Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi é indexado na Scielo Brasil

terça-feira, março 30, 2010

JC e-mail 3979, de 30 de Março de 2010.

26. Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi é indexado na Scielo Brasil

Revista passa a integrar base de dados

O Boletim de Ciências Humanas do Museu Paraense Emílio Goeldi recebeu, na XXIII Reunião do Comitê Consultivo Scielo Brasil, parecer favorável ao ingresso do periódico na coleção da biblioteca virtual. O boletim foi submetido para avaliação em outubro de 2008.

Para ser aceito na SciELO Brasil, um periódico científico deve passar por um processo de avaliação que compreende três aspectos: o formato, que se refere a adequação às normas da instituição; a endogenia, que faz alusão à concentração institucional e geográfica do conselho editorial e dos autores, e o conteúdo, para assegurar a qualidade científica da publicação.

Ainda este mês, o Coordenador de Comunicação e Extensão do Museu Goeldi e também editor científico do Boletim, Nelson Sanjad, irá a São Paulo para a primeira reunião na Scielo/Bireme para acertos sobre como acontecerá o processo de migração do periódico para a coleção da biblioteca virtual.

A Scientific Electronic Library Online Brasil é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. A Scielo é o resultado de um projeto de pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).

Desde 2002, o projeto conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A SciELO tem por objetivo o desenvolvimento de uma metodologia comum para a preparação, armazenamento, disseminação e avaliação da produção científica em formato eletrônico.

O Boletim do Museu Goeldi foi criado sob o nome original de Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, pelo naturalista Emílio Goeldi, e sua primeira edição data de 1894. Atualmente, o periódico é publicado três vezes ao ano, em duas versões: Ciências Humanas e Ciências Naturais.

(Assessoria de Comunicação do Museu Goeldi)

Workshop debate a cooperação científica entre Brasil e Alemanha

JC e-mail 3979, de 30 de Março de 2010.

28. Workshop debate a cooperação científica entre Brasil e Alemanha

O instituto de pesquisa alemão Fraunhofer Enas (Nanoelectronic Systems) promove nos dias 5 e 6 de maio, em Manaus (AM), o workshop Brasil-Alemanha de Ciência, Tecnologia e Inovação

O encontro, na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), objetiva promover a cooperação em tecnologias de informação e comunicação entre o Brasil e a União Europeia (EU). Serão abordadas soluções para o diagnóstico de moléstias tropicais e controle de qualidade de matérias-primas, a fim de melhorar a eficiência da produção.

Após as oficinas, compostas por parceiros brasileiros e europeus, será discutido o impacto ambiental das barragens e da poluição das bacias hidrográficas. Participam do debate representantes da Petrobras, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Informações sobre as ações do Instituto Fraunhofer podem ser obtidas no site www.fraunhofer.org.br

(Assessoria de Comunicação do MCT)

Fapesc seleciona pesquisadores para intercâmbio na Alemanha

JC e-mail 3979, de 30 de Março de 2010.

29. Fapesc seleciona pesquisadores para intercâmbio na Alemanha

Chamada é voltada para doutorandos e doutores

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Santa Catarina (Fapesc) divulgou chamada para seleção de pesquisadores e doutorandos interessados em estudar na Alemanha.

O edital prevê duas modalidades de intercâmbio: "Intercâmbio de Cientistas de Alto Nível" e "Estadias de Curta Duração para Doutorandos". Os programas são financiados pela Fapesc e pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e prevêem pagamento de passagens aéreas e bolsas de estudos. A agência brasileira investirá R$ 117 mil na iniciativa.

Os pesquisadores poderão ficar na Alemanha de três semanas a três meses, enquanto os doutorandos têm direito a permanecer entre dois e seis meses.

Para concorrer, além de vinculado a alguma instituição de pesquisa e ensino de Santa Catarina, os candidatos devem morar no estado há pelo menos dois anos e ter conhecimentos de alemão atestados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ou pelo Instituto Goethe, responsável pela certificação de língua alemã no Brasil. Além disso, é necessário projeto de pesquisa, no caso de quem ainda está no doutorado, ou plano de trabalho, para aqueles já no mercado de pesquisa.

Não há prazo para envio de propostas. Mais informações no edital http://www.fapesc.sc.gov.br/arquivos/22122009cp_daad_17_2009.pdf ou com a coordenadora geral da cooperação internacional da Fapesc, Sonia Pereira Laus ( sonialaus@fapesc.sc.gov.br.)

Estudando função e comportamento no registro fóssil

Studying Function and Behavior in the Fossil Record

Michael J. Benton*

Department of Earth Sciences, University of Bristol, Bristol, United Kingdom

Citation: Benton MJ (2010) Studying Function and Behavior in the Fossil Record. PLoS Biol 8(3): e1000321. doi:10.1371/journal.pbio.1000321

Published: March 2, 2010

Copyright: © 2010 Michael J. Benton. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: No specific funding was received for this article.

Competing interests: The author has declared that no competing interests exist.

Abbreviations: extant phylogenetic bracket (EPB), ; finite element analysis (FEA),

* E-mail: mike.benton@bristol.ac.uk

+++++

Fator de ligação variável de transcrição: um mecanismo de mudança evolucionária

Variable Transcription Factor Binding: A Mechanism of Evolutionary Change

Patricia J. Wittkopp1,2*

1 Department of Ecology and Evolutionary Biology, University of Michigan, Ann Arbor, Michigan, United States of America, 2 Department of Molecular, Cellular, and Developmental Biology, University of Michigan, Ann Arbor, Michigan, United States of America

Citation: Wittkopp PJ (2010) Variable Transcription Factor Binding: A Mechanism of Evolutionary Change. PLoS Biol 8(3): e1000342. doi:10.1371/journal.pbio.1000342

Published: March 23, 2010

Copyright: © 2010 Patricia J. Wittkopp. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: No funding was received for this article.

Competing interests: The author has declared that no competing interests exist.

* E-mail: wittkopp@umich.edu

+++++

Bricolagem evolucionária com componentes conservados de uma rede transcricional reguladora

Evolutionary Tinkering with Conserved Components of a Transcriptional Regulatory Network

Hugo Lavoie1,2¤, Hervé Hogues1, Jaideep Mallick1, Adnane Sellam1,3, André Nantel1,3, Malcolm Whiteway1,2*

1 Biotechnology Research Institute, National Research Council, Montreal, Quebec, Canada, 2 Department of Biology, McGill University, Montreal, Quebec, Canada, 3 Department of Anatomy and Cell Biology, McGill University, Montreal, Quebec, Canada

Abstract

Gene expression variation between species is a major contributor to phenotypic diversity, yet the underlying flexibility of transcriptional regulatory networks remains largely unexplored. Transcription of the ribosomal regulon is a critical task for all cells; in S. cerevisiae the transcription factors Rap1, Fhl1, Ifh1, and Hmo1 form a multi-subunit complex that controls ribosomal gene expression, while in C. albicans this regulation is under the control of Tbf1 and Cbf1. Here, we analyzed, using full-genome transcription factor mapping, the roles, in both S. cerevisiae and C. albicans, of each orthologous component of this complete set of regulators. We observe dramatic changes in the binding profiles of the generalist regulators Cbf1, Hmo1, Rap1, and Tbf1, while the Fhl1-Ifh1 dimer is the only component involved in ribosomal regulation in both fungi: it activates ribosomal protein genes and rDNA expression in a Tbf1-dependent manner in C. albicans and a Rap1-dependent manner in S. cerevisiae. We show that the transcriptional regulatory network governing the ribosomal expression program of two related yeast species has been massively reshaped in cis and trans. Changes occurred in transcription factor wiring with cellular functions, movements in transcription factor hierarchies, DNA-binding specificity, and regulatory complexes assembly to promote global changes in the architecture of the fungal transcriptional regulatory network.

Author Summary

Conserved metabolic machineries direct energy production and investment in most life forms. However, variation in the transcriptional regulation of the genes that encode this machinery has been observed and shown to contribute to phenotypic differences between species. Here, we show that the regulatory circuits governing the expression of central metabolic components (in this case the ribosomes) in different yeast species have an unexpected level of evolutionary plasticity. Most transcription factors involved in the regulation of expression of ribosomal genes have in fact been reused in new ways during the evolutionary time separating S. cerevisiae and C. albicans to generate global changes in transcriptional network structures and new ribosomal regulatory complexes.

Citation: Lavoie H, Hogues H, Mallick J, Sellam A, Nantel A, et al. (2010) Evolutionary Tinkering with Conserved Components of a Transcriptional Regulatory Network. PLoS Biol 8(3): e1000329. doi:10.1371/journal.pbio.1000329

Academic Editor: Kenneth H. Wolfe, Trinity College Dublin, Ireland

Received: August 11, 2009; Accepted: February 3, 2010; Published: March 9, 2010

Copyright: © 2010 Lavoie et al. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: This work was supported by a grant from Canadian Institute for Health Research (CIHR; http://www.cihr-irsc.gc.ca/e/193.html) to MW and AN (MOP-84341). HL was supported by scholarships from CIHR and CNRC and by NCIC (www.cancer.ca/research/) grant 17134 to MW and David Thomas. The funders had no role in study design, data collection and analysis, decision to publish, or preparation of the manuscript.

Competing interests: The authors have declared that no competing interests exist.

Abbreviations: CGD, Candida genome database; ChIP, chromatin immunoprecipitation; GO, gene ontology; RP, ribosomal protein; SGD, Saccharomyces genome database; TF, transcription factor; TRN, transcriptional regulatory network; WCE, whole-cell extract

* E-mail: malcolm.whiteway@cnrc-nrc.gc.ca
¤ Current address: Intracellular Signaling Laboratory, Institute of Research in Immunology and Cancer (IRIC), University of Montreal, Montreal, Quebec, Canada.

+++++

Morfologia canina: caçando genes e rastreando mutações

Canine Morphology: Hunting for Genes and Tracking Mutations

Abigail L. Shearin1,2, Elaine A. Ostrander1*

1 National Human Genome Research Institute, National Institutes of Health, Bethesda, Maryland, United States of America, 2 University of Pennsylvania School of Veterinary Medicine, Philadelphia, Pennsylvania, United States of America

Citation: Shearin AL, Ostrander EA (2010) Canine Morphology: Hunting for Genes and Tracking Mutations. PLoS Biol 8(3): e1000310. doi:10.1371/journal.pbio.1000310

Published: March 2, 2010

This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Public Domain declaration which stipulates that, once placed in the public domain, this work may be freely reproduced, distributed, transmitted, modified, built upon, or otherwise used by anyone for any lawful purpose.

Funding: This work is supported by the intramural Program of the National Human Genome Research Institute and the Howard Hughes Scholars Program. The funders had no role in study design, data collection and analysis, decision to publish, or preparation of the manuscript.

Competing interests: The authors have declared that no competing interests exist.

Abbreviations: AKC, American Kennel Club; GWAS, genome-wide association study; FGF4, fibroblast growth factor-4; FGF5, fibroblast growth factor-5; IGF-1, insulin like growth factor-1; KRT71, keratin71; LD, linkage disequilibrium; Mc1r, melanocortin 1 receptor; PWD, Portuguese Water Dog; RSPO2, R-spondin-2; SINE, short-interspersed nuclear element; SNP, single nucleotide polymorphism; SSR, simple sequence repeat

* E-mail: eostrand@mail.nih.gov

+++++

Echad mi Yodea [Who knows one?] - Pessach 5770


Neste Pessach, os filhos de Abraão irão cantar o Echad mi Yodea e o Eliyahu Hanavi entre outras canções.

Transliteração do hebraico de Echad mi Yodea:

Echad mi yode'a
Echad ani yode'a
Echad Elokeinu shebashamaim uva'aretz.

Shnaim mi yode'a
Shnaim ani yode'a
shnei luchot habrit
echad elokeinu shebashamaim uva'aretz.

Shlosha mi yode'a,
Shlosha ani yode'a.
Shlosha avot,
shnei luchot habrit
echad elokeinu shebashamaim uva'aretz.

Arba mi yode'a
arba ani yode'a
arba imahot
Shlosha avot,
shnei luchot habrit
echad elokeinu shebashamaim uva'aretz.
...


Download gratuito de PDFs sobre Pessach aqui, aqui [HTML] e aqui.

Ouça mais canções cantadas no Pessach aqui.

Jogadores do time de Darwin afinam discurso da crise: "só falta a seleção natural entrar e dizer a que veio"

Huxley Paçoca

Enviado especial em Porto Alegre

Apesar de muitas pesquisas e debates seguidos sem vitória desde 1859 para o estabelecimento definitivo da teoria geral da evolução, que ninguém critique a Nomenklatura científica por falta de coerência no discurso. Desde os cartolas aos atores menos importantes, a explicação para a má fase de 150 anos é a mesma: está faltando encontrar o elo perdido e a seleção natural entrar no contexto de justificação teórica e dizer a que veio sobre explicar a origem das espécies.






Foi o que repetiram Gleiser e Leite nesta segunda, após o treino fechado comandado pelo técnico George Forsati do Darwin Dragons. Os jogadores pediram paciência à Galera dos meninos e meninas de Darwin, e disseram que uma vitória contra o Design Inteligente nesta quadra de século bastará para retomar definitivamente a tranquilidade em Down e na Abadia de Westminster.

“A seleção natural tem que entrar no contexto de justificação teórica e dizer a que veio na história evolutiva. Quando nós acharmos uma única instância macroevolutiva que a seleção natural teve realmente ação efetiva, vamos ter mais confiança epistêmica. É só isso, somente isso que está faltando. Vamos fazer o máximo para encontrar esta evidência e conquistar essa vitória contra o Design Inteligente”, afirmou o volante Gleiser.

O “detalhe” da seleção natural que não entra e nem diz a que veio também foi ressaltado pelo atacante Leite, que deve ser o titular ao lado de Ângelo no embate contra o Design Inteligente. “Nosso time vem trabalhando muito forte, mas pena que a seleção natural não vem entrando e nem diz a que veio desde 1859. Contra o Lamarck nós tivemos três lances com perigo de gol a nosso favor, mas Darwin, na sexta edição do Origem das Espécies, tirou da linha da corroboração teórica. Mas é só ter mais paciência que a seleção natural vai começar a entrar e dizer finalmente a que veio”, destacou.

Tanto Gleiser quanto Leite mostraram estar conscientes do que lhes espera na quadra deste século: um adversário forte, bem entrosado e fechado, como foi o Lamarck no jogo contra a Inglaterra na França, que terminou em 0 a 0, porque Darwin jogou a favor do Lamarck em 1872.

“Precisamos encontrar espaço, envolver o Design Inteligente. Vai ser difícil porque eles vão vir com tudo: complexidade irredutível de sistemas biológicos, informação complexa especificada, y otras cositas mais. Temos que fazer um gol cedo para que eles saiam e a gente possa matar a partida já no primeiro tempo”, receitou Gleiser.

Gleiser ainda garantiu que o grupo de jogadores está fechado com o técnico George Bizzoti, que pode pedir demissão em caso de tropeço contra o Design Inteligente. "A gente está com o Bizzoti e não abre, pois ele tem ajudado bastante nossa equipe e tem me ajudado muito emocionalmente: a certeza de que o mero acaso, a fortuita necessidade, mais as mutações filtradas pela seleção natural ao longo do tempo, é um conforto existencial sem par. Não só por ele, mas por causa dessa má fase epistêmica que estamos passando. Só falta uma vitória maiúscula e definitiva contra o Design Inteligente para começar tudo de novo. Temos que ganhar este embate para lavar nossa alma e dedicar a vitória à Galera dos meninos e meninas de Darwin", afirmou.

Com 150 anos, a Nomenklatura científica precisa da vitória contra o Design Inteligente, para eliminar uma liderança epistêmica que surgiu no Grupo das Ciências Históricas no século 20. A partida é nesta quarta, às 21h50, no estádio do Beira Rio. 

Estádio Beira Rio - Porto Alegre - RS


+++++

Paródia [Requer assinatura da Folha de São Paulo ou do UOL]

De guerrilhas e cafés: um novo jeito de falar de ciência para o público

EMBO reports (2010) 11, 263 - 266
doi:10.1038/embor.2010.41

Subject Categories:
Societal Issues & Politics | Science Policy & Funding
Of guerillas and cafés

Scientists are experimenting with new initiatives to talk to the people

Howard Wolinsky
Introduction

Last Halloween, a group of film lovers in London held an event in an abandoned car park and its adjacent buildings, all of which had been transformed into alien spacecraft. The group, Secret Cinema London, screened Alien and in keeping with the film's gory science fiction theme, a material scientist demonstrated the properties of ‘frozen smoke’—a low-density solid called aerogel in which the liquid components are replaced with gas—and a couple of biologists dissected animal hearts and livers near a ‘cabinet of curiosities’ containing jars of specimens.

The scientists were from Guerilla Science (London, UK; www.guerillascience.co.uk), an organization that promotes science at arts festivals. Guerilla Science is just one example of how scientists are exploring new ways to bring science to the public in a variety of venues, including events at cafés and festivals. Indeed, Guerilla Science shuns the more traditional science festivals and tries instead to attract people in unconventional, unexpected environments: typically at musical festivals that include the Secret Garden Festival and Latitude. At these events, the group stages talks, performances and interactive laboratories in canvas tents, with attendees sitting on sofas or bales of hay (Fig 1).
...

Um quadro teórico para a indução de genes e comparações experimentais

A theoretical framework for gene induction and experimental comparisons

Karen M. Ong a, John A. Blackford Jr. b, Benjamin L. Kagan b,1, S. Stoney Simons Jr. b,2, and Carson C. Chow a,2

-Author Affiliations

aLaboratory of Biological Modeling, National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases, and

bSteroid Hormones Section, National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases/Clinical Endocrinology Branch, National Institutes of Health, Bethesda, MD 20892

↵1Present address: Department of Oncology, Lombardi Cancer Center, Georgetown University, Washington, DC 20057.

Edited by Keith R. Yamamoto, University of California, San Francisco, CA, and approved March 2, 2010 (received for review September 25, 2009)

Abstract

Ligand-mediated gene induction by steroid receptors is a multistep process characterized by a dose–response curve for gene product that follows a first-order Hill equation. This behavior has classically been explained by steroid binding to receptor being the rate-limiting step. However, this predicts a constant potency of gene induction (EC50) for a given receptor-steroid complex, which is challenged by the findings that various cofactors/reagents can alter this parameter in a gene-specific manner. These properties put strong constraints on the mechanisms of gene induction and raise two questions: How can a first-order Hill dose–response curve (FHDC) arise from a multistep reaction sequence, and how do cofactors modify potency? Here we introduce a theoretical framework in which a sequence of steps yields an FHDC for the final product as a function of the initial agonist concentration. An exact determination of all constants is not required to describe the final FHDC. The theory predicts mechanisms for cofactor/reagent effects on gene-induction potency and maximal activity and it assigns a relative order to cofactors in the sequence of steps. The theory is supported by several observations from glucocorticoid receptor-mediated gene induction. It identifies the mechanism and matches the measured dose–response curves for different concentrations of the combination of cofactor Ubc9 and receptor. It also predicts that an FHDC cannot involve the DNA binding of preformed receptor dimers, which is validated experimentally. The theory is general and can be applied to any biochemical reaction that shows an FHDC.

dose-response   Michaelis-Menten    gene expression   steroid receptors  glucocorticoids   pharmacology

Footnotes

2To whom correspondence may be addressed. E-mail: carsonc@mail.nih.govor steroids@niddk.nih.gov.

Author contributions: S.S.S. and C.C.C. designed research; K.M.O., J.A.B., B.L.K., S.S.S., and C.C.C. performed research; K.M.O. and C.C.C. performed the mathematical analysis; K.M.O., S.S.S., and C.C.C. analyzed data; and K.M.O., S.S.S., and C.C.C. wrote the paper.

The authors declare no conflict of interest.

This article is a PNAS Direct Submission.

This article contains supporting information online at www.pnas.org/cgi/content/full/0911095107/DCSupplemental.

+++++

Morcegos que usam ecolocalização em FM mudam de frequências para evitar ambiguidade de transmissão de eco na algazarra

FM echolocating bats shift frequencies to avoid broadcast–echo ambiguity in clutter

Shizuko Hiryu a,b,1, Mary E. Bates c, James A. Simmons b,d,1, and Hiroshi Riquimaroux a,b

-Author Affiliations

aFaculty of Life and Medical Sciences and

bBio-navigation Research Center, Doshisha University, Kyotanabe 610-0321, Japan; and

cDepartment of Psychology and

dDepartment of Neuroscience, Brown University, Providence, RI 02912

Edited by Nobuo Suga, Washington University, St. Louis, MO, and approved February 19, 2010 (received for review January 12, 2010)

Abstract

Sonar broadcasts are followed by echoes at different delays from objects at different distances. When broadcasts are emitted rapidly in cluttered surroundings, echo streams from successive broadcasts overlap and cause ambiguity in matching echoes to corresponding broadcasts. To identify reactions to ambiguity in clutter, echolocating bats that emit multiple-harmonic FM sounds were trained to fly into a dense, extended array of obstacles (multiple rows of vertically hanging chains) while the sonar sounds the bat emitted were recorded with a miniature radio microphone carried by the bat. Flight paths were reconstructed from thermal-infrared video recordings. Successive rows of chains extended more than 6 m in depth, so each broadcast was followed by a series of echoes from multiple rows of chains that lasted up to 40 ms. Bats emitted sounds in pairs (“strobe groups”) at short (20–40 ms) interpulse intervals (IPIs) alternating with longer IPIs (>50 ms). For many short IPIs, the stream of echoes from the first broadcast was still arriving when the second broadcast was emitted. This overlap caused ambiguity about matching echoes with broadcasts. Bats shifted frequencies of the first sound in each strobe group upward and the second sound downward by 3–6 kHz. When overlap and ambiguity ceased, frequency shifts ceased also. Frequency differences were small compared with the total broadcast band, which was 75–80 kHz wide, but the harmonic structure of echoes enhances the differences in spectrograms. Bats could use time–frequency comparisons of echoes with broadcasts to assign echoes to the corresponding broadcasts and thus avoid ambiguity.

bat sonar   clutter interference   echo delay   FM sounds

Footnotes

1To whom correspondence may be addressed. E-mail:shiryu@mail.doshisha.ac.jp or james_simmons@brown.edu.

Author contributions: S.H., M.E.B., J.A.S., and H.R. designed research; S.H., M.E.B., J.A.S., and H.R. performed research; S.H. contributed new reagents/analytic tools; S.H., M.E.B., J.A.S., and H.R. analyzed data; and S.H., M.E.B., J.A.S., and H.R. wrote the paper.

The authors declare no conflict of interest.

This article is a PNAS Direct Submission.

+++++

PDF gratuito deste artigo aqui.

Ativação específica de polo celular de um ciclo de quinase de célula bacteriana

Cell pole–specific activation of a critical bacterial cell cycle kinase

Antonio A. Iniesta1, Nathan J. Hillson1,2, and Lucy Shapiro3

-Author Affiliations

Department of Developmental Biology, Beckman Center, Stanford University School of Medicine, Stanford, CA 94305

↵2Current address: Fuels Synthesis Division, Joint BioEnergy Institute, Emeryville, CA 94608.

Contributed by Lucy Shapiro, February 12, 2010 (sent for review February 4, 2010)

↵1A.I. and N.H. contributed equally to this work.

Abstract

Caulobacter crescentus integrates phospho-signaling pathways and transcription factor regulatory cascades to drive the cell cycle. Despite the essential role of the CckA histidine kinase in the control of cell cycle events, the factors that signal its activation at a specific time in the cell cycle have remained elusive. A conditional genetic screen for CckA mislocalization mutants, using automated fluorescence microscopy and an image processing platform, revealed that the essential DivL protein kinase promotes CckA localization, autophosphorylation, and activity at the new cell pole. The transient accumulation of DivL at the new cell pole, but not its kinase activity, is required for the localization and activation of CckA. Because DivL and CckA accumulate at the same cell pole after the initiation of DNA replication and were found to interact in vivo, we propose that DivL recruits CckA to the pole, thereby promoting its autophosphorylation and activity.

Caulobacter    CckA    DivL    polar localization

Footnotes

3To whom correspondence may be addressed: shapiro@stanford.edu.

Author contributions: A.I., N.H., and L.S. designed research; A.I. and N.H. performed research; A.I. and N.H. analyzed data; and A.I., N.H., and L.S. wrote the paper.

The authors declare no conflict of interest.

This article contains supporting information online at www.pnas.org/cgi/content/full/1001767107/DCSupplemental.

+++++

PDF gratuito deste artigo aqui.

USP e Unicamp: em busca de talentos

30/3/2010

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Com o objetivo de atrair novos talentos do Brasil e do exterior, três dos principais programas de pós-graduação em ciências da computação no Estado de São Paulo estão selecionando jovens pesquisadores para participar de uma intensa experiência de aprendizado na área de visualização e processamento de imagens.

Com inscrições abertas até o dia 15 de maio, a São Paulo Advanced School in Computing Image Processing and Visualization (Escola São Paulo de Ciência Avançada em Processamento e Visualização de Imagens Computacionais) será realizada entre os dias 12 e 17 de julho pelo Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), pelo Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC), do campus da USP em São Carlos (SP), e pelo Instituto de Computação (IC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


USP e Unicamp selecionam 65 estudantes do Brasil e exterior para participar da Escola de Processamento e Visualização de Imagens, em julho. Objetivo é atrair talentos para programas de pós-graduação em ciências da computação (Foto: Universidade de Groningen)

O curso, organizado no âmbito da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) – modalidade de apoio lançada pela FAPESP em outubro de 2009 e que já selecionou sete propostas –, deverá ter a participação de 65 pós-graduandos selecionados. Do total, 45 terão apoio financeiro para passagem e estadia, sendo 30 estrangeiros e 15 brasileiros.

Os selecionados participarão de cinco minicursos – totalizando 6 horas e 45 minutos – e terão a oportunidade de ouvir as conferências de alguns dos principais especialistas na área de processamento e visualização de imagens.

A finalidade da ESPCA – opção inserida na modalidade Auxílio à Pesquisa – Organização de Reunião Científica e/ou Tecnológica – é criar oportunidades para que pesquisadores no Estado de São Paulo organizem cursos com a participação de especialistas internacionais e que tragam ao Estado jovens estudantes ou pós-doutores de outros países e regiões, possibilitando a interação com estudantes e pesquisadores locais e o debate de temas científicos avançados.

De acordo com o coordenador do evento, Carlos Eduardo Ferreira, professor do Departamento de Ciências da Computação do IME-USP, a intenção é que a ESPCA em Processamento e Visualização de Imagens inaugure uma série bianual de cursos, com conteúdo voltado especialmente para estudantes na fase final do doutorado.

“Os cursos abordarão sempre temas na fronteira no conhecimento e que, ao mesmo tempo, correspondam a áreas de excelência das principais instituições paulistas. Queremos, com isso, atrair alunos de alto nível para que eles venham pesquisar conosco. Temos, em São Paulo, bons programas de pós-graduação em ciências da computação. E bons programas precisam de ótimos alunos”, disse à Agência FAPESP.

A área de processamento e visualização de imagens, de acordo com Ferreira, vem ganhando crescente importância. “Nos últimos anos, temos visto um dilúvio de informações em áreas que vão da astronomia à medicina. Mas a obtenção das imagens não basta, é preciso ser capaz de encontrar nela o que é relevante, isto é, processá-la. Em seguida, milhões de informações extraídas desse processamento precisam ser apresentadas ao usuário – o que requer a criação de interfaces para visualização”, explicou.

Tanto o processamento como a visualização são áreas de fronteira do conhecimento com inúmeras aplicações importantes em diversas áreas, segundo Ferreira. “Escolhemos esse tema para a ESPCA porque temos pesquisadores que se destacam muito na área, tanto no Brasil como no exterior”, disse.

Três minicursos serão coordenados por docentes brasileiros – Roberto Marcondes Cesar Junior, do IME-USP, Alexandre Falcão, do IC-Unicamp, e Maria Cristina de Oliveira, do ICMC-USP.

Cesar Junior – que é um dos membros da Coordenação da área de Ciência e Engenharia da Computação da FAPESP – tratará do tema “Análise e classificação de formas: abordagem estrutural e aplicações”. “Ele falará sobre métodos de análise de formas, campo relacionado ao reconhecimento de padrões estatísticos e estruturais, com diversas aplicações importantes, como a segmentação de imagens e a detecção de objetos”, disse Ferreira.

Falcão apresentará o minicurso “Processamento de imagens utilizando grafos”. O curso abordará os passos necessários para selecionar um objeto a partir de uma imagem. “A imagem precisa ser segmentada em componentes importantes, a partir dos quais se torna possível encontrar os objetos e realizar a classificação em padrões. O curso mostrará como trabalhar com o objeto matemático a partir do uso de grafos”, explicou Ferreira.

O minicurso “Análise visual de dados multidimensionais”, que será apresentado por Maria Cristina, Agma Traina e Rosane Minghim – ambas também do ICMC-USP –, terá o objetivo de mostrar técnicas e métodos de representações gráficas capazes de exibir com clareza, para o usuário, uma quantidade imensa de dados. “O Google Analytics, uma ferramenta de visualização do tráfego em websites, é um bom exemplo de solução para a visualização de dados multidimensionais”, indicou Ferreira.

O evento terá a participação de dois pesquisadores estrangeiros de destaque: Jayaram Udupa, professor do Departamento de Radiologia da Universidade da Pensilvânia (Estados Unidos), e Alexandru Telea, professor do Departamento de Matemática e Ciência da Computação da Universidade de Groningen (Holanda).

Udupa, editor de diversos periódicos de ciências da computação, trabalha com ferramentas de manipulação de imagens e análise de padrões. “A presença dele deverá atrair muita gente interessada na análise de imagens médicas, área na qual ele tem destaque internacional”, afirmou Ferreira.

Telea é autor do livro Data Visualization: Principles and Practice, lançado em 2007. Segundo Ferreira, a obra é considerada a “bíblia” da área de visualização de dados. “Ele trabalha com visualização científica de fluxos, softwares de dados hierárquicos e usos de metáforas visuais”, disse.

Para a seleção, segundo Ferreira, cada candidato deverá enviar um e-mail com informações acadêmicas – incluindo instituição, orientador e dados pessoais –, uma carta explicando suas motivações para participar do curso, o resumo de seu atual projeto de pesquisa, currículo e duas cartas de recomendação.

“Esse material será analisado pelo comitê organizador. Os estudantes que não receberão apoio financeiro também serão selecionados pelos mesmos critérios”, afirmou.

Mais informações e inscrições: www.vision.ime.usp.br/~mh/SP-ASC

ESPCA: www.fapesp.br/espca

Um mamífero noturno, morcego orelha de rato, calibra uma bússola magnética pelo Sol

A nocturnal mammal, the greater mouse-eared bat, calibrates a magnetic compass by the sun

Richard A. Holland a,1, Ivailo Borissov b,c, and Björn M. Siemers c

-Author Affiliations

aDepartment of Migration and Immuno-Ecology, Max Planck Institute for Ornithology, 78315 Radolfzell, Germany;

bBulgarian Bat Research and Protection Group, National Museum of Natural History, 1000 Sofia, Bulgaria; and

cSensory Ecology Group, Max Planck Institute for Ornithology, 82319 Seewiesen, Germany

Edited by Thomas Kunz, Center for Ecology and Conservation Biology, Boston, MA, and accepted by the Editorial Board March 9, 2010 (received for review October 28, 2009)

Abstract

Recent evidence suggests that bats can detect the geomagnetic field, but the way in which this is used by them for navigation to a home roost remains unresolved. The geomagnetic field may be used by animals both to indicate direction and to locate position. In birds, directional information appears to be derived from an interaction of the magnetic field with either the sun or the stars, with some evidence suggesting that sunset/sunrise provides the primary directional reference by which a magnetic compass is calibrated daily. We demonstrate that homing greater mouse-eared bats (Myotis myotis) calibrate a magnetic compass with sunset cues by testing their homing response after exposure to an altered magnetic field at and after sunset. Magnetic manipulation at sunset resulted in a counterclockwise shift in orientation compared with controls, consistent with sunset calibration of the magnetic field, whereas magnetic manipulation after sunset resulted in no change in orientation. Unlike in birds, however, the pattern of polarization was not necessary for the calibration. For animals that occupy ecological niches where the sunset is rarely observed, this is a surprising finding. Yet it may indicate the primacy of the sun as an absolute geographical reference not only for birds but also within other vertebrate taxa.

navigation    orientation   sun compass   Chiroptera   sensory ecology

Footnotes

1To whom correspondence should be addressed. E-mail:rholland@orn.mpg.de.

Author contributions: R.A.H. and B.M.S. designed research; R.A.H., I.B., and B.M.S. performed research; R.A.H. and B.M.S. analyzed data; and R.A.H and B.M.S. wrote the paper.

The authors declare no conflict of interest.

This article is a PNAS Direct Submission. T.K. is a guest editor invited by the Editorial Board.

+++++
PDF gratuito deste artigo aqui.

Luiz Davidovich ganha Prêmio Almirante Álvaro Alberto

30/3/2010

Agência FAPESP – O físico Luiz Davidovich, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), receberá o Prêmio Almirante Álvaro Alberto referente ao ano de 2009.

O nome de Davidovich foi escolhido durante a 151ª reunião do Conselho Deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Na ocasião, também foram definidos os nomes de pesquisadores que receberão o título de Pesquisador Emérito do CNPq em 2010.


Professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro receberá, no dia 4 de maio, em solenidade na ABC, diploma, medalha e R$ 150 mil, concedidos pelo CNPq e pela Fundação Conrado Wessel (foto: arq.pessoal)
O prêmio representa reconhecimento e estímulo a pesquisadores brasileiros pelo trabalho realizado ao longo de suas carreiras para o progresso da ciência e consiste de diploma, medalha e R$ 150 mil.

A edição deste ano contemplou um pesquisador da grande área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias. Fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, o CNPq e a Fundação Conrado Wessel, o prêmio é concedido anualmente em sistema de rodízio.

Davidovich é natural do Rio de Janeiro. Graduou-se em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1968, e fez doutorado em física pela Universidade de Rochester, Estados Unidos, em 1975.

Atualmente, lidera na UFRJ um grupo de pesquisa sobre o fenômeno do emaranhamento de estados e, em particular, no estudo da ação do ambiente sobre essa propriedade fundamental do mundo quântico.

O físico é autor de mais de 80 artigos publicados, orientou 16 teses de doutorado e 14 dissertações de mestrado. É membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Ordem do Mérito Científico do Brasil, da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS), da National Academy of Sciences e da Optical Society of America. Também foi vencedor do Prêmio Física 2001, da TWAS.

A cerimônia de entrega do prêmio será realizada no próximo dia 4 de maio, na sede da ABC, no Rio de Janeiro.

Instituído em 1981 e restaurado pelo Decreto 5.924, de 4 de outubro de 2006, o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia é considerado uma das mais importantes premiações do país, entregue anualmente pelo presidente da República.

Os ganhadores das últimas edições foram: José Murilo de Carvalho (2008), Sérgio Henrique Ferreira (2007) e Fernando Galembeck (2006).

Mais informações: www.cnpq.br/premios/2009/paa/vencedores.htm

Uma miosina não convencional é necessária para a polarização de células e quimiotaxia

An unconventional myosin required for cell polarization and chemotaxis

Laura M. Breshears a, Deborah Wessels b, David R. Soll b, and Margaret A. Titus a,1

-Author Affiliations

aDepartment of Genetics, Cell Biology and Development, University of Minnesota, Minneapolis, MN 55455; and

bDepartment of Biological Sciences, University of Iowa, Iowa City, IA 52242

Edited* by James A. Spudich, Stanford University, Stanford, CA, and approved March 11, 2010 (received for review August 28, 2009)

Abstract

MyTH/FERM (myosin tail homology 4/band 4.1, ezrin, radixin, and moesin) myosins have roles in cellular adhesion, extension of actin-filled projections such as filopodia and stereocilia, and directional migration. The amoebaDictyostelium discoideum expresses a simple complement of MyTH/FERM myosins, a class VII (M7) myosin required for cell-substrate adhesion and a unique myosin named MyoG. Mutants lacking MyoG exhibit a wide range of normal actin-based behaviors, including chemotaxis to folic acid, but have a striking defect in polarization and chemotaxis to cAMP. Although the myoGmutants respond to cAMP stimulation by increasing persistence and weakly increasing levels of cortical F-actin, they do not polarize; instead, they maintain a round shape and move slowly and randomly when exposed to a chemotactic gradient. The mutants also fail to activate and localize PI3K to the membrane closest to the source of chemoattractant. These data reveal a role for a MyTH/FERM myosin in mediating early chemotactic signaling and suggest that MyTH/FERM proteins have conserved roles in signaling and the generation of cell polarity.

actin cytoskeleton   cell signaling   cell motility   cytoskeletal dynamics

Footnotes

1To whom correspondence should be addressed. E-mail: titus004@umn.edu.

Author contributions: L.M.B., D.W., D.R.S., and M.A.T. designed research; L.M.B., D.W., and M.A.T. performed research; M.A.T. contributed new reagents/analytic tools; L.M.B., D.W., D.R.S., and M.A.T. analyzed data; and L.M.B., D.W., D.R.S., and M.A.T. wrote the paper.

↵*This Direct Submission article had a prearranged editor.

The authors declare no conflict of interest.

This article contains supporting information online at www.pnas.org/cgi/content/full/0909796107/DCSupplemental.

+++++

PDF gratuito deste artigo aqui.

FMUSP abre concurso para professores

30/3/2010

Agência FAPESP – A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo abriu processo seletivo para contratação de quatro professores doutores para atuar em regime de dedicação integral à docência e à pesquisa (MS-3).

As vagas são para atuar no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP. Os processos ocorrerão por meio de concurso público de títulos e provas. As inscrições vão até 15 de abril.

São duas vagas na área de Atenção Primária à Saúde, uma para a área de Gestão em Saúde: Modelos e Sistemas de Saúde e a outra na área de Gestão em Saúde: Sistemas de Informação e Avaliação em Saúde.

O concurso será constituído de prova escrita (eliminatória, com peso 3), prova didática (peso 3) e julgamento do memorial com prova pública de arguição, com peso 4. O salário é de R$ 6.707,99.

Para área de Atenção Primária à Saúde, o programa engloba “Modelos de ensino e aprendizagem na atenção primária à saúde”, “Perfis de morbidade e mortalidade, vigilância epidemiológica na atenção primária à saúde”, prevenção e promoção em saúde, entre outros temas.

Para Modelos e Sistemas de Saúde, o conteúdo versa sobre “Modelos e sistemas de saúde”, “Funções do sistema de saúde” “Estruturas assistenciais do sistema de saúde”, “Legislação Sanitária, Direito Sanitário e Vigilância Sanitária”, entre outros assuntos.

Já para Sistemas de Informação e Avaliação o programa contempla “Perfis de saúde da população brasileira”, “Políticas de saúde e organização dos serviços de saúde no Brasil”, “Administração em serviços de saúde”, “Avaliação tecnológica e econômica em saúde”, “Sistemas de informação, indicadores e gestão em saúde”, entre outros tópicos.

Os interessados devem entregar documentação e formulário de inscrição na Assistência Técnica Acadêmica – Serviço de Concursos Docentes, localizado na Av. Dr. Arnaldo, 455, 2º andar, sala 2301, na capital paulista.

Mais informações: www.usp.br/drh/novo/recsel/cargosdoc.html

Análise de diversas redes reguladoras em um contexto hierárquico mostra tendências consistentes para a colaboração em níveis médios

Analysis of diverse regulatory networks in a hierarchical context shows consistent tendencies for collaboration in the middle levels

Nitin Bhardwaj a, Koon-Kiu Yan a, and Mark B. Gerstein a,b,c,1

-Author Affiliations

aProgram in Computational Biology and Bioinformatics, Yale University, Bass 426, 266 Whitney Avenue, New Haven, CT 06520; and

bDepartment of Molecular Biophysics and Biochemistry and

cDepartment of Computer Science, Yale University, Bass 432, 266 Whitney Avenue, New Haven, CT 06520

Edited by Peter J. Bickel, University of California, Berkeley, CA, and approved February 10, 2010 (received for review September 21, 2009)

Abstract

Gene regulatory networks have been shown to share some common aspects with commonplace social governance structures. Thus, we can get some intuition into their organization by arranging them into well-known hierarchical layouts. These hierarchies, in turn, can be placed between the extremes of autocracies, with well-defined levels and clear chains of command, and democracies, without such defined levels and with more co-regulatory partnerships between regulators. In general, the presence of partnerships decreases the variation in information flow amongst nodes within a level, more evenly distributing stress. Here we study various regulatory networks (transcriptional, modification, and phosphorylation) for five diverse species, Escherichia coli to human. We specify three levels of regulators—top, middle, and bottom—which collectively govern the non-regulator targets lying in the lowest fourth level. We define quantities for nodes, levels, and entire networks that measure their degree of collaboration and autocratic vs. democratic character. We show individual regulators have a range of partnership tendencies: Some regulate their targets in combination with other regulators in local instantiations of democratic structure, whereas others regulate mostly in isolation, in more autocratic fashion. Overall, we show that in all networks studied the middle level has the highest collaborative propensity and coregulatory partnerships occur most frequently amongst midlevel regulators, an observation that has parallels in corporate settings where middle managers must interact most to ensure organizational effectiveness. There is, however, one notable difference between networks in different species: The amount of collaborative regulation and democratic character increases markedly with overall genomic complexity.

coregulatory partnerships   hierarchy    middle managers    autocracy   democracy

Footnotes

1To whom correspondence should be addressed. E-mail:mark.gerstein@yale.edu.

Author contributions: N.B., K.-K.Y., and M.B.G. designed research; N.B. performed research; K.-K.Y. contributed new reagents/analytic tools; N.B. analyzed data; and N.B. and M.B.G. wrote the paper.
The authors declare no conflict of interest.

This article is a PNAS Direct Submission.

This article contains supporting information online at www.pnas.org/cgi/content/full/0910867107/DCSupplemental.

+++++

Lovelock 'falou e disse': os humanos não evoluíram o suficiente para lidar com o aquecimento global e uma ditadura 'verde' se faz necessária

James Lovelock: Humans are too stupid to prevent climate change

In his first in-depth interview since the theft of UEA emails, the scientist blames inertia and democracy for lack of action

• Read the full transcript of James Lovelock's G2 interview with Leo Hickman
• The G2 interview

Humans are too stupid to prevent climate change, according to the British scientist James Lovelock. Illustration: Murdo Macleod

Humans are too stupid to prevent climate change from radically impacting on our lives over the coming decades. This is the stark conclusion ofJames Lovelock, the globally respected environmental thinker and independent scientist who developed the Gaia theory. “I don’t think we’re yet evolved to the point where we’re clever enough to handle a complex a situation as climate change,” said Lovelock in his first in-depth interview since the theft of the UEA emails last November. “The inertia of humans is so huge that you can’t really do anything meaningful.”

One of the main obstructions to meaningful action is “modern democracy”, he added. “Even the best democracies agree that when a major war approaches, democracy must be put on hold for the time being. I have a feeling that climate change may be an issue as severe as a war. It may be necessary to put democracy on hold for a while.”

+++++

guardian.co.uk, Monday 29 March 2010 13.15 BST

Humans are too stupid to prevent climate change from radically impacting on our lives over the coming decades. This is the stark conclusion of James Lovelock, the globally respected environmental thinker and independent scientist who developed the Gaia theory.

It follows a tumultuous few months in which public opinion on efforts to tackle climate change has been undermined by events such as the climate scientists' emails leaked from the University of East Anglia (UEA) and the failure of the Copenhagen climate summit.

"I don't think we're yet evolved to the point where we're clever enough to handle a complex a situation as climate change," said Lovelock in his first in-depth interview since the theft of the UEA emails last November. "The inertia of humans is so huge that you can't really do anything meaningful."

One of the main obstructions to meaningful action is "modern democracy", he added. "Even the best democracies agree that when a major war approaches, democracy must be put on hold for the time being. I have a feeling that climate change may be an issue as severe as a war. It may be necessary to put democracy on hold for a while."
...

Read more here/Leia mais aqui: The Guardian

+++++

NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Com todo respeito devido a James Lovelock, mas todo discurso único termina em ditadura. As ilações dele não são científicas, são ideológicas. Mas é justamente este tipo de discurso que domina na Academia: o naturalismo filosófico posando como se fosse a própria ciência. 'Colocar a democracia de lado por um tempo' é traduzida em graúdos por ditadura. Na prática isso já existe na Nomenklatura científica. E na Grande Mídia. Agora, aplicar a sugestão de Lovelock a nível global é extremamente pernicioso para a humanidade: é proibido discordar, é proibido pensar diferente. Novos Gulags. Novos Guetos...

Cruz credo! Vade retro, Lovelock!  

Blakemore 'falou e disse': o cérebro humano cresceu por acidente e não através da evolução

segunda-feira, março 29, 2010

Colin Blakemore: how the human brain got bigger by accident and not through evolution

Oxford neurobiologist Colin Blakemore tells Robin McKie why he thinks a mutation in the human brain 200,000 years ago suddenly made us a super-intelligent species

Robin McKie
The Observer, Sunday 28 March 2010


Colin Blakemore believes the human brain became bigger through genetic accident and not evolution. Photograph: David Hartley / Rex Features

According to Woody Allen, it is his second favourite organ and it absorbs more than 25% of the energy that our bodies generate. But why? For what purposes did the human brain evolve and why does it take so much of our physiological resources? Such questions have absorbed scientists for decades and have now been given an expected answer by Colin Blakemore. In a recent lecture, the Oxford neurobiologist argued that a mutation in the brain of a single human being 200,000 years ago turned intellectually able apemen into a super-intelligent species that would conquer the world. In short, Homo sapiens is a genetic accident.

Most scientists believe we achieved our intellectual status through gradual evolution. Blakemore's intervention will therefore come as a surprise and an upset, although this will not faze the provocative 66-year-old.

So why have you decided to put forward your idea now?

I was asked to give the Ferrier prize lecture at the Royal Society and as this is the society's 350th anniversary I decided to do something special and face up to the issue of the human brain. The question is: why is it so big compared to the brains of our predecessors, such as Homo erectus? Until 200,000 years ago, there had been a gradual increase in brain size among hominins, starting three million years ago. Then, abruptly, there was a remarkable increase of about 30% or so.

How have scientists explained this jump in brain size?

Many have argued that if there was a dramatic increase in brain size, there must have been a fantastic advantage that came with it: improvements in tool construction, more complex language and other cultural changes. In other words, they say simple natural selection explains what happened.

So what is your take on this view?

I think they're fooling themselves. There was very little change in human behaviour at this time, as far as we can see from the fossil record – certainly not one that is explained by a sudden jump in the size of the human brain. These hand-waving arguments about tiny changes in culture explaining the emergence of such a huge change in brain structure just doesn't hold water. It's like arguing that a reptile suddenly developed fully formed wings and then sat around for 200,000 years before suddenly saying: Oh my God, I've discovered I can fly. It's ridiculous.
...

Read more here/Leia mais aqui: The Observer

Editorial da CMAJ 'falou e disse': está na hora de se descartar a palavra eutanásia

It is time to discard the word euthanasia because it mixes ideas and values that confuses the debate about dying, states an editorial in CMAJ (Canadian Medical Association Journal)....

"As physicians, we should promote honest debate; assist in defining actions and terms; avoid further polarizing this important debate with our own values and ideologies, and help educate the public to increase engagement in this very important societal issue, "conclude the authors. "Then 'euthanasia' can experience its own gentle death."

...

Mergulho nos anéis de Saturno

JC e-mail 3978, de 29 de Março de 2010.

19. Mergulho nos anéis de Saturno

Dados coletados pela sonda Cassini resultam nas primeiras conclusões sobre o planeta. Cientistas se surpreendem com o dinamismo das estruturas que circundam o corpo celeste, que, em alguns casos, se mostram fluidas como água

Um disco brilhante envolve um dos maiores planetas do Sistema Solar. O conjunto de anéis que parecem proteger Saturno é o mais complexo e extenso entre os que giram em torno do Sol, e a ciência começa a desvendar seus mistérios.

Estudos divulgados recentemente relatam formas e características nunca antes reveladas desses conjuntos de pedaços de gelo, pó e pedras, graças às primeiras imagens produzidas pela sonda espacial Cassini, enviada em missão conjunta da Agência Espacial Americana (Nasa), da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Italiana (ASI).

Depois de quase seis anos de observações, cientistas descobriram algumas surpresas sobre o planeta gasoso, suas diversas luas e seus aros ornamentais.

"Os anéis são mais variáveis do que pensávamos, com características que vêm e voltam em uma escala de tempo semanal. Por exemplo, pequenas luas ultrapassam o anel, deixam nuvens como se fosse um rabo de cometa e depois somem. De onde elas vêm e para onde elas vão? Ainda não temos essa reposta", conta ao Correio Jeffrey Cuzzi, do Departamento de Ciência do Espaço e Astrobiologia da Nasa.

Outra descoberta foi que um dos anéis, chamado de B, revelou que sua extremidade possui uma estrutura oval e sua forma desliza como água em uma piscina.

Os cientistas sabiam que a coloração dos anéis era vermelha, ainda que sua composição seja quase que puramente de gelo. Mas os instrumentos da Cassini revelaram muito mais do que esperavam.

"Nós pensávamos que a natureza desse material avermelhado era por causa de largas moléculas orgânicas. No entanto, o espectro, quando visto em detalhes, se parece mais com pequenas moléculas orgânicas, talvez algumas cadeias de carbono, as mesmas que formam o colorido de cenouras, tomates e laranjas. Outra possibilidade é uma ferrugem antiga, como as cores que estão na superfície de Marte", explica o astrobiólogo.

A colisão das incontáveis partículas dos anéis força sua fraca gravidade e gera uma fluidez natural. As forças gravitacionais dessas pequenas luas que ficam perto de Saturno também têm importância, causando ondas padrões em alguns lugares e mudanças fortes e imprevisíveis nas órbitas do anel. "Nós podemos ver vários exemplos de estruturas mudando na frente de nossos olhos hoje e temos esperança de ver ainda mais até o fim da missão", diz Cuzzi.

Dois enigmas ainda intrigam a equipe de pesquisadores: o total de massa dos anéis - porque a maioria pode estar escondida em ramalhetes densos nas partes mais opacas dessas estruturas - e a quantidade de massa que é levada com os meteoros que passam por eles.

"A ignorância em relação a esses dois números críticos nos deixa longe de saber quantos anos os anéis têm e quando eles foram formados. O Cassini deve medir isso no tempo que ainda resta da missão", comenta o cientista da Nasa.

Os próximos passos da missão são fazer outros estudos para tentar entender melhor as pequenas luas que ultrapassam os anéis e investigar melhor a estrutura do anel chamado de A. "Por último, devemos manter o foco nas regiões em que os anéis apresentam cores e composições interessantes e complexas", adianta o norte-americano.

Ventos e tempestades

Outra descoberta revelada pela Cassini é um anel próximo à atmosfera de Saturno, feito em grande parte de oxigênio. "A quantidade, no entanto, é pouca para termos a possibilidade de respirar, mas o suficiente para tornar grãos de metais em ferrugens durante os séculos", afirma Cuzzi.

Os cientistas estão com uma enorme quantidade de dados prontos para serem analisados nos próximos anos. A sonda também conseguiu captar a estrutura do anel que demonstrou um ramalhete de linhas que estão anguladas na direção das órbitas de Saturno e que se movimentam constantemente.

Os estudos feitos na Universidade de Michigan revelam novas facetas da atmosfera, ionosfera e magnetosfera de Saturno. Com as ferramentas da sonda, os pesquisadores analisaram a velocidade do vento e o poder das tempestades que ocorrem no planeta. Chuvas com raios, por exemplo, acontecem apenas em um lugar específico do planeta e em momentos aleatórios.

"Às vezes, meses se passam e nada acontece. E, de repente, uma nova tormenta aparece e a Cassini simultaneamente começa a detectar emissões de rádio com as trovoadas. A nova tempestade pode durar meses e depois desaparecer", descreve à reportagem Andrew Ingersoll, um dos membros da equipe.

Os ventos são rápidos e 10 vezes mais fortes que os registrados na Terra. A diferença na velocidade entre uma altitude e outra também é maior. "Isso é uma surpresa, porque a quantidade de luz do Sol que atinge uma determinada área de Saturno é apenas 1% da que recebemos aqui", afirma o cientista. Saturno tem um nevoeiro que começa a se formar no verão hemisférico e se dispersa no inverno, quando os anéis bloqueiam a atmosfera da luz solar. A névoa é composta de moléculas orgânicas derivadas de metano, que é um gás abundante na atmosfera.

Segundo Ingersoll, Saturno tem um campo magnético que é perfeitamente alinhado com a rotação em torno de seu eixo e isso o torna diferente dos demais planetas do Sistema Solar.

"Na Terra, nós medimos os ventos relativos ao corpo sólido, mas Saturno é uma planeta gasoso e a rotação interna é desconhecida, então não conseguimos saber a velocidade absoluta dos ventos. No futuro, nós queremos observar o ciclo de vida completo das tempestades e ver como elas mudam com as estações", afirma.

(Tatiana Sabadini)
(Correio Braziliense, 29/3)

Radiação ultravioleta em Campina Grande preocupa

JC e-mail 3978, de 29 de Março de 2010.

20. Radiação ultravioleta em Campina Grande preocupa, diz estudo

O índice de radiação ultravioleta na região de Campina Grande (PB) é preocupante, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira, dia 26, pelo Instituto Nacional do Semiárido (Insa)

O responsável pela pesquisa é o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pós-doutorando do Insa, Fernando Moreira da Silva. Ele explica que os dados vêm sendo coletados desde janeiro de 2010, por meio de uma Estação Meteorológica instalada no distrito de São José da Mata, no Planalto da Borborema.

As análises estatísticas mostraram que durante o mês de fevereiro, por exemplo, o índice ultravioleta (IUV) apresentou-se de moderado (64,3%) a extremo (35,7%), indicando que a população deve tomar sérias medidas de proteção, como o uso do bloqueador solar, chapéu e evitar exposição ao sol, especialmente nas horas próximas ao meio-dia. Conforme o pesquisador, este fator se deve, também, à situação geográfica em baixa latitude que a região apresenta, resultando em alta intensidade na incidência da radiação.

Para Moreira, uma das preocupações mais evidentes e atuais, não apenas no meio científico, mas também de conhecimento popular, está diretamente associada ao processo de trocas e geração de energia, bem como a problemas de saúde pública. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) 25% dos casos de câncer no Brasil são de pele.

"Uma pessoa de pele sensível exposta a uma intensidade extrema leva, no máximo, 4 minutos para sofrer queimaduras do sol, ao passo que para um indivíduo de pele menos sensível leva cerca de 20 minutos", alerta.

Fernando também destaca que, quanto maior for esse índice de radiação, maior o risco de danos e aparecimento de câncer. "Especialmente para aquelas pessoas que fazem caminhada ou gostam de pedalar diariamente, a dica é escolher horários antes das 9h e após as 16h", aconselha.

(Aline Guedes, Assessoria de Comunicação do Insa)

Bolsas nas áreas de Ciências Agrícolas e Direitos Humanos

JC e-mail 3978, de 29 de Março de 2010.

27. Bolsas nas áreas de Ciências Agrícolas e Direitos Humanos

Comissão Fullbright recebe inscrições até 31 de maio

A Comissão para Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos da América e o Brasil (Fulbright) está com inscrições abertas para dois programas de bolsas.

A primeira oportunidade (Bolsa Fulbright em Direitos Humanos na Universidade de Notre Dame, em Indiana, EUA) destina-se a doutores brasileiros com pelo menos dez anos de experiência profissional qualificada na área de direitos humanos e produção intelectual compatível.

A bolsa será concedida no período de janeiro a maio de 2011. Será dada preferência a candidatos com pouca ou nenhuma experiência acadêmica prévia nos EUA.

Já a bolsa Fulbright em Ciências Agrícolas na Universidade do Nebraska, em Lincoln (EUA) destina-se a professores e pesquisadores das áreas de ciências agrícolas.

A bolsa também será concedida para o período de janeiro a maio de 2011. Terão preferência candidatos que atuem nas áreas de bioenergia com ênfase em biodiesel, gaseificação, matéria primas de biomassa e áreas afins, com pouca ou nenhuma experiência acadêmica prévia nos EUA.

Os interessados deverão comprovar, entre outros pontos, dez anos de experiência profissional qualificada na área de ciências/políticas com produção intelectual compatível e fluência em inglês, compatível com o bom desempenho nas atividades previstas.

Ambas as bolsas terão vigência no período de janeiro a maio de 2011.

Os programas prevêem a concessão de bolsa (por tempo determinado) no valor mensal de US$ 4.500,00 e auxílio instalação de US$ 2.000,00; passagem aérea de ida e volta em classe econômica promocional; seguro saúde; moradia, sem custos; e acesso às instalações e serviços da universidade, tais como escritório, internet, laboratórios, e bibliotecas.

Mais informações no site da Fulbright: www.fulbright.org.br