MEC vai propor currículo nacional para educação básica

terça-feira, dezembro 06, 2011

JC e-mail 4398, de 05 de Dezembro de 2011.


A ideia é formalizar as expectativas de aprendizagem em todos os níveis dessa etapa de ensino. O documento vai funcionar como orientações complementares às novas diretrizes curriculares, propostas no ano passado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

A meta do Ministério da Educação (MEC) é estabelecer os objetivos e direitos a serem alcançados pelas crianças, delineando, além das experiências a serem vivenciadas pelos alunos, as condições necessárias para a realização dessas expectativas de aprendizado - em termos de materiais pedagógicos, de tempo e organização curricular.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) já prevê uma base curricular comum para o País. Avaliações nacionais como a Provinha Brasil (aplicada no 2.º ano do ensino fundamental) e a Prova Brasil (feita para o 5.° e 9.° anos) são um exemplo disso. O sistema educacional também conta com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), da década de 90, e diretrizes curriculares recentemente aprovadas pelo MEC.

No entanto, o governo considera que há a necessidade de aprofundar essas diretrizes e atualizar as orientações, criando o que seria o primeiro passo para a instituição de uma base curricular comum no País. "Não vamos colocar o currículo numa forma - vamos discutir as bases", explica a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. "Não é uma listagem de conteúdos - é um instrumento de organização da vida do professor e do aluno."

Para Jaqueline Moll, diretora de currículos e educação integral do MEC, um dos pontos mais importantes da elaboração das expectativas de aprendizagem é dar conta das circunstâncias em que o ensino se dá. "Temos de pensar na escola contemporânea, nos seus desafios e em quais são os marcos do aprendizado das línguas, matemáticas e das áreas de conhecimento postas pela LDB", diz ela. "Exemplo: as novas diretrizes instituem o ciclo de alfabetização. Mas, ao concluí-lo, o que o estudante deve ter construído?"

Segundo Cesar Callegari, do CNE, a necessidade de se estabelecer as expectativas decorre, entre outros fatores, do fato de as diretrizes em vigor serem muito abrangentes. "Elas apresentam conceitos, mas muito genéricos, insuficientes para definir currículos", explica ele, que considera os PCNs defasados. "Precisam ser atualizados", disse.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que a ideia não é formatar um currículo único. "O Brasil praticamente aboliu o currículo nos anos 90 e a Prova Brasil recuperou um pouco, pela via da avaliação, a ideia de organização curricular, que estava fragmentada com os parâmetros curriculares", disse ele ao Estado. "Há uma demanda para aprofundar isso."

Uma das discussões em torno do estabelecimento das expectativas é se elas seriam divididas por anos ou por etapas de ensino (por exemplo: ciclo I e II do fundamental). Alguns especialistas defendem que sejam definidas por ano, para evitar atrasos no aprendizado e até repetências. "Não podemos deixar o aluno ficar atrasado", afirma Ruben Klein, consultor da Fundação Cesgranrio. "Identificada a dificuldade, ele deve ir para o reforço - única maneira de fazer com que eles cheguem ao final com a idade correta e aprendendo."

Currículo claro - Para a secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, as cidades devem ter um currículo claro, com os conteúdos que as crianças devem aprender ano a ano. "Assim, os pais podem acompanhar o que os filhos atendem", diz. Segundo ela, o currículo da cidade foi construído com profissionais que tinham elaborado o primeiro documento, em 1996, e os conteúdos a serem ensinados foram dispostos ano a ano.

A ideia do MEC é apresentar o texto-base até o fim deste mês. Será aberta então uma consulta pública no início do ano para então um grupo de trabalho definir as expectativas por áreas. No segundo semestre, está prevista uma nova consulta pública. Apenas em dezembro de 2012 o documento deve ficar pronto.

Segundo o MEC, o tema está sendo discutido com entidades como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Eventos como o congresso "Educação: uma Agenda Urgente", do Todos pela Educação, e o debate "Diretrizes Curriculares e Expectativas de Aprendizagem", do Itaú Social, também abordaram o assunto.

(O Estado de São Paulo)

Encontro na FAPESP discute importância científica da maior família de plantas


06/12/2011

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Do ponto de vista evolutivo, as plantas da família Compositae são um sucesso completo: elas dominaram o mundo, com quase 30 mil espécies espalhadas em todos os continentes, nos mais variados biomas. A família, também conhecida com Asteraceae, compreende espécies de plantas conhecidas como o girassol, a alface, a margarida e o crisântemo.

Os fatos que tornaram essa família tão bem-sucedida ao longo da história do planeta despertam enorme interesse científico e, com as tecnologias moleculares disponíveis nos últimos 15 anos, o assunto tem sido cada vez mais estudado, de acordo com José Rubens Pirani, do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências (IB), da Universidade de São Paulo (USP).

Pirani apresentou uma conferência sobre a diversificação das Compositae, nesta segunda-feira (05/12), abrindo The South American Compositae Meeting, reunião internacional de três dias que tem como objetivo apresentar os mais recentes desenvolvimentos na sistemática, biogeografia, evolução e conservação de Compositae na América do Sul.


Distribuídas em todos os continentes em diferentes biomas, espécies da família Compositae são sucesso absoluto na evolução, segundo José Pirani, da USP (foto:Eduardo Cesar/FAPESP)

O evento, organizado pela FAPESP em parceria com a National Science Foundation (NSF), dos Estados Unidos, e com a USP, reúne até o dia 7 cientistas de diversos países para compartilhar informações e desenvolver colaborações de pesquisa em estudos envolvendo espécies de Compositae. Pirani coordena os projetos "Diversificação de gêneros megadiversos na região neotropical" e "Evolução floral e sistemática de Galipeinae (Ruaceae)", ambos financiados pela FAPESP na modalidade Auxílio – Regular.

Segundo Pirani, Compositae não é apenas a mais bem-sucedida, mas também a maior família de plantas do grupo das angiospermas. “É uma família com um sucesso impressionante e de muita utilidade também. Inclui plantas muito pequenas e árvores, que estão no topo de montanhas, à beira-mar ou em desertos. Suas espécies têm um papel importante em inúmeros ecossistemas e são utilizadas para a produção de alimentos, óleos, produtos industriais e ornamentais e medicamentos”, disse à Agência FAPESP.

A família Asteraceae é especial a começar por sua enorme diversidade de formas. Em uma só família, é comum que exista certa homogeneidade de características, mas no caso de Compositae o único elemento comum é que todas as espécies possuem inflorescências em capítulos – um conjunto de flores reunidas em um receptáculo comum.

“Quando olhamos um girassol, pensamos que se trata de uma flor. Mas é uma inflorescência formada por um conjunto de flores. As pétalas amarelas são flores femininas que o girassol possui em sua periferia. O aspecto é de uma pétala, mas há um ovário por baixo”, explicou Pirani.

A diversidade imensa de espécies, possivelmente associada ao sucesso reprodutivo da família que se espalhou por todo o planeta, é acompanhada de uma grande gama de utilizações, que vão do uso ornamental, ao farmacêutico e industrial.

“Essas plantas têm todo o tipo de aproveitamento. Ainda assim, por sua imensa variedade, são aparentemente subexploradas pelo homem. Atualmente, com mais acesso a extrações químicas, estamos descobrindo novos usos para as Asteraceae”, afirmou.

O fato de as Compositae terem muito poliploides – um número alterado de cromossomos – é algo que fascina os geneticistas. “A relevância científica da família é imensa. É importante gerar hipóteses para explicar por que essas plantas alcançaram tanta diversidade. Os geneticistas estão estudando muito essa poliploidia e as variações cromossômicas das Compositae”, disse Pirani.

A diversidade e capacidade de adaptação da família também leva a muitas questões científicas para os biólogos. “Essa família surgiu no período Cretáceo, aparentemente na América do Sul. Nós perguntamos o que ocorreu ao longo da história para que ela tivesse tamanha capacidade de ocupar novos territórios, gerar grupos e formações morfológicas, sempre sobrevivendo às mudanças climáticas passadas, às derivas de continentes e às grandes extinções, até chegar à atualidade como grupo predominante na face da Terra”, destacou.

As características da família Compositae explicam por que muitos pesquisadores se dedicam a estudá-la. “O encontro na sede da FAPESP reúne a comunidade científica que estuda essa família de grande importância e sobre a qual a ciência precisa ter dados mais atualizados”, disse Pirani.

O objetivo do evento é proporcionar uma oportunidade para que os pesquisadores que estudam Compositae possam se conhecer melhor e estabelecer colaborações científicas.

“Não queremos apenas trocar ideias científicas e divulgar as novidades, mas principalmente aproximar essas pessoas, que às vezes se conhecem somente pelos trabalhos publicados. No último dia, teremos dois workshops de propostas de trabalhos conjuntos”, contou.

Segundo Pirani, na década de 1990 teve início a era molecular da ciência. Por isso, o que está sendo debatido no evento não se limita ao quadro tradicional de Compositae, mas se estende a um contexto científico já atualizado com dados de DNA.

“Houve uma revolução em que vários grupos que eram tradicionalmente reconhecidos e aceitos como tais foram reavaliados a partir dos dados genéticos. O acesso à sistemática molecular mostrou com clareza os parentescos, obrigando a fazer uma revisão e um rearranjo taxonômico. Temos que buscar características morfológicas que expliquem algumas das relações sugeridas por estudos moleculares”, disse.

Os avanços na química permitiram também estudos da relação entre as plantas e os animais, que foi importante para as pesquisas com Compositae, já que a família também se caracteriza por um grande número de predadores e polinizadores.

Segundo Pirani, o tema será abordado no encontro na sede da FAPESP por pesquisadores como Thomas Lewinsohn – professor do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Eles vão apresentar novas interpretações da evolução da relação entre insetos e Compositae, em face dessa nova filogenia da família que nós temos”, afirmou.

A filogenia molecular – capaz de mostrar relações de parentesco mais consolidadas que a morfologia – e as técnicas que desvendam as ultraestruturas do pólen, no campo da filogenia, também são tecnologias que foram agregadas com sucesso ao estudo das Asteraceae.

Apesar do aproveitamento de novas técnicas, o trabalho tradicional do biólogo ainda permanece importante, de acordo com Pirani. Mesmo com toda a riqueza de informação de DNA à qual os laboratórios têm acesso, o esforço dos biólogos em campo é fundamental.

“O bom botânico não fica apenas confinado ao laboratório de química, ou de anatomia ou de DNA. Ele conta com uma equipe, com colaborações, ou vai pessoalmente a campo buscar material novo. E não só material biológico, mas novas fontes de informações também. Muitas vezes vamos a um lugar coletar determinada planta e encontramos outra que ninguém sabia que ocorria ali. Continuamos descrevendo inúmeras espécies de Asteraceae a todo momento”, ressaltou.

Com todo o material adquirido continuamente, Pirani afirma que há necessidade de mais profissionais dedicados aos estudos. Segundo ele, existe uma tendência à especialização em laboratórios, já que técnicas refinadas exigem um aprofundamento teórico e metodológico. Mas é impossível dominar todo o conhecimento atual e o pesquisador deve aprender a integrar muito bem várias fontes de dados.

“Vemos a necessidade de ter um número muito maior de estudantes novos que aprendam o máximo de uma técnica específica e um mínimo de todas as outras técnicas. Os novos pesquisadores precisarão procurar interfaces interdisciplinares e ser capazes de identificar, por exemplo, o que os químicos podem oferecer de relevante para a biologia das espécies na natureza”, disse.

Embuste ideológico: só no ambientalismo? E no evolucionismo não???


JC e-mail 4398, de 05 de Dezembro de 2011.


Artigo de Denis Lerrer Rosenfield publicado no jornal O Globo de hoje (5).

Nesta semana, irá finalmente a voto, pelo Plenário do Senado, o novo Código Florestal. O adiamento de última hora foi nada mais do que o fruto de uma manobra regimental do PSOL para postergar a votação, apostando em um atraso generalizado, envolvendo, também, a Câmara dos Deputados. O status quo tende a favorecer os grupos mais radicais, inconformados com o consenso, a negociação e o entendimento alcançados pelas duas Casas Legislativas, com o apoio e a participação do próprio governo.

A situação não deixa de ser inusitada, pois o entendimento é fruto de um consenso suprapartidário, onde desapareceram as clivagens partidárias, em nome da necessária modernização da legislação. As particularidades foram deixadas de lado em nome de um bem maior. Não se trata de opor agricultura/pecuária de um lado, e meio ambiente de outro. As próprias palavras são mal utilizadas, procurando obscurecer em vez de esclarecer um debate que se mostrou profícuo e extremamente importante para o futuro do País.

No entanto, há um ambientalismo radical que se recusa a qualquer composição e, mesmo, termina mostrando uma face autoritária. Poderíamos definir esse ambientalismo radical como um rescaldo de uma concepção rousseauísta, eivada de tinturas marxistas. Segundo tal concepção, a natureza seria uma espécie de reino idílico, que deveria servir de exemplo e, mesmo, de alternativa à moderna sociedade capitalista. Os "alimentos" seriam apenas "colhidos". Haveria uma espécie de comunismo primitivo, onde não existiria propriedade privada, e os homens viveriam em harmonia entre si e a natureza.

Ainda segundo essa concepção, surge a ideia de indígenas e ribeirinhos que seriam os depositários da floresta que deveria ser mantida intacta, como se o Brasil já não tivesse, na Amazônia, mais de 80% de florestas nativas preservadas e, em todo o território nacional, 61%. Algum outro país ostenta esses índices?

O matiz marxista traduz-se também pela oposição mais feroz ao direito de propriedade e à segurança jurídica, como se estes devessem ser severamente restringidos ou, inclusive, em uma solução utópica, suprimidos.

Expressões ainda dessa postura se fazem presentes na contestação do agronegócio e, também, da política energética do atual governo, em especial a construção de hidrelétricas, tendo como símbolo mais eloquente toda a campanha contra a usina de Belo Monte. Afinal, a produção de energia hidrelétrica, ainda segundo essa concepção, nada mais seria do que perpetuação da moderna sociedade industrial e capitalista.

Evidentemente, nem é colocada a questão básica de como alimentar uma nação de milhões de habitantes e um planeta de bilhões, o que passa necessariamente pela produção de alimentos e pelo cultivo da terra em larga escala. Se as pessoas possuem energia em casa, isto não cai do céu. Nem os indígenas querem mais viver sem os confortos de uma vida moderna, que almejam como objetivo a ser atingido. Somente os ideólogos do ambientalismo radical defendem tal posição.

Neste sentido, convém distinguir entre desmatamento e cultivo da terra. O desmatamento com fins meramente predatórios, arbitrários, deve ser cuidadosamente diferenciado do cultivo da terra, da agricultura e da pecuária, mantendo, igualmente, uma postura de preservação ambiental. Hoje, por exemplo, na produção de florestas de eucaliptos, áreas expressivas são deixadas à reprodução de florestas nativas. Produção e conservação andam - e devem andar - de mãos juntas.

Os problemas de desmatamento da Amazônia, por sua vez, não são fruto da "avidez pelo lucro", mas da falta pura e simples de Estado, que se traduz pela ausência de cartórios, de títulos confiáveis e legítimos de propriedade. Em uma terra de ninguém, proliferam a grilagem, a exploração predatória e a irresponsabilidade. Eis por que o processo de regularização fundiária em curso pode ser um poderoso instrumento de controle ambiental. Um produtor rural é responsável por sua propriedade e deve obrigatoriamente seguir a lei. Um grileiro, por sua vez, é meramente um predador, não sendo responsável por nada. Nem o Estado consegue responsabilizá-lo.

Ademais, não deixa de ser curioso que o MST, aliando-se aos ambientalistas radicais, por sua postura anticapitalista, seja, também, um dos maiores responsáveis pelo desmatamento da Amazônia, como já tem sido sobejamente noticiado. Vale aqui somente a postura ideológica, o discurso contra a economia de mercado.

Da mesma maneira, ONGS internacionais estão, agora, alardeando em Durban, na África do Sul, que o novo Código Florestal já está, aliás, antes de sua sanção presidencial, criando novos desmatamentos. Nada mais longe da verdade. O novo Código dificulta novos desmatamentos, estabelecendo como linha de corte as áreas consolidadas em junho de 2008. Qualquer novo desmatamento que não seguir as regras em vigor deverá ser severamente punido. Fingir nada saber é uma forma de embuste ideológico. 

[NOTA DESTE BLOGGER: Quando afirmo aqui que o silêncio pétreo da comunidade científica brasileira sobre o colapso e falência da Síntese Evolutiva Moderna - teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários no contexto de justificação teórica é 171 epistêmico, a frase de Rosenfield só vem reforçar o que tenho dito: é embuste ideológico!

O 171 epistêmico da Nomenklatura científica é descrito aqui como síndrome ricuperiana - o que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde, síndrome dos soldadinhos de chumbo - todo mundo pensando igual e ninguém pensando em nada, e de síndrome de avestruz - enfiar a cabeça na terra para fugir do perigo.

Desde 1980 a versão teórica evolucionária consensual foi declarada cientificamente morta, mas teima aparecer como ortodoxia nos livros didáticos de Biologia aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM, com duas fraudes (uma centenária e outra mais recente, e uma mais recente) e várias evidências científicas distorcidas a favor do fato, Fato, FATO da evolução. O MEC foi notificado disso em 2003 e 2005, com análise crítica de vários livros-texto protocolada naquele ministério. Estamos em 2011, e o embuste ideológico continua nos livros aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM.

Vem aí uma nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada, que não será selecionista (contra Darwin), deverá incorporar traços lamarckistas (Lamarck redivivus???), mas somente será anunciada em 2020. 

Por que a Nomenklatura científica não debate publicamente essas questões teóricas fundamentais? Por que nas universidades não está acontecendo este debate? Por que o JC E-Mail e as demais publicações de divulgação científica como da FAPESP e outras organizações como a Academia Brasileira de Ciências, e a Grande Mídia nada abordam? Por que não abordam? 

Enquanto este blogger e outros críticos teciam suas críticas e apontavam e apontam a falência epistêmica de Darwin para explicar a origem e evolução da diversidade e complexidade  das formas biológicas, éramos chamados de pseudocientistas, gente que não sabe o que é e nem fazer ciência (temos um membro da Academia Brasileira de Ciências que faz, mas até ele teve uma de suas palestras canceladas na UNICAMP pela SBPC. Ciência objetiva que não admite a discussão das ideias contraditórias? Pobre ciência. O que temos então? O que Rosenfield disse sobre a questão ambiental: EMBUSTE IDEOLÓGICO!!!] 

Por último, o ambientalismo radical nutre uma aversão pela democracia. Estão simplesmente advogando que a presidente da República vete artigos importantes do novo Código Florestal. Com isto, transmitem a mensagem de que não aceitam um longo trabalho da Câmara dos Deputados, do Senado e do Palácio do Planalto, visando a um entendimento conjunto. A opinião pública participou ativamente desse debate. Todas as partes se expressaram publicamente.

Enquanto esses ambientalistas reinavam no Ministério do Meio Ambiente e, também, na opinião pública, acostumaram-se, por demais, a atos administrativos para "regular" o meio ambiente e tudo fizeram, igualmente, para impedir o progresso científico graças a suas ações na CTNBio. Recusam-se ao diálogo, pois estão firmemente imbuídos de uma missão quase religiosa, como se exigissem simplesmente ser acatados e obedecidos. A democracia passa por debates, convencimentos e processos legislativos. É isto que está sendo negado.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A relação do entrelaçamento de energia para o teletransporte quântico

segunda-feira, dezembro 05, 2011


Energy-Entanglement Relation for Quantum Energy Teleportation

Masahiro Hotta

(Submitted on 1 Feb 2010 (v1), last revised 25 Jun 2010 (this version, v2))

Protocols of quantum energy teleportation (QET), while retaining causality and local energy conservation, enable the transportation of energy from a subsystem of a many-body quantum system to a distant subsystem by local operations and classical communication through ground-state entanglement. We prove two energy-entanglement inequalities for a minimal QET model. These relations help us to gain a profound understanding of entanglement itself as a physical resource by relating entanglement to energy as an evident physical resource.

Comments: 16 pages, 1 figure, to appear in Physics Letter A
Subjects: Quantum Physics (quant-ph); General Relativity and Quantum Cosmology (gr-qc); High Energy Physics - Theory (hep-th)

Cite as: arXiv:1002.0200v2 [quant-ph]

Submission historyFrom: Masahiro Hotta [view email
[v1] Mon, 1 Feb 2010 08:52:51 GMT (23kb)
[v2] Fri, 25 Jun 2010 10:10:48 GMT (24kb)

FREE PDF GRATIS

Contrariando a lei de Dollo: evidência de aquisição e perda repetida de caracteres de formas corporais

sábado, dezembro 03, 2011

Evolution. 2011 Sep;65(9):2641-63. doi: 10.1111/j.1558-5646.2011.01315.x. Epub 2011 May 10.

Evidence for repeated acquisition and loss of complex body-form characters in an insular clade of Southeast Asian semi-fossorial skinks.

Siler CD, Brown RM.

Source

Biodiversity Institute, Department of Ecology and Evolutionary Biology, University of Kansas, Lawrence, KS 66045-7561, USA. camsiler@ku.edu

Abstract

Evolutionary simplification, or loss of complex characters, is a major theme in studies of body-form evolution. The apparently infrequent evolutionary reacquisition of complex characters has led to the assertion (Dollo's Law) that once lost, complex characters may be impossible to re-evolve, at least via the exact same evolutionary process. Here, we provide one of the most comprehensive, fine-scale analyses of squamate body-form evolution to date, introducing a new model system of closely related, morphologically variable, lizards. Our phylogenetic results support independent instances of complete limb loss as well as multiple instances of digit and external ear opening loss and re-acquisition. Even more striking, we find strong statistical support for the re-acquisition of a pentadactyl body form from a digit-reduced ancestor. Our study reveals that species of the genus Brachymeles exemplify regions of morphospace (body plans) previously undocumented in squamates. Our findings have broad, general implications for body-form evolution in burrowing vertebrates: whatever constraints have shaped trends in morphological evolution among other squamate groups (excluding Bipes) have been lost in this one exemplary clade. The results of our study join a nascent body of literature showing strong statistical support for character loss, followed by evolutionary re-acquisition of complex structures associated with a generalized pentadactyl body form.

© 2011 The Author(s).

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Blog que desconstrói Darwin alcança a marca de 460 mil visitantes

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Source/Fonte: ClustrMaps

Darwin, o blog do Neddy está bombando na internet nos cinco continentes: 460 mil visitantes! Segundo fontes fidedignas, este blog é consultado por professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas.

Todavia, embora o blog sempre apresente pesquisas de ponta e artigos científicos com ideias diferindo dos paradigmas vigentes, o blog do Neddy não pode ser citado e nem agradecido pelos PDFs gratuitos que são aqui baixados.

Não faz mal, Darwin, vai ver é alguma pressão seletiva feita pela Nomenklatura científica que impede a livre circulação e debates de ideias. Você nem imagina, Darwin, mas a Akademia é antropofágica e destruidora de carreiras. O Neddy não está nem aí por esta falta de reconhecimento, mas já foi mencionado numa grande conferência sobre evolução.

460.000 visitantes!!!

Mutabilidade dos príons

EMBO reports (2011) 12, 1243 - 1250 
doi:10.1038/embor.2011.191

Published online: 14 October 2011

Mutability of prions EMBO Open

Jiali Li1, Sukhvir P Mahal1, Cheryl A Demczyk1 & Charles Weissmann1

Department of Infectology, Scripps Florida, 130 Scripps Way, Jupiter, Florida 33458, USA

Correspondence to:

Charles Weissmann, Tel: +1 561 228 3459; Fax: +1 561 228 3099; 

Received 15 June 2011; Revised 6 September 2011; Accepted 8 September 2011

Murine prions transferred from brain to cultured cells gradually adapt to the new environment. Brain-derived 22L prions can infect neuroblastoma-derived PK1 cells in the presence of swainsonine (swa); that is, they are ‘swa resistant’. PK1 cell-adapted 22L prions are swa sensitive; however, propagation in swa results in selection of swa-resistant substrains. Cloned, PK1 cell-adapted 22L prions were initially unable to develop swa resistance (‘swa incompetent’); however, after serial propagation for 30–90 doublings, four of nine clones became swa competent, showing that swa-resistant ‘mutants’ arose during replication. Mutations in the case of prions are attributed to heritable changes in PrPScconformation. One clone remained swa incompetent even after 1035-fold expansion; surprisingly, after propagation in brain, it yielded swa-resistant prions, indistinguishable from the original 22L population. Thus, cell-adapted 22L prions assumed either mutable or virtually immutable conformations; however, when passaged through the brain all became mutable. Mutability is thus a substrain-specific attribute.

Keywords: mutation; selection; strain; substrain; swainsonine

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Israel, o renascimento de uma nação


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Para, por e com Israel, sempre! Apesar de [preencher as lacunas]

Pequenos reguladores de RNA bacterianos: papéis versáteis e variações rapidamente evolucionárias

Bacterial Small RNA Regulators: Versatile Roles and Rapidly Evolving Variations

Susan Gottesman1 and Gisela Storz2

Author Affiliations

1Laboratory of Molecular Biology, National Cancer Institute, Bethesda, Maryland 20892

2Cell Biology and Metabolism Program, Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development, Bethesda, Maryland 20892

Abstract

Small RNA regulators (sRNAs) have been identified in a wide range of bacteria and found to play critical regulatory roles in many processes. The major families of sRNAs include true antisense RNAs, synthesized from the strand complementary to the mRNA they regulate, sRNAs that also act by pairing but have limited complementarity with their targets, and sRNAs that regulate proteins by binding to and affecting protein activity. The sRNAs with limited complementarity are akin to eukaryotic microRNAs in their ability to modulate the activity and stability of multiple mRNAs. In many bacterial species, the RNA chaperone Hfq is required to promote pairing between these sRNAs and their target mRNAs. Understanding the evolution of regulatory sRNAs remains a challenge; sRNA genes show evidence of duplication and horizontal transfer but also could be evolved from tRNAs, mRNAs or random transcription.

Copyright © 2011 Cold Spring Harbor Laboratory Press; all rights reserved

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Roger Scruton: por que a beleza é fundamental?

quinta-feira, dezembro 01, 2011



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DURATION/DURAÇÃO: 58:59

Até onde a ancestralidade genealógica implica em ancestralidade genética?


TO WHAT EXTENT DOES GENEALOGICAL ANCESTRY IMPLY GENETIC ANCESTRY? 

FREDERICK A. MATSEN AND STEVEN N. EVANS 

Abstract

Recent statistical and computational analyses have shown that 
a genealogical most recent common ancestor (MRCA) may have lived in the recent past [4, 15]. However, coalescent-based approaches show that genetic most recent common ancestors for a given non-recombining locus are typically much more ancient [9, 10]. It is not immediately clear how these two perspectives interact. This paper investigates relationships between the number of  descendant alleles of an ancestor allele and the number of genealogical descendants of the individual who possessed that allele for a simple diploid genetic model extending the genealogical model of [4].

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Sobre os ancestrais comuns de todos os seres humanos vivos

On the Common Ancestors of All Living Humans

Douglas L. T. Rohde

Massachusetts Institute of Technology

November 11, 2003


Abstract

Questions concerning the common ancestors of all present-day humans have received considerable attention of late in both the scientific and lay communities. Principally, this attention has focused on `Mitochondrial Eve,' defined to be the woman who lies at the confluence of our maternal ancestry lines, and who is believed to have lived 100,000-200,000 years ago. More recent attention has been given to our common paternal ancestor, `Y Chromosome Adam,' who may have lived 35,000-89,000 years ago. However, if we consider not just our all-female and all-male lines, but our ancestors along all parental lines, it turns out that everyone on earth may share a common ancestor who is remarkably recent.
This study introduces a large-scale, detailed computer model of recent human history which suggests that the common ancestor of everyone alive today very likely lived between 2,000 and 5,000 years ago. Furthermore, the model indicates that nearly everyone living a few thousand years prior to that time is either the ancestor of no one or of all living humans.

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Recentes ancestrais comuns de todos os atuais indivíduos

RECENT COMMON ANCESTORS OF ALL PRESENT-DAY INDIVIDUALS

Joseph T. Chang

Department of Statistics, Yale University

Abstract

Previous study of the time to a common ancestor of all present-day individuals has focused on models in which each individual has just one parent in the previous generation. For example, “mitochondrial Eve” is the most recent common ancestor (MRCA) when ancestry is defined only through maternal lines. In the standard Wright-Fisher model with population size n, the expected number of generations to the MRCA is about 2n, and the standard deviation of this time is also of order n. Here we study a two-parent analog of the Wright-Fisher model that defines ancestry using both parents. In this model, if the population size n is large, the number of generations, Tn, back to a MRCA has a distribution that is concentrated around lg n (where lg denotes base-2 logarithm), in the sense that the ratio Tn/(lg n) converges in probability to 1 as n → ∞. Also, continuing to trace back further into the past, at about 1.77 lg n generations before the present, all partial ancestry of the current population ends, in the following sense: with high probability for large n, in each generation at least 1.77 lg n generations before the present, all individuals who have any descendants among the present-day individuals are actually ancestors of all present-day individuals.

COALESCENT, WRIGHT-FISHER MODEL, GALTON-WATSON PROCESS, GENEALOGICAL MODELS, POPULATION GENETICS

AMS 1991 SUBJECT CLASSIFICATION: PRIMARY 92D25

SECONDARY 60J85

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FREE PDF GRATIS YALE UNIVERSITY

Miragens do relógio molecular

Bioessays. 1999 Jan;21(1):71-5.
Molecular clock mirages.

Ayala FJ.

Source

Department of Ecology and Evolutionary Biology, University of California, Irvine 92697-2525, USA. fjayala@uci.edu

Abstract

The hypothesis of the molecular clock proposes that molecular evolution occurs at rates that persist through time and across lineages, for a given gene. The neutral theory of molecular evolution predicts that the clock will be a Poisson process, with equal mean and variance. Experimental data have shown that the variance is typically larger than the mean. Hypotheses have been advanced to account for the hypervariance of molecular evolution. Four recent papers show that none of the predictive hypotheses that have been proposed can be generally maintained. The conclusion is that molecular evolution is dependent on the fickle process of natural selection. But it is a time-dependent process, so that accumulation of empirical data often yields an approximate clock, as a consequence of the expected convergence of large numbers.

Evolução celular e a história da Terra: estase e revolução

Cell evolution and Earth history: stasis and revolution

Thomas Cavalier-Smith*

Author Affiliations

Department of Zoology, University of OxfordSouth Parks Road, Oxford OX1 3PS, UK


Abstract

This synthesis has three main parts. The first discusses the overall tree of life and nature of the last common ancestor (cenancestor). I emphasize key steps in cellular evolution important for ordering and timing the major evolutionary innovations in the history of the biosphere, explaining especially the origins of the eukaryote cell and of bacterial flagella and cell envelope novelties. Second, I map the tree onto the fossil record and discuss dates of key events and their biogeochemical impact. Finally, I present a broad synthesis, discussing evidence for a three-phase history of life. The first phase began perhapsca 3.5 Gyr ago, when the origin of cells and anoxic photosynthesis generated the arguably most primitive prokaryote phylum, Chlorobacteria (=Chloroflexi), the first negibacteria with cells bounded by two acyl ester phospholipid membranes. After this ‘chlorobacterial age’ of benthic anaerobic evolution protected from UV radiation by mineral grains, two momentous quantum evolutionary episodes of cellular innovation and microbial radiation dramatically transformed the Earth's surface: the glycobacterial revolution initiated an oxygenic ‘age of cyanobacteria’ and, as the ozone layer grew, the rise of plankton; immensely later, probably as recently as ca0.9 Gyr ago, the neomuran revolution ushered in the ‘age of eukaryotes’, Archaebacteria (arguably the youngest bacterial phylum), and morphological complexity. Diversification of glycobacteria ca 2.8 Gyr ago, predominantly inhabiting stratified benthic mats, I suggest caused serial depletion of 13C by ribulose 1,5-bis-phosphate caboxylase/oxygenase (Rubisco) to yield ultralight late Archaean organic carbon formerly attributed to methanogenesis plus methanotrophy. The late origin of archaebacterial methanogenesis ca 720 Myr ago perhaps triggered snowball Earth episodes by slight global warming increasing weathering and reducing CO2 levels, to yield runaway cooling; the origin of anaerobic methane oxidation ca 570 Myr ago reduced methane flux at source, stabilizing Phanerozoic climates. I argue that the major cellular innovations exhibit a pattern of quantum evolution followed by very rapid radiation and then substantial stasis, as described by Simpson. They yielded organisms that are a mosaic of extremely conservative and radically novel features, as characterized by De Beer's phrase ‘mosaic evolution’. Evolution is not evenly paced and there are no real molecular clocks.

neomura, snowball Earth, archaebacteria, eobacteria, eukaryote origin, glycobacteria

© 2006 The Royal Society 

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Biologia celular: a nova anatomia celular que deixaria Darwin de queixo caído!!!

Cell biology: The new cell anatomy

A menagerie of intriguing cell structures, some long-neglected and others newly discovered, is keeping biologists glued to their microscopes.

Roberta Kwok

30 November 2011

In 2008, Chalongrat Noree faced an unenviable task: manually surveying hundreds of yeast strains under a microscope. Each strain had a different protein tagged with a fluorescent label, and Noree, a graduate student at the University of California, San Diego, was looking for interesting structures in the cells.

But it wasn't long until Noree's labour yielded results: within a month, he began finding a wide variety of proteins assembling into clusters or long strands. “Imagine every week you found a new intracellular structure,” says Jim Wilhelm, a cell biologist and Noree's adviser. “If it were a slot machine, it would be paying off every other time you pulled the handle.”

These days, textbook diagrams of cell structures such as the nucleus, mitochondrion, ribosome and Golgi apparatus are beginning to seem out of date. New imaging techniques, genome data, interest from disciplines outside cell biology and a bit of serendipity are drawing attention to an intricate landscape of tubes, sacs, clumps, strands and capsules that may be involved in everything from intercellular communication to metabolic efficiency. Some could even be harnessed for use in drug delivery or in synthesis of industrial products, such as biofuels.

Some of these structures have been known for decades, whereas others have only recently come to light. Wilhelm's team, for instance, has found six kinds of filament that either had never been described, or had been largely passed over. “You figure, how many structures could have been missed in the cell?” says Wilhelm. “Apparently, a lot more than you would imagine.”

Lines of communication

One structure that is receiving fresh scrutiny is the membrane nanotube: a thin thread of membrane suspended between cells. In 2000, Amin Rustom, then a graduate student at Heidelberg University in Germany, was using a newly acquired dye to look at rat tumour cells under a fluorescence microscope. But he decided to skip some washing steps in the protocol. “He said, 'I saw something — I don't know what it is, but it looks interesting',” recalls his former adviser, Hans-Hermann Gerdes, a cell biologist now at the University of Bergen in Norway. The tubes that Rustom had noticed were so straight that Gerdes initially wondered if they were scratches on the dish.

The team concluded in a 2004 study1 that the structures, which could span the distance of several cells, were channels that could transport small cellular organelles. That same year, Daniel Davis, a molecular immunologist at Imperial College London, and his colleagues proposed that immune cells might send signals to each other along such tubes2. At the time, Davis recalls, “There would always be people in the audience who would say, 'I saw those strands in the late 1970s or 80s'.” But earlier observers paid little heed to the tubes.

The 2004 reports prompted more studies, which have found nanotubes in many types of mammalian cell. Davis's team found that nanotubes could help certain white blood cells to kill cancer cells, either by acting as a tether that draws the cancer cell close or by providing a conduit for delivering lethal signals3. Nanotubes can also conduct electrical signals, which might enable cells to coordinate during migration or wound healing, according to a 2010 study by Gerdes and his colleagues4. HIV and prions — infectious, misfolded proteins — may even travel along the tubes5, 6.

Some researchers are sceptical that nanotubes can form open channels. “It's not clear that there's a real continuous tunnel,” says Jennifer Lippincott-Schwartz, a cell biologist at the US National Institutes of Health in Bethesda, Maryland. And so far, nanotubes have been studied mainly in cell culture. Blocking nanotube formation in living organisms might give clues to their importance, says Davis. But such manipulations often disturb other crucial processes.

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NOTA DESTE BLOGGER:

A cada vez que os cientistas descobrem complexidades em sistemas biológicos, mais complexidade ainda está para ser descoberta que o paradigma biológico evolucionário atual se mostra falido no contexto de justificação teórica: Darwin não explica! Ponto final!!!

Usando filogenias na conservação: novas perspectiva

Using phylogenies in conservation: new perspectives

Jonathan Rolland1, Marc W. Cadotte2, Jonathan Davies3, Vincent Devictor4, Sebastien Lavergne5, Nicolas Mouquet4, Sandrine Pavoine6,7, Ana Rodrigues8, Wilfried Thuiller5, Laure Turcati6, Marten Winter9, Laure Zupan5, Franck Jabot10 and Hélène Morlon1,*

Author Affiliations

1Center for Applied Mathematics, Ecole polytechnique, Palaiseau, France
2Department of Biological Sciences, University of Toronto—Scarborough, Scarborough, Ontario, Canada
3Department of Biology, McGill University, Montreal, Quebec, Canada
4Institut des Sciences de l'Evolution, Université Montpellier 2,Montpellier, France
5Laboratoire d'Ecologie Alpine, Université Joesph Fourier,Grenoble, France
6Département Ecologie et Gestion de la Biodiversité, Muséum national d'Histoire naturelle, Paris, France
7Mathematical Ecology Research Group, Department of Zoology, University of Oxford, Oxford, UK
8Centre d'Ecologie Fonctionnelle et Evolutive CNRS UMR5175, 1919 Route de Mende, 34293 Montpellier, France
9Department of Community Ecology, Helmholtz Centre for Environmental Research GmbH—UFZ, Halle, Germany
10Laboratoire d'Ingénierie pour les Systèmes Complexes, Cemagref, 24 Avenue des Landais, 63172 Aubière, France

*Author for correspondence
(helene.morlon@polytechnique.edu).

Abstract

The 2011 meeting of the European Ecological Federation took place in Ávila, Spain, from 26th September to 29th September. The French Ecological Society (SFE) and the Foundation for Research on Biodiversity (FRB) sponsored a session entitled ‘Evolutionary history, ecosystem function and conservation biology: new perspectives’. We report on the main insights obtained from this symposium.

conservation, phylogenies diversity, biodiversity, macroevolution

Received October 21, 2011.
Accepted November 8, 2011.

This journal is © 2011 The Royal Society

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Rápida evolução fenotípica durante a especiação incipiente numa radicação de ave continental

Rapid phenotypic evolution during incipient speciation in a continental avian radiation

Leonardo Campagna1,*, Pilar Benites1, Stephen C. Lougheed2, Darío A. Lijtmaer1, Adrián S. Di Giacomo3, Muir D. Eaton4 and Pablo L. Tubaro1

Author Affiliations

1División de Ornitología, Museo Argentino de Ciencias Naturales ‘Bernardino Rivadavia’, Avenida Ángel Gallardo 470, Ciudad de Buenos Aires C1405DJR, Buenos Aires, Argentina
2Department of Biology, Queen's University, 116 Barrie Street, Kingston, Ontario, Canada K7L 3N6
3Laboratorio de Ecología y Comportamiento Animal, Departamento de Ecología, Genética y Evolución, Facultad de Ciencias Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires,Intendente Güiraldes y Avenida Cantilo s/n, Pabellón II Ciudad Universitaria, C1428EHA, Buenos Aires, Argentina
4Biology Department, Drake University, 2507 University, 208 Olin Hall, Des Moines, IA 50311, USA

*Author for correspondence (leocampagna@gmail.com).

Abstract

Adaptive radiations have helped shape how we view animal speciation, particularly classic examples such as Darwin's finches, Hawaiian fruitflies and African Great Lakes cichlids. These ‘island’ radiations are comparatively recent, making them particularly interesting because the mechanisms that caused diversification are still in motion. Here, we identify a new case of a recent bird radiation within a continentally distributed species group; the capuchino seedeaters comprise 11 Sporophila species originally described on the basis of differences in plumage colour and pattern in adult males. We use molecular data together with analyses of male plumage and vocalizations to understand species limits of the group. We find marked phenotypic variation despite lack of mitochondrial DNA monophyly and few differences in other putatively neutral nuclear markers. This finding is consistent with the group having undergone a recent radiation beginning in the Pleistocene, leaving genetic signatures of incomplete lineage sorting, introgressive hybridization and demographic expansions. We argue that this apparent uncoupling between neutral DNA homogeneity and phenotypic diversity is expected for a recent group within the framework of coalescent theory. Finally, we discuss how the ecology of open habitats in South America during the Pleistocene could have helped promote this unique and ongoing radiation.

hybridization, Neotropical birds, phenotypic divergence, recent radiation, speciation

Received October 14, 2011.
Accepted November 11, 2011.
This journal is © 2011 The Royal Society
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Altos níveis de diversidade de espécies crípticas descoberto em sapos da Amazônia

High levels of cryptic species diversity uncovered in Amazonian frogs

W. Chris Funk1,*, Marcel Caminer2 and Santiago R. Ron2

Author Affiliations

1Department of Biology, Colorado State University, 1878 Campus Delivery, Fort Collins, CO 80523, USA
2Museo de Zoología, Escuela de Biología, Pontificia Universidad Católica del Ecuador, Avenue 12 de Octubre 1076 y Roca, Apartado, 17-01-2184 Quito, Ecuador

*Author for correspondence (chris.funk@colostate.edu).

Abstract

One of the greatest challenges for biodiversity conservation is the poor understanding of species diversity. Molecular methods have dramatically improved our ability to uncover cryptic species, but the magnitude of cryptic diversity remains unknown, particularly in diverse tropical regions such as the Amazon Basin. Uncovering cryptic diversity in amphibians is particularly pressing because amphibians are going extinct globally at an alarming rate. Here, we use an integrative analysis of two independent Amazonian frog clades, Engystomops toadlets and Hypsiboastreefrogs, to test whether species richness is underestimated and, if so, by how much. We sampled intensively in six countries with a focus in Ecuador (Engystomops: 252 individuals from 36 localities; Hypsiboas: 208 individuals from 65 localities) and combined mitochondrial DNA, nuclear DNA, morphological, and bioacoustic data to detect cryptic species. We found that in both clades, species richness was severely underestimated, with more undescribed species than described species. In Engystomops, the two currently recognized species are actually five to seven species (a 150–250% increase in species richness); in Hypsiboas, two recognized species represent six to nine species (a 200–350% increase). Our results suggest that Amazonian frog biodiversity is much more severely underestimated than previously thought.

biodiversity, cryptic species, Amazon Basin, amphibians, conservation

Received August 5, 2011.
Accepted November 7, 2011.

This journal is © 2011 The Royal Society

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