Já bloguei aqui sobre as dificuldades de corroboração dos "relógios moleculares". E a quantas anda o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução sob este campo científico de pesquisa? Na maior confusão, gente!
Os autores deste trabalho afirmam que a área ainda espera trabalhos "com algum nervosismo, considerando-se que nós suspeitamos [SIC ULTRA PLUS 1] que eles possam revelar que muitos estudos passados colocaram muita confiança em simples análises de relógio molecular [SIC ULTRA PLUS 2], e que suas conclusões devem por isso serem revisitadas [SIC ULTRA PLUS 3]."
Pulquério e Nichols são cientistas evolucionistas e não são simpatizantes do Design Inteligente.
Leiam e depois me digam o que o MEC/SEMTEC/PNLEM deve fazer com a abordagem dos "relógios moleculares" em nossos livros-texto de Biologia do ensino médio.
+++++
Dates from the molecular clock: how wrong can we be?
Mário J.F. Pulquério and Richard A. Nichols
Trends in Ecology & Evolution, Volume 22, Issue 4 , April 2007, Pages 180-184
Large discrepancies have been found in dates of evolutionary events obtained using the molecular clock. Twofold differences have been reported between the dates estimated from molecular data and those from the fossil record; furthermore, different molecular methods can give dates that differ 20-fold. New software attempts to incorporate appropriate allowances for this uncertainty into the calculation of the accuracy of date estimates. Here, we propose that these innovations represent welcome progress towards obtaining reliable dates from the molecular clock, but warn that they are currently unproven, given that the causes and pattern of the discrepancies are the subject of ongoing research. This research implies that many previous studies, even some of those using recently developed methods, might have placed too much confidence in their date estimates, and their conclusions might need to be revised.
Molecular clocks and substitution rates
This article was motivated by the experience of a colleague who estimated the time since the separation of two taxa from the number of substitutions that had accumulated between their DNA sequences; in other words, he was using the molecular clock. On submitting the work for publication, he was startled to be advised by a referee that his estimate was wrong by a factor of ten. The argument concerned the tick rate of the molecular clock; that is, the rate of accumulation of substitutions per million years. How could the scientific community hold two such contradictory opinions simultaneously?
Our colleague's original calculation was based on a rate estimated from inter-species comparisons, whereas the referee preferred a rate obtained from a pedigree study. Later, we address why such discrepancies exist between estimates of substitution rates. The central lesson for this article, however, is the realization that reasonable scientists working with the molecular clock can be using estimates that are so different. If neither the fast estimate nor the slow estimate were self-evidently wrong, it suggests that it is difficult to validate them using our knowledge of biogeography and the fossil record. Methods are currently being devised that deal with uncertainty about the variation in the rate and about the timing of the calibration points. Here, we consider the prospects of obtaining date estimates that take account of these issues when constructing their standard errors (or analogous measures of uncertainty): is there likely to be so much uncertainty about molecular dating that the estimates are no longer useful? We fear that, for many current studies, the answer is yes. However, it might be possible to gain extra precision using recently developed methods. The degree of improvement depends on the pattern of variation in the rate of molecular evolution and the availability of calibration points. We currently do not know enough to be confident in the prospects of these new methods, and some initial results are discouraging.
[snip]
We await the more rigorous type of assessment with some nervousness, given that we suspect they might reveal that many past studies placed too much confidence in simple molecular clock analyses, and that their conclusions should thus be revisited.
Por falar em "elos perdidos"...
quarta-feira, março 21, 2007
Darwin sabia que a sua teoria geral da evolução através da seleção natural somente poderia ser corroborada pelos "inúmeros elos transicionais" e que se isso não fosse encontrado, a sua teoria KAPUT!
Bem, depois do estardalhaço da Grande Mídia tupiniquim sobre o Yanoconodonte que tal verificarmos "Os 10 Mais dos Elos Perdidos"?
Bon voyage, mon ami Darwin!
Bem, depois do estardalhaço da Grande Mídia tupiniquim sobre o Yanoconodonte que tal verificarmos "Os 10 Mais dos Elos Perdidos"?
Bon voyage, mon ami Darwin!
Yanoconodonte, o negócio da China do “elo perdido” especulando sobre a evolução do ouvido Parte 1 de 2
terça-feira, março 20, 2007
O site do platinado grupo Globo G1 Ciência e Saúde abriga o blog Tubo de Ensaio. Lá, o Reinaldo José Lopes postou o blog intitulado “Pela Enésima vez...” em irônica homenagem à minha pessoa. Não precisava. Fiquei até lisonjeado com os meus 15 minutos de fama. Tivesse Lopes ficado tão-somente com o espírito gáudio eu sequer me importaria, mas num comentário muito infeliz [que não fiz uma cópia, e que não localizo mais no blog], esse jornalista me chamou e a outros críticos da teoria geral da evolução de “picaretas”.
Aprendi com meu pai a não ter medo de ninguém. Eu disse aos meus leitores que não iria perder o meu e o tempo deles neste blog com este jornalista. Contudo, vou ter que fazer isso para demonstrar a não veracidade do que ele afirmou de minha pessoa, e lidar seriamente com este suposto “elo de transição” made in China. No campo das idéias, não me tenha por inimigo. Eu vou na jugular. Com as evidências.
Eu não somente gosto da teoria da evolução, como a defino em teoria especial e teoria geral da evolução [coisas que eles não fazem por razões sabidas ― a TGE é um conglomerado de idéias controversas], examinando freqüentemente as evidências a favor e contra. Sou cético da teoria geral da evolução, não por razões puramente ideológicas ou religiosas, mas pelo exame da literatura especializada que acesso na minha universidade e junto a um grupo de cientistas internacionais. Uma leitura objetiva mostra que o neodarwinismo se encontra nos seus estertores epistêmicos, e o upgrade Darwin 3.0 já vem logo aí. Sei do que estou falando. Não será antes de 2009 para não estragar a festa de louvaminhice ao naturalista inglês.
A crítica à TGE, embora aqui recorrente, não é muita capenga. É muito incômoda. Nunca afirmei a inexistência dessas formas transicionais. Sou cético no alarde ensandecido feito de sua comprovação do fato, Fato, FATO da evolução dos diversos grupos de animais e plantas devido às muitas divergências e dificuldades encontradas nessas áreas. O caso das baleias ainda é controverso. A origem e evolução das plantas então, saí de baixo, porque os cientistas estão às apalpadelas nas escuridão epistêmica.
Os tetrápodes são “animais cordados, gnastomados, com dois pares de membros com cinco dedos, que geralmente são modificados, reduzidos ou ausentes, esqueleto ósseo, aberturas nasais ligadas à boca, e coração com duas aurículas” abrangendo desde os anfíbios aos mamíferos” [Aurélio] extintos e vivos.
Lopes afirmou que “o registro fóssil desmente esse pessoal uma vez por mês, pelo menos.” Desmente em quê? Como que uma espécie se transmuta em outra? Ou em alguns casos em que uma pequena modificação morfológica identificada num fóssil indicaria isso?
Lopes aceita a priori a origem dos mamíferos a partir do grupo de répteis, os cinodontes, e que “um dos principais eventos nessa transição é o surgimento dos três ossinhos do nosso ouvido médio, conhecidos como martelo, bigorna e estribo” e que eles “faziam parte da mandíbula dos répteis e foram se destacando dela”. Ele destaca que “a mandíbula dos mamíferos modernos tem um osso só.”
Será que o fóssil “batizado” [argh, isso é como cometer assassinato bárbaro e hediondo] de Yanoconodon allini elucida realmente a evolução do ouvido dos mamíferos?
Eu sou cético dos “elos transicionais” trombeteados pela mídia, não porque a revista Nature foi fundada com objetivo maior de provar o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução de Darwin [Huxley que o diga...], e nem porque ultimamente os cientistas evolucionistas chineses são apanhados com a mão na cumbuca fraudando suas descobertas científicas.
Consideremos a dificuldade epistemológica: essa variedade de espécies vivas e extintas deveria deixar qualquer cientista ou leigo não-especializado com um pé atrás quanto a encaixar formas tão variadas numa seqüência evolutiva de ancestralidade.
Todavia, foi justamente o que fez um grupo de cientistas chineses: a exibição para a comunidade científica de mais um “elo perdido”: um fóssil de mamífero primitivo que, segundo eles, preenche a lacuna na evolução do ouvido médio dos mamíferos.
Na pesquisa publicada na revista Nature Luo et al descreveram uma nova espécie de mamíferos eutriconodontes, Yanoconodonte, que eles descobriram na província de Liaoning, China [1].
Ao contrário do afirmado por Lopes, de não examinar direito as provas a favor ou contra a TGE, eu li cum granum salis esta pesquisa altamente técnica. Acredito que ele, apesar de ser jornalista científico, não fez este dever de casa. Lendo as seções costumeira de descrição e classificação, os autores tentam explicar duas observações feitas por eles:
1. A primeira e mais notável observação: a estrutura do ouvido médio representaria uma forma transicional nítida entre os ossinhos colados dos répteis e os ossinhos descolados do ouvido médio dos mamíferos.
2. Eles observaram uma vértebra extra (26 em vez de 19 para a maioria dos mamíferos, e 22 para o ‘parente’ mais próximo) e a presença de costelas lombares [incomum em mamíferos, mas presentes em alguns grupos bem separados]. Como eles explicaram isto? Pela manipulação de evolução convergente dos genes Hox que governam as divisões da coluna vertebral (sacro, ílio, lombar), e a presença ou ausência das costelas lombares. Experiências com ratos demonstram que essas características podem ser manipuladas [design inteligente?] pelo silenciamento ou a expressão saliente desses genes mestres reguladores de mudança.
Se Lopes tivesse lido a pesquisa, ele não teria sido tão veemente quanto à suposta corroboração do fato, Fato, FATO da evolução. Por quê? Porque não existe nenhuma transição evolutiva nítida nas caracerísticas vertebrais. Luo et al salientaram que Jeholodens, o suposto parente mais próximo do Yanoconodonte não tem costelas lombares [Fig. 4, node 2, p. 292].
Para embolar ainda mais o meio de campo da corroboração deste “elo de transição”, eles encontraram dois parentes num ramo diferente: um com costelas lombares, e outro sem costelas lombares.
Pior ainda, eles disseram que um animal como o Yanoconodonte ter 26 vértebras é “excepcional”. Um outro animal assim é o Repenomamus, um mamífero do período Cretáceo, do tamanho de um cachorro que atacava dinossauros [p. 291].
Eu não sei porque Lopes abriu o seu blog atacando os céticos por não acreditarem na existência de “formas de transição, capazes de comprovar a evolução dos diversos grupos de animais e plantas” se o foco da pesquisa de Luo et al na revista Nature foi sobre os ossinhos do ouvido médio, embora eles tenham entrado em detalhes tentando estabelecer o Yanoconodonte como uma forma transicional.
No cenário evolutivo aceito a priori, os mamíferos primitivos se originaram de répteis com os ossos ainda ‘colados’ no fundo da mandíbula. Com o passar do tempo evolutivo, os ossos traseiros começaram a se separar do fundo da mandíbula. Isso daria, presumivelmente, alguma vantagem auditiva porque os incipientes ossos do ouvido médio (ossículos), o martelo, bigorna, estribo eram mais livres para vibrar. Esses ossículos se separaram completamente da mandíbula como ocorre com os mamíferos modernos, e se “especializaram” exclusivamente para a audição.
Como Lopes não leu a pesquisa original, ele não pôde mencionar para os leitores especializados e não-especializados que os pesquisadores identificaram partes no fóssil que eles chamaram de “malleus” [martelo] e “incus” [bigorna], mas não acharam um “estribo”. Sem “estribo” o Yanoconodonte não galopa, oops não decola como “elo transicional”!
Para corroborar a pesquisa, os autores destacaram que os ossículos estavam parcialmente descolados no Yanoconodonte, mas permaneceram conectados à mandíbula somente pela cartilagem de Meckel ossificada. Eles também salientaram que o “malleus” [martelo] e o “incus” [bigorna] se assemelham aos ossículos completamente descolados do Ornithorhynchus paradoxus, e que esses ossículos teriam surgido durante o desenvolvimento com uma ligação na mandíbula via cartilagem de Meckel, e que mais tarde teria se descolado. A disposição desses ossículos no Yanoconodonte, disseram os autores, pode ser pedomórfica, isto é, um caso em que a ligação embriônica foi mantida até o estado adulto.
E agora, Lopes? Esta é a verdadeira história sobre este “elo de transição”. E qual é o peso científico disso? E das implicações de como a pesquisa foi feita? E sou eu o “picareta” na abordagem do fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução?
Se Darwin aprouver, mañana tem mais!
Fui, rindo das caras desses verdadeiros “picaretas” do jornalismo científico!
NOTA
[1] Zhe-Xi Luo, Peiji Chen, Gang Li, and Meng Chen, “A new eutriconodont mammal and evolutionary development in early mammals,” Nature 446, 288-293 (15 March 2007) | doi:10.1038/nature05627.
Aprendi com meu pai a não ter medo de ninguém. Eu disse aos meus leitores que não iria perder o meu e o tempo deles neste blog com este jornalista. Contudo, vou ter que fazer isso para demonstrar a não veracidade do que ele afirmou de minha pessoa, e lidar seriamente com este suposto “elo de transição” made in China. No campo das idéias, não me tenha por inimigo. Eu vou na jugular. Com as evidências.
Eu não somente gosto da teoria da evolução, como a defino em teoria especial e teoria geral da evolução [coisas que eles não fazem por razões sabidas ― a TGE é um conglomerado de idéias controversas], examinando freqüentemente as evidências a favor e contra. Sou cético da teoria geral da evolução, não por razões puramente ideológicas ou religiosas, mas pelo exame da literatura especializada que acesso na minha universidade e junto a um grupo de cientistas internacionais. Uma leitura objetiva mostra que o neodarwinismo se encontra nos seus estertores epistêmicos, e o upgrade Darwin 3.0 já vem logo aí. Sei do que estou falando. Não será antes de 2009 para não estragar a festa de louvaminhice ao naturalista inglês.
A crítica à TGE, embora aqui recorrente, não é muita capenga. É muito incômoda. Nunca afirmei a inexistência dessas formas transicionais. Sou cético no alarde ensandecido feito de sua comprovação do fato, Fato, FATO da evolução dos diversos grupos de animais e plantas devido às muitas divergências e dificuldades encontradas nessas áreas. O caso das baleias ainda é controverso. A origem e evolução das plantas então, saí de baixo, porque os cientistas estão às apalpadelas nas escuridão epistêmica.
Os tetrápodes são “animais cordados, gnastomados, com dois pares de membros com cinco dedos, que geralmente são modificados, reduzidos ou ausentes, esqueleto ósseo, aberturas nasais ligadas à boca, e coração com duas aurículas” abrangendo desde os anfíbios aos mamíferos” [Aurélio] extintos e vivos.
Lopes afirmou que “o registro fóssil desmente esse pessoal uma vez por mês, pelo menos.” Desmente em quê? Como que uma espécie se transmuta em outra? Ou em alguns casos em que uma pequena modificação morfológica identificada num fóssil indicaria isso?
Lopes aceita a priori a origem dos mamíferos a partir do grupo de répteis, os cinodontes, e que “um dos principais eventos nessa transição é o surgimento dos três ossinhos do nosso ouvido médio, conhecidos como martelo, bigorna e estribo” e que eles “faziam parte da mandíbula dos répteis e foram se destacando dela”. Ele destaca que “a mandíbula dos mamíferos modernos tem um osso só.”
Será que o fóssil “batizado” [argh, isso é como cometer assassinato bárbaro e hediondo] de Yanoconodon allini elucida realmente a evolução do ouvido dos mamíferos?
Eu sou cético dos “elos transicionais” trombeteados pela mídia, não porque a revista Nature foi fundada com objetivo maior de provar o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução de Darwin [Huxley que o diga...], e nem porque ultimamente os cientistas evolucionistas chineses são apanhados com a mão na cumbuca fraudando suas descobertas científicas.
Consideremos a dificuldade epistemológica: essa variedade de espécies vivas e extintas deveria deixar qualquer cientista ou leigo não-especializado com um pé atrás quanto a encaixar formas tão variadas numa seqüência evolutiva de ancestralidade.
Todavia, foi justamente o que fez um grupo de cientistas chineses: a exibição para a comunidade científica de mais um “elo perdido”: um fóssil de mamífero primitivo que, segundo eles, preenche a lacuna na evolução do ouvido médio dos mamíferos.
Na pesquisa publicada na revista Nature Luo et al descreveram uma nova espécie de mamíferos eutriconodontes, Yanoconodonte, que eles descobriram na província de Liaoning, China [1].
Ao contrário do afirmado por Lopes, de não examinar direito as provas a favor ou contra a TGE, eu li cum granum salis esta pesquisa altamente técnica. Acredito que ele, apesar de ser jornalista científico, não fez este dever de casa. Lendo as seções costumeira de descrição e classificação, os autores tentam explicar duas observações feitas por eles:
1. A primeira e mais notável observação: a estrutura do ouvido médio representaria uma forma transicional nítida entre os ossinhos colados dos répteis e os ossinhos descolados do ouvido médio dos mamíferos.
2. Eles observaram uma vértebra extra (26 em vez de 19 para a maioria dos mamíferos, e 22 para o ‘parente’ mais próximo) e a presença de costelas lombares [incomum em mamíferos, mas presentes em alguns grupos bem separados]. Como eles explicaram isto? Pela manipulação de evolução convergente dos genes Hox que governam as divisões da coluna vertebral (sacro, ílio, lombar), e a presença ou ausência das costelas lombares. Experiências com ratos demonstram que essas características podem ser manipuladas [design inteligente?] pelo silenciamento ou a expressão saliente desses genes mestres reguladores de mudança.
Se Lopes tivesse lido a pesquisa, ele não teria sido tão veemente quanto à suposta corroboração do fato, Fato, FATO da evolução. Por quê? Porque não existe nenhuma transição evolutiva nítida nas caracerísticas vertebrais. Luo et al salientaram que Jeholodens, o suposto parente mais próximo do Yanoconodonte não tem costelas lombares [Fig. 4, node 2, p. 292].
Para embolar ainda mais o meio de campo da corroboração deste “elo de transição”, eles encontraram dois parentes num ramo diferente: um com costelas lombares, e outro sem costelas lombares.
Pior ainda, eles disseram que um animal como o Yanoconodonte ter 26 vértebras é “excepcional”. Um outro animal assim é o Repenomamus, um mamífero do período Cretáceo, do tamanho de um cachorro que atacava dinossauros [p. 291].
Eu não sei porque Lopes abriu o seu blog atacando os céticos por não acreditarem na existência de “formas de transição, capazes de comprovar a evolução dos diversos grupos de animais e plantas” se o foco da pesquisa de Luo et al na revista Nature foi sobre os ossinhos do ouvido médio, embora eles tenham entrado em detalhes tentando estabelecer o Yanoconodonte como uma forma transicional.
No cenário evolutivo aceito a priori, os mamíferos primitivos se originaram de répteis com os ossos ainda ‘colados’ no fundo da mandíbula. Com o passar do tempo evolutivo, os ossos traseiros começaram a se separar do fundo da mandíbula. Isso daria, presumivelmente, alguma vantagem auditiva porque os incipientes ossos do ouvido médio (ossículos), o martelo, bigorna, estribo eram mais livres para vibrar. Esses ossículos se separaram completamente da mandíbula como ocorre com os mamíferos modernos, e se “especializaram” exclusivamente para a audição.
Como Lopes não leu a pesquisa original, ele não pôde mencionar para os leitores especializados e não-especializados que os pesquisadores identificaram partes no fóssil que eles chamaram de “malleus” [martelo] e “incus” [bigorna], mas não acharam um “estribo”. Sem “estribo” o Yanoconodonte não galopa, oops não decola como “elo transicional”!
Para corroborar a pesquisa, os autores destacaram que os ossículos estavam parcialmente descolados no Yanoconodonte, mas permaneceram conectados à mandíbula somente pela cartilagem de Meckel ossificada. Eles também salientaram que o “malleus” [martelo] e o “incus” [bigorna] se assemelham aos ossículos completamente descolados do Ornithorhynchus paradoxus, e que esses ossículos teriam surgido durante o desenvolvimento com uma ligação na mandíbula via cartilagem de Meckel, e que mais tarde teria se descolado. A disposição desses ossículos no Yanoconodonte, disseram os autores, pode ser pedomórfica, isto é, um caso em que a ligação embriônica foi mantida até o estado adulto.
E agora, Lopes? Esta é a verdadeira história sobre este “elo de transição”. E qual é o peso científico disso? E das implicações de como a pesquisa foi feita? E sou eu o “picareta” na abordagem do fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução?
Se Darwin aprouver, mañana tem mais!
Fui, rindo das caras desses verdadeiros “picaretas” do jornalismo científico!
NOTA
[1] Zhe-Xi Luo, Peiji Chen, Gang Li, and Meng Chen, “A new eutriconodont mammal and evolutionary development in early mammals,” Nature 446, 288-293 (15 March 2007) | doi:10.1038/nature05627.
O acaso e necessidade de Monod foram pra lata do lixo da História da Ciência!
Aqui neste blog eu não consigo deixar de cutucar os cientistas materialistas que mal utilizam o naturalismo metodológico para avançar sua ideologia materialista como se fosse ciência.
Durante os meus estudos universitários de graduação e pós-graduação o livro “Acaso e Necessidade” de Jacques Monod foi leitura obrigatória. Ainda é hoje em dia. É, acredito que depois desse artigo, a tese não substanciada de ‘acaso e necessidade’ de Monod (1910-1976), será olhada com muito mais rigor cético de que o acaso, a necessidade, mutações filtradas pela seleção natural e outros mecanismos evolutivos ad infinitum, causas naturais precisam sim de causas inteligentes. E que elas são detectáveis empiricamente na natureza.
É por essas e outras que Ph. D.euses não me impressionam, muito menos agora os laureados com prêmio Nobel. Destaco aqui neste blog o abstract do artigo “Timescales of Genetic and Epigenetic Inheritance”, Cell, Vol 128, 655-668, 23. February 2007:
“De acordo com a teoria evolutiva clássica, a variação fenotípica se origina de mutações aleatórias que são independentes da pressão seletiva. Todavia, descobertas recentes sugerem que os organismos evoluíram mecanismos para influenciar o tempo e o local genômico da variabilidade hereditária. Os loci de contingência hipervariáveis e as mudanças epigenéticas aumentam a variabilidade de fenótipos específicos; as DNA replicases sujeitas a erro (ou DNA polimerases sujeitas a erro) produzem muita variabilidade em tempos de stress.
Interessantemente, esses mecanismos parecem sintonizar [SIC ULTRA PLUS 1] a variabilidade de um determinado genótipo para combinar com a variabilidade da pressão seletiva atuante. Embora essas observações não debilitem a teoria de Darwin [SIC ULTRA PLUS 2], elas sugerem que a seleção e a variabilidade são menos independentes do que antes pensado [Oh, não! Emma, por essa Darwin não esperava].” [1]
No seu livro famoso, Jacques Monod falou sobre o que o mecanismo [???] do acaso era capaz e que nunca seria destronado:
“Nós chamamos esses [mutações] eventos acidentais; nós afirmamos que eles são ocorrências randômicas. E desde que elas se constituem a única fonte possível de modificações no texto genético, ela mesma o único depósito das estruturas hereditárias do organismo, segue-se, necessariamente, que o acaso somente é a fonte de toda inovação, de toda criação na biosfera. Puro acaso, absolutamente livre e cego, bem lá na raiz do edifício estupendo da evolução: este conceito central da biologia não é mais um entre outros possíveis ou até hipóteses concebíveis. É hoje, a única hipótese concebível, a única que bate com o fato observado e testado. E nada garante a suposição ― ou a esperança ― de que neste sentido a nossa posição deva provavelmente ser revista.” [2]
Acaso: conceito central em biologia. Necessidade: também considerado central em biologia. Mas a natureza teima em contrariar esses Ph. D.euses. Evidências são dados. Os cientistas devem seguir as evidências aonde forem dar. Mesmo que bufando. A contragosto. Convencido pela verdade dos fatos e de suas interpretações arbitradas [peer-reviewed é mais chique].
Pensar que Monod ainda é leitura obrigatória em nossas universidades. Pensar que suas teses ainda são consideradas em muitos arraiais como ‘verdade final’ em pleno século XXI?
A razão maior de eu ser iconoclasta livremente aqui neste blog e a duras penas entre a Nomenklatura científica [ué, mas não era somente “professorzinho do ensino médio”???] indo de encontro com as idéias sedimentadas da ciência convencional, é por que:
“A reverência pelos ancestrais intelectuais é inconveniente dentro de uma comunidade ostensivamente orientada para um presente mover esperançosamente dentro de um futuro desconhecido, mas glorioso. Como praticado em tal comunidade, a história freqüentemente luta para evitar a presença de pensamento whiggeriano ou antiquarianismo nostálgico.” [3]
Monod morreu. Viva Monod!
Pro bonum scientiae ― que venga la revolución del design inteligente!
NOTAS:
[1] Rando O. J. and Verstrepen K. J. (2007) “Timescales of Genetic and Epigenetic Inheritance” (review) Cell, Vol 128, 655-668, 23. February 2007.
[2] "We call these [mutation] events accidental; we say that they are random occurrences. And since they constitute the only possible source of modifications in the genetic text, itself the sole repository of the organism’s hereditary structures, it necessarily follows that chance alone is at the source of every innovation, of all creation in the biosphere. Pure chance, absolutely free and blind, at the very root of the stupendous edifice of evolution: this central concept of modern biology is no longer one among other possible or even conceivable hypotheses. It is today the sole conceivable hypothesis, the only one that squares with observed and tested fact. And nothing warrants the supposition --or the hope – that on this score our position is likely to be revised." (MONOD, Jacques, Chance and Necessity, pp. 112-113.).
Monod recebeu o prêmio Nobel juntamente com François Jacob, André Lwoff em 1965.
[3] REINGHOLD, Nathan. “On Not Doing the Papers of Great Scientists”, British Journal of History of Science, 1987, 20:29.
Durante os meus estudos universitários de graduação e pós-graduação o livro “Acaso e Necessidade” de Jacques Monod foi leitura obrigatória. Ainda é hoje em dia. É, acredito que depois desse artigo, a tese não substanciada de ‘acaso e necessidade’ de Monod (1910-1976), será olhada com muito mais rigor cético de que o acaso, a necessidade, mutações filtradas pela seleção natural e outros mecanismos evolutivos ad infinitum, causas naturais precisam sim de causas inteligentes. E que elas são detectáveis empiricamente na natureza.É por essas e outras que Ph. D.euses não me impressionam, muito menos agora os laureados com prêmio Nobel. Destaco aqui neste blog o abstract do artigo “Timescales of Genetic and Epigenetic Inheritance”, Cell, Vol 128, 655-668, 23. February 2007:
“De acordo com a teoria evolutiva clássica, a variação fenotípica se origina de mutações aleatórias que são independentes da pressão seletiva. Todavia, descobertas recentes sugerem que os organismos evoluíram mecanismos para influenciar o tempo e o local genômico da variabilidade hereditária. Os loci de contingência hipervariáveis e as mudanças epigenéticas aumentam a variabilidade de fenótipos específicos; as DNA replicases sujeitas a erro (ou DNA polimerases sujeitas a erro) produzem muita variabilidade em tempos de stress.
Interessantemente, esses mecanismos parecem sintonizar [SIC ULTRA PLUS 1] a variabilidade de um determinado genótipo para combinar com a variabilidade da pressão seletiva atuante. Embora essas observações não debilitem a teoria de Darwin [SIC ULTRA PLUS 2], elas sugerem que a seleção e a variabilidade são menos independentes do que antes pensado [Oh, não! Emma, por essa Darwin não esperava].” [1]
No seu livro famoso, Jacques Monod falou sobre o que o mecanismo [???] do acaso era capaz e que nunca seria destronado:
“Nós chamamos esses [mutações] eventos acidentais; nós afirmamos que eles são ocorrências randômicas. E desde que elas se constituem a única fonte possível de modificações no texto genético, ela mesma o único depósito das estruturas hereditárias do organismo, segue-se, necessariamente, que o acaso somente é a fonte de toda inovação, de toda criação na biosfera. Puro acaso, absolutamente livre e cego, bem lá na raiz do edifício estupendo da evolução: este conceito central da biologia não é mais um entre outros possíveis ou até hipóteses concebíveis. É hoje, a única hipótese concebível, a única que bate com o fato observado e testado. E nada garante a suposição ― ou a esperança ― de que neste sentido a nossa posição deva provavelmente ser revista.” [2]
Acaso: conceito central em biologia. Necessidade: também considerado central em biologia. Mas a natureza teima em contrariar esses Ph. D.euses. Evidências são dados. Os cientistas devem seguir as evidências aonde forem dar. Mesmo que bufando. A contragosto. Convencido pela verdade dos fatos e de suas interpretações arbitradas [peer-reviewed é mais chique].
Pensar que Monod ainda é leitura obrigatória em nossas universidades. Pensar que suas teses ainda são consideradas em muitos arraiais como ‘verdade final’ em pleno século XXI?
A razão maior de eu ser iconoclasta livremente aqui neste blog e a duras penas entre a Nomenklatura científica [ué, mas não era somente “professorzinho do ensino médio”???] indo de encontro com as idéias sedimentadas da ciência convencional, é por que:
“A reverência pelos ancestrais intelectuais é inconveniente dentro de uma comunidade ostensivamente orientada para um presente mover esperançosamente dentro de um futuro desconhecido, mas glorioso. Como praticado em tal comunidade, a história freqüentemente luta para evitar a presença de pensamento whiggeriano ou antiquarianismo nostálgico.” [3]
Monod morreu. Viva Monod!
Pro bonum scientiae ― que venga la revolución del design inteligente!
NOTAS:
[1] Rando O. J. and Verstrepen K. J. (2007) “Timescales of Genetic and Epigenetic Inheritance” (review) Cell, Vol 128, 655-668, 23. February 2007.
[2] "We call these [mutation] events accidental; we say that they are random occurrences. And since they constitute the only possible source of modifications in the genetic text, itself the sole repository of the organism’s hereditary structures, it necessarily follows that chance alone is at the source of every innovation, of all creation in the biosphere. Pure chance, absolutely free and blind, at the very root of the stupendous edifice of evolution: this central concept of modern biology is no longer one among other possible or even conceivable hypotheses. It is today the sole conceivable hypothesis, the only one that squares with observed and tested fact. And nothing warrants the supposition --or the hope – that on this score our position is likely to be revised." (MONOD, Jacques, Chance and Necessity, pp. 112-113.).
Monod recebeu o prêmio Nobel juntamente com François Jacob, André Lwoff em 1965.
[3] REINGHOLD, Nathan. “On Not Doing the Papers of Great Scientists”, British Journal of History of Science, 1987, 20:29.
O “FEBEAPAD” Março de 2007 vai para a paleoneurologia evolutiva e a Newsweek
segunda-feira, março 19, 2007
Como “o anta do Enézio”, “o Jeguézio” [obrigado, Roberto Takata, USP], “o simples professorzinho do ensino médio” [será???] não tem tanta competência nesta área científica juvenil, mas extremamente complexa que já está revolucionando o nosso entendimento sobre o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução, vou chamar um especialista mais competente para lançar luz sobre a nossa total ignorância nesta área científica tão importante vez que em Pindorama ainda não existem especialistas renomados em paleoneurologia evolutiva. Pra quê?
Com a palavra Michael Engnor
Paleoneurologia evolutiva. O cérebro entra em parafuso.
Esta é a sua tarefa. Você deve ler a mente de alguém chamada “Lucy.” Na verdade, você deve descobrir de onde veio a mente de Lucy. Você não pode conhecer Lucy. Ela está morta há 3.2 milhões de anos. O seu único dado será um fragmento do crânio fossilizado de Lucy e análise genética de alguns macacos, homens, e piolho.
Isto não é um pesadelo. Isto é uma nova área excitante de biologia evolutiva, e está na capa da revista Newsweek. E eles estão sérios.
A história de capa na Newsweek esta semana, “The Evolution Revolution,” [A revolução da evolução] é sobre a paleoneurologia evolutiva. É o estudo de cérebros e mentes de hominídeos antigos datando uns 7 milhões de anos atrás. Sharon Beagley, repórter da Newsweek faz uma viagem crédula das especulações darwinistas padrão: nós podemos dizer quando os humanos usaram roupas pela primeira vez pela análise genética do piolho do corpo moderno, ou talvez a sociedade humana foi o resultado do surgimento do gene da oxitocina, um hormônio que faz com que as mães produzam leite e que pode influenciar o comportamento social nos humanos.
Os paleoneurologistas evolucionistas afirmam saber algo do que os hominídeos antigos realmente pensavam só estudando os fragmentos de seus crânios fossilizados. A srta. Begley nos informa que “a paleoneurologia está documentando quando surgiram as estruturas que fazem a mente humana funcionar, lançando luz sobre como nossos ancestrais viveram e pensaram.” O que realmente nós podemos saber sobre o que os hominídeos antigos pensavam?
Eu pesquiso cérebros vivos. A minha especialidade é estudar as pulsações na corrente sangüínea que passa pelo cérebro e tento entender como que o cérebro responde às pulsações. Eu estudo ratos e cachorros no laboratório, e o fluxo de sangue no cérebro de pessoas usando as tomografias MRI. É difícil de fazer, e três séculos após a descoberta das veias capilares, nós apenas estamos começando a ser capazes de ver realmente o sangue fluindo pelas veias capilares no cérebro.
Eu não posso dizer o que as pessoas vivas (ou ratos vivos) estão pensando só em olhar os seus cérebros, e eu até nem posso dizer usando a microscopia confocal de dois fótons (a última novidade em fazer imagens de veias capilares). É claro, eu não posso dizer o que pessoas mortas costumavam pensar ao estudar os seus cérebros, e eu certamente não posso dizer o que as pessoas mortas costumavam pensar se eu não tenho um pedacinho de tecido de seus cérebros. E eu certamente não posso dizer o que os hominídeos de 3.2 milhões de anos atrás costumavam pensar só estudando os seus crânios.
Até mesmo a sugestão de que nós poderíamos entender as mentes de hominídeos extintos que viveram há 3.2 milhões de anos atrás ao estudar os fragmentos de seus crânios fossilizados e os genes de macacos, homens e piolhos modernos, funde a cuca. Este tipo de ciência faz a frenologia parecer ciência exata.
É uma ironia impressionante. A inferência de que a origem do código genético e da intricada nanotecnologia nas células vivas possam ser produtos de uma agência inteligente é considerada “não ciência”, e a mera menção disso está banido nas escolas públicas. A inferência de que nós podemos entender os cérebros e os pensamentos de hominídeos de 3.2 mihões de anos de idade só estudando os fragmentos de seus crânios e a genética de piolhos é uma “Revolução da Evolução” e vira capa na revista Newsweek.
O cérebro entra em parafuso.
Postado por Michael Egnor [1] em 19 de março de 2007 12:38 AM Permalink
+++++
[1] Michael Engnor é simplesmente um dos renomados neurocirugiões americanos segundo o não menos famoso e confiável jornal The New York Times. Será que os editores e jornalistas deste pasquim insignificante já estão na folha de pagamento da turma nefasta e perigosa do Design Inteligente?
O “FEBEAPAD” é abreviação de “Festival de Besteira que Assola o País Darwinista”. Imitando ao saudoso Stanislaw Ponte Preta, é o prêmio que este blogger concede aos “avanços científicos” sob a luz do clichê de Dobzhansky de que “nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução”.
O “FEBEAPAD” de março de 2007 vai para o mais novo campo da paleoneurologia evolutiva e a Newsweek.
++++
Leia mais em:
JC E-Mail 3223 de 15 de março de 2007
Piolhos ajudam a explicar a evolução do homem O Estado de São Paulo
Diferenças de DNA entre piolhos humanos e de gorilas selvagens indicaram que eles se separaram há 3,3 milhões de anos
Com a palavra Michael Engnor
Paleoneurologia evolutiva. O cérebro entra em parafuso.
Esta é a sua tarefa. Você deve ler a mente de alguém chamada “Lucy.” Na verdade, você deve descobrir de onde veio a mente de Lucy. Você não pode conhecer Lucy. Ela está morta há 3.2 milhões de anos. O seu único dado será um fragmento do crânio fossilizado de Lucy e análise genética de alguns macacos, homens, e piolho.
Isto não é um pesadelo. Isto é uma nova área excitante de biologia evolutiva, e está na capa da revista Newsweek. E eles estão sérios.
A história de capa na Newsweek esta semana, “The Evolution Revolution,” [A revolução da evolução] é sobre a paleoneurologia evolutiva. É o estudo de cérebros e mentes de hominídeos antigos datando uns 7 milhões de anos atrás. Sharon Beagley, repórter da Newsweek faz uma viagem crédula das especulações darwinistas padrão: nós podemos dizer quando os humanos usaram roupas pela primeira vez pela análise genética do piolho do corpo moderno, ou talvez a sociedade humana foi o resultado do surgimento do gene da oxitocina, um hormônio que faz com que as mães produzam leite e que pode influenciar o comportamento social nos humanos.
Os paleoneurologistas evolucionistas afirmam saber algo do que os hominídeos antigos realmente pensavam só estudando os fragmentos de seus crânios fossilizados. A srta. Begley nos informa que “a paleoneurologia está documentando quando surgiram as estruturas que fazem a mente humana funcionar, lançando luz sobre como nossos ancestrais viveram e pensaram.” O que realmente nós podemos saber sobre o que os hominídeos antigos pensavam?
Eu pesquiso cérebros vivos. A minha especialidade é estudar as pulsações na corrente sangüínea que passa pelo cérebro e tento entender como que o cérebro responde às pulsações. Eu estudo ratos e cachorros no laboratório, e o fluxo de sangue no cérebro de pessoas usando as tomografias MRI. É difícil de fazer, e três séculos após a descoberta das veias capilares, nós apenas estamos começando a ser capazes de ver realmente o sangue fluindo pelas veias capilares no cérebro.
Eu não posso dizer o que as pessoas vivas (ou ratos vivos) estão pensando só em olhar os seus cérebros, e eu até nem posso dizer usando a microscopia confocal de dois fótons (a última novidade em fazer imagens de veias capilares). É claro, eu não posso dizer o que pessoas mortas costumavam pensar ao estudar os seus cérebros, e eu certamente não posso dizer o que as pessoas mortas costumavam pensar se eu não tenho um pedacinho de tecido de seus cérebros. E eu certamente não posso dizer o que os hominídeos de 3.2 milhões de anos atrás costumavam pensar só estudando os seus crânios.
Até mesmo a sugestão de que nós poderíamos entender as mentes de hominídeos extintos que viveram há 3.2 milhões de anos atrás ao estudar os fragmentos de seus crânios fossilizados e os genes de macacos, homens e piolhos modernos, funde a cuca. Este tipo de ciência faz a frenologia parecer ciência exata.
É uma ironia impressionante. A inferência de que a origem do código genético e da intricada nanotecnologia nas células vivas possam ser produtos de uma agência inteligente é considerada “não ciência”, e a mera menção disso está banido nas escolas públicas. A inferência de que nós podemos entender os cérebros e os pensamentos de hominídeos de 3.2 mihões de anos de idade só estudando os fragmentos de seus crânios e a genética de piolhos é uma “Revolução da Evolução” e vira capa na revista Newsweek.
O cérebro entra em parafuso.
Postado por Michael Egnor [1] em 19 de março de 2007 12:38 AM Permalink
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[1] Michael Engnor é simplesmente um dos renomados neurocirugiões americanos segundo o não menos famoso e confiável jornal The New York Times. Será que os editores e jornalistas deste pasquim insignificante já estão na folha de pagamento da turma nefasta e perigosa do Design Inteligente?
O “FEBEAPAD” é abreviação de “Festival de Besteira que Assola o País Darwinista”. Imitando ao saudoso Stanislaw Ponte Preta, é o prêmio que este blogger concede aos “avanços científicos” sob a luz do clichê de Dobzhansky de que “nada em biologia faz sentido a não ser à luz da evolução”.
O “FEBEAPAD” de março de 2007 vai para o mais novo campo da paleoneurologia evolutiva e a Newsweek.
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Leia mais em:
JC E-Mail 3223 de 15 de março de 2007
Piolhos ajudam a explicar a evolução do homem O Estado de São Paulo
Diferenças de DNA entre piolhos humanos e de gorilas selvagens indicaram que eles se separaram há 3,3 milhões de anos
Picaretagem safada em nome de Darwin
domingo, março 18, 2007
Num blog de mídia muito mais poderosa [não vou declinar o nome, para não dar publicidade, mas eles sabem de quem estou falando pois “baixam” dados aqui] fui chamado de “picareta”. Segundo o Aurélio, picareta é quem usa de expedientes ou embustes para alcançar favores. Poderia processar por danos morais esse jornalista fajuto pelo comentário airado [desvairado, alucinado, louco, sem seriedade, leviano, irresponsável, coisa de vadio, vagabundo, doidivanas, estróina], mas não vale a pena. A nossa justiça é lenta demais. Aqui neste blog, em relação à Nomenklatura científica e a Grande Mídia tupiniquim, a gente mata a cobra e mostra o pau.
Eu relaciono aqui algumas fraudes das muitas “picaretagens cabeludas” perpetradas por cientistas evolucionistas para a corroboração do fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução [aspecto extremamente controverso e polêmico porque um evento estritamente histórico macroevolutivo e até hoje apenas circunstancialmente ‘comprovado’ ―é aceito a priori porque “nada em biologia faz sentido, a não ser à luz da evolução”]. Quem frauda um, frauda dois, três, quatro, cinco, seis, frauda ad infinitum. Os embriões de Haeckel [eles ainda continuam em nossos livros-texto de Biologia do ensino médio?], o “Homem de Piltdown” [Teilhard de Chardin???], e mais recentemente os chineses com o “dinossauro emplumado”. Mas o que é uma “fraudezinha” cometida por esses “picaretas” aqui e ali para o avanço da ciência, não é mesmo?
Quando aqui posto qualquer coisa, faço respaldado “sobre os ombros de gigantes”. Sempre que posso, coloco links remetendo os leitores para a fonte original a fim de confirmarem a veracidade do aqui exarado. Isso não é coisa de “picareta”. Sei do que estou falando, embora seja apenas o “Jeguézio” [Roberto Takata ― USP na busca Google por mim???], “o anta do Enézio”, “o simples professorzinho do ensino médio” [será???], e outros impropérios que uma busca na internet revela a não seriedade desses interlocutores.
Reproduzo a seguir como a picaretagem safada em nome de Darwin é feita, mais ou menos, nos livros didáticos e na Grande Mídia internacional e tupiniquim:
“Na manhã de 24 de novembro de 1859, o livro “Origem das Espécies” de Charles Darwin fez a sua primeira aparição e o mundo mudou para sempre. Uma era de fé caiu em profunda dúvida religiosas, e os crentes de todos os tipos se levantaram para pronunciar um anátema no tratado ímpio de Darwin, inflamando uma nova batalha na guerra entre a ciência e a religião de muito tempo. Mas enquanto os reacionários se enfureceram, a comunidade científica logo veio aceitar a seleção natural, e a redescoberta do trabalho de Gregor Mendel em 1900 (que marcou a fundação da genética moderna) colocou o selo do triunfo de Darwin ao fornecer a peça que faltava ao seu quebra-cabeça ―uma compreensão científica de como funciona a herança [dos caracteres].”
Nada mais falso. Segundo Jim Enderby, tudo no parágrafo acima é bobagem pura, a não ser a data da publicação do Origem das Espécies, mas até isso é considerado como falso na edição “variorum” de Morse Peckham do Origem das Espécies, recentemente reimpressa que afirma ser 26 de novembro a data certa.
Jim Enderby é apenas um “mero” historiador da ciência na “insignificante” Universidade de Cambridge.
Deixo de mencionar aqui o link da resenha dele, pois pretendo abordar outros aspectos dessa picaretagem safada feita, impunemente, na Nomenklatura científica e na Grande Mídia tupiniquim em nome de Darwin.
Quem é o verdadeiro picareta, cara-pálida, oops jornalista?
Eu relaciono aqui algumas fraudes das muitas “picaretagens cabeludas” perpetradas por cientistas evolucionistas para a corroboração do fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução [aspecto extremamente controverso e polêmico porque um evento estritamente histórico macroevolutivo e até hoje apenas circunstancialmente ‘comprovado’ ―é aceito a priori porque “nada em biologia faz sentido, a não ser à luz da evolução”]. Quem frauda um, frauda dois, três, quatro, cinco, seis, frauda ad infinitum. Os embriões de Haeckel [eles ainda continuam em nossos livros-texto de Biologia do ensino médio?], o “Homem de Piltdown” [Teilhard de Chardin???], e mais recentemente os chineses com o “dinossauro emplumado”. Mas o que é uma “fraudezinha” cometida por esses “picaretas” aqui e ali para o avanço da ciência, não é mesmo?
Quando aqui posto qualquer coisa, faço respaldado “sobre os ombros de gigantes”. Sempre que posso, coloco links remetendo os leitores para a fonte original a fim de confirmarem a veracidade do aqui exarado. Isso não é coisa de “picareta”. Sei do que estou falando, embora seja apenas o “Jeguézio” [Roberto Takata ― USP na busca Google por mim???], “o anta do Enézio”, “o simples professorzinho do ensino médio” [será???], e outros impropérios que uma busca na internet revela a não seriedade desses interlocutores.
Reproduzo a seguir como a picaretagem safada em nome de Darwin é feita, mais ou menos, nos livros didáticos e na Grande Mídia internacional e tupiniquim:
“Na manhã de 24 de novembro de 1859, o livro “Origem das Espécies” de Charles Darwin fez a sua primeira aparição e o mundo mudou para sempre. Uma era de fé caiu em profunda dúvida religiosas, e os crentes de todos os tipos se levantaram para pronunciar um anátema no tratado ímpio de Darwin, inflamando uma nova batalha na guerra entre a ciência e a religião de muito tempo. Mas enquanto os reacionários se enfureceram, a comunidade científica logo veio aceitar a seleção natural, e a redescoberta do trabalho de Gregor Mendel em 1900 (que marcou a fundação da genética moderna) colocou o selo do triunfo de Darwin ao fornecer a peça que faltava ao seu quebra-cabeça ―uma compreensão científica de como funciona a herança [dos caracteres].”
Nada mais falso. Segundo Jim Enderby, tudo no parágrafo acima é bobagem pura, a não ser a data da publicação do Origem das Espécies, mas até isso é considerado como falso na edição “variorum” de Morse Peckham do Origem das Espécies, recentemente reimpressa que afirma ser 26 de novembro a data certa.
Jim Enderby é apenas um “mero” historiador da ciência na “insignificante” Universidade de Cambridge.
Deixo de mencionar aqui o link da resenha dele, pois pretendo abordar outros aspectos dessa picaretagem safada feita, impunemente, na Nomenklatura científica e na Grande Mídia tupiniquim em nome de Darwin.
Quem é o verdadeiro picareta, cara-pálida, oops jornalista?
BOMBA! BOMBA! Vai acabar a ausência do contraditório nas reportagens da FSP
sexta-feira, março 16, 2007
O ombudsman da Folha de São Paulo, Marcelo Beraba, publicou duas colunas alvissareiras: “O futuro, sem exageros” (A6 Brasil, 04/03/07) e “Bush e as fontes alternativas” (A8 Brasil, 11/03/07).

(Arquivo da página do ombudsman da FSP)
No primeiro, Beraba destacou o “erro grave” cometido na edição de São Paulo de 28 de fevereiro de 2007, noticiando (sem questionar) o resultado dos estudos encomendados pelo Ministério do Meio Ambiente sobre os efeitos do aquecimento global no Brasil. A FSP se corrigiu no dia seguinte, mas o ombudsman considerou a correção “insuficiente”. Razão? Ele entendeu existir “um interesse cada vez maior das pessoas nessas previsões e que o alarmismo pode levar ao descrédito um grande esforço que parte das universidades e de organizações não-governamentais”. Beraba, porém, foi “cético” até desse esforço, pois publicou a opinião divergente do Prof. Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP e membro do IPCC.
Meno male!
No segundo artigo, Beraba destacou a distribuição de um comunicado a todos os editores [SIC ULTRA PLUS 1] feita pela FSP para que preparassem “uma relação das áreas de cobertura jornalística que consideram mais importantes sob sua responsabilidade”, e a partir desta definição “o jornal pretende compor listas de fontes de informação para cada um dos setores elegidos” [SIC ULTRA PLUS 2].
Por que isso agora? Segundo o comunicado assinado por Vaguinaldo Marinheiro, secretário de Redação da FSP, um levantamento interno demonstrou que “o jornal consulta poucas fontes para a realização de reportagens” [SIC ULTRA PLUS 3], e que ouve sempre as mesmas pessoas [SIC ULTRA PLUS 3]. A intenção, segundo Marinheiro, “é enriquecer ao máximo essas relações [de fontes] para que possamos diversificar as vozes no jornal” [SIC ULTRA PLUS 4].
Beraba afirmou que esta iniciativa de buscar fontes novas é alentadora, e bem-vinda, vez que “são visíveis a pobreza de nomes a que a imprensa recorre e a ausência do contraditório” [SIC ULTRA PLUS 5]. Razão? Porque, em primeiro lugar, a FSP tem, “entre os seus compromissos editoriais, o pluralismo, assim justificado: Numa sociedade complexa, todo fato se presta a interpretações múltiplas, quando não antagônicas [SIC ULTRA PLUS 6]. O leitor da Folha deve ter assegurado seu direito de acesso a todas elas. Todas as tendências ideológicas expressivas da sociedade devem estar representadas no jornal” [SIC ULTRA PLUS 7].
Em segundo lugar, Beraba afirmou que o diagnóstico da Secretaria de Redação está certo: “é visível a pobreza de fontes a que a imprensa em geral recorre; salta aos olhos a ausência do contraditório [SIC ULTRA PLUS 8] nas reportagens; e é desconcertante a repetição dos mesmos ‘especialistas’ de sempre.” [SIC ULTRA PLUS 9]. Beraba destacou ali o caso do etanol ―”Encontrei pouquíssimos registros de opiniões divergentes, céticas [SIC ULTRA PLUS 10] ou, pelo menos, preocupadas com a tal euforia”, e que em outros casos “o problema não é só da Folha”, e que “vários estudos feitos por organizações que observam o trabalho da imprensa registram a nossa miséria.” [SIC ULTRA PLUS 11].
Concordo plenamente com Beraba, a iniciativa da FSP de “buscar fontes novas e diversificadas [SIC ULTRA PLUS 12] para o apoio da Redação é um alento.” E, com esta eu quase caí de costas ―Beraba fez questão de registrar isso em sua coluna “para que as instituições, organizações e vozes que hoje não encontram espaço no jornal para opinião ou difusão de informações possam se apresentar.” [SIC ULTRA PLUS 13] Eu jamais esperava esse tipo de “metanóia” na Grande Mídia nacional, mas Beraba afirma que “as mensagens dirigidas ao ombudsman com identificação do remetente e dados objetivos sobre especializações ou sobre áreas de atuação serão encaminhadas para a Redação com a esperança de que possam contribuir para a produção de um jornalismo de fato pluralista.” [SIC ULTRA PLUS 14].
Molto bene!!!
Por favor, alguém me belisque bem forte, mas é justamente isso que venho apontando para a FSP desde 1998 [mas desde Caio Túlio Costa, o primeiro ombudsman]: a FSP precisa ouvir o outro lado de todos os lados. Quer tal começar a ouvir os teóricos e proponentes do Design Inteligente e os demais críticos do darwinismo?
Marcelo Beraba, com profundo respeito!

(Arquivo da página do ombudsman da FSP)
No primeiro, Beraba destacou o “erro grave” cometido na edição de São Paulo de 28 de fevereiro de 2007, noticiando (sem questionar) o resultado dos estudos encomendados pelo Ministério do Meio Ambiente sobre os efeitos do aquecimento global no Brasil. A FSP se corrigiu no dia seguinte, mas o ombudsman considerou a correção “insuficiente”. Razão? Ele entendeu existir “um interesse cada vez maior das pessoas nessas previsões e que o alarmismo pode levar ao descrédito um grande esforço que parte das universidades e de organizações não-governamentais”. Beraba, porém, foi “cético” até desse esforço, pois publicou a opinião divergente do Prof. Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP e membro do IPCC.
Meno male!
No segundo artigo, Beraba destacou a distribuição de um comunicado a todos os editores [SIC ULTRA PLUS 1] feita pela FSP para que preparassem “uma relação das áreas de cobertura jornalística que consideram mais importantes sob sua responsabilidade”, e a partir desta definição “o jornal pretende compor listas de fontes de informação para cada um dos setores elegidos” [SIC ULTRA PLUS 2].
Por que isso agora? Segundo o comunicado assinado por Vaguinaldo Marinheiro, secretário de Redação da FSP, um levantamento interno demonstrou que “o jornal consulta poucas fontes para a realização de reportagens” [SIC ULTRA PLUS 3], e que ouve sempre as mesmas pessoas [SIC ULTRA PLUS 3]. A intenção, segundo Marinheiro, “é enriquecer ao máximo essas relações [de fontes] para que possamos diversificar as vozes no jornal” [SIC ULTRA PLUS 4].
Beraba afirmou que esta iniciativa de buscar fontes novas é alentadora, e bem-vinda, vez que “são visíveis a pobreza de nomes a que a imprensa recorre e a ausência do contraditório” [SIC ULTRA PLUS 5]. Razão? Porque, em primeiro lugar, a FSP tem, “entre os seus compromissos editoriais, o pluralismo, assim justificado: Numa sociedade complexa, todo fato se presta a interpretações múltiplas, quando não antagônicas [SIC ULTRA PLUS 6]. O leitor da Folha deve ter assegurado seu direito de acesso a todas elas. Todas as tendências ideológicas expressivas da sociedade devem estar representadas no jornal” [SIC ULTRA PLUS 7].
Em segundo lugar, Beraba afirmou que o diagnóstico da Secretaria de Redação está certo: “é visível a pobreza de fontes a que a imprensa em geral recorre; salta aos olhos a ausência do contraditório [SIC ULTRA PLUS 8] nas reportagens; e é desconcertante a repetição dos mesmos ‘especialistas’ de sempre.” [SIC ULTRA PLUS 9]. Beraba destacou ali o caso do etanol ―”Encontrei pouquíssimos registros de opiniões divergentes, céticas [SIC ULTRA PLUS 10] ou, pelo menos, preocupadas com a tal euforia”, e que em outros casos “o problema não é só da Folha”, e que “vários estudos feitos por organizações que observam o trabalho da imprensa registram a nossa miséria.” [SIC ULTRA PLUS 11].
Concordo plenamente com Beraba, a iniciativa da FSP de “buscar fontes novas e diversificadas [SIC ULTRA PLUS 12] para o apoio da Redação é um alento.” E, com esta eu quase caí de costas ―Beraba fez questão de registrar isso em sua coluna “para que as instituições, organizações e vozes que hoje não encontram espaço no jornal para opinião ou difusão de informações possam se apresentar.” [SIC ULTRA PLUS 13] Eu jamais esperava esse tipo de “metanóia” na Grande Mídia nacional, mas Beraba afirma que “as mensagens dirigidas ao ombudsman com identificação do remetente e dados objetivos sobre especializações ou sobre áreas de atuação serão encaminhadas para a Redação com a esperança de que possam contribuir para a produção de um jornalismo de fato pluralista.” [SIC ULTRA PLUS 14].
Molto bene!!!
Por favor, alguém me belisque bem forte, mas é justamente isso que venho apontando para a FSP desde 1998 [mas desde Caio Túlio Costa, o primeiro ombudsman]: a FSP precisa ouvir o outro lado de todos os lados. Quer tal começar a ouvir os teóricos e proponentes do Design Inteligente e os demais críticos do darwinismo?
Marcelo Beraba, com profundo respeito!
A caravana passa e os cães ladram!
quinta-feira, março 15, 2007
Recebi um e-mail de um leitor deste blog alertando-me para uma crítica a este blogger num conhecido e mais poderoso canal de mídia. Eu já tinha tomado conhecimento disso esta semana.
Duas coisas ficam patentes: eles estão lendo este blog [mas não estão lidando objetivamente com as críticas ao fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução aqui expostas], e estão cada vez mais incomodados. Aqui neste blog, a caravana das evidências contrárias à substanciação das atuais teorias da origem e evolução da vida passa e os cães ladram. É somente isso que eles podem fazer: ladrar!
Como bem dizia o meu saudoso presidente do Corinthians, Vicente Matheus - "Quem está na chuva é para se queimar!" Não vou perder o meu tempo e o dos leitores deste blog com estes cães.
Duas coisas ficam patentes: eles estão lendo este blog [mas não estão lidando objetivamente com as críticas ao fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução aqui expostas], e estão cada vez mais incomodados. Aqui neste blog, a caravana das evidências contrárias à substanciação das atuais teorias da origem e evolução da vida passa e os cães ladram. É somente isso que eles podem fazer: ladrar!
Como bem dizia o meu saudoso presidente do Corinthians, Vicente Matheus - "Quem está na chuva é para se queimar!" Não vou perder o meu tempo e o dos leitores deste blog com estes cães.
BOMBA! BOMBA! Lineu ficaria do lado de Darwin!
quarta-feira, março 14, 2007
A renomada revista científica Nature, edição de 15/03/2007, tem uma reportagem de capa sobre o 300o aniversário de Lineu, o ‘pai’ da taxonomia.

O editorial de abertura comenta sobre a possível crença de Lineu na teoria geral da evolução:
"Lineu sem dúvida acharia muito do que se admirar no mundo científico de hoje: a sua scholarship; a sua capacidade em reunir dados ao redor do mundo em minutos; as suas ferramentas para examinar as essências. Ele certamente que ficaria do lado da teoria evolutiva..." [1]

Uau! Por favor, me belisquem. Não acredito que li isto no editorial de um revista científica de renome como a Nature. Exercício de necromância e futurologia? Lineu, o criacionista, deve estar bufando de raiva com tamanha ‘falsa profecia’ naturalista...
O texto em PDF pode ser baixado gratuitamente no site da Nature.
NOTA
[1] "Linnaeus would no doubt find much to admire in today's scientific world: its
scholarship; its ability to assemble data from around the world in minutes; its
tools for examining essences. He would hopefully come round to evolutionary
theory...".

O editorial de abertura comenta sobre a possível crença de Lineu na teoria geral da evolução:
"Lineu sem dúvida acharia muito do que se admirar no mundo científico de hoje: a sua scholarship; a sua capacidade em reunir dados ao redor do mundo em minutos; as suas ferramentas para examinar as essências. Ele certamente que ficaria do lado da teoria evolutiva..." [1]

Uau! Por favor, me belisquem. Não acredito que li isto no editorial de um revista científica de renome como a Nature. Exercício de necromância e futurologia? Lineu, o criacionista, deve estar bufando de raiva com tamanha ‘falsa profecia’ naturalista...
O texto em PDF pode ser baixado gratuitamente no site da Nature.
NOTA
[1] "Linnaeus would no doubt find much to admire in today's scientific world: its
scholarship; its ability to assemble data from around the world in minutes; its
tools for examining essences. He would hopefully come round to evolutionary
theory...".
5º Encontro de Filosofia e História da Biologia no Mackenzie
O boletim da Agência FAPESP de 14/03/2007 anuncia o 5º Encontro de Filosofia e História da Biologia (de 9 a 11 de agosto, em São Paulo) promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Associação Brasileira de Filosofia e História da Biologia (ABFHiB).
Este encontro vai reunir pesquisadores nacionais e estrangeiros para uma questão científica extremamente importante: o debate sobre questões epistemológicas da biologia ao longo do seu desenvolvimento como ciência. Será que desta vez tomaremos maior conhecimento sobre o atual status epistêmico do neodarwinismo?
A inscrição de trabalhos a serem apresentados termina no dia 20 de março. ela deve ser feita mediante envio do título da apresentação acompanhado de um resumo ampliado (aproximadamente mil palavras, além da bibliografia utilizada) e de um resumo curto (entre 100 e 200 palavras) para a Comissão Organizadora do 5º Encontro, pelo e-mail fhb2007@mackenzie.br.
Maiores informações: http://www.abfhib.org
Este encontro vai reunir pesquisadores nacionais e estrangeiros para uma questão científica extremamente importante: o debate sobre questões epistemológicas da biologia ao longo do seu desenvolvimento como ciência. Será que desta vez tomaremos maior conhecimento sobre o atual status epistêmico do neodarwinismo?
A inscrição de trabalhos a serem apresentados termina no dia 20 de março. ela deve ser feita mediante envio do título da apresentação acompanhado de um resumo ampliado (aproximadamente mil palavras, além da bibliografia utilizada) e de um resumo curto (entre 100 e 200 palavras) para a Comissão Organizadora do 5º Encontro, pelo e-mail fhb2007@mackenzie.br.
Maiores informações: http://www.abfhib.org
Quando a Árvore da Vida de Darwin tombar, o barulho da queda será ouvido pelos darwinistas?
“O fato, Fato, FATO da evolução é cientificamente corroborado assim como a Terra é redonda, gira em torno do Sol, e a lei da gravidade.” Esta é a versão oficial dada pela Nomenklatura científica, garantindo de pés juntos [mas com os dedos cruzados] que ‘Não há crise epistêmica na teoria geral da evolução’, e amplamente veiculada pela Grande Mídia tupiniquim sem nenhuma crítica ou ceticismo salutar, mas para engabelar intencionalmente os leitores não-especializados.
Contudo, uma leitura objetiva atenta das publicações científicas demonstra justamente o contrário: HÁ SIM UMA CRISE FUNDAMENTAL NAS ATUAIS TEORIAS DA ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA! E este ‘simples professorzinho do ensino médio’ [será???] vem denunciando isto desde 1998 junto às editorias de ciência de nossa GM. Eu quero ver a cara dessa turma quando eles mesmos começarem a lidar HONESTAMENTE com essas questões. É que a verdade ultimamente está vindo na velocidade da luz. Não vai sobrar pedra sobre pedra, oops, topos epistêmico nessa teoria mais furada do que queijo suíço. Ciência e a mentira não podem andar de mãos dadas [obrigado Shimon Peres, entrevista na VEJA, ultimamente VESGA cientificamente].
Eles só têm essas opções: continuar em silêncio, romper o silêncio, mas contemporizar que não é assim como o ‘anta do Enézio’ diz ser, pois Darwin continua certo mesmo que por linhas tortas [obrigado Claudio Angelo, editor de ciência da Folha de S. Paulo], ou não dar espaço aos críticos e oponentes, não é mesmo Marcelo Leite [também da FSP]?
Já chega de destilar o meu veneno ofídico contra a Nomenklatura científica, sua KGB [peer-reviewers é mais chique] e a Grande Mídia Tupiniquins. Vamos ao pequeno, mas incisivo texto de Casey Luskin sobre uma questão fundamental para a corroboração da teoria geral da evolução: a tal de Árvore da Vida.
Se a Árvore da Vida tombar, os darwinistas ouvirão?
Um artigo recente intitulado “Scientists say Darwin's ‘Tree of Life’ [TOL] not the theory of everything” [Cientistas afirmam que a Árvore da Vida de Darwin não é a teoria do tudo] publicado em Physorg.com, explicou que cada vez mais [SIC ULTRA PLUS 1], “uma minoria de biólogos e evolucionistas questionou a exatidão da hipótese da Árvore da Vida”. O problema básico é que genes similares aparecem nos organismos em padrões que não se encaixam numa “árvore universal”. Como um dos cientistas mencionados, W. F. Doolittle citou mais adiante no artigo: “Os filogenistas moleculares terão falhado em achar a ‘verdadeira árvore’, não porque os seus métodos sejam inadequados ou porque eles escolheram os genes errados, mas porque a história da vida não pode ser devidamente representada como uma árvore.” [SIC ULTRA PLUS 2]
A única gravura em Origin of Species (1859)
Doolittle atribui as suas observações à troca de genes entre os microorganismos na base da Árvore da Vida, e tenta renovar a confiança dos leitores de que “certamente que uma árvore é o modelo correto para a maioria dos animais e plantas multicelulares... Árvore da Vida é legal para os fósseis, os museus, os dinossauros, e a maioria da vida visível.” Mas outro especialista, Carl Woese, escreveu que “os [conflitos] filogenéticos podem ser vistos em toda a parte na árvore universal, da sua raiz aos principais galhos dentro e entre os vários taxon até a constituição dos próprios grupos primários”. [SIC ULTRA PLUS 3]
Semelhantemente, nos últimos anos, Sean B. Carroll estudou as relações dos animais e concluiu que “apesar da quantidade de dados e amplitude dos taxon analisados, as relações entre a maioria dos filos de metazoários permaneceu não resolvida”. Carroll também concluiu que “a descoberta recorrente de clades (arbustos) persistentemente não resolvidos deve forçar uma reavaliação [SIC ULTRA PLUS 4] de diversas pressuposições de sistemática molecular amplamente defendidas”. Parece que os problemas na árvore da vida existem desde a base até aos galhos superiores [SIC ULTRA PLUS 5], mas uma vez que Carroll é darwinista, uma pressuposição que ele não reconsidera é a da ancestralidade comum. Ao invocarem dados insuficientes, a transferência horizontal de gene, evolução rápida, e outras explicações ad hocs, os darwinistas revelam que o neodarwinismo está tentando invalidar os dados [SIC ULTRA PLUS 6]; e não explicar os dados. Talvez a incapacidade de construir árvores filogenéticas robustas utilizando os dados moleculares origina-se no fato de que a hipótese do ancestral comum está simplesmente errada. [SIC ULTRA PLUS 7]
Postado por Casey Luskin em 12 de março de 2007 2:38 PM | Permalink
+++++
Alô, MEC/SEMTEC/PNLEM: Quando é que os alunos do ensino médio vão deixar de ser engabelados com a abordagem do fato, Fato, FATO da Árvore da Vida evolutiva nos livros-texto de Biologia??? Quando é que o exarado na LDB 9394/96 vai ser colocado em prática pelos alunos ― criticarem objetivamente as teorias científicas como construtos humanos de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até o simples descarte???
Alô, Ministro da Educação: V. Excia. sabia que está acontecendo uma mudança paradigmática importante em Biologia Evolutiva? Os seus assessores ainda não lhe informaram sobre questão tão fundamental para o avanço da ciência no Brasil? Se ainda não foi informado, até V. Excia. está sendo lesado na sua cidadania ― o direito à informação. V. Excia. precisa acabar de vez com a ‘síndrome ricuperiana’ instalada em nossas universidades e escolas: “O que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde” [obrigado Jornal Nacional, TV Globo, pelo microfone aberto]!!!
Alô, alunos do ensino médio: encostem seus professores na parede com mais esta aqui. Ou indique este blog para eles se atualizarem no conhecimento de biologia evolutiva e a crise e controvérsia existentes sobre o fato, Fato, FATO da evolução [obrigado Michael Ruse].
Contudo, uma leitura objetiva atenta das publicações científicas demonstra justamente o contrário: HÁ SIM UMA CRISE FUNDAMENTAL NAS ATUAIS TEORIAS DA ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA! E este ‘simples professorzinho do ensino médio’ [será???] vem denunciando isto desde 1998 junto às editorias de ciência de nossa GM. Eu quero ver a cara dessa turma quando eles mesmos começarem a lidar HONESTAMENTE com essas questões. É que a verdade ultimamente está vindo na velocidade da luz. Não vai sobrar pedra sobre pedra, oops, topos epistêmico nessa teoria mais furada do que queijo suíço. Ciência e a mentira não podem andar de mãos dadas [obrigado Shimon Peres, entrevista na VEJA, ultimamente VESGA cientificamente].
Eles só têm essas opções: continuar em silêncio, romper o silêncio, mas contemporizar que não é assim como o ‘anta do Enézio’ diz ser, pois Darwin continua certo mesmo que por linhas tortas [obrigado Claudio Angelo, editor de ciência da Folha de S. Paulo], ou não dar espaço aos críticos e oponentes, não é mesmo Marcelo Leite [também da FSP]?
Já chega de destilar o meu veneno ofídico contra a Nomenklatura científica, sua KGB [peer-reviewers é mais chique] e a Grande Mídia Tupiniquins. Vamos ao pequeno, mas incisivo texto de Casey Luskin sobre uma questão fundamental para a corroboração da teoria geral da evolução: a tal de Árvore da Vida.
Se a Árvore da Vida tombar, os darwinistas ouvirão?
Um artigo recente intitulado “Scientists say Darwin's ‘Tree of Life’ [TOL] not the theory of everything” [Cientistas afirmam que a Árvore da Vida de Darwin não é a teoria do tudo] publicado em Physorg.com, explicou que cada vez mais [SIC ULTRA PLUS 1], “uma minoria de biólogos e evolucionistas questionou a exatidão da hipótese da Árvore da Vida”. O problema básico é que genes similares aparecem nos organismos em padrões que não se encaixam numa “árvore universal”. Como um dos cientistas mencionados, W. F. Doolittle citou mais adiante no artigo: “Os filogenistas moleculares terão falhado em achar a ‘verdadeira árvore’, não porque os seus métodos sejam inadequados ou porque eles escolheram os genes errados, mas porque a história da vida não pode ser devidamente representada como uma árvore.” [SIC ULTRA PLUS 2]
A única gravura em Origin of Species (1859)Doolittle atribui as suas observações à troca de genes entre os microorganismos na base da Árvore da Vida, e tenta renovar a confiança dos leitores de que “certamente que uma árvore é o modelo correto para a maioria dos animais e plantas multicelulares... Árvore da Vida é legal para os fósseis, os museus, os dinossauros, e a maioria da vida visível.” Mas outro especialista, Carl Woese, escreveu que “os [conflitos] filogenéticos podem ser vistos em toda a parte na árvore universal, da sua raiz aos principais galhos dentro e entre os vários taxon até a constituição dos próprios grupos primários”. [SIC ULTRA PLUS 3]
Semelhantemente, nos últimos anos, Sean B. Carroll estudou as relações dos animais e concluiu que “apesar da quantidade de dados e amplitude dos taxon analisados, as relações entre a maioria dos filos de metazoários permaneceu não resolvida”. Carroll também concluiu que “a descoberta recorrente de clades (arbustos) persistentemente não resolvidos deve forçar uma reavaliação [SIC ULTRA PLUS 4] de diversas pressuposições de sistemática molecular amplamente defendidas”. Parece que os problemas na árvore da vida existem desde a base até aos galhos superiores [SIC ULTRA PLUS 5], mas uma vez que Carroll é darwinista, uma pressuposição que ele não reconsidera é a da ancestralidade comum. Ao invocarem dados insuficientes, a transferência horizontal de gene, evolução rápida, e outras explicações ad hocs, os darwinistas revelam que o neodarwinismo está tentando invalidar os dados [SIC ULTRA PLUS 6]; e não explicar os dados. Talvez a incapacidade de construir árvores filogenéticas robustas utilizando os dados moleculares origina-se no fato de que a hipótese do ancestral comum está simplesmente errada. [SIC ULTRA PLUS 7]
Postado por Casey Luskin em 12 de março de 2007 2:38 PM | Permalink
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Alô, MEC/SEMTEC/PNLEM: Quando é que os alunos do ensino médio vão deixar de ser engabelados com a abordagem do fato, Fato, FATO da Árvore da Vida evolutiva nos livros-texto de Biologia??? Quando é que o exarado na LDB 9394/96 vai ser colocado em prática pelos alunos ― criticarem objetivamente as teorias científicas como construtos humanos de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até o simples descarte???
Alô, Ministro da Educação: V. Excia. sabia que está acontecendo uma mudança paradigmática importante em Biologia Evolutiva? Os seus assessores ainda não lhe informaram sobre questão tão fundamental para o avanço da ciência no Brasil? Se ainda não foi informado, até V. Excia. está sendo lesado na sua cidadania ― o direito à informação. V. Excia. precisa acabar de vez com a ‘síndrome ricuperiana’ instalada em nossas universidades e escolas: “O que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde” [obrigado Jornal Nacional, TV Globo, pelo microfone aberto]!!!
Alô, alunos do ensino médio: encostem seus professores na parede com mais esta aqui. Ou indique este blog para eles se atualizarem no conhecimento de biologia evolutiva e a crise e controvérsia existentes sobre o fato, Fato, FATO da evolução [obrigado Michael Ruse].
Emma Darwin 'falou e disse'!
JC e-mail 3221, de 13 de Março de 2007.
Diários detalham vida cotidiana de Darwin
O conteúdo dos diários de Emma, mulher do naturalista Charles Darwin (1809-1882), um dos pais da teoria da evolução, está na internet desde ontem
Os textos revelam episódios da vida do casal, como quando recebiam cientistas em casa, algumas vezes em grupos de até 15, e dá detalhes das visitas de parentes ou suas doenças.
Os diários e o livro A Origem das Espécies podem ser lidos no site http://darwin-online.org.uk (EFE)
(O Estado de SP, 13/3)
Diários detalham vida cotidiana de Darwin
O conteúdo dos diários de Emma, mulher do naturalista Charles Darwin (1809-1882), um dos pais da teoria da evolução, está na internet desde ontem
Os textos revelam episódios da vida do casal, como quando recebiam cientistas em casa, algumas vezes em grupos de até 15, e dá detalhes das visitas de parentes ou suas doenças.
Os diários e o livro A Origem das Espécies podem ser lidos no site http://darwin-online.org.uk (EFE)
(O Estado de SP, 13/3)
Popper ‘falou e disse’: as conclusões científicas são provisórias e contingentes!
segunda-feira, março 12, 2007
Ao contrário do dogma central da Nomenklatura científica mais protegido de críticas − o fato, Fato, FATO da evolução [obrigado, Michael Ruse], devido às limitações do método científico, as conclusões científicas serão sempre provisórias e contingentes:“A ciência não se apóia em solo rochoso sólido. A estrutura confiante de suas teorias como se estivessem em cima de um pântano. É como um edifício construído sobre estacas de construção. As estacas são perfuradas de cima para baixo dentro do pântano, mas não para baixo de qualquer base natural ou um ‘dado’; e se nós pararmos de perfurar as estacas mais profundas, não é porque nós alcançamos solo firme. Nós simplesmente paramos quando nós ficamos satisfeitos que as estacas estão firmes o suficiente para suportar a estrutura, pelo menos por enquanto.” [1]
Alô, Popper. Nós precisamos de uma pitada de seu ceticismo salutar. Câmbio... Cambrio... Cambriano! Alô, Popper, do you read me? Over... Barulho de estática, incompreensível. O quê? Teoria do Equilíbrio Pontuado de Eldredge e Gould... Mais barulho de estática epistêmica. Alô, Gould e Eldredge, não dá para ‘suavizar’ um pouco e dizer que a teoria de vocês ainda é darwinismo? Mais barulho de estática, mas suportável. O quê? Não temos uma teoria geral da evolução? Mais interferência, desta vez de um radioamador da KGB da Nomenklatura científica: Alô, Schwartz, assim você dá motivos para os criacionistas e a turma do Design Inteligente ficarem mais ousados. Alô, Popper? O quê, você voltou atrás na sua afirmação de que o darwinismo é um projeto metafísico? Barulho de estática totalmente ensurdecedor. Não dá para continuar o diálogo.
Diálogo? Desde quando houve diálogo sobre as insuficiências fundamentais epistêmicas das atuais teorias da origem e evolução da vida???
Desligo, oops fui, mas a explosão de vida no período Cambriano continua sendo o tendão de Aquiles epistêmico da teoria geral da evolução de Darwin.
NOTA:
[1] “Science does not rest on solid bedrock. The bold structure of its theories rises, as it were, above a swamp. It is like a building erected on piles. The piles are driven down from above into the swamp, but not down to any natural or ‘given’ base; and if we stop driving the piles deeper, it is not because we have reached firm ground. We simply stop when we are satisfied that the piles are firm enough to carry the structure, at least for the time being.” POPPER, K. The Logic of Scientific Discovery, (Nova York, Routledge Classics, 1959, reprint of first English edition, 2002), 94.
Monólogo darwinista ex-cathedra no IEA da USP
O JC E-Mail 3218, de 08 de março de 2007 destaca o Ciclo Temático Evolução Darwiniana e Ciências Sociais, realização do Núcleo de Economia Socioambiental (Nessa) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e do IEA.
O primeiro seminário será dado pelo biólogo Ricardo Waizbort (Fiocruz) e do sociólogo Carlos Alberto Dória (Unicamp), com a coordenação de José Eli da Veiga (FEA/USP).
Este ciclo temático será constituído de seminários mensais ao longo de todo o ano, e as mesas sempre contarão com um pesquisador das ciências naturais e outro das sociais.
O segundo seminário será no dia 19 de abril (data que marca os 125 anos da morte de Darwin) e terá a participação de Cristina Possas (Programa DST/Aids do Ministério da Saúde) e Eleutério Prado (FFA/USP).
Os seminários serão apresentados no Auditório Alberto Carvalho da Silva, sede do IEA. Maiores informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (sedini@usp.br) ou pelo fone 0-xx-11-3091-1684. O evento será transmitido ao vivo pela internet em http://www.iea.usp.br/aovivo
+++++
COMENTÁRIO IMPERTINENTE:
Por que com o dinheiro público suado dos contribuintes está acontecendo toda essa louvaminhice a Darwin? Cientistas que deram muito maiores contribuições de fato para a ciência não têm esse abominável culto à personalidade. Vou citar apenas um − James Clerk Maxwell, e citações sobre este verdadeiro cientista:
“A importância de Maxwell na história do pensamento científico é comparável à de Einstein (a quem ele inspirou) e a Newton (cuja influência ele diminuiu).” Ivan Tolstoy, biógrafo de Maxwell.
Ah, dirão, mas Tolstoy como biógrafo de Maxwell é suspeito para falar, pois pode ter se ‘apaixonado’ pelo sujeito de sua pesquisa histórica.
Vou convocar aqui alguém altamente insuspeito. Um respeitável cientista laureado com o prêmio Nobel em Física, pelos seus trabalhos fundamentais em eletrodinâmica quântica com profundas conseqüências para a física das partículas elementares em 1965:
“Mr. Feynman, o que o sr. tem a dizer para os leitores deste blog sobre Maxwell?”
“De uma longa visão da história da humanidade − vista desde, digamos, daqui a dez mil anos, há pouca dúvida que o evento mais significativo do século 19 será julgado como sendo a descoberta de Maxwell das leis da eletrodinâmica.”
Uau!!! Daqui a 10 mil anos e a descoberta de Maxwell, segundo Richard Feynman, é ‘o evento mais significativo do século 19’!!!
Alguém viu uma festa de arromba sendo celebrada para Maxwell pela Nomenklatura científica tupiniquim? Eu não me lembro. Por que será que não vimos um Ciclo Temático do Evento Mais Significativo do Século 19 − As leis da Eletrodinâmica de Maxwell - celebrado com destaque no IEA/USP? Alguém poderia me dizer a razão subjetiva de Maxwell não ser celebrado ostensivamente quanto Darwin??? Eu sei, mas não vou dizer. Vide http://www.maxwellyear2006.org/
Entre Darwin e Maxwell, eu fico com Maxwell, o cientista. Minha preferência se dá em função de as equações de Maxwell terem dado contribuições profundas e fundamentais em ciência e tecnologia. Enquanto as não-equações transformistas de Darwin ficaram somente no ‘just-so-stories’ − estórias da carochinha.
+++++
Este blogger também recomenda o JC E-Mail para os seus leitores. Maiores informações: jciencia@jornaldaciencia.org.br ou pelos fones 0-xx-21-2295-6198 ou 2295-5284.
O primeiro seminário será dado pelo biólogo Ricardo Waizbort (Fiocruz) e do sociólogo Carlos Alberto Dória (Unicamp), com a coordenação de José Eli da Veiga (FEA/USP).
Este ciclo temático será constituído de seminários mensais ao longo de todo o ano, e as mesas sempre contarão com um pesquisador das ciências naturais e outro das sociais.
O segundo seminário será no dia 19 de abril (data que marca os 125 anos da morte de Darwin) e terá a participação de Cristina Possas (Programa DST/Aids do Ministério da Saúde) e Eleutério Prado (FFA/USP).
Os seminários serão apresentados no Auditório Alberto Carvalho da Silva, sede do IEA. Maiores informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (sedini@usp.br) ou pelo fone 0-xx-11-3091-1684. O evento será transmitido ao vivo pela internet em http://www.iea.usp.br/aovivo
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COMENTÁRIO IMPERTINENTE:
Por que com o dinheiro público suado dos contribuintes está acontecendo toda essa louvaminhice a Darwin? Cientistas que deram muito maiores contribuições de fato para a ciência não têm esse abominável culto à personalidade. Vou citar apenas um − James Clerk Maxwell, e citações sobre este verdadeiro cientista:
“A importância de Maxwell na história do pensamento científico é comparável à de Einstein (a quem ele inspirou) e a Newton (cuja influência ele diminuiu).” Ivan Tolstoy, biógrafo de Maxwell.Ah, dirão, mas Tolstoy como biógrafo de Maxwell é suspeito para falar, pois pode ter se ‘apaixonado’ pelo sujeito de sua pesquisa histórica.
Vou convocar aqui alguém altamente insuspeito. Um respeitável cientista laureado com o prêmio Nobel em Física, pelos seus trabalhos fundamentais em eletrodinâmica quântica com profundas conseqüências para a física das partículas elementares em 1965:
“Mr. Feynman, o que o sr. tem a dizer para os leitores deste blog sobre Maxwell?”
“De uma longa visão da história da humanidade − vista desde, digamos, daqui a dez mil anos, há pouca dúvida que o evento mais significativo do século 19 será julgado como sendo a descoberta de Maxwell das leis da eletrodinâmica.”
Uau!!! Daqui a 10 mil anos e a descoberta de Maxwell, segundo Richard Feynman, é ‘o evento mais significativo do século 19’!!!
Alguém viu uma festa de arromba sendo celebrada para Maxwell pela Nomenklatura científica tupiniquim? Eu não me lembro. Por que será que não vimos um Ciclo Temático do Evento Mais Significativo do Século 19 − As leis da Eletrodinâmica de Maxwell - celebrado com destaque no IEA/USP? Alguém poderia me dizer a razão subjetiva de Maxwell não ser celebrado ostensivamente quanto Darwin??? Eu sei, mas não vou dizer. Vide http://www.maxwellyear2006.org/
Entre Darwin e Maxwell, eu fico com Maxwell, o cientista. Minha preferência se dá em função de as equações de Maxwell terem dado contribuições profundas e fundamentais em ciência e tecnologia. Enquanto as não-equações transformistas de Darwin ficaram somente no ‘just-so-stories’ − estórias da carochinha.
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O modelo evolutivo artificial é 100% Design Inteligente!
Segundo noticiado no boletim eletrônico da FAPESP de 09/03/2007, pesquisadores europeus criaram robô em forma de salamandra para ajudar a entender como vertebrados passaram da água para a terra há milhões de anos. Leia mais aqui.
Quantos Ph.Ds. envolvidos, quanto dinheiro gasto, e quanto tempo levaram para o ‘design intencional’ de um robô ‘salamandra’ passar da água para a terra [uma ação télica pura]? Esta pesquisa, entre muitas outras sendo desenvolvidas pela comunidade científica internacional, é mais uma prova evidente de design inteligente em ação nos laboratórios.
Os autores mencionam como que eles ‘detectaram’ os sinais de design nas atuais salamandras que serviu de base para a ‘criação’ desse robô? Esses sinais de ‘design’ podem ser atribuídos somente ao acaso, necessidade, mais mutações filtradas pela seleção natural e/ou quaisquer outros mecanismos evolutivos de A a Z? Ou há necessidade de causas inteligentes? Elas são detectáveis?
+++++
Este blogger incentiva seus leitores a assinarem esse boletim informativo.
Assine o boletim da AGÊNCIA FAPESP
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_cadastro.php
INDIQUE amigos para receber o boletim.
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_indique.php
Quantos Ph.Ds. envolvidos, quanto dinheiro gasto, e quanto tempo levaram para o ‘design intencional’ de um robô ‘salamandra’ passar da água para a terra [uma ação télica pura]? Esta pesquisa, entre muitas outras sendo desenvolvidas pela comunidade científica internacional, é mais uma prova evidente de design inteligente em ação nos laboratórios.
Os autores mencionam como que eles ‘detectaram’ os sinais de design nas atuais salamandras que serviu de base para a ‘criação’ desse robô? Esses sinais de ‘design’ podem ser atribuídos somente ao acaso, necessidade, mais mutações filtradas pela seleção natural e/ou quaisquer outros mecanismos evolutivos de A a Z? Ou há necessidade de causas inteligentes? Elas são detectáveis?
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Um guia para o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução
quinta-feira, março 08, 2007
Este guia em inglês sobre o fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução está muito bem elaborado. A introdução é um pouco ideologizada, mas vale a pena ler e pensar sobre a versão oficial da Nomenklatura científica. Clique aqui para a versão gratuita em PDF [0.99 MB].
Sem travas na língua na apologia ao crime de assassinato premeditado
quarta-feira, março 07, 2007
Cada país tem os governantes que merecem. Aqui em Pindorama não é diferente. Nossos políticos são chamados merecidamente de ‘raposas’. Seus atos conferem legitimidade ao apodo. Como aves de rapina, eles dizimam o povo brasileiro nos seus butins, que assiste a tudo sem corajosa indignação.
Não me lembro quem disse, mas os atores precisam da mídia para melhor aparecerem junto à opinião pública. Ai do ator ou atriz que fizer ‘beicinho’ para a Grande Mídia tupiniquim. Estenda isso aos políticos. Eles precisam da mídia para, feitos cachorros, marcarem seu território expondo suas ‘pérolas’ intelectuais e ou idéias políticas.
André Petry na sua coluna “Sem trava na língua”, publicada na VEJA, edição 1998, de 7 de março de 2007, p. 89, entrevistou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho. Petry diz que ele é ‘um homem cheio de idéias’. Até aqui, nenhuma novidade. Todo ser humano tem idéias. Além disso, de um governador espera-se o quê? Titica de galinha na cabeça???
André ‘Louvaminheiro’ Petry diz que o governador não foge de temas polêmicos quando disse que o Brasil precisava ‘debater a legalização das drogas e do aborto’. E ainda tenta livrar a cara deste tapuia iluminado ao afirmar que a sua declaração não era nada ao ‘estilo das raposas políticas saindo pela tangente’. Os cariocas que me perdoem, mas o governador dos botocudos, ‘homem cheio de idéias’, pisou na bola aqui em dois temas extremamente complexos, polêmicos e controversos.
A legalização das drogas em tabas mais ‘civilizadas’ e ‘adiantadas’ do que Pindorama, não melhorou nada em relação aos crimes paralelos ao uso legalizado das drogas. O governador SCF sabe onde fica Amsterdam. Que ele pergunte aos batavos se o ‘liberou geral’ trouxe alguma coisa pro bonum publico? Ele sabe onde fica Berna. Pergunte aos helvécios se ‘cheirar’ ou ‘injetar’ com o aval dos governantes trouxe algum benefício?
Na entrevista SCF disse ser a favor da legalização do uso de todas as drogas. Inclusive as letais. Discutiu a relação custo-benefício como sendo negativa, e aqui o exagero retórico: ‘talvez milhões de pessoas morrendo’, mas que se o Brasil liberasse geral a nossa taba iria virar a “Crackland” da globalização. Na impotência do absurdo de sua proposição, disse que os Estados Unidos é que teriam que ‘entrar corajosamente’ nesta sua irresponsabilidade política.
A questão do uso da droga é uma questão subjetiva de alguém que quer cometer suicídio lento e gradual. É uma escolha pessoal de uma forma de suicido que o Estado deve coibir e não liberar. O Estado brasileiro defende a vida. Já a questão do aborto, é muito complexa, envolve a vida dos que não podem se defender, mas SCF defende ‘claramente a legalização’ do aborto, e que não teme perder votos por posição tão polêmica.
O nosso iluminado tapuia vê a relação ‘aborto legalizado’ com a redução da criminalidade. Sigamos a lógica fluminense: nós assassinamos um ser humano indefeso para impedir que outros seres humanos sejam assassinados. SCF, se vocês políticos deixarem de alinhavar alianças com os bandidos aí no Rio de Janeiro, se os socialites, os filhos de políticos, de juízes e outras ‘otoridades’ sejam punidos como criminosos e não como ‘dependentes químicos’, o problema de segurança aí na Cidade Maravilhosa pode melhorar. É a lei do mercado: onde há procura, há oferta.
Quem financia a violência do Rio de Janeiro são esses ‘dependentes químicos’ que foram protegidos por uma lei sem-vergonha que os considera doentes. O aborto, SCF, é pena de morte sem formação de culpa! É assassinato premeditado!
Petry é também um homem cheio de idéias. Polêmicas e controversas. Isso é bom para a diversidade que uma democracia nos oferece. Contudo, a sua coluna “Sem trava na língua” foi pano de fundo para que um cidadão investido de um cargo de autoridade no país fizesse apologia ao crime. E em Pindorama, país sem lei, vai ficar por isso mesmo. Pobre país onde seus líderes e formadores de opinião fazem apologia ao crime.
Duas perguntas impertinentes para o Petry e para SCF? Vocês usam drogas? Quantas vezes? Vocês alguma vez induziram as mulheres que cruzaram os seus caminhos a abortarem? Quantas vezes?
Eu também sou um homem de idéias polêmicas e controversas. Não temo as possíveis conseqüências que possam surgir pelo que escrevi neste blog.
Fui, indignado com tanta ousadia ciente da impunidade.
Não me lembro quem disse, mas os atores precisam da mídia para melhor aparecerem junto à opinião pública. Ai do ator ou atriz que fizer ‘beicinho’ para a Grande Mídia tupiniquim. Estenda isso aos políticos. Eles precisam da mídia para, feitos cachorros, marcarem seu território expondo suas ‘pérolas’ intelectuais e ou idéias políticas.
André Petry na sua coluna “Sem trava na língua”, publicada na VEJA, edição 1998, de 7 de março de 2007, p. 89, entrevistou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho. Petry diz que ele é ‘um homem cheio de idéias’. Até aqui, nenhuma novidade. Todo ser humano tem idéias. Além disso, de um governador espera-se o quê? Titica de galinha na cabeça???
André ‘Louvaminheiro’ Petry diz que o governador não foge de temas polêmicos quando disse que o Brasil precisava ‘debater a legalização das drogas e do aborto’. E ainda tenta livrar a cara deste tapuia iluminado ao afirmar que a sua declaração não era nada ao ‘estilo das raposas políticas saindo pela tangente’. Os cariocas que me perdoem, mas o governador dos botocudos, ‘homem cheio de idéias’, pisou na bola aqui em dois temas extremamente complexos, polêmicos e controversos.
A legalização das drogas em tabas mais ‘civilizadas’ e ‘adiantadas’ do que Pindorama, não melhorou nada em relação aos crimes paralelos ao uso legalizado das drogas. O governador SCF sabe onde fica Amsterdam. Que ele pergunte aos batavos se o ‘liberou geral’ trouxe alguma coisa pro bonum publico? Ele sabe onde fica Berna. Pergunte aos helvécios se ‘cheirar’ ou ‘injetar’ com o aval dos governantes trouxe algum benefício?
Na entrevista SCF disse ser a favor da legalização do uso de todas as drogas. Inclusive as letais. Discutiu a relação custo-benefício como sendo negativa, e aqui o exagero retórico: ‘talvez milhões de pessoas morrendo’, mas que se o Brasil liberasse geral a nossa taba iria virar a “Crackland” da globalização. Na impotência do absurdo de sua proposição, disse que os Estados Unidos é que teriam que ‘entrar corajosamente’ nesta sua irresponsabilidade política.
A questão do uso da droga é uma questão subjetiva de alguém que quer cometer suicídio lento e gradual. É uma escolha pessoal de uma forma de suicido que o Estado deve coibir e não liberar. O Estado brasileiro defende a vida. Já a questão do aborto, é muito complexa, envolve a vida dos que não podem se defender, mas SCF defende ‘claramente a legalização’ do aborto, e que não teme perder votos por posição tão polêmica.
O nosso iluminado tapuia vê a relação ‘aborto legalizado’ com a redução da criminalidade. Sigamos a lógica fluminense: nós assassinamos um ser humano indefeso para impedir que outros seres humanos sejam assassinados. SCF, se vocês políticos deixarem de alinhavar alianças com os bandidos aí no Rio de Janeiro, se os socialites, os filhos de políticos, de juízes e outras ‘otoridades’ sejam punidos como criminosos e não como ‘dependentes químicos’, o problema de segurança aí na Cidade Maravilhosa pode melhorar. É a lei do mercado: onde há procura, há oferta.
Quem financia a violência do Rio de Janeiro são esses ‘dependentes químicos’ que foram protegidos por uma lei sem-vergonha que os considera doentes. O aborto, SCF, é pena de morte sem formação de culpa! É assassinato premeditado!
Petry é também um homem cheio de idéias. Polêmicas e controversas. Isso é bom para a diversidade que uma democracia nos oferece. Contudo, a sua coluna “Sem trava na língua” foi pano de fundo para que um cidadão investido de um cargo de autoridade no país fizesse apologia ao crime. E em Pindorama, país sem lei, vai ficar por isso mesmo. Pobre país onde seus líderes e formadores de opinião fazem apologia ao crime.
Duas perguntas impertinentes para o Petry e para SCF? Vocês usam drogas? Quantas vezes? Vocês alguma vez induziram as mulheres que cruzaram os seus caminhos a abortarem? Quantas vezes?
Eu também sou um homem de idéias polêmicas e controversas. Não temo as possíveis conseqüências que possam surgir pelo que escrevi neste blog.
Fui, indignado com tanta ousadia ciente da impunidade.
O admirável mundo novo desconhecido da proteína
Quando Darwin publicou o seu livro Origem das Espécies (1859), a Biologia ganhou um status que até então não tinha: o de ciência. Nossos conhecimentos nesta área avançaram de modo indescritível. Contudo, Darwin entrou em eclipse até os anos 1930, ‘ressuscitou’ com o neodarwinismo nos anos 1940, já está nos seus estertores epistêmicos no século XXI pedindo urgentemente pelo upgrade mais do que necessário do “Darwin 3.0”. Mesmo assim fazemos ciência, apesar de um paradigma ‘capenga’... Ué, mas não dizem que não podemos fazer ciência no ‘vácuo epistemológico’???
A teoria geral da evolução não é corroborada pelas evidências desde 1859. Enquanto isso, os avanços em biologia são cada vez mais fantásticos a ponto de Craig Venter, do Projeto Genoma, ter dito – “We know bullshit of biology” [Nós sabemos m---- de biologia]. Venter sabia do que estava falando. Realmente, apesar de todos os avanços em Biologia desde 1859, “we know bullshit of biology”.
Contentemos com a insignificância do muito que nós já sabemos, mas dê uma olhada neste blog de Mike Gene [pseudônimo que um cientista americano usa para se proteger da inquisição sem fogueiras da Nomenklatura científica e da KGB yankees – já temos várias vítimas desse patrulhamento ideológico]:
O mundo da proteína
por MikeGene
Se misturar proteína com DNA, você obtém um cromossomo.
Se misturar proteína com RNA, você obtém um ribossomo.
Se misturar proteína com lipídio, você obtém uma membrana.
E se misturar proteína com carboidratos, você obtém… controle.
Mas espere aí, isso quase que não se encaixa bem com os demais.
Oh, sim, se você misturar proteína com carboidratos, você também obtém a matriz extracelular.
+++++
Nota deste blogger: Mesmo sabendo ‘bullshit’ de Biologia, fico convencido cada dia mais de que o design biológico não é ‘aparente’ como afirma Dawkins et al mas real e télico! E empiricamente detectado na natureza: complexidade irredutível e informação complexa especificada. Pensar que Bacon disse para nós irmos à natureza e fazermos perguntas a ela. E nós do DI acrescentamos: ‘e seguir as evidências aonde elas forem dar’!!!
A teoria geral da evolução não é corroborada pelas evidências desde 1859. Enquanto isso, os avanços em biologia são cada vez mais fantásticos a ponto de Craig Venter, do Projeto Genoma, ter dito – “We know bullshit of biology” [Nós sabemos m---- de biologia]. Venter sabia do que estava falando. Realmente, apesar de todos os avanços em Biologia desde 1859, “we know bullshit of biology”.
Contentemos com a insignificância do muito que nós já sabemos, mas dê uma olhada neste blog de Mike Gene [pseudônimo que um cientista americano usa para se proteger da inquisição sem fogueiras da Nomenklatura científica e da KGB yankees – já temos várias vítimas desse patrulhamento ideológico]:
O mundo da proteína
por MikeGene
Se misturar proteína com DNA, você obtém um cromossomo.
Se misturar proteína com RNA, você obtém um ribossomo.
Se misturar proteína com lipídio, você obtém uma membrana.
E se misturar proteína com carboidratos, você obtém… controle.
Mas espere aí, isso quase que não se encaixa bem com os demais.
Oh, sim, se você misturar proteína com carboidratos, você também obtém a matriz extracelular.
+++++
Nota deste blogger: Mesmo sabendo ‘bullshit’ de Biologia, fico convencido cada dia mais de que o design biológico não é ‘aparente’ como afirma Dawkins et al mas real e télico! E empiricamente detectado na natureza: complexidade irredutível e informação complexa especificada. Pensar que Bacon disse para nós irmos à natureza e fazermos perguntas a ela. E nós do DI acrescentamos: ‘e seguir as evidências aonde elas forem dar’!!!
Simpatizantes do Design Inteligente sendo ‘procurados’ nas universidades brasileiras
terça-feira, março 06, 2007
Fontes seguras de equipes de contra-informação do Design Inteligente treinadas pelo Mossad informam que equipes de agentes da KGB da Nomenklatura científica tupiniquim treinadas na Academia de Espionagem do Kumbuquistão [país onde todos são apanhados com a mão na ‘kumbuca’] estão ‘procurando’ professores e alunos simpatizantes da Teoria do Design Inteligente já infiltrados nas universidades públicas e privadas de Pindorama:

Qualquer semelhança na vida real não é mera coincidência!
Idéia original encontrada em http://telicthoughts.com

Qualquer semelhança na vida real não é mera coincidência!
Idéia original encontrada em http://telicthoughts.com
Isaac Asimov ‘falou e disse’: com o time da Termodinâmica nem empatar você pode!
Quem não se lembra das aulas de Física quando o assunto foi a termodinâmica? Quem não está quebrando a cabeça hoje em dia em sala de aula com a intrigante questão? Professor e alunos querendo, um ensinar e outros entenderem as implicações da termodinâmica em todo o Universo.
Na sua trilogia sobre Física, Isaac Asimov relata uma maneira que os alunos fizeram para se lembrarem da idéia básica da 1ª e da 2ª leis: “A 1ª lei da termodinâmica afirma: “Você não pode vencer”, e a 2 lei da termodinâmica acrescenta: “E você sequer pode empatar.” [1]
E ainda dizem que essas duas leis não são universalmente aplicáveis. Que há exceções, e otras cositas mais... Eu vou mudar a ‘solução biológica’ de Kuhn para a velha guarda da Nomenklatura científica dar lugar para os novos cientistas com novas idéias para ‘solução termodinâmica’: vocês não podem vencer, nem sequer podem empatar!
Ouso predizer − Novos ares epistêmicos serão respirados nas universidades, nos institutos, nos departamentos e laboratórios de pesquisas, quando a ‘solução termodinâmica’ for devidamente aplicada nos que praticam ciência normal hoje e não permitem que novas idéias polêmicas e controversas sejam debatidas.
Quem viver, oops sobreviver à 1ª e 2ª leis da Termodinâmica, verá!
[1] ASIMOV, I. Understanding Physics, 3 Volumes em 1 (Nova York: Barnes & Noble Books, 1993, p. 229.
Na sua trilogia sobre Física, Isaac Asimov relata uma maneira que os alunos fizeram para se lembrarem da idéia básica da 1ª e da 2ª leis: “A 1ª lei da termodinâmica afirma: “Você não pode vencer”, e a 2 lei da termodinâmica acrescenta: “E você sequer pode empatar.” [1]E ainda dizem que essas duas leis não são universalmente aplicáveis. Que há exceções, e otras cositas mais... Eu vou mudar a ‘solução biológica’ de Kuhn para a velha guarda da Nomenklatura científica dar lugar para os novos cientistas com novas idéias para ‘solução termodinâmica’: vocês não podem vencer, nem sequer podem empatar!
Ouso predizer − Novos ares epistêmicos serão respirados nas universidades, nos institutos, nos departamentos e laboratórios de pesquisas, quando a ‘solução termodinâmica’ for devidamente aplicada nos que praticam ciência normal hoje e não permitem que novas idéias polêmicas e controversas sejam debatidas.
Quem viver, oops sobreviver à 1ª e 2ª leis da Termodinâmica, verá!
[1] ASIMOV, I. Understanding Physics, 3 Volumes em 1 (Nova York: Barnes & Noble Books, 1993, p. 229.
Um simples ‘quebra-cabeça’ de Lógica 101
Este simples ‘quebra-cabeça’ de Lógica 101 formulado por um professor amigo meu, é para a Nomenklatura científica e a Grande Mídia tupiniquins tentarem responder:
“Se a sua mente é o resultado de processos não guiados através da seleção natural, como você sabe que a seleção natural produziu a sua mente?”
Fui, na certeza de que eles não vão responder. A teoria geral da evolução, oops o darwinismo, apesar de Popper ter renegado a afirmação, continua sendo um grande programa de metafísica. Bota metafísica nisso — ‘just-so-stories’ [obrigado, Gould]!
“Se a sua mente é o resultado de processos não guiados através da seleção natural, como você sabe que a seleção natural produziu a sua mente?”
Fui, na certeza de que eles não vão responder. A teoria geral da evolução, oops o darwinismo, apesar de Popper ter renegado a afirmação, continua sendo um grande programa de metafísica. Bota metafísica nisso — ‘just-so-stories’ [obrigado, Gould]!
Um dos pais da teoria da evolução teria sido criacionista de carteirinha???
Quando a evolução ainda não era ciência
por Mike Gene
Muitas pessoas acreditam no revisionismo sanitizado que, freqüentemente, passa como sendo história da ciência. De acordo com tais relatos, grandes avanços em ciência são retratados como expressões puras do Iluminismo, quando homens de razão pura se rendem à evidência pura e avançam o nosso entendimento do mundo físico.
É claro, a ciência é uma expressão humana e a realidade humana é mais complicada do que isso. Um exemplo disso é Alfred Russel Wallace. Um ensaio esplêndido sobre Wallace apareceu no The New Yorker, onde você pode ler sobre ele e como as contingências da história humana o deixaram como personagem secundário. O que é ainda mais interessante é que o homem que descobriu sozinho a evolução pela seleção natural também flertou com o Espiritismo e a frenologia por toda a sua vida. Se Wallace fosse vivo hoje, certos críticos por aí poderiam chamá-lo de ‘criacionista’.
Falando dos críticos, quando eles reclamam que o Design Inteligente não é ciência ou que não tem um mecanismo, é importante lembrar que a evolução mesma foi primeiro considerada seriamente quando não era ciência e não tinha um mecanismo:
“Wallace fez um rápido curso de flora e fauna, fazendo excursões locais coletando espécimes e freqüentando assiduamente o Museu Britânico. Ele também leu tudo sobre história natural que pode encontrar inclusive o livro altamente influente de Robert Chambers Vestiges of the Natural History of Creation. Esta obra notória publicada anonimamente em 1844, misturava ciência e criacionismo e argumentava apaixonadamente a favor da “transmutação” — a noção de que a vida atual tinha evoluído de formas anteriores. Isso não era um argumento novo — Erasmus, o avô de Darwin, tinha sugerido isso tudo uma duas gerações antes; o ponto que faltava, que tanto Darwin como Wallace supririam, era o modo como a evolução funcionava.
Mas, o livro Vestiges ajudou a assentar a base tanto da aceitação popular do conceito de evolução e finalmente a de sua articulação científica. Embora cheio de especulação não substanciada que desinteressou a muitos homens de ciência estabelecidos (inclusive Darwin, que também percebeu como tanta calúnia poderia ser lançada sobre um homem que arriscou opiniões científicas impopulares e não provadas), o livro estimulou a Wallace e deu um propósito à sua primeira viagem aos Trópicos além da chance de escapar de um emprego que levaria a lugar nenhum e seguir nas pegadas fascinantes de outros aventureiros científicos.”
O artigo também oferece um contraste interessante entre Darwin e Wallace. Embora Darwin apareça como uma pessoa de privilégio, Wallace foi mais do tipo persistente de operariado. Mais significante é que Wallace tem uma visão metafísica diferente:
“Em 1866, Wallace, que não era de guardar para si mesmo suas opiniões, produziu um panfleto, “The Scientific Aspect of the Supernatural” [O aspecto científico do sobrenatural] que enviou para os seus eminentes colegas. Em 1869, ele publicou uma resenha da nova edição do livro Princípios de Geologia de Lyell. Nessa resenha, Wallace explicou o mecanismo da evolução e defendeu as leis da seleção natural que explicavam isso, mas ele também expressou a opinião de que “parece dever existir evidência de um Poder que guiara a ação daquelas leis em direções definidas e para fins especiais.”
Isso foi uma das primeiras expressões públicas de uma mudança mística que Wallace chamou de sua “pequena heresia”. Darwin, advertiu antes, escrevera ansiosamente a Wallace: “Eu espero que você não tenha assassinado completamente o seu e o meu filho.” Wallace nunca abandonou a seleção natural, mas gerações mais tarde descobriram nele um pai inadequado. Ele não se conformava ao padrão do cientista moderno, que, ao vir a luz evolutiva, deveria iluminar qualquer ilusão sobre o sobrenatural. Wallace tentou reconciliar os dois e, conseqüentemente, a sua reputação veio a sofrer.”
Gerações posteriores vieram saber dele como um pai inadequado. Percebe como a história [da ciência] é escrita? Na verdade, este trecho é ainda mais interessante:
“É possível conceber o debate sobre a evolução como um debate literário. O Universo tem um autor? A história natural é uma história com uma trama, ou é somente uma acumulação aleatória de anedotas? As coisas reverberam com um significado secundário, altíssimo, ou elas são meramente o que são? Até mesmo Darwin não pode se livrar das complicações da metáfora. A “seleção natural” implica em agência, um “selecionador” que Darwin realmente não acreditava, e que por isso Wallace o repreendeu por usar a frase.
Darwin, na sua autobiografia, destacou que, à medida que envelhecia, ele perdeu completamente a capacidade de ler poesia. Ele se perguntava se isso era um sintoma de declínio mental, mas isso parece simbólico de uma mudança na tessitura de sua vida intelectual e o movimento amplo da ciência distante das confusões de uma frase como “seleção natural.” A era da metáfora — quando a ciência, a religião, e a imaginação poética eram trançadas juntas — estava desaparecendo. Enquanto isso, Wallace lia cada vez mais poesia, salpicando epígrafes poéticas pelos seus livros. Na sua autobiografia, Wallace, pensando sobre todas as maneiras nas quais os seus reveses, a sua pobreza, e a perda de suas primeiras coleções [de espécimes] tinham finalmente o levado à sua vida presente, cita Hamlet: “Existe uma divindade que molda os nossos fins, bosquejando como que nós os faremos.”
e
“Suas paixões políticas, como os aspectos do seu espiritualismo, o levaram completamente — de volta aos nativos que ele tinha encontrado no Amazonas e no arquipélago da Malásia. Darwin, como Slotten observa, tinha ficado abismado pelo fosso entre os “selvagens” que ele encontrou e o homem ocidental, enquanto que Wallace freqüentemente se chocara com as semelhanças, e sentiu uma relação instintiva.”
Finalmente, o artigo pula para o presente:
“As gerações que vieram depois de Wallace, estendendo até à nossa, não tem sabido o que fazer dele. Hoje, ele permanece teísta demais para os darwinistas e muito darwinista para os defensores do design inteligent design, com os quais é difícil imaginar que ele teria muita paciência.”
Oh, eu suspeito que Wallace teria muita paciência conosco evolucionistas do tipo Design Inteligente.
+++++
Uau, Wallace, um dos pais da teoria geral da evolução* seria considerado hoje um criacionista! Darwin, agnóstico, uma hora dessas, deve estar se revirando no seu confortável mausoléu na Abadia de Westminster ao lado de Isaac Newton, criacionista...
+++++
* Há suspeitas de que Darwin ‘ficou’ com os estudos de Wallace mais tempo do que devia, e que ‘plagiou’ a idéia de seleção natural de Wallace. Há controvérsia sobre a questão, mas Darwin não é o santo que a hagiografia secularista pinta.
por Mike Gene
Muitas pessoas acreditam no revisionismo sanitizado que, freqüentemente, passa como sendo história da ciência. De acordo com tais relatos, grandes avanços em ciência são retratados como expressões puras do Iluminismo, quando homens de razão pura se rendem à evidência pura e avançam o nosso entendimento do mundo físico.
É claro, a ciência é uma expressão humana e a realidade humana é mais complicada do que isso. Um exemplo disso é Alfred Russel Wallace. Um ensaio esplêndido sobre Wallace apareceu no The New Yorker, onde você pode ler sobre ele e como as contingências da história humana o deixaram como personagem secundário. O que é ainda mais interessante é que o homem que descobriu sozinho a evolução pela seleção natural também flertou com o Espiritismo e a frenologia por toda a sua vida. Se Wallace fosse vivo hoje, certos críticos por aí poderiam chamá-lo de ‘criacionista’.Falando dos críticos, quando eles reclamam que o Design Inteligente não é ciência ou que não tem um mecanismo, é importante lembrar que a evolução mesma foi primeiro considerada seriamente quando não era ciência e não tinha um mecanismo:
“Wallace fez um rápido curso de flora e fauna, fazendo excursões locais coletando espécimes e freqüentando assiduamente o Museu Britânico. Ele também leu tudo sobre história natural que pode encontrar inclusive o livro altamente influente de Robert Chambers Vestiges of the Natural History of Creation. Esta obra notória publicada anonimamente em 1844, misturava ciência e criacionismo e argumentava apaixonadamente a favor da “transmutação” — a noção de que a vida atual tinha evoluído de formas anteriores. Isso não era um argumento novo — Erasmus, o avô de Darwin, tinha sugerido isso tudo uma duas gerações antes; o ponto que faltava, que tanto Darwin como Wallace supririam, era o modo como a evolução funcionava.
Mas, o livro Vestiges ajudou a assentar a base tanto da aceitação popular do conceito de evolução e finalmente a de sua articulação científica. Embora cheio de especulação não substanciada que desinteressou a muitos homens de ciência estabelecidos (inclusive Darwin, que também percebeu como tanta calúnia poderia ser lançada sobre um homem que arriscou opiniões científicas impopulares e não provadas), o livro estimulou a Wallace e deu um propósito à sua primeira viagem aos Trópicos além da chance de escapar de um emprego que levaria a lugar nenhum e seguir nas pegadas fascinantes de outros aventureiros científicos.”
O artigo também oferece um contraste interessante entre Darwin e Wallace. Embora Darwin apareça como uma pessoa de privilégio, Wallace foi mais do tipo persistente de operariado. Mais significante é que Wallace tem uma visão metafísica diferente:
“Em 1866, Wallace, que não era de guardar para si mesmo suas opiniões, produziu um panfleto, “The Scientific Aspect of the Supernatural” [O aspecto científico do sobrenatural] que enviou para os seus eminentes colegas. Em 1869, ele publicou uma resenha da nova edição do livro Princípios de Geologia de Lyell. Nessa resenha, Wallace explicou o mecanismo da evolução e defendeu as leis da seleção natural que explicavam isso, mas ele também expressou a opinião de que “parece dever existir evidência de um Poder que guiara a ação daquelas leis em direções definidas e para fins especiais.”
Isso foi uma das primeiras expressões públicas de uma mudança mística que Wallace chamou de sua “pequena heresia”. Darwin, advertiu antes, escrevera ansiosamente a Wallace: “Eu espero que você não tenha assassinado completamente o seu e o meu filho.” Wallace nunca abandonou a seleção natural, mas gerações mais tarde descobriram nele um pai inadequado. Ele não se conformava ao padrão do cientista moderno, que, ao vir a luz evolutiva, deveria iluminar qualquer ilusão sobre o sobrenatural. Wallace tentou reconciliar os dois e, conseqüentemente, a sua reputação veio a sofrer.”
Gerações posteriores vieram saber dele como um pai inadequado. Percebe como a história [da ciência] é escrita? Na verdade, este trecho é ainda mais interessante:
“É possível conceber o debate sobre a evolução como um debate literário. O Universo tem um autor? A história natural é uma história com uma trama, ou é somente uma acumulação aleatória de anedotas? As coisas reverberam com um significado secundário, altíssimo, ou elas são meramente o que são? Até mesmo Darwin não pode se livrar das complicações da metáfora. A “seleção natural” implica em agência, um “selecionador” que Darwin realmente não acreditava, e que por isso Wallace o repreendeu por usar a frase.
Darwin, na sua autobiografia, destacou que, à medida que envelhecia, ele perdeu completamente a capacidade de ler poesia. Ele se perguntava se isso era um sintoma de declínio mental, mas isso parece simbólico de uma mudança na tessitura de sua vida intelectual e o movimento amplo da ciência distante das confusões de uma frase como “seleção natural.” A era da metáfora — quando a ciência, a religião, e a imaginação poética eram trançadas juntas — estava desaparecendo. Enquanto isso, Wallace lia cada vez mais poesia, salpicando epígrafes poéticas pelos seus livros. Na sua autobiografia, Wallace, pensando sobre todas as maneiras nas quais os seus reveses, a sua pobreza, e a perda de suas primeiras coleções [de espécimes] tinham finalmente o levado à sua vida presente, cita Hamlet: “Existe uma divindade que molda os nossos fins, bosquejando como que nós os faremos.”
e
“Suas paixões políticas, como os aspectos do seu espiritualismo, o levaram completamente — de volta aos nativos que ele tinha encontrado no Amazonas e no arquipélago da Malásia. Darwin, como Slotten observa, tinha ficado abismado pelo fosso entre os “selvagens” que ele encontrou e o homem ocidental, enquanto que Wallace freqüentemente se chocara com as semelhanças, e sentiu uma relação instintiva.”
Finalmente, o artigo pula para o presente:
“As gerações que vieram depois de Wallace, estendendo até à nossa, não tem sabido o que fazer dele. Hoje, ele permanece teísta demais para os darwinistas e muito darwinista para os defensores do design inteligent design, com os quais é difícil imaginar que ele teria muita paciência.”
Oh, eu suspeito que Wallace teria muita paciência conosco evolucionistas do tipo Design Inteligente.
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Uau, Wallace, um dos pais da teoria geral da evolução* seria considerado hoje um criacionista! Darwin, agnóstico, uma hora dessas, deve estar se revirando no seu confortável mausoléu na Abadia de Westminster ao lado de Isaac Newton, criacionista...
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* Há suspeitas de que Darwin ‘ficou’ com os estudos de Wallace mais tempo do que devia, e que ‘plagiou’ a idéia de seleção natural de Wallace. Há controvérsia sobre a questão, mas Darwin não é o santo que a hagiografia secularista pinta.
Niles Eldredge, quem diria: um reles ‘guarda-cancela’ epistemológico em 2008!
Niles e Greg Eldredge — mantendo o mundo seguro para a evolução (é uma tarefa desafortunada, mas alguém tinha de fazê-la)
por William Dembski
14 de fevereiro de 2007
Uma nova publicação cientifíca vai ser lançada que não seria necessária se nós [a turma do DI] não fôssemos tanto problema: Outreach and Education in Evolution [algo como ‘Busca e Educação em Evolução’], publicada pela Springer Verlag. Como professor de seminário (entre outras coisas), eu geralmente associo a palavra “outreach” [busca] com proselitismo e zelo missionário. Para pessoas que não são religiosas, esses darwinistas certamente que aprenderam bastante da religião.
“...Uma equipe de pai e filho — um biólogo evolucionista de renome mundial e um professor do ensino médio altamente capacitado e sofisticado − decidiram que é hora de ajudar os educadores de ciência a lutar revidando a forte pressão que os criacionistas estão exercendo sobre a educação pública. Na nova publicação científica Outreach and Education in Evolution, a ser publicada pela Springer começando em março de 2008, os editores-chefes Niles e Greg Eldredge tencionam preencher a lacuna entre a literatura científica e os materiais curriculares normalmente disponíveis para os educadores e estudantes...” [1]
[1] FONTE: Springer Verlag
+++++
NOTA BENE: No seu livro Darwin on Trial [Darwin no banco dos réus] publicado em 1991, Phillip Johnson escreveu a seguinte ‘profecia’:
“A evolução darwiniana com a sua tese do relojoeiro cego me faz pensar de um grande navio de guerra no oceano da realidade. Os seus flancos são fortemente blindados com barreiras filosóficas contra a crítica, e os seus conveses estão cheios de canhões retóricos prontos a intimidar os possíveis atacantes. Na aparência, é tão impregnável quanto a União Soviética parecia ser somente alguns anos atrás. Mas o navio abriu uma fenda metafísica, e o mais perspicaz dos oficiais do navio começou a perceber que todo o poder de fogo do navio não pode salvá-lo, se a fenda não for consertada.”
Gould uma horas dessas deve estar se revirando no seu túmulo. Ele e Eldredge nos deram a teoria do equilíbrio pontuado contrariando corajosamente o gradualismo darwiniano para desespero da Nomenklatura científica, e agora Eldredge, quem diria, você se torna um simples e reles ‘guarda-cancela’ epistemológico???
Fui, sem entender o Eldredge, mas feliz da vida, porque agora uma publicação arbitrada [peer-review é mais chique] vai lidar com as hipóteses criacionistas, e sem dúvida com as teses do Design Inteligente.
Situação Catch-22 epistemológica da Nomenklatura científica e da KGB [peer-reviewers, é muito mais chique]: como é que vocês vão lidar com o DI sem conferir status científico às nossas teses? Um resvalo, um cochilo epistêmico da KGB e oia nóis aí na fita das publicações arbitradas, sô!!!
por William Dembski
14 de fevereiro de 2007
Uma nova publicação cientifíca vai ser lançada que não seria necessária se nós [a turma do DI] não fôssemos tanto problema: Outreach and Education in Evolution [algo como ‘Busca e Educação em Evolução’], publicada pela Springer Verlag. Como professor de seminário (entre outras coisas), eu geralmente associo a palavra “outreach” [busca] com proselitismo e zelo missionário. Para pessoas que não são religiosas, esses darwinistas certamente que aprenderam bastante da religião.
“...Uma equipe de pai e filho — um biólogo evolucionista de renome mundial e um professor do ensino médio altamente capacitado e sofisticado − decidiram que é hora de ajudar os educadores de ciência a lutar revidando a forte pressão que os criacionistas estão exercendo sobre a educação pública. Na nova publicação científica Outreach and Education in Evolution, a ser publicada pela Springer começando em março de 2008, os editores-chefes Niles e Greg Eldredge tencionam preencher a lacuna entre a literatura científica e os materiais curriculares normalmente disponíveis para os educadores e estudantes...” [1]
[1] FONTE: Springer Verlag
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NOTA BENE: No seu livro Darwin on Trial [Darwin no banco dos réus] publicado em 1991, Phillip Johnson escreveu a seguinte ‘profecia’:
“A evolução darwiniana com a sua tese do relojoeiro cego me faz pensar de um grande navio de guerra no oceano da realidade. Os seus flancos são fortemente blindados com barreiras filosóficas contra a crítica, e os seus conveses estão cheios de canhões retóricos prontos a intimidar os possíveis atacantes. Na aparência, é tão impregnável quanto a União Soviética parecia ser somente alguns anos atrás. Mas o navio abriu uma fenda metafísica, e o mais perspicaz dos oficiais do navio começou a perceber que todo o poder de fogo do navio não pode salvá-lo, se a fenda não for consertada.”
Gould uma horas dessas deve estar se revirando no seu túmulo. Ele e Eldredge nos deram a teoria do equilíbrio pontuado contrariando corajosamente o gradualismo darwiniano para desespero da Nomenklatura científica, e agora Eldredge, quem diria, você se torna um simples e reles ‘guarda-cancela’ epistemológico???
Fui, sem entender o Eldredge, mas feliz da vida, porque agora uma publicação arbitrada [peer-review é mais chique] vai lidar com as hipóteses criacionistas, e sem dúvida com as teses do Design Inteligente.
Situação Catch-22 epistemológica da Nomenklatura científica e da KGB [peer-reviewers, é muito mais chique]: como é que vocês vão lidar com o DI sem conferir status científico às nossas teses? Um resvalo, um cochilo epistêmico da KGB e oia nóis aí na fita das publicações arbitradas, sô!!!
BOMBA! BOMBA! A hipótese do ‘relógio molecular’ está sendo detonada!
sábado, março 03, 2007
Atenção Nomenklatura científica e Grande Mídia tupiniquins − atualizem, oops acertem seus ponteiros epistêmicos, pois a hipótese do ‘relógio molecular’ está sendo questionada por dois cientistas, um de renome internacional e respeitado na área da evolução humana, mas a GMT pouco espaço lhe concede porque quando ele acha Darwin em falta, ele mata a cobra e mostra o pau, oops os resultados de suas pesquisas.
Alô MEC/SEMTEC/PNLEM, os livros didáticos de Biologia do ensino médio de 2008 já devem trazer mais este fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução sendo seriamente questionado dentro da própria comunidade científica. Você vê alguma correlação aqui entre a ciência e o mito de Sisífo? Vão rolar a pedra da atualização dos livros-texto quando? 2010???
Alô alunos do ensino médio Brasil a fora, vocês continuam sendo lesados na abordagem da origem e evolução da vida − se os seus livros de Biologia abordar a questão do ‘relógio molecular’, encostem seus professores na parede com mais esta não comprovação do fato, Fato, FATO da evolução. Ou remeta-os para este blog de um ‘simples professorzinho do ensino médio’ [será???] a fim de se atualizarem nos últimos conhecimentos em Biologia evolutiva.
Eu queria ver a cara do Marcelo Leite, do Claudio Angelo, [os dois da Folha de São Paulo] e dos demais ‘deformadores’, oops formadores de conhecimento científico aqui em Pindorama, que ‘não dão espaço’ para notícias assim. O que vale é a máxima ricuperiana − ‘O que Darwin tem de bom, a gente mostra. O que Darwin tem de ruim, a gente esconde’ [Obrigado ministro Ricupero e Jornal Nacional, TV Globo pelo microfone aberto].
Solapando ‘a presumida hegemonia da sistemática molecular’
por David Tyler 02/03/2007 11:32:46 am
As pressuposições por trás dos relógios moleculares são todos dependentes no ‘modelo darwiniano de mudança contínua e gradual’. O que acontece se essas pressuposições são exploradas, testadas e sujeitas ao escrutínio crítico? Este foi o exercício realizado por Schwartz e Maresca.
A primeira parte do artigo lida com aspectos históricos da ‘sistemática molecular’ para melhor entendimento dos ‘fundamentos teórico-metodológicos.’ Os autores estão interessados em descobrir ‘como que surgiu a crença [SIC ULTRA PLUS 1] na infalibilidade dos dados moleculares para a reconstrução das relações evolutivas, e como esta crença se tornou tão central, especialmente para a paleoantropologia.’ Isso eles fazem com uma crítica direta sem rodeios raramente aparecendo nas páginas impressas de publicações científicas arbitradas. A pressuposição molecular (PM) é tida como dominante, mas se apóia em bases teóricas em vez de empíricas. ‘Sem dúvida que era completamente darwiniana, a PM continuou dominando o crescente campo influente do que agora tem sido freqüentemente chamado de sistemática molecular.’
Os autores prosseguem considerando o tópico de hibridização do DNA, mostrando que os dados podem estar nos dizendo algo sobre a ‘retenção primitiva’ em vez da ‘proximidade de relação’. Eles mostram que, embora os autores de pesquisas de PM usem a linguagem do cladismo, eles estão enganados [SIC ULTRA PLUS 2]: ‘À luz desse procedimento de teste de hipótese, é óbvio que qualquer análise molecular baseada em PM não é cladística’ [SIC ULTRA PLUS 3].
Eles mostram que as comparações baseadas nos genes estruturais podem ser interpretadas de maneiras que são bem diferentes dos defensores da PM. ‘As relações filogenéticas entre os metazoários podem, portanto, serem melhor reveladas através da comparação de genes desenvolvidos regulados, porque as mudanças na sua expressão podem alterar os fenótipos’ [SIC ULTRA PLUS 4].
Tem sido um grande problema [Nota deste blogger: Ué, mas para onde foi o fato, Fato, FATO da evolução? Simples retórica bombástica ainda não apoiada pelas evidências encontradas na natureza???] para o darwinismo que os seus fundamentos são considerados como invioláveis e como uma ‘suposição aceita’ [SIC ULTRA PLUS 5]. ‘A nossa revisão [...] revela que, não importa quão sofisticados sejam seus modelos matemáticos, os sistematistas moleculares não questionaram as pressuposições básicas sobre as quais eles estão fundamentados [SIC ULTRA PLUS 6]. Assim, enquanto refinam os programas de computadores para analisar filogeneticamente os dados moleculares continuam apressadamente [...] com declarações de certeza sobre resultados que se seguem, nenhum algoritmo é mais viável do que as pressuposições que informam isso.’ [SIC ULTRA PLUS 7]. Os autores oferecem a esperança de que a sua revisão crítica irá reabrir o caminho de uma abordagem mais integrada para a sistemática.
Este é um artigo que vai perturbar os darwinistas, mas oferecerá encorajamento para todos os que querem ver menos ideologia no pensamento evolucionário e que querem seguir as evidências aonde elas forem dar.
Do Molecular Clocks Run at All? A Critique of Molecular Systematics [Os relógios moleculares funcionam mesmo? Uma crítica da sistemática molecular]
Jeffrey H. Schwartz e Bruno Maresca. Biological Theory, Fall, 2006, Vol. 1, No. 4, Páginas 357-371 | doi:10.1162/biot.2006.1.4.357 (Acesso livre)
Abstract: Embora os sistematistas moleculares possam usar a terminologia do cladismo, afirmando que a reconstrução de relações filogenéticas é baseada em estados derivados compartilhados (“synapomorphies”), o último não é o caso. Em vez disso, a sistemática molecular é (largamente) fundamentada na pressuposição que foi primeiro articulada nitidamente por Zuckerkandl e Pauling (1962), de que o grau de semelhança total reflete o grau de relação. Esta pressuposição é derivada da interpretação da semelhança (ou dessemelhança) molecular entre as taxa no contexto de um modelo darwiniano de mudança contínua e gradual. A revisão da história da sistemática molecular e suas afirmações no contexto da biologia molecular revela que não existe base para a ‘pressuposição molecular.” [1]
NOTA
[1] Jeffrey H. Schwartz and Bruno Maresca. Biological Theory, Fall, 2006, Vol. 1, No. 4, Pages 357-371 | doi:10.1162/biot.2006.1.4.357 (Open access)
Abstract: Although molecular systematists may use the terminology of cladism, claiming that the reconstruction of phylogenetic relationships is based on shared derived states (synapomorphies), the latter is not the case. Rather, molecular systematics is (largely) based on the assumption, first clearly articulated by Zuckerkandl and Pauling (1962), that degree of overall similarity reflects degree of relatedness. This assumption derives from interpreting molecular similarity (or dissimilarity) between taxa in the context of a Darwinian model of continual and gradual change. Review of the history of molecular systematics and its claims in the context of molecular biology reveals that there is no basis for the “molecular assumption.”
NOTA DO BLOGGER: Os sete SIC ULTRA PLUS neste blog revelam o meu espanto diante da gritante insuficiência epistêmica do neodarwinismo e de como as nossas mentes mais brilhantes não conseguem enxergar essas dificuldades fundamentais na corroboração da teoria geral da evolução.
O que provoca esta ‘cegueira epistemológica’? Uma decisão para ficar a favor da ciência ou de uma ideologia do naturalismo filosófico? Eu afirmo que é a última que os cega irremediavelmente, a menos que uma metanoia epistêmica ocorra a eles: seguir as evidências aonde elas forem dar!
Alô MEC/SEMTEC/PNLEM, os livros didáticos de Biologia do ensino médio de 2008 já devem trazer mais este fato, Fato, FATO da teoria geral da evolução sendo seriamente questionado dentro da própria comunidade científica. Você vê alguma correlação aqui entre a ciência e o mito de Sisífo? Vão rolar a pedra da atualização dos livros-texto quando? 2010???
Alô alunos do ensino médio Brasil a fora, vocês continuam sendo lesados na abordagem da origem e evolução da vida − se os seus livros de Biologia abordar a questão do ‘relógio molecular’, encostem seus professores na parede com mais esta não comprovação do fato, Fato, FATO da evolução. Ou remeta-os para este blog de um ‘simples professorzinho do ensino médio’ [será???] a fim de se atualizarem nos últimos conhecimentos em Biologia evolutiva.
Eu queria ver a cara do Marcelo Leite, do Claudio Angelo, [os dois da Folha de São Paulo] e dos demais ‘deformadores’, oops formadores de conhecimento científico aqui em Pindorama, que ‘não dão espaço’ para notícias assim. O que vale é a máxima ricuperiana − ‘O que Darwin tem de bom, a gente mostra. O que Darwin tem de ruim, a gente esconde’ [Obrigado ministro Ricupero e Jornal Nacional, TV Globo pelo microfone aberto].
Solapando ‘a presumida hegemonia da sistemática molecular’
por David Tyler 02/03/2007 11:32:46 am
As pressuposições por trás dos relógios moleculares são todos dependentes no ‘modelo darwiniano de mudança contínua e gradual’. O que acontece se essas pressuposições são exploradas, testadas e sujeitas ao escrutínio crítico? Este foi o exercício realizado por Schwartz e Maresca.
A primeira parte do artigo lida com aspectos históricos da ‘sistemática molecular’ para melhor entendimento dos ‘fundamentos teórico-metodológicos.’ Os autores estão interessados em descobrir ‘como que surgiu a crença [SIC ULTRA PLUS 1] na infalibilidade dos dados moleculares para a reconstrução das relações evolutivas, e como esta crença se tornou tão central, especialmente para a paleoantropologia.’ Isso eles fazem com uma crítica direta sem rodeios raramente aparecendo nas páginas impressas de publicações científicas arbitradas. A pressuposição molecular (PM) é tida como dominante, mas se apóia em bases teóricas em vez de empíricas. ‘Sem dúvida que era completamente darwiniana, a PM continuou dominando o crescente campo influente do que agora tem sido freqüentemente chamado de sistemática molecular.’
Os autores prosseguem considerando o tópico de hibridização do DNA, mostrando que os dados podem estar nos dizendo algo sobre a ‘retenção primitiva’ em vez da ‘proximidade de relação’. Eles mostram que, embora os autores de pesquisas de PM usem a linguagem do cladismo, eles estão enganados [SIC ULTRA PLUS 2]: ‘À luz desse procedimento de teste de hipótese, é óbvio que qualquer análise molecular baseada em PM não é cladística’ [SIC ULTRA PLUS 3].
Eles mostram que as comparações baseadas nos genes estruturais podem ser interpretadas de maneiras que são bem diferentes dos defensores da PM. ‘As relações filogenéticas entre os metazoários podem, portanto, serem melhor reveladas através da comparação de genes desenvolvidos regulados, porque as mudanças na sua expressão podem alterar os fenótipos’ [SIC ULTRA PLUS 4].
Tem sido um grande problema [Nota deste blogger: Ué, mas para onde foi o fato, Fato, FATO da evolução? Simples retórica bombástica ainda não apoiada pelas evidências encontradas na natureza???] para o darwinismo que os seus fundamentos são considerados como invioláveis e como uma ‘suposição aceita’ [SIC ULTRA PLUS 5]. ‘A nossa revisão [...] revela que, não importa quão sofisticados sejam seus modelos matemáticos, os sistematistas moleculares não questionaram as pressuposições básicas sobre as quais eles estão fundamentados [SIC ULTRA PLUS 6]. Assim, enquanto refinam os programas de computadores para analisar filogeneticamente os dados moleculares continuam apressadamente [...] com declarações de certeza sobre resultados que se seguem, nenhum algoritmo é mais viável do que as pressuposições que informam isso.’ [SIC ULTRA PLUS 7]. Os autores oferecem a esperança de que a sua revisão crítica irá reabrir o caminho de uma abordagem mais integrada para a sistemática.
Este é um artigo que vai perturbar os darwinistas, mas oferecerá encorajamento para todos os que querem ver menos ideologia no pensamento evolucionário e que querem seguir as evidências aonde elas forem dar.
Do Molecular Clocks Run at All? A Critique of Molecular Systematics [Os relógios moleculares funcionam mesmo? Uma crítica da sistemática molecular]
Jeffrey H. Schwartz e Bruno Maresca. Biological Theory, Fall, 2006, Vol. 1, No. 4, Páginas 357-371 | doi:10.1162/biot.2006.1.4.357 (Acesso livre)
Abstract: Embora os sistematistas moleculares possam usar a terminologia do cladismo, afirmando que a reconstrução de relações filogenéticas é baseada em estados derivados compartilhados (“synapomorphies”), o último não é o caso. Em vez disso, a sistemática molecular é (largamente) fundamentada na pressuposição que foi primeiro articulada nitidamente por Zuckerkandl e Pauling (1962), de que o grau de semelhança total reflete o grau de relação. Esta pressuposição é derivada da interpretação da semelhança (ou dessemelhança) molecular entre as taxa no contexto de um modelo darwiniano de mudança contínua e gradual. A revisão da história da sistemática molecular e suas afirmações no contexto da biologia molecular revela que não existe base para a ‘pressuposição molecular.” [1]
NOTA
[1] Jeffrey H. Schwartz and Bruno Maresca. Biological Theory, Fall, 2006, Vol. 1, No. 4, Pages 357-371 | doi:10.1162/biot.2006.1.4.357 (Open access)
Abstract: Although molecular systematists may use the terminology of cladism, claiming that the reconstruction of phylogenetic relationships is based on shared derived states (synapomorphies), the latter is not the case. Rather, molecular systematics is (largely) based on the assumption, first clearly articulated by Zuckerkandl and Pauling (1962), that degree of overall similarity reflects degree of relatedness. This assumption derives from interpreting molecular similarity (or dissimilarity) between taxa in the context of a Darwinian model of continual and gradual change. Review of the history of molecular systematics and its claims in the context of molecular biology reveals that there is no basis for the “molecular assumption.”
NOTA DO BLOGGER: Os sete SIC ULTRA PLUS neste blog revelam o meu espanto diante da gritante insuficiência epistêmica do neodarwinismo e de como as nossas mentes mais brilhantes não conseguem enxergar essas dificuldades fundamentais na corroboração da teoria geral da evolução.
O que provoca esta ‘cegueira epistemológica’? Uma decisão para ficar a favor da ciência ou de uma ideologia do naturalismo filosófico? Eu afirmo que é a última que os cega irremediavelmente, a menos que uma metanoia epistêmica ocorra a eles: seguir as evidências aonde elas forem dar!
Um slogan que os físicos não vão gostar
quinta-feira, março 01, 2007
Que tal alguém usar uma camiseta com a seguinte frase numa conferência de físicos?
"A teoria da gravidade é uma teoria científica tão bem estabelecida quanto a teoria da evolução."
Seria corrido de lá. Você não vê os físicos usando isso para fazerem 'propaganda' da suficiência de suas teorias comparando-as com o fato, Fato, FATO da evolução.
Fui, pensando em Newton que repousa do lado de Darwin na Abadia de Westminster...
"A teoria da gravidade é uma teoria científica tão bem estabelecida quanto a teoria da evolução."
Seria corrido de lá. Você não vê os físicos usando isso para fazerem 'propaganda' da suficiência de suas teorias comparando-as com o fato, Fato, FATO da evolução.
Fui, pensando em Newton que repousa do lado de Darwin na Abadia de Westminster...
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