a ancestralidade comum, mas ainda duvidam o modelo neodarwinista de evolução. A Lista de Dissensão Científica do Darwinismo mostra que existem centenas de cientistas confiáveis que duvidam da evolução neodarwinista.

O artigo do NCSE, aparentemente, está a par desse fato, porque eles citam a declaração da Lista de Dissensão, e depois o atacam como abaixo:

“Esta declaração é enganadora; ela implica que a teoria evolucionária é baseada meramente em mutação aleatória e seleção natural. Nos últimos 140 anos, muitas fontes de mudança biológicas têm sido identificadas e incorporadas à teoria evolucionária. Primeiro, a declaração descreve incorretamente a teoria evolucionária. Depois ela implica que ser cético da definição incorreta é o mesmo que ser cético sobre a evolução biológica. Isso é um argumento clássico do “homem espantalho”.

Certamente que o NCSE está correto de que há outras forças citadas na teoria evolucionária moderna além da seleção natural e a mutação aleatória, mas a lista de Dissensão nunca declarou o contrário. O que o NCSE perde de foco é que a maioria dos cientistas evolucionários tem afirmado é que a seleção natural e a mutação aleatória são as forças principais conduzindo a evolução nos organismos vivos e construindo novas características complexas e adaptativas. Muitos biólogos têm afirmado que a evolução neodarwinista é baseada, principalmente, na mutação aleatória e seleção natural:

  • O livro-texto Evolution, de Douglas Futuyma de 2005, define o “neodarwinismo” como “a crença moderna que a seleção natural, agindo aleatoriamente gerou variação genética, é uma causa principal, mas não a única causa de evolução.1
  • O livro-texto Evolution, de Strickberger equiparam o “neodarwinismo” com a “síntese moderna”, definindo-a como “uma mudança nas frequências dos genes introduzidos pela mutação, com a seleção natural considerada como a mais importante, embora não a única, causa para tais mudanças.2
  • Uma carta assinada por cientistas publicada na mais importante publicação científica do mundo, a Nature, declara: “Os dois elementos centrais da evolução neodarwinista são pequenas variações aleatórias e a seleção natural.3
  • Um artigo por dois cientistas na revista Science, a principal publicação científica nos Estados Unidos, destaca: “De acordo com a teoria neodarwinista, a mutação aleatória produz diferenças genéticas entre os organismos enquanto que a seleção natural tende a aumentar a frequência dos alelos vantajosos.4
Assim, a Lista de Dissensão focaliza corretamente na mutação aleatória e seleção natural, porque elas são afirmadas como sendo as principais forças conduzindo a evolução e construindo a complexidade adaptativa nos organismos vivos. Em vez de deturpar a teoria evolucionária moderna, a Lista de Dissensão focaliza nos desafios para os mais importantes mecanismos biológicos embasando a moderna teoria da evolução.

Estratégia 2: Exagerar o grau de apoio da evolução darwinista na comunidade científica.

Alguns críticos da lista dizem que seus mais de 900 signatários representam somente uma pequena porcentagem da comunidade científica, portanto mostrando que a evolução darwinista deve ser correta. Contudo, tentativas para argumentar contra a Lista de Dissensão desta maneira repousa sobre falsas premissas:

(1) Esses argumentos assumem, erroneamente, que virtualmente todos, os mais de três milhões de cientistas no mundo estão cientes da Lista de Dissensão Científica do Darwinismo, e escolheram não assiná-la. Na verdade, nós não anunciamos proativamente a Lista de Dissensão para os cientistas, de modo que, a vasta maioria dos cientistas, provavelmente, nem saibam que a lista existe, e assim nunca fizeram qualquer decisão sobre assiná-la ou não.

(2) Esses argumentos assumem, erroneamente, que até entre aqueles que estão cientes da Lista de Dissensão do Darwinismo, todos os que duvidam do Darwinismo escolheram assinar a lista. A verdade é que muitos cientistas com PhDs, que duvidam da teoria darwinista – especialmente os biólogos profissionais – nos disseram que eles gostariam muito de serem capazes de assinar a lista, mas temem fazer isso, porque têm medo que suas carreiras como cientistas poderiam ser ameaçadas se eles assinassem a lista.

(3) Esses argumentos assumem, erroneamente, que se a maioria dos cientistas aceita uma ideia, então isso deve ser correto e você deve aceita-la. Isso não é verdade. O “consenso” pode estar certo, mas a História da Ciência mostra que isso também pode estar errado. Cada revolução científica começou como um ponto de vista científico minoritário. Na verdade, tão recentemente como nos anos 1960s, o “consenso” defendia que os continentes eram fixos no lugar, mas hoje nós podemos observar a deriva continental em tempo real. Em ciência, o que vale não é o contar votos, mas a evidência.

Quando defensores de Darwin citam o “consenso” ou insistem que a porcentagem de cientistas que apoiam a evolução, o que eles estão querendo dizer é – “A maioria dos cientistas apoia a evolução e, portanto, você também deve apoiar”. Isso deveria levantar uma bandeira vermelha de alerta nas mentes dos pensadores independentes. O que eles querem que você faça é parar de olhar para a evidência e parar de pensar por si mesmo. Em outras palavras, eles querem que você pare de pensar e pare de agir como um cientista.

Idealmente, os cientistas nunca deveriam aceitar um ponto de vista simplesmente porque outros cientistas aceitam. Eles aceitam (ou rejeitam) um ponto de vista porque a evidência apoia (ou não apoia). Você deve fazer o mesmo.

Os críticos perdem o ponto da Lista da Dissensão. Seu ponto não é dizer que “muitos cientistas duvidam do Darwinismo e você deveria duvidar também”. Antes, o propósito é refutar um argumento comum dos defensores da evolução – de que não existe dissenção científica do Darwinismo confiável.

A Lista de Dissensão fornece a evidência de um genuíno debate científico sobre a evolução darwinista. Isso significa que você vai ter que olhar a evidência para decidir quem está certo, em vez de simplesmente perguntar – “O que diz o consenso?”

Estratégia 3: Negar a controvérsia científica e fazê-la parecer fora de moda duvidar do Darwinismo.

Outra estratégia comum é jogar com as inseguranças pessoais sobre se duvidar do Darwinismo é socialmente ou intelectualmente aceitável – isto é, se está ou não “em moda”. Por exemplo, o artigo do NCSE, acima destacado, afirma: “A evolução biológica é uma teoria cientificamente estabelecida” e que a oposição à evolução “resulta de um pobre entendimento da teoria evolucionária e como que ela é aplicada nas ciências.” Mas, como nós vimos, a Lista de Dissensão Científica do Darwinismo mostra que muitos cientistas confiáveis e bem informados duvidam da evolução darwinista, e que há razões científicas válidas para assim duvidar.

Um livro-texto de Biologia, por exemplo, tomou essa abordagem. Ele devota metade de uma página atacando a Lista de Dissensão Científica de Darwin, tentando bajular o aluno como sendo um “Leitor esclarecido”, mas somente pede os estudantes para “criticar” a Lista de Dissensão.5 O propósito da seção “Leitor esclarecido” é para encorajar os alunos a aceitarem os argumentos da autoridade em vez deles formarem suas opiniões após examinarem a evidência.

Mas, simplesmente concordar com o “consenso” enquanto desconsidera a evidência real não é “esclarecimento”. Um estudante genuinamente esclarecido, ou qualquer pessoa cheia de ideias, pesaria a evidência cuidadosamente, e faria um juízo independente – se sobre a evolução ou qualquer assunto importante.

Seja qual for a opinião que você tiver sobre a evolução, certifique-se de seguir o conselho de Darwin: “Um resultado justo somente pode ser obtido por um completo estabelecimento e balanço dos fatos e argumentos de ambos os lados de cada questão.”

Referências:

[1.] Douglas J. Futuyma, Evolution, p. 550 (Sinauer, 2005).
[2.] Monroe W. Strickberger, Evolution, p. 649 (3d Ed., 2000).
[3.] C. M. Newman, J. E. Cohen, and C. Kipnis, "Neo-darwinian evolution implies punctuated equilibria," Nature, Vol. 315: 400-401 (May 30, 1985).
[4.] R.E. Lenski, J.E. Mittler, "The directed mutation controversy and neo-Darwinism," Science, Vol. 259: 188-194 (January 8, 1993).
[5.] Colleen Belk and Virginia Borden Maier, Biology: Science for Life, p. 251 (Benjamin Cummings, 3rd ed., 2010).
Image by ceridwen [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons.

O paradoxo intrigante de Darwin: Design Inteligente na natureza

Perspect Biol Med. 2013 Winter;56(1):78-98. doi: 10.1353/pbm.2013.0000.

Darwin's perplexing paradox: intelligent design in nature.

Thorvaldsen S1, Øhrstrøm P.

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Abstract

Today, many would assume that Charles Darwin absolutely rejected any claim of intelligent design in nature. However, review of his initial writings reveals that Darwin accepted some aspects of this view. His conceptualization of design was founded on both the cosmological and the teleological ideas from classical natural theology. When Darwin discovered the dynamic process of natural selection, he rejected the old teleological argument as formulated by William Paley. However, he was never able to ignore the powerful experience of the beauty and complexity of an intelligently designed universe, as a whole. He corresponded with Asa Gray on religious themes, particularly touching the problem of pain and intelligent design in nature. The term "intelligent design" was probably introduced by William Whewell. Principally for theological and philosophical reasons, Darwin could only accept the concept for the universe as a whole, not with respect to individual elements of the living world.

PMID: 23748528 [PubMed - indexed for MEDLINE]

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