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O prêmio foi inspirado nas muitas lorotas que são descaradamente publicadas na Grande Mídia tupiniquim desde 1998 quando a teoria do Design Inteligente começou a apontar as insuficiências fundamentais das atuais teorias da origem e evolução da vida.
A postura dos acadêmicos, intelectuais, formadores de opinião, editores e jornalistas, em vez de lidarem com este sério questionamento do contexto de justificação de teorias científicas que lhes foi apontado desde 1998, preferindo demonizar os críticos e oponentes, colocando-os numa “zona cinzenta” como se não existissem, e pior a emenda do que o soneto — mentem descaradamente em nome de Darwin.
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Com todas as honras e direitos que este prêmio lhe confere, entregamos o 1º. Prêmio “Pinóquio” por esta inusitada ação acadêmica no caderno Mais!, da Folha de São Paulo, p. 6, de 1º. de julho de 2007:
Ciência: A teoria da evolução darwiniana
Verdade e mentira: “Até hoje causa polêmica entre religiosos conservadores...”
O Dr. Rosa se esqueceu de mencionar que a teoria geral da evolução de Darwin causa polêmica desde 1859, não somente entre “religiosos conservadores”, mas entre cientistas que foram e são céticos dos mecanismos evolutivos até hoje apresentados, mas que circunstancialmente se consubstanciam empiricamente.
Mentira: “...sendo proibida em alguns locais do Estados Unidos.”
O Dr. Rosa, por ser professor titular do Programa de Pós-graduação de renomada universidade pública brasileira, deveria ser um pouco melhor informado: desde 1987, NOTA BENE, desde 1987, quando a Suprema Corte dos Estados Unidos considerou inconstitucional uma lei do estado da Louisiana de 1981 porque o seu propósito “era claramente de avançar o ponto de vista religioso que um ser sobrenatural criou a humanidade”, por isso, fica “proibido” “proibir” o ensino da evolução não somente “em alguns locais", mas em todo os Estados Unidos.
Como o prêmio “Pinóquio” é um prêmio muito concorrido, ele aparecerá freqüentemente aqui neste blog agraciando esses nossos “Pinóquios” darwinistas pós-modernos.