Atenção Grande Mídia Tupiniquim e Nomenklatura científica, vocês vêm sendo alertados por este blogger desde 1998 [especialmente a editoria de ciência da Folha de São Paulo] sobre as muitas dificuldades fundamentais do neodarwinismo encontradas nas principais publicações científicas e literatura revisada por pares.
Uma ciência objetiva e honesta, e um jornalismo objetivo e honesto demandam que essas discussões venham à tona para o grande público leitor. Do jeito que está é sonegação escancarada de informações, uma despudorada violentação da cidadania ter acesso a informações. Da próxima vez que vocês forem cobrir Darwin, comecem lendo e dialogando com esses autores:
CARROLL, Robert L. “Towards a New Evolutionary Synthesis.” Trends in Ecology and Evolution 15 (2000): 27-32.
ERWIN, Douglas. “Macroevolution is More Than Repeated Rounds of Microevolution,” Evolution & Development 2 (2000): 78-84.
MARTIN W., e M. Muller. "The Hydrogen Hypothesis for the First Eukaryote." Nature 392 (1998): 37-41.
PENNISI, E. “Direct descendants from an RNA world.” Science 280 (1998): 673.
PHILLIPE, Herve, e Patrick Forterre. “The Rooting of the Universal Tree of Life is Not Reliable.” Journal of Molecular Evolution 49 (1999): 509-523.
Caso isso não seja suficiente, posso mencionar mais de 40 publicações. Aquelas do meu pôster "Uma Iminente Mudança Paradigmática em Biologia Evolutiva?" na V São Paulo Research Conference [Faculdade de Medicina da USP – 18-20 de maio de 2006].
Todos são cientistas evolucionistas de carteirinha, mas correndo hoje o risco de passarem por uma inquisição sem fogueiras – ou simplesmente o ostracismo acadêmico que já vem sendo aplicado à Lynn Margulis e outros cientistas. Huxley, lembra-se do que você fez academicamente com o Mivart? Seus atuais discípulos aprenderam muito bem sua lição maquiavélica, oops huxleyélica. Destruidora de carreiras acadêmicas. Cara, você e outros tipos chifrins envergonham a ciência!
Qual é a reação esperada? Silencio pétreo e comprometedor da Grande Mídia Tupiniquim e da Nomenklatura científica – tática useira e vezeira dos ultradarwinistas porque sabem terem muito a perder. Especialmente status acadêmico – estão operando sob um paradigma que não é apoiado pelas evidências. Há mais de um quarto de século, não é mesmo Gould?
"Em última análise, não é nenhuma evidência científica específica que me convence ser o darwinismo uma pseudociência que cairá assim que for possível que os seus críticos sejam ouvidos decentemente. É a maneira como os darwinistas defendem seu caso que torna aparente que eles estão com medo de encontrar os melhores argumentos contra sua teoria. Uma ciência verdadeira não emprega propaganda nem barreiras legais para evitar [SIC – lá nos Estados Unidos] que perguntas relevantes sejam feitas, nem tampouco depende da imposição de regras de raciocínio que não permitam nenhuma alternativa à história oficial. Se os darwinistas tivessem um bom caso a defender, eles dariam as boas-vindas aos críticos a um fórum acadêmico para um debate público, e eles confrontariam os melhores argumentos críticos em vez de caracterizá-los como sendo espantalhos. Em vez disso, eles escolheram se valer de métodos desonráveis da política do poder". [1]
Chamam isso de liberdade acadêmica, chamam isso de jornalismo objetivo, apartidário e moderno, chamam isso de ciência...
NOTA:
[1] JOHNSON, P.E., The Wedge of Truth : Splitting the Foundations of Naturalism, Downers Grove, Intervarsity Press, 2000, p.141.
Desafios científicos ao neodarwinismo presentes na literatura especializada
sábado, setembro 16, 2006
Arqueólogos da Brown University apóiam a detecção empírica de design em objetos naturais
México já possuía escrita há 3.000 anos
O Jornal da Ciência E-Mail Edição 3102, de 15 de Setembro de 2006, destaca notícia de uma descoberta impressionante – o que parece ser as mais antigas inscrições feitas nas Américas. Embora os arqueólogos não saibam o significado desses símbolos encontrados neste bloco de pedra no México, eles têm certeza de uma coisa: é resultado de DESIGN INTENCIONAL e não da ação do vento ou da erosão.
Como é que eles sabem disso? "Quando eu vi o bloco, como o resto de nós viu, nós sabíamos que estávamos diante de algo muito especial…. Tinha sinais completamente desconhecidos, mas eles estavam dispostos nessas seqüências longas que nós pensamos teria de ser uma nova forma de escrita... Não é apenas uma série de símbolos que possa ser colocada junta para que você possa vê-los do modo, digamos, de uma pintura medieval francesa ou inglesa", Houston [um arqueólogo da Brown University] disse. "Antes, eles estão dispostos numa seqüência destinada a refletir uma linguagem com elementos gramaticais e com uma ordem de palavras que faz sentido".
Assim, nós não temos aqui somente o caso do senso comum determinando a intencionalidade de design desses glifos, mas fatores nítidos de detecção empírica de estrutura gramatical que demandam uma inferência de design—mesmo que nós não saibamos quem, por que, ou exatamente quando que esses glifos foram feitos.
Para os céticos localizados [os cuca legais] isso é ponto pacífico e fácil de perceber. Já para os céticos globalizados [os cabeças-duras] até mesmo esses exemplos não são capazes de convencê-los de que o design em biologia também é uma questão de detecção empírica.
O Jornal da Ciência E-Mail Edição 3102, de 15 de Setembro de 2006, destaca notícia de uma descoberta impressionante – o que parece ser as mais antigas inscrições feitas nas Américas. Embora os arqueólogos não saibam o significado desses símbolos encontrados neste bloco de pedra no México, eles têm certeza de uma coisa: é resultado de DESIGN INTENCIONAL e não da ação do vento ou da erosão.
Como é que eles sabem disso? "Quando eu vi o bloco, como o resto de nós viu, nós sabíamos que estávamos diante de algo muito especial…. Tinha sinais completamente desconhecidos, mas eles estavam dispostos nessas seqüências longas que nós pensamos teria de ser uma nova forma de escrita... Não é apenas uma série de símbolos que possa ser colocada junta para que você possa vê-los do modo, digamos, de uma pintura medieval francesa ou inglesa", Houston [um arqueólogo da Brown University] disse. "Antes, eles estão dispostos numa seqüência destinada a refletir uma linguagem com elementos gramaticais e com uma ordem de palavras que faz sentido".
Assim, nós não temos aqui somente o caso do senso comum determinando a intencionalidade de design desses glifos, mas fatores nítidos de detecção empírica de estrutura gramatical que demandam uma inferência de design—mesmo que nós não saibamos quem, por que, ou exatamente quando que esses glifos foram feitos.
Para os céticos localizados [os cuca legais] isso é ponto pacífico e fácil de perceber. Já para os céticos globalizados [os cabeças-duras] até mesmo esses exemplos não são capazes de convencê-los de que o design em biologia também é uma questão de detecção empírica.
A misoginia de Darwin
“É oficial, os homens têm QIs mais altos do que as mulheres”. Incrivelmente, isso foi uma manchete verdadeira semana passada. Algumas outras foram um pouco mais objetivas, mas não se engane: o estudo mais recente por um nacionalista branco J. Philippe Rushton (um 'fellow' da AAAS – a Sociedade para o Avanço da Ciência do Tio Sam) será usado (como ele talvez tenha planejado) para “provar” a superioridade masculina via darwinismo. A história de hoje no Daily Mail apregoou a “batalha dos sexos” e citou Rushton fazendo a afirmação ridícula de que os homens são mais inteligentes do que as mulheres:
Ele afirma que o fenômeno do ‘telhado de vidro’ é, provavelmente, devido à inteligência inferior, em vez de discriminação ou falta de oportunidade.
Segundo Rushton, a evolução tem a chave para explicar as diferenças que ele vê entre os homens e as mulheres:
Pensa-se que a diferença possa ser datada lá da Idade da Pedra, com as mulheres procurando os homens mais inteligentes do que elas numa tentativa de passar adiante os melhores genes para os seus filhos.
"Algumas pessoas têm sugerido que isso evoluiu porque as mulheres preferem os homens mais inteligentes do que para serem seus maridos", disse o professor.
Devido ao chauvinismo espalhafatoso e indefensável de Rushton, muitos vão desconsiderá-lo como sendo um excêntrico, uma aberração que utiliza mal a autoridade da teoria de Darwin a fim de apoiar sua agenda.
Na verdade, este é apenas o exemplo mais recente de uma longa tradição de darwinistas que afirma que a ciência apóia o sexismo deles, uma linhagem que se reporta ao próprio Darwin.
Para Darwin, foi um ponto de vista genético errado que o levou afirmar no seu livro The Descent of Man que “os caracteres assim ganhos terão sido transmitidos mais plenamente para a descendência masculina do que a feminina”. É uma história interessante, mas uma sem nenhum crédito científico. Darwin nunca entendeu como que as características genéticas eram herdadas. Nós ainda não a entendemos plenamente, mas nós sabemos que os filhos recebem características dos pais, refutando qualquer teoria de seleção sexual que admita o contrário.
A falta de dados apoiando sua teoria de seleção sexual não parou a imaginação de Darwin, ou o seu sexismo, de ir além da ciência. A próxima sentença declara isso imediatamente:
Assim, finalmente o homem se tornou superior à mulher.
Espera-se que a recente misoginia de darwinistas como Rushton irá alertar as mulheres da misoginia passada do próprio Darwin. Se já houve alguma ocasião ou razão para as mulheres rejeitarem Darwin, é agora.
Postado por Anika Smith em 15 de setembro de 2006 3:36 PM
Ele afirma que o fenômeno do ‘telhado de vidro’ é, provavelmente, devido à inteligência inferior, em vez de discriminação ou falta de oportunidade.
Segundo Rushton, a evolução tem a chave para explicar as diferenças que ele vê entre os homens e as mulheres:
Pensa-se que a diferença possa ser datada lá da Idade da Pedra, com as mulheres procurando os homens mais inteligentes do que elas numa tentativa de passar adiante os melhores genes para os seus filhos.
"Algumas pessoas têm sugerido que isso evoluiu porque as mulheres preferem os homens mais inteligentes do que para serem seus maridos", disse o professor.
Devido ao chauvinismo espalhafatoso e indefensável de Rushton, muitos vão desconsiderá-lo como sendo um excêntrico, uma aberração que utiliza mal a autoridade da teoria de Darwin a fim de apoiar sua agenda.
Na verdade, este é apenas o exemplo mais recente de uma longa tradição de darwinistas que afirma que a ciência apóia o sexismo deles, uma linhagem que se reporta ao próprio Darwin.
Para Darwin, foi um ponto de vista genético errado que o levou afirmar no seu livro The Descent of Man que “os caracteres assim ganhos terão sido transmitidos mais plenamente para a descendência masculina do que a feminina”. É uma história interessante, mas uma sem nenhum crédito científico. Darwin nunca entendeu como que as características genéticas eram herdadas. Nós ainda não a entendemos plenamente, mas nós sabemos que os filhos recebem características dos pais, refutando qualquer teoria de seleção sexual que admita o contrário.
A falta de dados apoiando sua teoria de seleção sexual não parou a imaginação de Darwin, ou o seu sexismo, de ir além da ciência. A próxima sentença declara isso imediatamente:
Assim, finalmente o homem se tornou superior à mulher.
Espera-se que a recente misoginia de darwinistas como Rushton irá alertar as mulheres da misoginia passada do próprio Darwin. Se já houve alguma ocasião ou razão para as mulheres rejeitarem Darwin, é agora.
Postado por Anika Smith em 15 de setembro de 2006 3:36 PM
Só a ficção para explicar a 'ficção' do Darwinismo...
sexta-feira, setembro 15, 2006
Para explicar a ficção do transmutacionismo darwiniano, nada mais apropriado do que uma obra de ficção!
A Nomenklatura científica está mais perdida do que cachorro de mudança – não sabe para onde está indo! Diante desta anarquia epistemológica que é o ciberespaço – onde as insuficiências epistêmicas das atuais teorias da origem e evolução da vida vieram à tona numa torrente onde o braço censor e inquisitorial não pode atingir, para a vergonha de Darwin – aquele que disse que se suas especulações necessitassem de uma 'ajuda externa', ele consideraria isso como 'rubbish' [titica de galinha], ficaria corado em saber desta ação inusitada da Nomenklatura científica do Tio Sam - cooptando os de tradições religiosas a exercerem FÉ nas especulações transformistas de Darwin:
+++++
AAAS em Ação
PROGRAMAS NA LINHA DE FRENTE
Novo Livro DoSER: Os diálogos da evolução
As introduções dos capítulos neste novo livro apresentam uma narrativa sobre um dilema pessoal de um aluno de faculdade fictício [SIC], e um glossário que vai de "bactéria" a "infalibilidade bíblica" [SIC – assunto científico???] The Evolution Dialogues: Science, Christianity, and the Quest for Understanding [Os diálogos da evolução: ciência, cristianismo e a busca de entendimento] foram escritos com o input tanto de cientistas e teólogos para educadores religiosos [SIC – o nome disso não é EDUCAÇÃO, mas DOUTRINAÇÃO bem no estilo marxista de Pol Pot] e outras pessoas buscando um descrição concisa da ciência da evolução [SIC – eu pensei que CIÊNCIA fosse somente CIÊNCIA sem ser adjetivada...] e uma discussão respeitável das respostas culturais e religiosas [Leia-se – PONHA-SE NO SEU LUGAR!] na era das batalhas sobre os currículos das escolas. Leia mais sobre o livro, que será suplementado com um guia de estudo que se tornará disponível online.
O Diálogo da AAAS em Ciência, Ética e Religião (Dialogue on Science, Ethics, and Religion – DoSER) facilita a comunicação entre as comunidades científica e religiosa com uma série de palestras e outras atividades. Saiba mais e compre uma cópia do The Evolution Dialogues no site
+++++
A AAAS – a Sociedade para o Avanço da Ciência lá do Tio Sam – braço da Nomenklatura científica americana deve estar sofrendo de apoplexia epistemológica – estão tentando cooptar os de tradições religiosas a aceitarem as especulações transformistas de Darwin sem o respaldo das evidências científicas através de, durma-se com um barulho desses – de uma OBRA DE FICÇÃO! Haja criatividade! Darwin, quem diria, precisa da muleta de uma obra de ficção!

Darwin, eu já garanti aqui pra você outro dia – eu não vou permitir que a Nomenklatura científica tupiniquim lance mão de meios tão acientíficos quanto esse – cooptar os de tradições religiosas a terem FÉ em você!
Senhores, a questão hoje em dia não é se as especulações transformistas de Darwin contrariam os relatos de criação de textos sagrados, mas se elas são apoiadas pelas evidências. Elas não são, e apontam noutra direção – Design Inteligente.
+++++
AAAS at Work
PROGRAMS AT THE FOREFRONT
New DoSER Book: The Evolution Dialogues
Chapter introductions in this new book feature a narrative about the personal dilemma of a fictional college student, and a glossary ranges from "bacteria" to "Biblical infallibility." The Evolution Dialogues: Science, Christianity, and the Quest for Understanding was written with the input of both scientists and theologians for religious educators and others seeking a concise description of the science of evolution and a respectful discussion of cultural and religious responses in the era of battles over school science curricula. Read more about the book, which will be supplemented by a study guide to be available online.
The AAAS Dialogue on Science, Ethics, and Religion (DoSER) facilitates communication between the science and religious communities with a public lecture series and other activities. Find out more and order a copy of The Evolution Dialogues.
A Nomenklatura científica está mais perdida do que cachorro de mudança – não sabe para onde está indo! Diante desta anarquia epistemológica que é o ciberespaço – onde as insuficiências epistêmicas das atuais teorias da origem e evolução da vida vieram à tona numa torrente onde o braço censor e inquisitorial não pode atingir, para a vergonha de Darwin – aquele que disse que se suas especulações necessitassem de uma 'ajuda externa', ele consideraria isso como 'rubbish' [titica de galinha], ficaria corado em saber desta ação inusitada da Nomenklatura científica do Tio Sam - cooptando os de tradições religiosas a exercerem FÉ nas especulações transformistas de Darwin:
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AAAS em Ação
PROGRAMAS NA LINHA DE FRENTE
Novo Livro DoSER: Os diálogos da evolução
As introduções dos capítulos neste novo livro apresentam uma narrativa sobre um dilema pessoal de um aluno de faculdade fictício [SIC], e um glossário que vai de "bactéria" a "infalibilidade bíblica" [SIC – assunto científico???] The Evolution Dialogues: Science, Christianity, and the Quest for Understanding [Os diálogos da evolução: ciência, cristianismo e a busca de entendimento] foram escritos com o input tanto de cientistas e teólogos para educadores religiosos [SIC – o nome disso não é EDUCAÇÃO, mas DOUTRINAÇÃO bem no estilo marxista de Pol Pot] e outras pessoas buscando um descrição concisa da ciência da evolução [SIC – eu pensei que CIÊNCIA fosse somente CIÊNCIA sem ser adjetivada...] e uma discussão respeitável das respostas culturais e religiosas [Leia-se – PONHA-SE NO SEU LUGAR!] na era das batalhas sobre os currículos das escolas. Leia mais sobre o livro, que será suplementado com um guia de estudo que se tornará disponível online.
O Diálogo da AAAS em Ciência, Ética e Religião (Dialogue on Science, Ethics, and Religion – DoSER) facilita a comunicação entre as comunidades científica e religiosa com uma série de palestras e outras atividades. Saiba mais e compre uma cópia do The Evolution Dialogues no site
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A AAAS – a Sociedade para o Avanço da Ciência lá do Tio Sam – braço da Nomenklatura científica americana deve estar sofrendo de apoplexia epistemológica – estão tentando cooptar os de tradições religiosas a aceitarem as especulações transformistas de Darwin sem o respaldo das evidências científicas através de, durma-se com um barulho desses – de uma OBRA DE FICÇÃO! Haja criatividade! Darwin, quem diria, precisa da muleta de uma obra de ficção!

Darwin, eu já garanti aqui pra você outro dia – eu não vou permitir que a Nomenklatura científica tupiniquim lance mão de meios tão acientíficos quanto esse – cooptar os de tradições religiosas a terem FÉ em você!
Senhores, a questão hoje em dia não é se as especulações transformistas de Darwin contrariam os relatos de criação de textos sagrados, mas se elas são apoiadas pelas evidências. Elas não são, e apontam noutra direção – Design Inteligente.
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AAAS at Work
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New DoSER Book: The Evolution Dialogues
Chapter introductions in this new book feature a narrative about the personal dilemma of a fictional college student, and a glossary ranges from "bacteria" to "Biblical infallibility." The Evolution Dialogues: Science, Christianity, and the Quest for Understanding was written with the input of both scientists and theologians for religious educators and others seeking a concise description of the science of evolution and a respectful discussion of cultural and religious responses in the era of battles over school science curricula. Read more about the book, which will be supplemented by a study guide to be available online.
The AAAS Dialogue on Science, Ethics, and Religion (DoSER) facilitates communication between the science and religious communities with a public lecture series and other activities. Find out more and order a copy of The Evolution Dialogues.
Oi nóis aí na fita outra vez, sô! Nóis é jeca, mas nóis somos hi-tech!
Do site do bioquímico alemão Wolfgang Junge [até onde eu sei, Junge não é adepto da TDI]:
ATP [trifosfato de adenosina]
O segundo vídeo, alto da página (fundo negro) mostra o mecanismo desta máquina rotatória em câmera lenta. Apesar de estilizado, mostra todas as partes interagindo de maneira nítida. Seriam bons exemplos de Complexidade Irredutível de Behe?
David Nicholls disse que este motor é "sem dúvida, a mais surpreendente complexa estrutura molecular na célula".
Outro vídeo interessante é este aqui mostrando como um ribossomo constrói uma proteína a partir do RNA.
Este aqui é mais interessante ainda – a seqüência de RNA das pequenas subunidades (30S) usadas para a construção da árvore da vida. Em alta resolução(último link). Há mais três vídeos nesta mesma página que são ótimos.
Design inteligente empiricamente detectado ou é simplesmente design aparente – mera ilusão devido à pressão evolutiva dos memes dawkinsinianos ideologicamente provocando cegueira epistêmica crônica?
Mais cego, é aquele que vê e diz que não enxerga... Eu queria ver Darwin e Huxley 'vendo' esses vídeos de design inteligente em ação diante das caras deles!
Pano rápido!
ATP [trifosfato de adenosina]
O segundo vídeo, alto da página (fundo negro) mostra o mecanismo desta máquina rotatória em câmera lenta. Apesar de estilizado, mostra todas as partes interagindo de maneira nítida. Seriam bons exemplos de Complexidade Irredutível de Behe?
David Nicholls disse que este motor é "sem dúvida, a mais surpreendente complexa estrutura molecular na célula".
Outro vídeo interessante é este aqui mostrando como um ribossomo constrói uma proteína a partir do RNA.
Este aqui é mais interessante ainda – a seqüência de RNA das pequenas subunidades (30S) usadas para a construção da árvore da vida. Em alta resolução(último link). Há mais três vídeos nesta mesma página que são ótimos.
Design inteligente empiricamente detectado ou é simplesmente design aparente – mera ilusão devido à pressão evolutiva dos memes dawkinsinianos ideologicamente provocando cegueira epistêmica crônica?
Mais cego, é aquele que vê e diz que não enxerga... Eu queria ver Darwin e Huxley 'vendo' esses vídeos de design inteligente em ação diante das caras deles!
Pano rápido!
Pro bonum publico: livre acesso ao arquivo da Royal Society da Inglaterra até dezembro de 2006
A Royal Society em Londres, está permitindo livre acesso aos seus arquivos até dezembro de 2006. Já pensou poder acessar publicações científicas desde 1665? Vale a pena conferir.
Se você encontrar algum artigo de Darwin lá naquela importante sociedade científica, favor me informar... Por que será que não consta nenhum?
ERRAMOS: Na minha primeira busca neste site eu não achei nenhum artigo de Darwin. É preciso escolher os journals e as datas certas e depois fazer uma busca. Existem sim artigos de Darwin. (21.09.06 às 4:00 AM)
Stephen Jay Gould e a 'viseira epistemológica' dos ultradarwinistas
quarta-feira, setembro 13, 2006
Stephen Jay Gould foi um darwinista honesto, e muito bom em reconhecer o fenômeno da 'viseira epistemológica' nos seu colegas ultradarwinistas [certa vez Gould os chamou de 'fundamentalistas']. Eis aqui algumas citações contundentes de Gould. Sinto muito, mas premido pelo tempo [uma dissertação a defender] vou ter que deixá-las em inglês:“But our ways of learning about the world are strongly influenced by the social preconceptions and biased modes of thinking that each scientist must apply to any problem. The stereotype of a fully rational and objective ‘scientific method,’ with individual scientists as logical (and interchangeable) robots, is self-serving mythology.” Stephen Jay Gould, “In the Mind of the Beholder,” Natural History 103 (February 1994): 14, 14-23.
“Indeed proclamations for the supposed ‘truth’ of gradualism – asserted against every working paleontologist’s knowledge of its rarity – emerged largely from such a restriction of attention to exceedingly rare cases under the false belief that they alone provided a record of evolution at all! The falsification of most ‘textbook classics’ upon restudy only accentuates the fallacy of the ‘case study’ method and its root in prior expectation rather than objective reading of the fossil record.” Stephen Jay Gould, The Structure of Evolutionary Theory (Cambridge, MA: Belknap Press, 2002), 773.
“Before Niles Eldredge and I proposed the theory of punctuated equilibrium in 1972, the stasis, or nonchange, of most fossil species during their lengthy geological lifespans was tacitly acknowledged by all paleontologists, but almost never studied explicitly because prevailing theory treated stasis as uninteresting nonevidence for nonevolution ... The overwhelming prevalence of stasis became an embarrassing feature of the fossil record, best left ignored as a manifestation of nothing (that is, nonevolution). We expect life’s bushes ... to tell some story of direction change. If they do not, we do not feature them in our studies – if we even manage to see them at all ... Paleontologists are now beginning to study this higher order stasis, or nondirectional history of entire bushes. Stephen Jay Gould, “Cordelia’s Dilemma,” Natural History 102.2 (February 1993): 15, 10-18.
“ but stasis is data ... Say it ten times before breakfast every day for a week, and the argument will surely seep in by osmosis: ‘stasis is data; stasis is data’ ...” Stephen Jay Gould, The Structure of Evolutionary Theory (Cambridge, MA: Belknap Press, 2002), 759.
“Darwin applied a consistent philosophy of materialism to his interpretation of nature. Matter is the ground of all existence; mind, spirit, and God as well, are just words that express the wondrous results of neuronal complexity.” Stephen Jay Gould, Ever Since Darwin: Reflections in Natural History (New York: W.W. Norton, 1977), 13.
“Gradualism, the idea that all change must be smooth, slow, and steady, was never read from the rocks. It was primarily a prejudice of nineteenth-century liberalism facing a world in revolution. But it continues to color our supposedly objective reading of life’s history.” Stephen Jay Gould, “An Early Start,” Natural History 87 (February 1978): 24.
“Correction of error cannot always arise from new discovery within an accepted conceptual system. Sometimes the theory has to crumble first, and a new framework be adopted, before the crucial facts can be seen at all.” Stephen Jay Gould, “Cordelia’s Dilemma,” Natural History 102.2 (February 1993).
“New facts, collected in old ways under the guidance of old theories, rarely lead to any substantial revision of thought. Facts do not ‘speak for themselves, they are read in the light of theory.” Stephen Jay Gould, “The Validation of Continental Drift,” in Ever Since Darwin: Reflections in Natural History (1978; reprint, London: Penguin, 1991), 161.
“We can tell tales of improvement for some groups, but in honest moments we must admit that the history of complex life is more a story of multifarious variation about a set of basic designs than a saga of accumulating excellence ... I regard the failure to find a clear ‘vector of progress’ in life’s history as the most puzzling fact of the fossil record . . . we have sought to impose a pattern that we hoped to find on a world that does not really acquiesce.” Stephen Jay Gould, “Death and Transfiguration” in The Flamingo’s Smile (New York: W.W. Norton, 1985).
Outros evolucionistas também disseram coisas semelhantes como disse Gould:
“[E]ver since Darwin’s work inspired the notion that fossils linking modern man and extinct ancestor would provide the most convincing proof of human evolution, preconceptions have led evidence by the nose in the study of fossil man.” John Reader, “Whatever Happened to Zinjanthropus?” New Scientist 89, (March 26, 1981): 802-805.
“In other words, when the assumed evolutionary processes did not match the pattern of fossils that they were supposed to have generated, the pattern was judged to be ‘wrong.’ A circular argument arises: interpret the fossil record in terms of a particular theory of evolution, inspect the interpretation, and note that it confirms the theory. Well, it would, wouldn’t it?” Tom S. Kemp, “A Fresh Look at the Fossil Record,” New Scientist 108 (December 5, 1985): 66-67.
“How is it that trained men, the greatest experts of their day, could look at a set of modern human bones the cranial fragments and ‘see’ a clear simian signature in them; and see in an ape’s jaw the unmistakable signs of humanity. The answers, inevitably, have to do with the scientists’ expectations and their effects on the interpretation of the data.” Roger Lewin, Bones of Contention: Controversies in the Search for Human Origins (New York: Simon and Schuster, 1987), 61.
“Whenever Darwinism is the topic ... science and philosophy get completely intertwined. Scientists sometimes deceive themselves into thinking that philosophical ideas are only, at best, decorations or parasitic commentaries on the hard, objective triumphs of science, and that they themselves are immune to the confusions that philosophers devote their lives to dissolving. But there is no such thing as philosophy-free science; there is only science whose philosophical baggage is taken on board without examination.” Daniel Dennett, Darwin’s Dangerous Idea, 21
“Biochemists and biologists who adhere blindly to the Darwinism theory search for results that will be in agreement with their theories and consequently orient their research in a given direction, whether it be in the field of ecology, ethology, sociology, demography (dynamics of populations), genetics (so-called evolutionary genetics), or paleontology. This intrusion of theories has unfortunate results: it deprives observations and experiments of their objectivity, makes them biased, and, moreover, creates false problems... The code of conduct that the naturalist wishing to understand the problem of evolution must adopt is to adhere to facts and sweep away all a priori ideas and dogmas. Facts must come first and theories must follow. The only verdict that matters is the one pronounced by the court as proved facts. Indeed, the best studies on evolution have been carried out by biologists who are not blinded by doctrines and who observe facts coldly without considering whether they agree or disagree with their theories.” Pierre Grasse, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation, (New York: Academic Press, 1977), 7-8.
“If deterministic constraints exist, then certain regularities or trends in the large scale pattern of evolution should be evident. Yet very few studies have addressed this problem. One main reason is that natural selection is strictly a local mechanism and hence inherently unable to account for any global trend or pattern. Another reason is that evolutionary pattern itself is the product of inference from available data. Where inference is habitually made under certain presumptions, the resulting pattern becomes correspondingly biased. A case in point is the phylogenetic classification of organisms.” Mae-Wan Ho and Peter T. Saunders, Beyond Neo-Darwinism: An Introduction to the New Evolutionary Paradigm (London: Academic Press, 1984), 7.
“And it has been the paleontologist my own breed who have been most responsible for letting ideas dominate reality ... We paleontologist have said that the history of life supports that interpretation [i.e., gradual adaptive change], all the while knowing that it does not.” Niles Eldredge, Time Frames: The Rethinking of Darwinian Evolution and the Theory of Punctuated Equilibria (New York: Simon & Schuster, 1985), 144.
“Contrary to what most scientists write, the fossil record does not support the Darwinian theory of evolution, because it is this theory (there are several) which we use to interpret the fossil record. By doing so, we are guilty of circular reasoning if we then say the fossil record supports this theory.” Ronald R. West, “Paleontology and Uniformitarianism,” Compass 45 (May 1968): 216
“We must learn to accept the fossil record at face value and construct our theories around it, not the other way round. Too often we have endeavored to force it into a particular mold or to ignore awkward facts contained in it ... We still have a long way to go before we look at the fossil record for what it is and not for what we would like it to be. Historically, from Lyell and Darwin onwards, people have looked at the fossil record with a particular pattern in mind. They have failed to find the pattern they sought and have appealed to the incompleteness of the fossil record to explain way this anomaly. We are still doing this ...” Christopher R.C. Paul, “The Adequacy of the Fossil Record,” in ed. K.A. Joysey and A. E. Friday, Problems of Phylogenetic Reconstruction, 115-16 (London, Academic Press, 1982).
Uma solene advertência de Rupert Murdoch para a Grande Mídia
O mogol da imprensa Rupert Murdoch, Chairman, News Corporation, citado parcialmente numa peça de publicidade para uma conferência sobre o crescimento e a importância da blogosfera.
"Os leitores jovens não querem se apoiar numa figura tipo deus acima que lhes diga o que é importante, e eles certamente não querem as notícias apresentadas como Evangelho. O mundo da mídia não pode mais dar palestra; ela precisa se tornar um lugar de conversa". [1]

Atenção Grande Mídia Tupiniquim - vocês precisam prestar mais atenção em como ganhar mais dinheiro. Murdoch é Midas nesta área. Vale a pena dar um pouco mais de atenção às suas palavras. Quem sabe mudar um pouco essa relação incestuosa com a Nomenklatura científica em relação a Darwin? Afinal de contas, a blogosfera está disseminando informações sobre as insuficiências epistêmicas de suas especulações transformistas que vocês não ousam abordar porque estão de rabo preso...
Eu? Eu teria imensa vergonha de ser jornalista assim - de rabo preso com um grupo totalitário - a Nomenklatura científica - que impede a livre discussão de idéias como a Teoria do Design Inteligente.
Nota:
[1] "Young readers do not want to rely on a god-like figure from above to tell them what is important, and they certainly do not want news presented as gospel. The media world can no longer lecture; it must become a place for conversation".
"Os leitores jovens não querem se apoiar numa figura tipo deus acima que lhes diga o que é importante, e eles certamente não querem as notícias apresentadas como Evangelho. O mundo da mídia não pode mais dar palestra; ela precisa se tornar um lugar de conversa". [1]

Atenção Grande Mídia Tupiniquim - vocês precisam prestar mais atenção em como ganhar mais dinheiro. Murdoch é Midas nesta área. Vale a pena dar um pouco mais de atenção às suas palavras. Quem sabe mudar um pouco essa relação incestuosa com a Nomenklatura científica em relação a Darwin? Afinal de contas, a blogosfera está disseminando informações sobre as insuficiências epistêmicas de suas especulações transformistas que vocês não ousam abordar porque estão de rabo preso...
Eu? Eu teria imensa vergonha de ser jornalista assim - de rabo preso com um grupo totalitário - a Nomenklatura científica - que impede a livre discussão de idéias como a Teoria do Design Inteligente.
Nota:
[1] "Young readers do not want to rely on a god-like figure from above to tell them what is important, and they certainly do not want news presented as gospel. The media world can no longer lecture; it must become a place for conversation".
B16 detona Darwin: a teoria geral da evolução é irracional!
Como este blog aqui não parte de concepções religiosas, mas considerando-se que o Brasil tem uma grande população católica, vou comentar aqui como a mídia (até este momento 13/09/2006 09:18 AM) noticiou a homília de Bento XVI (que eu chamo carinhosamente de B16).

A TV Globo no Bom Dia Brasil disse em lacônicas palavras: Papa contra a ciência afirma que a teoria da evolução [sem definir qual teoria da evolução] é irracional.
A Folha de São Paulo (online): Nihil!
Para os que sabem ler inglês cliquem aqui. O notícia italiana confunde intencionalmente a Teoria do Design Inteligente com o criacionismo. O que ainda não foi e nem será aqui amplamente publicado na Grande Mídia Tupiniquim (cadê o jornalismo objetivo, isento e apartidário Folha de São Paulo?]: as atuais teorias da origem e evolução do universo e da vida 'não fecham a conta epistemológica'.
Aliás, tudo o que temos aqui são apenas 'notas promissórias epistemológicas' nunca resgatadas e nunca protestadas no cartório da Academia porque a Nomenklatura científica blinda a Darwin de quaisquer críticas. E chamam isso de ciência - uma busca pela verdade. Dá vontade de vomitar!
Senhores, está mais do que na hora de fazer um balanço epistemológico PÚBLICO das atuais teorias da origem e da evolução da vida.
Eu? Eu já sou pós-darwinista desde 1998!

A TV Globo no Bom Dia Brasil disse em lacônicas palavras: Papa contra a ciência afirma que a teoria da evolução [sem definir qual teoria da evolução] é irracional.
A Folha de São Paulo (online): Nihil!
Para os que sabem ler inglês cliquem aqui. O notícia italiana confunde intencionalmente a Teoria do Design Inteligente com o criacionismo. O que ainda não foi e nem será aqui amplamente publicado na Grande Mídia Tupiniquim (cadê o jornalismo objetivo, isento e apartidário Folha de São Paulo?]: as atuais teorias da origem e evolução do universo e da vida 'não fecham a conta epistemológica'.
Aliás, tudo o que temos aqui são apenas 'notas promissórias epistemológicas' nunca resgatadas e nunca protestadas no cartório da Academia porque a Nomenklatura científica blinda a Darwin de quaisquer críticas. E chamam isso de ciência - uma busca pela verdade. Dá vontade de vomitar!
Senhores, está mais do que na hora de fazer um balanço epistemológico PÚBLICO das atuais teorias da origem e da evolução da vida.
Eu? Eu já sou pós-darwinista desde 1998!
O 'design aparente' do olho da mosca é melhor...
Charles Darwin sentia calafrios sempre que se lembrava da possibilidade de o olho humano ter sido produzido pelo processo lento e gradual aleatório de suas especulações transformistas. Richard Dawkins no seu livro O Relojoeiro Cego (São Paulo, Companhia das Letras) afirma que a biologia é o estudo de coisas complexas que dão a impressão de terem design intencional.
Se o design é aparente, uma ilusão, por que os cientistas vão se inspirar na natureza e transpor esse design em tecnologia de ponta? Kelly Hearn, da National Graphic News publicou interessante pesquisa envolvendo o 'design aparente' empiricamente detectado na natureza se transformando em 'design verdadeiro'.

Vejam as fotos ampliadas e tirem suas conclusões - qual é a melhor inferência para explicar a extrema complexidade da visão? Darwin ou Design Inteligente?
Se o design é aparente, uma ilusão, por que os cientistas vão se inspirar na natureza e transpor esse design em tecnologia de ponta? Kelly Hearn, da National Graphic News publicou interessante pesquisa envolvendo o 'design aparente' empiricamente detectado na natureza se transformando em 'design verdadeiro'.

Vejam as fotos ampliadas e tirem suas conclusões - qual é a melhor inferência para explicar a extrema complexidade da visão? Darwin ou Design Inteligente?
O blog do Enézio no último Congresso Brasileiro de Genética
terça-feira, setembro 12, 2006

A Sociedade Brasileira de Genética (SBG)realizou nos dias 03 a 06 de setembro de 2006, no Bourbon Cataratas Resort & Convention Center, em Foz do Iguaçu - PR, o 52º Congresso Brasileira de Genética.
Lá numa das comunicações, eminente professor de universidade do Rio Grande do Sul mencionou "O BLOG DO ENÉZIO". Falem mal, mas falem de mim. Obrigado, professor, isso é mais uma demonstração de que realmente 10 ENTRE 10 DARWINISTAS LÊEM O BLOG DO ENÉZIO!
A origem e evolução da vida em 50 segundos
Este é o comercial mais interessante que já vi descrevendo a origem e a evolução da vida.
A ciência que não ri e nem dança, não vale a pena. Divirtam-se, que cientista não é de ferro!
A ciência que não ri e nem dança, não vale a pena. Divirtam-se, que cientista não é de ferro!
A Teoria do Design Inteligente sendo considerada pela Academia americana
A Teoria do Design Inteligente não está sendo somente considerada pela Academia tupiniquim, mas pela Academia do Tio Sam. Vide o link da ResearchID.org
Nos Estados Unidos e ao redor do mundo, a teoria do design inteligente está sendo discutida em salas de aulas de faculdades. Mais de 100 universidades e faculdades relacionadas abaixo incluindo o design inteligente em seus planos de aulas. As universidades estão investigando o design inteligente analítica e sinteticamente. As aulas de biologia, física, filosofia da ciência, filosofia, política e aulas de religião estão avaliando a pesquisa e as publicações de teóricos e cientistas do DI. Abaixo a nossa lista confirmada de aulas, algumas sendo novamente oferecidas e outras não. As aulas relacionadas aqui não são necessariamente estritamente sobre design inteligente, mas elas têm discussões, tarefas, e/ou uma unidade sobre o design inteligente.
Vocês não vão acreditar, mas até universidades famosas conhecidas como sendo do "Ivy League" estão considerando a Teoria do Design Inteligente. Mais dia, menos dia, isso vai ser mais amplamente discutido em nossas universidades.
Quem viver, verá. Aliás, já está vendo. Valeu UFSC, pela coragem em abordar a TDI, mesmo que de maneira unilateral.
Que se dane a Nomenklatura científica - não existe theoria perennis em ciência e o neodarwinismo não é a exceção.
Nos Estados Unidos e ao redor do mundo, a teoria do design inteligente está sendo discutida em salas de aulas de faculdades. Mais de 100 universidades e faculdades relacionadas abaixo incluindo o design inteligente em seus planos de aulas. As universidades estão investigando o design inteligente analítica e sinteticamente. As aulas de biologia, física, filosofia da ciência, filosofia, política e aulas de religião estão avaliando a pesquisa e as publicações de teóricos e cientistas do DI. Abaixo a nossa lista confirmada de aulas, algumas sendo novamente oferecidas e outras não. As aulas relacionadas aqui não são necessariamente estritamente sobre design inteligente, mas elas têm discussões, tarefas, e/ou uma unidade sobre o design inteligente.
Vocês não vão acreditar, mas até universidades famosas conhecidas como sendo do "Ivy League" estão considerando a Teoria do Design Inteligente. Mais dia, menos dia, isso vai ser mais amplamente discutido em nossas universidades.
Quem viver, verá. Aliás, já está vendo. Valeu UFSC, pela coragem em abordar a TDI, mesmo que de maneira unilateral.
Que se dane a Nomenklatura científica - não existe theoria perennis em ciência e o neodarwinismo não é a exceção.
Eric Davidson ‘falou e disse’ – o neodarwinismo precisa de novos princípios para a evolução de planos corporais
No seu magnum opus, The Regulatory Genome: Gene Regulatory Networks in Development and Evolution (Academic Press) Eric Davidson explica por que sua opinião sobre a estrutural causal do desenvolvimento dos metazoários não bate com a atual teoria da evolução e por que ela deve ser revista radicalmente [sic].
Davidson vai direto na questão sem rodeios sobre a insuficiência epistêmica do neodarwinismo:
... ao contrário da teoria evolutiva clássica, os processos responsáveis pelas pequenas mudanças observadas à medida em que as espécies divergem não podem ser tomadas como modelos para a evolução de planos corporais dos animais. Essas, por assim dizer, são como maçãs e laranjas, e é por isso que é necessário aplicar novos princípios que derivam das relações da estrutura/função das redes reguladoras de genes para abordar os mecanismos de evolução de plano corporal. [1]
E ainda dizem que o neodarwinismo é uma teoria que não está em crise, que inexistem anomalias no atual paradigma. Senhores, está mais do que na hora de parar de contar mentiras epistemológicas nos livros-texto e no ensino de biologia evolutiva.
Estamos de olho – olho cético localizado em Darwin.
[1] ...contrary to classical evolutionary theory, the processes that drive the small changes observed as species diverge cannot be taken as models for evolution of the body plans of animals. These are as apples and oranges, so to speak, and that is why it is necessary to apply new principles that derive from the structure/function relations of gene regulatory networks to approach the mechanisms of body plan evolution. (p. 195)
Davidson vai direto na questão sem rodeios sobre a insuficiência epistêmica do neodarwinismo:
... ao contrário da teoria evolutiva clássica, os processos responsáveis pelas pequenas mudanças observadas à medida em que as espécies divergem não podem ser tomadas como modelos para a evolução de planos corporais dos animais. Essas, por assim dizer, são como maçãs e laranjas, e é por isso que é necessário aplicar novos princípios que derivam das relações da estrutura/função das redes reguladoras de genes para abordar os mecanismos de evolução de plano corporal. [1]
E ainda dizem que o neodarwinismo é uma teoria que não está em crise, que inexistem anomalias no atual paradigma. Senhores, está mais do que na hora de parar de contar mentiras epistemológicas nos livros-texto e no ensino de biologia evolutiva.
Estamos de olho – olho cético localizado em Darwin.
[1] ...contrary to classical evolutionary theory, the processes that drive the small changes observed as species diverge cannot be taken as models for evolution of the body plans of animals. These are as apples and oranges, so to speak, and that is why it is necessary to apply new principles that derive from the structure/function relations of gene regulatory networks to approach the mechanisms of body plan evolution. (p. 195)
A Teoria do Design Inteligente em curso da UFSC
quinta-feira, setembro 07, 2006
Gente, eu quase caí pra trás - este é o primeiro curso que tomamos conhecimento em universidade pública brasileira de renome - UFSC, no Centro de Ciências Biológicas abordando a Teoria do Design Inteligente com o link do Discovery Institute para que os alunos pesquisem livremente a questão.
Homenageando este grande passo e demonstração de liberdade de discussão de idéias, publico aqui neste blog a ementa do curso da UFSC.
Na bibliografia faltaram os livros da TDI - A Caixa Preta de Dawin, Michael Behe, Rio de Janeiro, Zahar, 1997 e The Design Inference: Eliminating Chance Through Small Probabilities, de William Dembski, Cambridge, Cambridge University Press, 2000, mas já foi um grande avanço
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA CELULAR, EMBRIOLOGIA E GENÉTICA
PLANO DE ENSINO – 2006-1
I - IDENTIFICACÃO DA DISCIPLINA
NOME: Evolução
CÓDIGO: BEG 5431
Nº DE HORAS-AULA SEMANAIS: 03
Nº DE HORAS-AULA SEMESTRAIS: 48
HORÁRIO: 515103
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: a combinar.
II- PROFESSORES RESPONSÁVEIS
ILÍADA RAINHA DE SOUZA
PAULO ROBERTO PETERSEN HOFMANN
III- PRÉ-REQUISITO
BEG 5428 - GENÉTICA II
IV - OFERTA
Curso de Ciências Biológicas
V - EMENTA
A teoria da evolução e seu desenvolvimento. Mecanismos de evolução. Diferenciação das populações. Especiação.
VI - OBJETIVOS
Proporcionar ao aluno uma compreensão do desenvolvimento das teorias sobre evolução biológica e dos processos de evolução orgânica.
VII - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A teoria evolutiva e seu desenvolvimento.
2. Mecanismos evolutivos: Mutação, Recombinação, Migração, Deriva Genética e Seleção Natural.
3. Diferenciação das Populações.
4. Especiação. Tipos de especiação
5. Origem da vida e Evolução do genoma
VIII - METODOLOGIA DE ENSINO
Serão ministradas aulas com discussão de textos, utilizando-se recursos audio-visuais (retroprojetor e exibição de vídeos); haverá seminários seguidos de discussão, com tema apresentado pelos alunos. As aulas serão baseadas em textos da bibliografia, vídeos, os quais deverão ser previamente lidos para discussão em aula.
IX - AVALIAÇÃO
A média final será obtida através da média aritmética de 3 avaliações:
a primeira avaliação será realizada em sala de aula, sem consulta, baseada em exposições resumidas de parte dos textos estudados e de questões semanais formuladas aos alunos.
a segunda avaliação, escrita, com ou sem consulta (a critério do professor);
a terceira avaliação será obtida da apresentação de um seminário e participação nos demais. Os seminários serão apresentados pelos alunos em pequenos grupos (de acordo com o critério didático de cada grupo) durante o semestre e deverão envolver a participação de todos os alunos durante a discussão. Observação: duas semanas antes da apresentação, no mínimo, os responsáveis deverão entrar em contato com o professor e uma semana antes de cada apresentação deverão indicar aos colegas um roteiro escrito do que será abordado e um texto (bibliografia) para leitura prévia. A nota final do seminário constará de: nota do roteiro e apresentação (80%) + participação nos outros seminários (20%), seguindo critérios pré-estabelecidos.
X - NOVA AVALIAÇÃO
Será feita, de acordo com o regulamento da UFSC, para alunos com freqüência suficiente.
XI - CRONOGRAMA
MAIO
04 – Introdução à disciplina – discussão do plano de ensino. Distribuição de seminários.
Conceitos importantes no estudo evolutivo
Filme: Tudo sobre Evolução. Comentários sobre o filme.
Material didático para leitura da próxima aula:
Origens - Cap.1 e 4 Freire-Maia10; texto de CARARETO5, 2004: p.79-95.
Sugestões complementares: Strickberger e Cap.1 Gleiser
11 – A origem e o impacto do pensamento evolutivo –
Recurso didático: aula expositiva e dialogada com discussão de tesxto.
Cap.7: A Evolução da Ciência Evolutiva, Mayr23; Cap.1 Ayala2 (1-15); Lance de dados: a idéia de Evolução de Platão a Darwin, Gould (2001).
Teorias Evolutivas / Criação e Evolução Cap.5 Freire-Maia11 (p.93); Sugestões: Lewin e Strickberger.
Discussão dos textos previamente lidos (Cap.1 e 4 Freire-Maia10).
Sugestão complementar: Gould: O relojoeiro cego: A teoria da evolução contra o desígnio divino.
18 – Lamarck - Antes de Darwin - Cap. 8 Mayr22 , Jordana (1990).
Recurso didático: estudo dirigido com discussão de texto
Filme em Vídeo (1ª. Parte-"A perigosa idéia de Darwin".)
25 – Charles Darwin: Filme em Vídeo (2ª. Parte-"A perigosa idéia de Darwin".)
Texto: Cap.1: Minha vida, por C.R.Darwin - Freire-Maia10; Cap. 9: Darwin, Mayr23 (p. 441-475).
Sugestões: Cap.3: O Darwinismo de Darwin - Freire-Maia11 (p.51-67); O homem não descende do macaco, mas é seu primo, Sorman (61-68); A evolução de um gênio - O CORREIO DA UNESCO (5-35).
Recurso didático: filme em vídeo seguido de discussão e discussão de texto com avaliação.
JUNHO
01 – O Conceito de Seleção Natural e a Seleção Natural em Ação – Sugestão: Stearns e Hoekstra; Futuyma.
Recurso didático: aula expositiva.
08 – Variação Hereditária – Sugestão: Stearns e Hoekstra; Cap.13 a 15 Matioli e Cap.3 e 4 Ayala2.
Recurso didático: aula expositiva.
15 - FERIADO NACIONAL
22 – Conceitos de espécie, sua aplicação, mecanismos de isolamento reprodutivo e sua importância (sugestões: Ayala; Ayala e Valentine; Dobzansky et al.; Freire-Maia11; Futuyma; Mayr22; Stearns e Hoekstra).
Hibridização, Especiação Geográfica, Raças e subespécies
Recurso didático: aula expositiva seguida de discussão.
29 – A teoria sintética da evolução. Sugestão: cap. 12 e 13 Mayr23; Texto E.C. Freire-Maia; Cap.1 Ayala e Valentine; Cap.4 Freire-Maia11.
Recurso didático: aula expositiva.
Escolha e busca de material para SEMINÁRIOS.
JULHO
06 – Avaliação.
13 – Origem da vida –Cap. 1 do Matioli; Sugestão complementar: cap 5, 6 e 7, Strickberger; Margulis e Sagan, O que é vida ?.
Seminário 1: O Ensino da Evolução na Escola.
Recurso didático: discussão de texto, filme em vídeo (Passado catastrófico da Terra) e seminários em data show seguido de discussão.
20 - 58ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC. DIA LETIVO SEM MINISTRAÇÃO DE AULAS
27 – A evolução da célula –Cap. 1 Alberts; Cap 2 Matioli; Sugestão complementar: Cap. 7 Strickberger .
Seminário 2: O Planeta Simbiótico: uma perspectiva da evolução – Teoria Gaia.
Recurso didático: seminário em data show seguido de discussão.
AGOSTO
03 – A evolução do genoma (Mutação e deriva genética)– Sugestão: Cap. 4 , 5 e 6 Matioli;
Recurso didático: discussão de texto e aula expositiva em data show.
Seminário 3: A Teoria Neutralista e o Relógio Molecular
10 - A evolução do genoma (Endocruzamento e fluxo gênico) Cap 7 e 8 Matioli, cap. 8 Albert.
Gradualismo X Saltacionismo: há saltos na evolução ? Cap. 21 Freire-Maia9 ; Gould.
Seminário 4: A Sociobiologia e o Determinismo Biológico.
Recurso didático: Aula exxpositiva, discussão baseado em textos e seminário
17 – A evolução das espécies através da evolução sexual e Evolução Humana – Sugestão: Cap 7,8,9 Stearns e Hoekstra; Cap.7 Strickberger; Cap.6 Miller.
Seminário 5: A Mente Seletiva: como a escolha sexual influenciou a evolução da natureza humana.
Recurso didático: filme em vídeo, seminário em data show seguido de discussão.
24 – Avaliação.
XII – BIBLIOGRAFIA
1.Livros:
1. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WATSON, J. D. Biología Molecular de La Célula. Barcelona. Omega, 1996.
2. AYALA, F. J. & VALENTINE, J. W. La Evolution en Acion. Madrid. Alhambra,1983.
3. AYALA, F. J. La Naturaleza Inacabada. Barcelona. Salvat. 1994.
4. BUICAN, D. Darwin e o darwinismo. JZE, 1990.
5. CARARETO, C. M. A. O evolucionismo e o criacionismo são paradigmas necessariamente excludentes ? Rev. Unorp, São José do Rio Preto, v.3, n.10, p.79-85, 2004.
6. DAVIES, P. O. Quinto Milagre – Em busca da origem da vida. São Paulo. Cia. das Letras. 1998.
7. DAWKINS, R. O relojoeiro cego: A teoria da evolução contra o desígnio divino. Cia das Letras, 2001.
8. DOBZHANSKY, T; AYALA, F. J.; STEBBINS, G. L. & VALENTINE, J. W. Evolución, Barcelona. Omega, SA. 1980.
9. FERREIRA, R. Bates, Darwin e Wallace e a teoria da Evolução. São Paulo. EDUSP, 1990.
10. FREIRE-MAIA, N. Criação e Evolução: Deus, o acaso e a necessidade. Rio de Janeiro. Vozes Ltda., 1988.
11. FREIRE-MAIA, N. Teoria da Evolução: De Darwin à Teoria Sintética. São Paulo: EDUSP. 1988.
12. FUTUYMA, D. J. Biologia Evolutiva. SBG/CNPq, 1992.
13. GLEISER, M. A Dança do Universo : Dos Mitos de Criação Ao Big - Bang. São Paulo Companhia das Letras. 1997.
14. GOULD, S. J. Darwin e os grandes enigmas da vida. Martins Fontes, 1999.
15. GOULD, S. J. Lance de dados: a idéia de Evolução de Platão a Darwin. Record, 2001.
16. GOULD, S. J. A Montanha de Moluscos de Leonardo da Vinci. Cia. das Letras, 2003.
17. JORDANOVA, L.J. Lamarck. Fondo de Cultura Economica, 1990.
18. LEWIN, R. Evolução Humana. São Paulo. Atheneu Editora, 1999.
19. MARGULIS, L. O Planeta Simbiótico: uma nova perspectiva da evolução. Ed. Rocco, 2001.
20. MARGULIS, L. e SAGAN, D. O que é vida ? JZE, 2002.
21. MATIOLI, S. R. Biologia Molecular e Evolução. Ribeirão Preto, Holos Ed., 2001.
22. MAYR, E. Populações, Espécies e Evolução. São Paulo: Nacional, EDUSP.1977.
23. MAYR, E. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília,UNB. 1998.
24. METTLER, L. e GREGG, T. Genética de populações e Evolução. São Paulo, Polígono, 1973.
25. MILLER, G.F. A mente seletiva: como a escolha sexual influenciou a evolução da natureza humana. Campus, 2000.
26. ROSE, M. O espectro de Darwin: a teoria da evolução e suas implicações no mundo moderno.JLE, 2000.
27. SORMAN, G. Os Verdadeiros Pensadores do Nosso Tempo. Rio de Janeiro. Imago. 1989.
28. STEARNS, S.C. e HOEKSTRA, R. F. Evolução: uma introdução. Atheneu Editora, 2003
29. STEBBINS, G. L. Processos de Evolução Orgânica. Rio de Janeiro: EDUSP. 1974.
30. STRICKBERGER, M. W. Evolución. Barcelona. Omega, SA. 1993.
31. STRICKBERGER, M. W. Evolution. Sudbury. Jones and Bartlett. 2000.
32. WARD, P. O fim da Evolução: extinções em massa e a preservação da biodiversidade. Campus, 1997.
33. WILLIAMS, G. C. O Brilho do Peixe-Pônei. R. de Janeiro. Rocco, 1998.
2. Revistas:
1. Nature: www.nature.com/nature
2. New Scientist: www.newscientist.com
3. Science Magazine: www.sciencemag.org
4. Discover: www.discover.com
5. National Geographic: www.nationalgeographic.com
3. Filmes:
1. Deus e a Ciência (GNT)
2. Cosmos (Carl Sagan): As margens do Oceano Cósmico e Uma voz no Mundo Cósmico
3. Darwin e a Seleção Natural (Globo vídeo)
4. Seleção Natural: Galápagos (Enciclopédia Britânica)
5. Passado Catastrófico da Terrra (Discovery Channel)
6. Origem da Vida (TV Mundo)
7. Tudo sobre Evolução (Discovery Channel)
8. Acidentes da Criação (GNT)
9. Série Jornada da Vida (National Geographic Channel)
10. A perigosa idéia de Darwin (National Geographic Channel)
11. Série Evolução (Discovery Channel)
4. Sites:
http://www.pbs.org/wgbh/nova
http://www.livrariaconceito.com.br ( informativo sobre livros de divulgação científica sobre Evolução e Biologia em geral).
Evolução
www.pbs.org/wgbh/evolution
Este site interativo e divertido é derivado de uma série sobre evolução da TV pública norte-americana. Explore a vida de Darwin e a teoria que ele propôs, encontre fontes de pesquisa para professores e alunos e uma biblioteca de recursos adicionais.
Os trabalhos de Charles Darwin na Internet: pages.britishlibrary.net/charles.darwin
Este site se auto-intitula a coleção mais abrangente de textos de Darwin já publicados. Inclui A Origem das Espécies e outros livros, volumes de cartas e artigos publicados em periódicos. Apesar de o site aparentemente estar vinculado à Biblioteca Britânica, é produzido por um historiador afiliado à Universidade de Cambridge.
Explorando conflitos constitucionais: A controvérsia da evolução:
www.law.umkc.edu/faculty/projects/ftrials/conlaw/evolution. Conheça o ponto de vista fascinante de um professor de Direito da Universidade do Missouri sobre os dois lados da questão. Inclui links para sites que apóiam a teoria evolucionista e o criacionismo.
AboutDarwin.com:www.aboutdarwin.com. Este site fala mais do próprio Darwin do que sobre a teoria da evolução. Oferece uma enormidade de detalhes divertidos a respeito da vida e da ciência de Darwin no final do século 19. Inclui uma longa lista de links.
Centro de Ciência e Cultura: www.discovery.org/csc. Este site apresenta o ponto de vista não-darwinista e não-criacionista conhecido como design inteligente, que sustenta a tese de que o universo é produto de pensamento inteligente.
As respostas no Gênesis: www.answersingenesis.org. Um site abrangente sobre criacionismo. A maior parte do material é em inglês, mas há também páginas em dez línguas européias e asiáticas.
O arquivo da Talk.Origins: www.talkorigins.org. Este site foi montado com base em dissertações e artigos que tratam da controvérsia evolução/criacionismo, do ponto de vista científico. Há muitos links para ambos os lados das questões.
National Center for Science Education (NCSE – Centro Nacional para a Educação Científica): www.ncseweb.org. O NCSE é uma ONG que se dedica a defender o ensino da teoria da evolução nas escolas públicas dos EUA.
5. Textos Adicionais: Vários textos adicionais (recortes de jornais, revistas, etc., sobre os mais diferentes tópicos relacionados com o conteúdo programático) estão disponíveis, juntamente com os textos a serem discutidos em sala de aula, numa pasta a disposição dos alunos.
------------------------------------
Professores da Disciplina
____/____/____ ------------------------------------
Colegiado do Departamento
____/____/____ ------------------------------------
Colegiado do Curso
____/____/____
Homenageando este grande passo e demonstração de liberdade de discussão de idéias, publico aqui neste blog a ementa do curso da UFSC.
Na bibliografia faltaram os livros da TDI - A Caixa Preta de Dawin, Michael Behe, Rio de Janeiro, Zahar, 1997 e The Design Inference: Eliminating Chance Through Small Probabilities, de William Dembski, Cambridge, Cambridge University Press, 2000, mas já foi um grande avanço
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA CELULAR, EMBRIOLOGIA E GENÉTICA
PLANO DE ENSINO – 2006-1
I - IDENTIFICACÃO DA DISCIPLINA
NOME: Evolução
CÓDIGO: BEG 5431
Nº DE HORAS-AULA SEMANAIS: 03
Nº DE HORAS-AULA SEMESTRAIS: 48
HORÁRIO: 515103
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: a combinar.
II- PROFESSORES RESPONSÁVEIS
ILÍADA RAINHA DE SOUZA
PAULO ROBERTO PETERSEN HOFMANN
III- PRÉ-REQUISITO
BEG 5428 - GENÉTICA II
IV - OFERTA
Curso de Ciências Biológicas
V - EMENTA
A teoria da evolução e seu desenvolvimento. Mecanismos de evolução. Diferenciação das populações. Especiação.
VI - OBJETIVOS
Proporcionar ao aluno uma compreensão do desenvolvimento das teorias sobre evolução biológica e dos processos de evolução orgânica.
VII - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A teoria evolutiva e seu desenvolvimento.
2. Mecanismos evolutivos: Mutação, Recombinação, Migração, Deriva Genética e Seleção Natural.
3. Diferenciação das Populações.
4. Especiação. Tipos de especiação
5. Origem da vida e Evolução do genoma
VIII - METODOLOGIA DE ENSINO
Serão ministradas aulas com discussão de textos, utilizando-se recursos audio-visuais (retroprojetor e exibição de vídeos); haverá seminários seguidos de discussão, com tema apresentado pelos alunos. As aulas serão baseadas em textos da bibliografia, vídeos, os quais deverão ser previamente lidos para discussão em aula.
IX - AVALIAÇÃO
A média final será obtida através da média aritmética de 3 avaliações:
a primeira avaliação será realizada em sala de aula, sem consulta, baseada em exposições resumidas de parte dos textos estudados e de questões semanais formuladas aos alunos.
a segunda avaliação, escrita, com ou sem consulta (a critério do professor);
a terceira avaliação será obtida da apresentação de um seminário e participação nos demais. Os seminários serão apresentados pelos alunos em pequenos grupos (de acordo com o critério didático de cada grupo) durante o semestre e deverão envolver a participação de todos os alunos durante a discussão. Observação: duas semanas antes da apresentação, no mínimo, os responsáveis deverão entrar em contato com o professor e uma semana antes de cada apresentação deverão indicar aos colegas um roteiro escrito do que será abordado e um texto (bibliografia) para leitura prévia. A nota final do seminário constará de: nota do roteiro e apresentação (80%) + participação nos outros seminários (20%), seguindo critérios pré-estabelecidos.
X - NOVA AVALIAÇÃO
Será feita, de acordo com o regulamento da UFSC, para alunos com freqüência suficiente.
XI - CRONOGRAMA
MAIO
04 – Introdução à disciplina – discussão do plano de ensino. Distribuição de seminários.
Conceitos importantes no estudo evolutivo
Filme: Tudo sobre Evolução. Comentários sobre o filme.
Material didático para leitura da próxima aula:
Origens - Cap.1 e 4 Freire-Maia10; texto de CARARETO5, 2004: p.79-95.
Sugestões complementares: Strickberger e Cap.1 Gleiser
11 – A origem e o impacto do pensamento evolutivo –
Recurso didático: aula expositiva e dialogada com discussão de tesxto.
Cap.7: A Evolução da Ciência Evolutiva, Mayr23; Cap.1 Ayala2 (1-15); Lance de dados: a idéia de Evolução de Platão a Darwin, Gould (2001).
Teorias Evolutivas / Criação e Evolução Cap.5 Freire-Maia11 (p.93); Sugestões: Lewin e Strickberger.
Discussão dos textos previamente lidos (Cap.1 e 4 Freire-Maia10).
Sugestão complementar: Gould: O relojoeiro cego: A teoria da evolução contra o desígnio divino.
18 – Lamarck - Antes de Darwin - Cap. 8 Mayr22 , Jordana (1990).
Recurso didático: estudo dirigido com discussão de texto
Filme em Vídeo (1ª. Parte-"A perigosa idéia de Darwin".)
25 – Charles Darwin: Filme em Vídeo (2ª. Parte-"A perigosa idéia de Darwin".)
Texto: Cap.1: Minha vida, por C.R.Darwin - Freire-Maia10; Cap. 9: Darwin, Mayr23 (p. 441-475).
Sugestões: Cap.3: O Darwinismo de Darwin - Freire-Maia11 (p.51-67); O homem não descende do macaco, mas é seu primo, Sorman (61-68); A evolução de um gênio - O CORREIO DA UNESCO (5-35).
Recurso didático: filme em vídeo seguido de discussão e discussão de texto com avaliação.
JUNHO
01 – O Conceito de Seleção Natural e a Seleção Natural em Ação – Sugestão: Stearns e Hoekstra; Futuyma.
Recurso didático: aula expositiva.
08 – Variação Hereditária – Sugestão: Stearns e Hoekstra; Cap.13 a 15 Matioli e Cap.3 e 4 Ayala2.
Recurso didático: aula expositiva.
15 - FERIADO NACIONAL
22 – Conceitos de espécie, sua aplicação, mecanismos de isolamento reprodutivo e sua importância (sugestões: Ayala; Ayala e Valentine; Dobzansky et al.; Freire-Maia11; Futuyma; Mayr22; Stearns e Hoekstra).
Hibridização, Especiação Geográfica, Raças e subespécies
Recurso didático: aula expositiva seguida de discussão.
29 – A teoria sintética da evolução. Sugestão: cap. 12 e 13 Mayr23; Texto E.C. Freire-Maia; Cap.1 Ayala e Valentine; Cap.4 Freire-Maia11.
Recurso didático: aula expositiva.
Escolha e busca de material para SEMINÁRIOS.
JULHO
06 – Avaliação.
13 – Origem da vida –Cap. 1 do Matioli; Sugestão complementar: cap 5, 6 e 7, Strickberger; Margulis e Sagan, O que é vida ?.
Seminário 1: O Ensino da Evolução na Escola.
Recurso didático: discussão de texto, filme em vídeo (Passado catastrófico da Terra) e seminários em data show seguido de discussão.
20 - 58ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC. DIA LETIVO SEM MINISTRAÇÃO DE AULAS
27 – A evolução da célula –Cap. 1 Alberts; Cap 2 Matioli; Sugestão complementar: Cap. 7 Strickberger .
Seminário 2: O Planeta Simbiótico: uma perspectiva da evolução – Teoria Gaia.
Recurso didático: seminário em data show seguido de discussão.
AGOSTO
03 – A evolução do genoma (Mutação e deriva genética)– Sugestão: Cap. 4 , 5 e 6 Matioli;
Recurso didático: discussão de texto e aula expositiva em data show.
Seminário 3: A Teoria Neutralista e o Relógio Molecular
10 - A evolução do genoma (Endocruzamento e fluxo gênico) Cap 7 e 8 Matioli, cap. 8 Albert.
Gradualismo X Saltacionismo: há saltos na evolução ? Cap. 21 Freire-Maia9 ; Gould.
Seminário 4: A Sociobiologia e o Determinismo Biológico.
Recurso didático: Aula exxpositiva, discussão baseado em textos e seminário
17 – A evolução das espécies através da evolução sexual e Evolução Humana – Sugestão: Cap 7,8,9 Stearns e Hoekstra; Cap.7 Strickberger; Cap.6 Miller.
Seminário 5: A Mente Seletiva: como a escolha sexual influenciou a evolução da natureza humana.
Recurso didático: filme em vídeo, seminário em data show seguido de discussão.
24 – Avaliação.
XII – BIBLIOGRAFIA
1.Livros:
1. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WATSON, J. D. Biología Molecular de La Célula. Barcelona. Omega, 1996.
2. AYALA, F. J. & VALENTINE, J. W. La Evolution en Acion. Madrid. Alhambra,1983.
3. AYALA, F. J. La Naturaleza Inacabada. Barcelona. Salvat. 1994.
4. BUICAN, D. Darwin e o darwinismo. JZE, 1990.
5. CARARETO, C. M. A. O evolucionismo e o criacionismo são paradigmas necessariamente excludentes ? Rev. Unorp, São José do Rio Preto, v.3, n.10, p.79-85, 2004.
6. DAVIES, P. O. Quinto Milagre – Em busca da origem da vida. São Paulo. Cia. das Letras. 1998.
7. DAWKINS, R. O relojoeiro cego: A teoria da evolução contra o desígnio divino. Cia das Letras, 2001.
8. DOBZHANSKY, T; AYALA, F. J.; STEBBINS, G. L. & VALENTINE, J. W. Evolución, Barcelona. Omega, SA. 1980.
9. FERREIRA, R. Bates, Darwin e Wallace e a teoria da Evolução. São Paulo. EDUSP, 1990.
10. FREIRE-MAIA, N. Criação e Evolução: Deus, o acaso e a necessidade. Rio de Janeiro. Vozes Ltda., 1988.
11. FREIRE-MAIA, N. Teoria da Evolução: De Darwin à Teoria Sintética. São Paulo: EDUSP. 1988.
12. FUTUYMA, D. J. Biologia Evolutiva. SBG/CNPq, 1992.
13. GLEISER, M. A Dança do Universo : Dos Mitos de Criação Ao Big - Bang. São Paulo Companhia das Letras. 1997.
14. GOULD, S. J. Darwin e os grandes enigmas da vida. Martins Fontes, 1999.
15. GOULD, S. J. Lance de dados: a idéia de Evolução de Platão a Darwin. Record, 2001.
16. GOULD, S. J. A Montanha de Moluscos de Leonardo da Vinci. Cia. das Letras, 2003.
17. JORDANOVA, L.J. Lamarck. Fondo de Cultura Economica, 1990.
18. LEWIN, R. Evolução Humana. São Paulo. Atheneu Editora, 1999.
19. MARGULIS, L. O Planeta Simbiótico: uma nova perspectiva da evolução. Ed. Rocco, 2001.
20. MARGULIS, L. e SAGAN, D. O que é vida ? JZE, 2002.
21. MATIOLI, S. R. Biologia Molecular e Evolução. Ribeirão Preto, Holos Ed., 2001.
22. MAYR, E. Populações, Espécies e Evolução. São Paulo: Nacional, EDUSP.1977.
23. MAYR, E. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília,UNB. 1998.
24. METTLER, L. e GREGG, T. Genética de populações e Evolução. São Paulo, Polígono, 1973.
25. MILLER, G.F. A mente seletiva: como a escolha sexual influenciou a evolução da natureza humana. Campus, 2000.
26. ROSE, M. O espectro de Darwin: a teoria da evolução e suas implicações no mundo moderno.JLE, 2000.
27. SORMAN, G. Os Verdadeiros Pensadores do Nosso Tempo. Rio de Janeiro. Imago. 1989.
28. STEARNS, S.C. e HOEKSTRA, R. F. Evolução: uma introdução. Atheneu Editora, 2003
29. STEBBINS, G. L. Processos de Evolução Orgânica. Rio de Janeiro: EDUSP. 1974.
30. STRICKBERGER, M. W. Evolución. Barcelona. Omega, SA. 1993.
31. STRICKBERGER, M. W. Evolution. Sudbury. Jones and Bartlett. 2000.
32. WARD, P. O fim da Evolução: extinções em massa e a preservação da biodiversidade. Campus, 1997.
33. WILLIAMS, G. C. O Brilho do Peixe-Pônei. R. de Janeiro. Rocco, 1998.
2. Revistas:
1. Nature: www.nature.com/nature
2. New Scientist: www.newscientist.com
3. Science Magazine: www.sciencemag.org
4. Discover: www.discover.com
5. National Geographic: www.nationalgeographic.com
3. Filmes:
1. Deus e a Ciência (GNT)
2. Cosmos (Carl Sagan): As margens do Oceano Cósmico e Uma voz no Mundo Cósmico
3. Darwin e a Seleção Natural (Globo vídeo)
4. Seleção Natural: Galápagos (Enciclopédia Britânica)
5. Passado Catastrófico da Terrra (Discovery Channel)
6. Origem da Vida (TV Mundo)
7. Tudo sobre Evolução (Discovery Channel)
8. Acidentes da Criação (GNT)
9. Série Jornada da Vida (National Geographic Channel)
10. A perigosa idéia de Darwin (National Geographic Channel)
11. Série Evolução (Discovery Channel)
4. Sites:
http://www.pbs.org/wgbh/nova
http://www.livrariaconceito.com.br ( informativo sobre livros de divulgação científica sobre Evolução e Biologia em geral).
Evolução
www.pbs.org/wgbh/evolution
Este site interativo e divertido é derivado de uma série sobre evolução da TV pública norte-americana. Explore a vida de Darwin e a teoria que ele propôs, encontre fontes de pesquisa para professores e alunos e uma biblioteca de recursos adicionais.
Os trabalhos de Charles Darwin na Internet: pages.britishlibrary.net/charles.darwin
Este site se auto-intitula a coleção mais abrangente de textos de Darwin já publicados. Inclui A Origem das Espécies e outros livros, volumes de cartas e artigos publicados em periódicos. Apesar de o site aparentemente estar vinculado à Biblioteca Britânica, é produzido por um historiador afiliado à Universidade de Cambridge.
Explorando conflitos constitucionais: A controvérsia da evolução:
www.law.umkc.edu/faculty/projects/ftrials/conlaw/evolution. Conheça o ponto de vista fascinante de um professor de Direito da Universidade do Missouri sobre os dois lados da questão. Inclui links para sites que apóiam a teoria evolucionista e o criacionismo.
AboutDarwin.com:www.aboutdarwin.com. Este site fala mais do próprio Darwin do que sobre a teoria da evolução. Oferece uma enormidade de detalhes divertidos a respeito da vida e da ciência de Darwin no final do século 19. Inclui uma longa lista de links.
Centro de Ciência e Cultura: www.discovery.org/csc. Este site apresenta o ponto de vista não-darwinista e não-criacionista conhecido como design inteligente, que sustenta a tese de que o universo é produto de pensamento inteligente.
As respostas no Gênesis: www.answersingenesis.org. Um site abrangente sobre criacionismo. A maior parte do material é em inglês, mas há também páginas em dez línguas européias e asiáticas.
O arquivo da Talk.Origins: www.talkorigins.org. Este site foi montado com base em dissertações e artigos que tratam da controvérsia evolução/criacionismo, do ponto de vista científico. Há muitos links para ambos os lados das questões.
National Center for Science Education (NCSE – Centro Nacional para a Educação Científica): www.ncseweb.org. O NCSE é uma ONG que se dedica a defender o ensino da teoria da evolução nas escolas públicas dos EUA.
5. Textos Adicionais: Vários textos adicionais (recortes de jornais, revistas, etc., sobre os mais diferentes tópicos relacionados com o conteúdo programático) estão disponíveis, juntamente com os textos a serem discutidos em sala de aula, numa pasta a disposição dos alunos.
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Professores da Disciplina
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Colegiado do Departamento
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Colegiado do Curso
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Tudo sobre a evolução que eles não querem que você saiba
No seu livro “The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design” – já se tornando best-seller nos Estados Unidos, Jonathan Wells, Ph. D. em Biologia Molecular (University of California) destaca as seguintes dificuldades fundamentais para a teoria geral da evolução de Darwin que a Nomenklatura científica não quer e nem tem coragem para discutir, e não quer também que você fique sabendo:
Os fósseis contradizem a predição geral de Darwin – com a grande divergência de planos corporais ocorrendo bem cedo em vez de mais tarde no registro fóssil.
A seqüência fóssil terra-mamífero-baleia, tida como ilustrando “um quadro perfeito de elo intermediário” consiste numa série de animais, onde nenhum deles “poderia concebivelmente ter dado origem a qualquer um dos outros”.
Darwin pensou que os embriões de organismos superiores revelariam as formas adultas dos organismos ancestrais e que isso era a evidência “mais forte” para a sua teoria. Mas os desenhos feitos pelo darwinista alemão Ernst Haeckel, sobre o qual Darwin fundamentou sua afirmação, descobriu-se que eram ‘forjados’ [mas eles continuam em alguns livros-texto de Biologia do ensino médio – Acorda MEC, o nome disso é FRAUDE científica!].
As seqüências de DNA de espécies diferentes são consideradas como produzindo uma árvore da vida que corresponde a uma árvore baseada em dados anatômicos. Na verdade, os dados de DNA contradizem os dados anatômicos o tanto quanto os confirmam. A evidência de DNA não soluciona, mas agrava o problema de Darwin.
A afirmação essencial do darwinismo é que novas espécies surgiram de espécies existentes. Mas isso nunca foi observado experimentalmente, seja na natureza ou no laboratório. Um biólogo britânico fez a seguinte declaração em 2001:
“As bactérias, a forma mais simples de vida independente, são ideais para esse tipo de estudo, com os tempos de geração de 20 a 30 minutos, e atingindo as populações após 18 horas. Mas ao longo de 150 anos da ciência de bacteriologia, não há evidência de que uma espécie de bactéria se transformou numa outra. Desde que não nenhuma evidência de mudança de espécies entre as formas mais simples de vida unicelular, não é surpreendente que não haja nenhuma evidência de evolução ... ao longo de toda a disposição de organismos superiores multicelulares”.
Compre um exemplar do livro do Wells, seja mais ousado – dê de presente ao seu professor de Biologia do ensino médio e da Universidade e nos ajude a desconstruir Darwin.
Os fósseis contradizem a predição geral de Darwin – com a grande divergência de planos corporais ocorrendo bem cedo em vez de mais tarde no registro fóssil.
A seqüência fóssil terra-mamífero-baleia, tida como ilustrando “um quadro perfeito de elo intermediário” consiste numa série de animais, onde nenhum deles “poderia concebivelmente ter dado origem a qualquer um dos outros”.
Darwin pensou que os embriões de organismos superiores revelariam as formas adultas dos organismos ancestrais e que isso era a evidência “mais forte” para a sua teoria. Mas os desenhos feitos pelo darwinista alemão Ernst Haeckel, sobre o qual Darwin fundamentou sua afirmação, descobriu-se que eram ‘forjados’ [mas eles continuam em alguns livros-texto de Biologia do ensino médio – Acorda MEC, o nome disso é FRAUDE científica!].
As seqüências de DNA de espécies diferentes são consideradas como produzindo uma árvore da vida que corresponde a uma árvore baseada em dados anatômicos. Na verdade, os dados de DNA contradizem os dados anatômicos o tanto quanto os confirmam. A evidência de DNA não soluciona, mas agrava o problema de Darwin.
A afirmação essencial do darwinismo é que novas espécies surgiram de espécies existentes. Mas isso nunca foi observado experimentalmente, seja na natureza ou no laboratório. Um biólogo britânico fez a seguinte declaração em 2001:
“As bactérias, a forma mais simples de vida independente, são ideais para esse tipo de estudo, com os tempos de geração de 20 a 30 minutos, e atingindo as populações após 18 horas. Mas ao longo de 150 anos da ciência de bacteriologia, não há evidência de que uma espécie de bactéria se transformou numa outra. Desde que não nenhuma evidência de mudança de espécies entre as formas mais simples de vida unicelular, não é surpreendente que não haja nenhuma evidência de evolução ... ao longo de toda a disposição de organismos superiores multicelulares”.
Compre um exemplar do livro do Wells, seja mais ousado – dê de presente ao seu professor de Biologia do ensino médio e da Universidade e nos ajude a desconstruir Darwin.
O Design Inteligente objeto de monografia na UnB!
quarta-feira, setembro 06, 2006
Se o Design Inteligente nem errado é, por que gastar tempo elaborando uma monografia?
Não podia ser melhor - foi lá na UnB: KOSMOS e TELOS Elementos do debate em torno do Argumento do Desígnio
Mais dia menos dia a Teoria do Design Inteligente vai ser debatida na Academia de modo mais objetivamente científico: a exposição livre de suas idéias pelos seus teóricos e proponentes sem um patrulhamento e perseguições acadêmicas.
Não podia ser melhor - foi lá na UnB: KOSMOS e TELOS Elementos do debate em torno do Argumento do Desígnio
Mais dia menos dia a Teoria do Design Inteligente vai ser debatida na Academia de modo mais objetivamente científico: a exposição livre de suas idéias pelos seus teóricos e proponentes sem um patrulhamento e perseguições acadêmicas.
O Design Inteligente no vestibular da UFPR de 2006
A Nomenklatura científica diz que a Teoria do Design Inteligente não é ciência, que não pode ser falseado, e otras cositas más. Aqui e ali eles tentam 'falsear' a tese de complexidade irredutível de sistemas biológicos de Behe, mas até agora os cientistas nada conseguiram.
Que uma universidade pública brasileira do porte da Universidade Federal do Paraná se dê ao trabalho de utilizar textos da editoria de ciência da Folha de São Paulo sobre a Teoria do Design Inteligente no seu último vestibular nos deixa bastante envaidecidos: falem mal, mas falem nós!
O que deveria ter caído naquele vestibular é a tese da complexidade irredutível de Behe - A Caixa Preta de Darwin, Rio de Janeiro, Zahar, 1997. Que os alunos lessem e respondessem sobre a complexidade irredutível de alguns sistemas biológicos serem ou não formados pelo processo gradualista darwiniano ou se é uma instância de design inteligente é que seria considerado um tema científico e não ideologizado.
A UFPR poderia ter feito um vestibular melhor e mais científico, afinal de contas, se o Design Inteligente não é ciência, por que se incomodar conosco? Mesmo assim, muito obrigado por ajudar a esparramar o conceito do Design Inteligente. Os alunos, mais inteligentes, saberão fazer a distinção entre especulações transformistas e ciência.
Que uma universidade pública brasileira do porte da Universidade Federal do Paraná se dê ao trabalho de utilizar textos da editoria de ciência da Folha de São Paulo sobre a Teoria do Design Inteligente no seu último vestibular nos deixa bastante envaidecidos: falem mal, mas falem nós!
O que deveria ter caído naquele vestibular é a tese da complexidade irredutível de Behe - A Caixa Preta de Darwin, Rio de Janeiro, Zahar, 1997. Que os alunos lessem e respondessem sobre a complexidade irredutível de alguns sistemas biológicos serem ou não formados pelo processo gradualista darwiniano ou se é uma instância de design inteligente é que seria considerado um tema científico e não ideologizado.
A UFPR poderia ter feito um vestibular melhor e mais científico, afinal de contas, se o Design Inteligente não é ciência, por que se incomodar conosco? Mesmo assim, muito obrigado por ajudar a esparramar o conceito do Design Inteligente. Os alunos, mais inteligentes, saberão fazer a distinção entre especulações transformistas e ciência.
Dentro de uma célula - Darwin ou Design Inteligente?
Faça uma viagem dentro de uma célula e pondere qual é a melhor explicação - Darwin ou Design Inteligente?
Darwin certo mesmo que por linhas tortas?
domingo, setembro 03, 2006
Desta vez eu vou concordar com Claudio Angelo, editor de ciência da Folha de São Paulo – realmente o livro para leigos "Uma Ampla Discussão – Charles Darwin e a Gênese do Moderno Pensamento Evolutivo" ["One Long Argument"], Funpec Editora, 195 págs., R$ 25, um clássico moderno da biologia do evolucionista alemão (naturalizado americano) Ernst Mayr (1904-2005) chegou ao Brasil com 15 anos de atraso, mas em tradução 'capenga'.
Desde a publicação do livro A Origem das Espécies (1859) de Darwin que livros sobre a Teoria [Geral] da Evolução têm sido dirigidos para o público leigo como técnica de 'convencimento epistêmico'. Dawkins segue esta linha de modo mais acentuado. Mayr parece ter sido a exceção, pois o seu livro "One Long Argument", publicado em 1991 nos EUA, foi voltado para público leigo do zoólogo teuto-americano considerado o "Darwin do século 20".
Charles Darwin definiu sua teoria evolutiva no "A Origem das Espécies" como "uma longa argumentação", e aí Claudio Angelo diz que a tradução brasileira acertou em cheio. Só que esta 'longa argumentação' enseja um debate público amplo e civil. É preciso atender ao convite de Darwin:
"Estou bem a par do fato de existirem neste volume pouquíssimas afirmativas acerca das quais não se possam invocar diversos fatos passíveis de levar a conclusões diametralmente opostas àquelas às quais cheguei. Uma conclusão satisfatória só poderá ser alcançada através do exame e confronto dos fatos e argumentos em prol deste ou daquele ponto de vista, e tal coisa seria impossível de se fazer na presente obra". [A]

A obra de Mayr erra ao afirmar que Darwin foi realmente 'o pai da seleção natural'. Aqui pesa sobre Darwin fortes suspeitas de que tenha plagiado a idéia de seleção natural de um naturalista inglês – Edward Blyth, que já tinha escrito sobre a seleção natural bem antes e que Darwin não poderia não ter tido conhecimento. Quem defende este lado 'cinzento' de Darwin é um historiador de ciência evolucionista Loren Eiseley. Vide o artigo postado neste blog sobre esta questão esdrúxula. Blyth era criacionista...
O confronto de Darwin não se deu apenas 'com os criacionistas', mas com vários cientistas importantes da Academia que aceitavam a evolução, mas tinham reservas quanto à teoria da seleção natural. Por que Darwin deixou várias questões epistêmicas fundamentais sem resposta mesmo após a publicação da "Origem"? Será que ele não tinha respostas? Será que as evidências encontradas na natureza eram contra as especulações transformistas de Darwin? Afinal de contas ele se propôs explicar a origem das espécies, e não explicou conforme Mayr destacou bem neste livro – o "A Origem das Espécies" não explica como novas espécies são produzidas...
Embora esse mergulho no darwinismo seja significativo por ter sido guiado por Mayr, Cláudio Angelo não destaca para os leitores o neodarwinismo – ou Moderna Síntese Evolutiva [1930-1940], é uma teoria ad hoc tentando conciliar as idéias darwinistas com as dos geneticistas e as dos taxonomistas, tendo sido criada para salvar a teoria da evolução de Darwin de sua insuficiência epistêmica. Embora a obra de Mayr "Sistemática e Origem das Espécies" (1942) tenha produzido o conceito de espécie, há controvérsia até hoje do verdadeiro significado deste conceito biológico de espécie...
Certa vez eu destaquei numa correspondência com alguns professores da UFMG que Darwin era "confuso", "contraditório" e até "constrangedor" no entendimento dos mecanismos de especiação, porque o 'plagiador' [???] da teoria da seleção natural não entendia os mecanismos da hereditariedade, pois os trabalhos de Gregor Mendel com ervilhas só foram conhecidos a partir de 1900.
Este livro de Mayr interessa muito mais aos historiadores de ciência do que aos leigos não-especialistas, pois o "Uma Ampla Discussão" é um livro de história das idéias e de filosofia da biologia evolutiva. Além disso, o livro veio com 15 anos de atraso, e o leitor ficará com a idéia de que o neodarwinismo 'sacramentou' as idéias de Darwin definitivamente. Ledo engano, o neodarwinismo é uma teoria científica em crise demandando uma profunda revisão ou descarte desde 1980.
Na V São Paulo Research Conference realizado no Auditório da Faculdade de Medicina da USP – de 18-20 de maio de 2006, apresentei o pôster UMA IMINENTE MUDANÇA PARADIGMÁTICA EM BIOLOGIA EVOLUTIVA:
O neodarwinismo (teoria sintética) é o paradigma atualmente aceito pela maioria dos cientistas para explicar cientificamente o fenômeno da evolução das espécies.
Há, porém, um grupo crescente de cientistas (a quem nomeio de evolucionistas agnósticos) que questionaram e questionam a validade científica do modelo neodarwinista.
Os historiadores de ciência D. Collingridge e M. Earthy descreveram o neodarwinismo como sendo um paradigma que perdeu a sua capacidade de resolver problemas científicos importantes. [1]
Em 1980, Stephen Jay Gould foi mais criticamente contundente - a síntese neodarwinista foi considerada efetivamente morta apesar de sua persistência como ortodoxia nos livros-texto de Biologia. [2]
Em junho de 2005, Massimo Pigliucci, professor no Departamento de Ecologia e Evolução na SUNY [State University of New York] escreveu numa resenha de um livro que o clamor de se revisar o neodarwinismo está se tornando tão alto que, espera-se, a maioria dos biólogos evolucionistas começará a prestar atenção. [3]
Por que a teoria sintética, apesar das discussões e debates sobre suas dificuldades teórico-empíricas tais como:
(a) Questões de padrão (como os organismos são interrelacionados e como nós sabemos isso?);
(b) Questões de processo (os mecanismos da evolução e os vários problemas em aberto naquela área), e
(c) Questões sobre a questão central (a origem e a natureza da complexidade especificada de informação biológica),
continua sendo o paradigma aceito pela maioria da comunidade científica?
Quais foram/são as estratégias de divulgação (científica/popular), de convencimento e ensino utilizadas para manter o status quo científico para a teoria neodarwinista?
Estas discussões e debates sobre as dificuldades estariam realmente apontando para o surgimento de uma nova teoria da evolução conforme sugerido por Stephen Jay Gould? Estamos assistindo a uma mudança paradigmática em Biologia à la Kuhn?
Se assim for, qual é o significado histórico para o atual ensino da Biologia e da História da Ciência Biológica? Está na hora de abandonarmos Darwin? Revisar ou descartar o neodarwinismo? Estamos assistindo a uma iminente mudança paradigmática em Biologia Evolutiva?
BIBLIOGRAFIA
1. COLLINGRIGDE, D. and EARTHY, M., “Science Under Stress: Crisis in Neo-Darwinism”, in History and Philosophy of the Life Sciences 12:3-26, 1990.
2. GOULD, Steve J., “Is a New Theory of Evolution Emerging?”, in Paleobiology 6:119-130, 1980.
3. PIGLIUCCI, Massimo, “Expanding Evolution”, in Nature 435, 565-566, 2 June 2005. A broader view of inheritance puts pressure on the neo-darwinian synthesis. Book reviewed: “Evolution in Four Dimensions: Genetic, Epigenetic, Behavioral, and Symbolic Variation in the History of Life” by Eva Jablonka and Marion J. Lamb. Bradford Books: 2005. 462 pp.
+++++
NOTA
[A] DARWIN, Charles. Origem das Espécies. Belo Horizonte, Villa Rica, 1994, p. 36. Traduzido por Eugênio Amado.
O livro de Mayr chegou muito atrasado e pouco vai adicionar ao nosso conhecimento, pois o atual estado epistêmico do neodarwinismo é este acima que precisa ser abordado urgentemente nas universidades sem sanções acadêmicas e divulgado mais amplamente pelas editorias de ciência de nossa Grande Mídia Tupiniquim.
Por que isso não é discutido livre e amplamente? A ciência não é a busca pela verdade? Amigos, quando a questão é Darwin-ídolo, Darwin locuta, causa finita!
Desde a publicação do livro A Origem das Espécies (1859) de Darwin que livros sobre a Teoria [Geral] da Evolução têm sido dirigidos para o público leigo como técnica de 'convencimento epistêmico'. Dawkins segue esta linha de modo mais acentuado. Mayr parece ter sido a exceção, pois o seu livro "One Long Argument", publicado em 1991 nos EUA, foi voltado para público leigo do zoólogo teuto-americano considerado o "Darwin do século 20".
Charles Darwin definiu sua teoria evolutiva no "A Origem das Espécies" como "uma longa argumentação", e aí Claudio Angelo diz que a tradução brasileira acertou em cheio. Só que esta 'longa argumentação' enseja um debate público amplo e civil. É preciso atender ao convite de Darwin:
"Estou bem a par do fato de existirem neste volume pouquíssimas afirmativas acerca das quais não se possam invocar diversos fatos passíveis de levar a conclusões diametralmente opostas àquelas às quais cheguei. Uma conclusão satisfatória só poderá ser alcançada através do exame e confronto dos fatos e argumentos em prol deste ou daquele ponto de vista, e tal coisa seria impossível de se fazer na presente obra". [A]

A obra de Mayr erra ao afirmar que Darwin foi realmente 'o pai da seleção natural'. Aqui pesa sobre Darwin fortes suspeitas de que tenha plagiado a idéia de seleção natural de um naturalista inglês – Edward Blyth, que já tinha escrito sobre a seleção natural bem antes e que Darwin não poderia não ter tido conhecimento. Quem defende este lado 'cinzento' de Darwin é um historiador de ciência evolucionista Loren Eiseley. Vide o artigo postado neste blog sobre esta questão esdrúxula. Blyth era criacionista...
O confronto de Darwin não se deu apenas 'com os criacionistas', mas com vários cientistas importantes da Academia que aceitavam a evolução, mas tinham reservas quanto à teoria da seleção natural. Por que Darwin deixou várias questões epistêmicas fundamentais sem resposta mesmo após a publicação da "Origem"? Será que ele não tinha respostas? Será que as evidências encontradas na natureza eram contra as especulações transformistas de Darwin? Afinal de contas ele se propôs explicar a origem das espécies, e não explicou conforme Mayr destacou bem neste livro – o "A Origem das Espécies" não explica como novas espécies são produzidas...
Embora esse mergulho no darwinismo seja significativo por ter sido guiado por Mayr, Cláudio Angelo não destaca para os leitores o neodarwinismo – ou Moderna Síntese Evolutiva [1930-1940], é uma teoria ad hoc tentando conciliar as idéias darwinistas com as dos geneticistas e as dos taxonomistas, tendo sido criada para salvar a teoria da evolução de Darwin de sua insuficiência epistêmica. Embora a obra de Mayr "Sistemática e Origem das Espécies" (1942) tenha produzido o conceito de espécie, há controvérsia até hoje do verdadeiro significado deste conceito biológico de espécie...
Certa vez eu destaquei numa correspondência com alguns professores da UFMG que Darwin era "confuso", "contraditório" e até "constrangedor" no entendimento dos mecanismos de especiação, porque o 'plagiador' [???] da teoria da seleção natural não entendia os mecanismos da hereditariedade, pois os trabalhos de Gregor Mendel com ervilhas só foram conhecidos a partir de 1900.
Este livro de Mayr interessa muito mais aos historiadores de ciência do que aos leigos não-especialistas, pois o "Uma Ampla Discussão" é um livro de história das idéias e de filosofia da biologia evolutiva. Além disso, o livro veio com 15 anos de atraso, e o leitor ficará com a idéia de que o neodarwinismo 'sacramentou' as idéias de Darwin definitivamente. Ledo engano, o neodarwinismo é uma teoria científica em crise demandando uma profunda revisão ou descarte desde 1980.
Na V São Paulo Research Conference realizado no Auditório da Faculdade de Medicina da USP – de 18-20 de maio de 2006, apresentei o pôster UMA IMINENTE MUDANÇA PARADIGMÁTICA EM BIOLOGIA EVOLUTIVA:
O neodarwinismo (teoria sintética) é o paradigma atualmente aceito pela maioria dos cientistas para explicar cientificamente o fenômeno da evolução das espécies.
Há, porém, um grupo crescente de cientistas (a quem nomeio de evolucionistas agnósticos) que questionaram e questionam a validade científica do modelo neodarwinista.
Os historiadores de ciência D. Collingridge e M. Earthy descreveram o neodarwinismo como sendo um paradigma que perdeu a sua capacidade de resolver problemas científicos importantes. [1]
Em 1980, Stephen Jay Gould foi mais criticamente contundente - a síntese neodarwinista foi considerada efetivamente morta apesar de sua persistência como ortodoxia nos livros-texto de Biologia. [2]
Em junho de 2005, Massimo Pigliucci, professor no Departamento de Ecologia e Evolução na SUNY [State University of New York] escreveu numa resenha de um livro que o clamor de se revisar o neodarwinismo está se tornando tão alto que, espera-se, a maioria dos biólogos evolucionistas começará a prestar atenção. [3]
Por que a teoria sintética, apesar das discussões e debates sobre suas dificuldades teórico-empíricas tais como:
(a) Questões de padrão (como os organismos são interrelacionados e como nós sabemos isso?);
(b) Questões de processo (os mecanismos da evolução e os vários problemas em aberto naquela área), e
(c) Questões sobre a questão central (a origem e a natureza da complexidade especificada de informação biológica),
continua sendo o paradigma aceito pela maioria da comunidade científica?
Quais foram/são as estratégias de divulgação (científica/popular), de convencimento e ensino utilizadas para manter o status quo científico para a teoria neodarwinista?
Estas discussões e debates sobre as dificuldades estariam realmente apontando para o surgimento de uma nova teoria da evolução conforme sugerido por Stephen Jay Gould? Estamos assistindo a uma mudança paradigmática em Biologia à la Kuhn?
Se assim for, qual é o significado histórico para o atual ensino da Biologia e da História da Ciência Biológica? Está na hora de abandonarmos Darwin? Revisar ou descartar o neodarwinismo? Estamos assistindo a uma iminente mudança paradigmática em Biologia Evolutiva?
BIBLIOGRAFIA
1. COLLINGRIGDE, D. and EARTHY, M., “Science Under Stress: Crisis in Neo-Darwinism”, in History and Philosophy of the Life Sciences 12:3-26, 1990.
2. GOULD, Steve J., “Is a New Theory of Evolution Emerging?”, in Paleobiology 6:119-130, 1980.
3. PIGLIUCCI, Massimo, “Expanding Evolution”, in Nature 435, 565-566, 2 June 2005. A broader view of inheritance puts pressure on the neo-darwinian synthesis. Book reviewed: “Evolution in Four Dimensions: Genetic, Epigenetic, Behavioral, and Symbolic Variation in the History of Life” by Eva Jablonka and Marion J. Lamb. Bradford Books: 2005. 462 pp.
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NOTA
[A] DARWIN, Charles. Origem das Espécies. Belo Horizonte, Villa Rica, 1994, p. 36. Traduzido por Eugênio Amado.
O livro de Mayr chegou muito atrasado e pouco vai adicionar ao nosso conhecimento, pois o atual estado epistêmico do neodarwinismo é este acima que precisa ser abordado urgentemente nas universidades sem sanções acadêmicas e divulgado mais amplamente pelas editorias de ciência de nossa Grande Mídia Tupiniquim.
Por que isso não é discutido livre e amplamente? A ciência não é a busca pela verdade? Amigos, quando a questão é Darwin-ídolo, Darwin locuta, causa finita!
Selo oficial deste blogger
Para quem tenta 'levantar a lebre' das insuficiências epistêmicas das atuais teorias da origem e evolução da vida junto a acadêmicos e à Grande Mídia Tupiniquim, nada mais justo do que postar aqui um selo que possa caracterizar este blog.

Como marxista-leninista que fui, de vez em quando bate uma nostalgia pelo 'realismo socialista' das artes. O selo reflete isso, mas em espírito de Barão de Itararé, o único intelectual verdadeiro do Brasil.
Ciência que não ri e nem dança, não vale a pena perseguir... Meninos, riam de si mesmos, dancem porque Darwin acertou no varejo, mas errou no atacado!!!

Como marxista-leninista que fui, de vez em quando bate uma nostalgia pelo 'realismo socialista' das artes. O selo reflete isso, mas em espírito de Barão de Itararé, o único intelectual verdadeiro do Brasil.
Ciência que não ri e nem dança, não vale a pena perseguir... Meninos, riam de si mesmos, dancem porque Darwin acertou no varejo, mas errou no atacado!!!
Freeman Dyson falou e disse: há dois tipos de revoluções científicas
sábado, setembro 02, 2006
"Há dois tipos de revoluções científicas, aquelas impelidas por novas ferramentas e aquelas impelidas por novos conceitos. O efeito de uma revolução impelida por conceito é explicar coisas velhas de novas maneiras. O efeito de uma revolução impelida por uma ferramenta é o descobrir coisas novas que precisam ser explicadas. Em quase todo o ramo de ciência, e especialmente em biologia e astronomia, tem havido uma preponderância de revoluções impelidas por ferramenta. Nós temos sido mais bem-sucedidos em descobrir novas coisas do que explicando coisas antigas. Recentemente o meu campo de física tem tido grande sucesso em criar novas ferramentas que iniciaram revoluções na biologia e astronomia. A física tem sido menos bem-sucedida em criar novos conceitos com os quais entender suas próprias descobertas". [1]
Agora eu entendo por que os biólogos evolutivos sofrem de dor-de-cotovelo em relação aos físicos – é porque, como bem disse Jerry Coyne (biólogo evolucionista, na Universidade de Chicago): “Na ordem decrescente da ciência, a biologia evolutiva está escondida em algum lugar bem perto do fundo, mais próxima da frenologia do que da física”.
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[1] in Imagined Worlds, Harvard Univ Press, 1998, pp 49-50.
"There are two kinds of scientific revolutions, those driven by new tools and those driven by new concepts ... The effect of a concept-driven revolution is to explain old things in new ways. The effect of a tool-driven revolution is to discover new things that have to be explained. In almost every branch of science, and especially in biology and astronomy, there have been a preponderance of tool-driven revolutions. We have been more successful in discovering new things than in explaining old ones. In recent times my own field of physics has had great success in creating new tools that have started revolutions in biology and astronomy. Physics has been less successful in creating new concepts with which to understand its own discoveries".
Agora eu entendo por que os biólogos evolutivos sofrem de dor-de-cotovelo em relação aos físicos – é porque, como bem disse Jerry Coyne (biólogo evolucionista, na Universidade de Chicago): “Na ordem decrescente da ciência, a biologia evolutiva está escondida em algum lugar bem perto do fundo, mais próxima da frenologia do que da física”.
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[1] in Imagined Worlds, Harvard Univ Press, 1998, pp 49-50.
"There are two kinds of scientific revolutions, those driven by new tools and those driven by new concepts ... The effect of a concept-driven revolution is to explain old things in new ways. The effect of a tool-driven revolution is to discover new things that have to be explained. In almost every branch of science, and especially in biology and astronomy, there have been a preponderance of tool-driven revolutions. We have been more successful in discovering new things than in explaining old ones. In recent times my own field of physics has had great success in creating new tools that have started revolutions in biology and astronomy. Physics has been less successful in creating new concepts with which to understand its own discoveries".
A natureza 'falou e disse' – eu me esforço arduamente e consigo evitar a ocorrência de mutações!
Os biólogos sabem que os genomas das células são estabilizados por um sistema de reparos de danos de DNA extremamente eficiente. Cada célula viva na Terra recebe centenas ou mais de ataques de radioatividade natural (potássio, carbono, etc.) ao seu DNA, ataques que provocam danos que precisam e devem ser consertados. Essencialmente todo o dano é consertado – 99++++%.
Você já viu as fotos do D. radiodurans consertando-se a si mesmo? Vou tentar localizar e postar neste blog.
A natureza – contra Darwin – não somente se esforça em não continuar as mutações, mas se esforça arduamente em evitar as mutações e isso é feito de modo altamente exitoso.
São por evidências assim encontradas na natureza, que o meu ceticismo localizado em relação às especulações transformistas de Darwin fica cada vez mais fortalecido – sem mutações disponíveis, a seleção natural vai operar com o quê, ó gajo???
Tem horas que eu penso sobre esse caráter omnicompetente, omnipresente, e onipotente da seleção natural, e por analogia isso me lembra do Grande Extraterrestre Cósmico...
Você já viu as fotos do D. radiodurans consertando-se a si mesmo? Vou tentar localizar e postar neste blog.
A natureza – contra Darwin – não somente se esforça em não continuar as mutações, mas se esforça arduamente em evitar as mutações e isso é feito de modo altamente exitoso.
São por evidências assim encontradas na natureza, que o meu ceticismo localizado em relação às especulações transformistas de Darwin fica cada vez mais fortalecido – sem mutações disponíveis, a seleção natural vai operar com o quê, ó gajo???
Tem horas que eu penso sobre esse caráter omnicompetente, omnipresente, e onipotente da seleção natural, e por analogia isso me lembra do Grande Extraterrestre Cósmico...
A lista de Wells – 10 blogs que a Nomenklatura científica não quer que vocês vejam

O livro "The Politically Incorrect Guide to Darwinism and Intelligent Design" [O guia politicamente incorreto sobre o Darwinismo e o Design Inteligente] de Jonathan Wells, Ph. D. em Biologia Celular e Molecular, University of California (Berkeley, 1994), lançado em agosto está se tornando um best-seller nos Estados Unidos.
Neste livro, Wells lida com os argumentos a favor e contra o Darwinismo e o Design Inteligente. Além disso, Wells lista alguns sites que a Nomenklatura científica não quer que os leigos vejam. Do Brasil para o mundo, gente! Dê uma olhada, e veja se consegue ver na lista de Wells um blog já conhecido e 'odiado' pela galera ultradarwinista aqui em nossa taba tupiniquim. Fiquei muito lisonjeado e orgulhoso – alô Maurício Tuffani e Michelson Borges , dois amigos jornalistas que me convenceram a fazer um blog, vocês é que são responsáveis por esse nosso sucesso na taba tupiniquim e agora na aldeia global. Valeu Tuffani, valeu Michelson!
Websites sobre Darwinismo e DI
http://www.discovery.org/csc/
http://www.arn.org/
http://www.designinference.com/
http://www.uncommondescent.com/
http://www.iscid.org/
http://www.designorchance.com/
http://www.idthefuture.com/
http://www.darwinanddesign.org/
http://dcsociety.org/
http://pos-darwinista.blogspot.com/
Procurando agulha num palheiro – ainda não encontraram o tal de elo perdido!
sexta-feira, setembro 01, 2006
Após quase 150 anos da publicação do livro Origem das Espécies de Darwin, há uma busca frenética para achar o tal de 'elo perdido' que confirmaria de vez suas especulações transformistas.
Tem sido frustrante por todos os lados – o Archeopteryx já foi descartado há muito como o elo entre dinossauros e aves. No lado das origens humanas, nós vimos muita desonestidade científica dos ultradarwinistas fundamentalistas do que em qualquer outra área científica – é fraude após fraude para mostrar ao mundo o tal de 'elo perdido'.
O achado do fóssil nomeado como Homo floresiensis foi 'trombeteado' aos quatro cantos pela Grande Mídia [está mais para Pinóquio do que jornalismo qua jornalismo quando a questão é Darwin] como um achado científico importante – "Este achado vai lançar nova luz em nossa compreensão da evolução humana" – "Este achado vai mudar o nosso entendimento sobre a evolução humana" e outros macros evolutivos [oops, quase digitei 'macacos'] Ctrl – Alt – Qualquer achado fóssil...
Tenho percebido ao longo dos anos uma característica interessante na divulgação de achados assim – a Nomenklatura científica dá um passo à frente trombeteando o FATO da evolução, e depois dois passos para atrás forçada pelas conclusões de pesquisas científicas objetiva e honestamente elaboradas como esta aqui:

"Liang Bua 1 (LB1) exibe assimetrias craniofaciais e poscraniais nítidas e outros indicadores de crescimento anormal e de desenvolvimento. Anomalias de lado, 140 [SIC] características craniais colocam LB1 dentro dos limites de variação humana moderna, parecendo com as populações australomelanesiana. As características mandibulares e dentais LB1 e LB6/1 ou mostram nenhum desvio substancial do Homo sapiens moderno ou partilham de características (queixo recuado e pré-molares) com os pigmeus Rampasasa vivendo agora perto da caverna de Liang Bua. Nós propomos que LB1 procede de uma antiga população de H. sapiens pigmeus, mas mostram individualmente sinais de desenvolvimento de anormalidade, inclusive microencefalia. Outros restos mandibulares e poscraniais adicionais do sítio partilham do tamanho pequeno de corpo, mas não microencefalia". [1]
O texto se encontra no PNAS no Open Access.
Clique e faça o download gratuitamente deste artigo interessante. Para os mais especializados, recomendo também o texto no blog do antropólogo americano John Hawks.
Fui, mas pensando no baixo astral que a galera ultradarwinista fundamentalista frustrada deve se encontrar neste exato momento – meninos, cavem mais, quem sabe vocês ainda não cavaram o suficiente? Cavem, mas cavem o mais freneticamente possível, quem sabe vocês não encontram esse tal de 'elo perdido'?
Ou não seria uma grande corrente perdida?
[1] Pygmoid Australomelanesian Homo sapiens skeletal remains from Liang Bua, Flores: Population affinities and pathological abnormalities
T. Jacob, E. Indriati, R. P. Soejono, K. Hsü, D. W. Frayer, R. B. Eckhardt, A. J. Kuperavage, A. Thorne, and M. Henneberg
Liang Bua 1 (LB1) exhibits marked craniofacial and postcranial asymmetries and other indicators of abnormal growth and development. Anomalies aside, 140 cranial features place LB1 within modern human ranges of variation, resembling Australomelanesian populations. Mandibular and dental features of LB1 and LB6/1 either show no substantial deviation from modern Homo sapiens or share features (receding chins and rotated premolars) with Rampasasa pygmies now living near Liang Bua Cave. We propose that LB1 is drawn from an earlier pygmy H. sapiens population but individually shows signs of a developmental abnormality, including microcephaly. Additional mandibular and postcranial remains from the site share small body size but not microcephaly.
Tem sido frustrante por todos os lados – o Archeopteryx já foi descartado há muito como o elo entre dinossauros e aves. No lado das origens humanas, nós vimos muita desonestidade científica dos ultradarwinistas fundamentalistas do que em qualquer outra área científica – é fraude após fraude para mostrar ao mundo o tal de 'elo perdido'.
O achado do fóssil nomeado como Homo floresiensis foi 'trombeteado' aos quatro cantos pela Grande Mídia [está mais para Pinóquio do que jornalismo qua jornalismo quando a questão é Darwin] como um achado científico importante – "Este achado vai lançar nova luz em nossa compreensão da evolução humana" – "Este achado vai mudar o nosso entendimento sobre a evolução humana" e outros macros evolutivos [oops, quase digitei 'macacos'] Ctrl – Alt – Qualquer achado fóssil...
Tenho percebido ao longo dos anos uma característica interessante na divulgação de achados assim – a Nomenklatura científica dá um passo à frente trombeteando o FATO da evolução, e depois dois passos para atrás forçada pelas conclusões de pesquisas científicas objetiva e honestamente elaboradas como esta aqui:

"Liang Bua 1 (LB1) exibe assimetrias craniofaciais e poscraniais nítidas e outros indicadores de crescimento anormal e de desenvolvimento. Anomalias de lado, 140 [SIC] características craniais colocam LB1 dentro dos limites de variação humana moderna, parecendo com as populações australomelanesiana. As características mandibulares e dentais LB1 e LB6/1 ou mostram nenhum desvio substancial do Homo sapiens moderno ou partilham de características (queixo recuado e pré-molares) com os pigmeus Rampasasa vivendo agora perto da caverna de Liang Bua. Nós propomos que LB1 procede de uma antiga população de H. sapiens pigmeus, mas mostram individualmente sinais de desenvolvimento de anormalidade, inclusive microencefalia. Outros restos mandibulares e poscraniais adicionais do sítio partilham do tamanho pequeno de corpo, mas não microencefalia". [1]
O texto se encontra no PNAS no Open Access.
Clique e faça o download gratuitamente deste artigo interessante. Para os mais especializados, recomendo também o texto no blog do antropólogo americano John Hawks.
Fui, mas pensando no baixo astral que a galera ultradarwinista fundamentalista frustrada deve se encontrar neste exato momento – meninos, cavem mais, quem sabe vocês ainda não cavaram o suficiente? Cavem, mas cavem o mais freneticamente possível, quem sabe vocês não encontram esse tal de 'elo perdido'?
Ou não seria uma grande corrente perdida?
[1] Pygmoid Australomelanesian Homo sapiens skeletal remains from Liang Bua, Flores: Population affinities and pathological abnormalities
T. Jacob, E. Indriati, R. P. Soejono, K. Hsü, D. W. Frayer, R. B. Eckhardt, A. J. Kuperavage, A. Thorne, and M. Henneberg
Liang Bua 1 (LB1) exhibits marked craniofacial and postcranial asymmetries and other indicators of abnormal growth and development. Anomalies aside, 140 cranial features place LB1 within modern human ranges of variation, resembling Australomelanesian populations. Mandibular and dental features of LB1 and LB6/1 either show no substantial deviation from modern Homo sapiens or share features (receding chins and rotated premolars) with Rampasasa pygmies now living near Liang Bua Cave. We propose that LB1 is drawn from an earlier pygmy H. sapiens population but individually shows signs of a developmental abnormality, including microcephaly. Additional mandibular and postcranial remains from the site share small body size but not microcephaly.
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